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Aécio defende geração de renda em visita a comunidade no Rio

Aécio esteve na sede da UPP da comunidade Santa Marta e defendeu mais projetos sociais nas comunidades e políticas de geração de renda.

Eleições 2014

Fonte: G1 

No Rio, Aécio Neves diz que UPPs precisam dar ‘segundo passo’

Candidato do PSDB visitou comunidade Santa Marta, em Botafogo

Para ele, UPPs devem ser aliadas a políticas de geração de renda

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, visitou na manhã desta segunda-feira a comunidade Santa Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Ele esteve na sede da Unidade de Polícia Pacificadora e disse que as UPPs são uma boa iniciativa, mas precisam dar um “segundo passo”. Para Aécio, é preciso que também haja mais projetos sociais nas comunidades e políticas de geração de renda.

O candidato estava acompanhado do secretário de segurança do Rio, José Mariano Beltrame e de deputados e candidatos do PSDB, como Octávio LeiteMarcelo Itagiba e Luiz Paulo Corrêa da Rocha, presidente estadual do partido. Junto com eles estava o capitão Márcio Rocha, comandante da UPP Santa Marta.

UPPs são uma experiência extraordinária, mas precisamos dar o segundo passo. E o segundo passo, em primeiro lugar, é garantir renda para as famílias que vivem nessas comunidades, para as mulheres que vivem nessas comunidades, através da qualificação. Precisamos ampliar as creches em cada uma dessas comunidades. Precisamos levar serviços de melhor qualidade, com projetos sociais, e também para os jovens, e geração de renda”, afirmou.

Aécio disse ainda que pretende levar projetos como o das UPPs para outras partes do país.

“Quero reiterar o meu compromisso de ampliar esse tipo de iniciativa para outras regiões metropolitanas do Brasil, outros aglomerados urbanos que vivem problemas de criminalidade, áreas controladas pelo tráfico, e isso em várias dessas comunidades deixou de acontecer”, disse o candidato.

O candidato assistiu também a uma apresentação de música clássica promovida pelo programa Ação Social Pela Música, que funciona na comunidade há 18 anos.

Entre os participantes, estão crianças e adolescentes de comunidades como o Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão, Rocinha e outras.”Quero poder levar esse projeto para todo o Brasil. Saio daqui emocionado”, concluiu Aécio.

Pesquisas
Aécio também comentou a pesquisa do instituto Datafolha com intenções de voto para presidente da República divulgada nesta segunda-feira (18). No levantamento, a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem 36% das intenções de voto, Marina Silva (PSB), tem 21%, e Aécio tem 20%.

Para ele, a comoção com a morte do então candidato do PSB, Eduardo Campos, causou impacto na pesquisa. De acordo com o candidato, a única certeza que se conclui do levantamento é que haverá segundo turno.

“A verdade é que há um grande clima de comoção nesta semana, e isso se reflete nas pesquisas. Só se tem uma certeza a partir dos últimos números:haverá segundo turno “, avalia Aécio Neves.

Ele disse ainda que a estratégia do partido para o horário eleitoral gratuito, que começa nesta terça-feira (19), não será modificada com a entrada de Marina na disputa.

PCO: milícias populares e salário mínimo de 3.500 reais

Cleide Donária, de 43 anos, candidata do PCO, defende estilização do bancos e a dissolução da PM para a criação de milícias populares.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Cleide Donária defende estatizar bancos e armar a população

Candidata do PCO ao governo de Minas afirma que as eleições no Brasil são viciadas e controladas por capitalistas

Adotando um discurso duro e categoricamente decorado, a candidata ao governo de Minas pelo PCO, Cleide Donária, de 43 anos, duela contra adversários que possuem uma previsão de gastos de campanha até 200 vezes maior. O abismo entre as verbas, no entanto, não assusta a militante que participa de movimentos sociais desde a década de 90.

Filiada desde 2008 ao partido, a funcionária pública já disputou outras duas eleições – uma para deputada estadual e outra para vereadora – sendo derrotada em ambas. Cleide afirma que o mais importante das eleições é conseguir difundir a ideia da realização de uma revolução socialista feita por operários e trabalhadores.

“As eleições no Brasil mostram um processo viciado e totalmente controlado pelos grandes capitalistas. É um jogo de cartas marcadas que tem como objetivo  ‘legitimar’ o controle do orçamento estatal em benefício de um punhado de espertalhões, contra os interesses da população”, afirma.

Com a candidatura impugnada pelo TRE-MG desde a última semana, Cleide credita o engessamento de sua campanha a uma ‘escalada de ataques da direita’, fazendo com que partidos que não contam com ‘aparatos jurídicos e contábeis’ caríssimos sejam inviabilizados. De acordo com o tribunal, a impugnação aconteceu pela falta do cumprimento da Lei nº 12.034, que prevê que o sexo feminino deve representar, no mínimo, 30% do número de vagas de candidatos de cada partido.

Defendendo um governo operário, Cleide afirma que o pagamento da dívida pública – que compromete cerca de 47% do orçamento federal – faz com que a população fique sem os investimentos e cuidados necessários por parte do Estado.

“A Lei de Responsabilidade Fiscal sufoca o orçamento dos Estados para favorecer os repasses para os bancos, por meio de uma dívida, evidentemente corrupta, conforme o mostrou a CPI realizada em 2007, que nem sequer foi auditada. Os bancos sem receber recursos públicos imediatamente quebrariam. Devem ser estatizados”, diz. Ela também defende a estatização das grandes empresas.

De acordo com a candidata, apenas atitudes radicais como estas poderiam fazer com que fosse possível a aplicação de um salário mínimo que “não pode ser menos que R$ 3.500” e a criação de um sistema público e gratuito de educação e saúde que tenha qualidade.

Outro ponto polêmico do plano de governo de Cleide é a dissolução da Polícia Militar para a criação de milícias populares, que, segundo ela, já são realidade em outros países. No texto original do PCO, o plano também defende o “direito da população a se armar”.

Colocando-se em um cenário onde fosse eleita, Cleide afirma que a vitória de uma candidatura operária deve ser colocada a serviço da “divulgação das verdadeiras reformas das quais o Brasil precisa”.

174 candidatos são barrados pelo TRE-MG

Condenados por colegiados, candidatos tentavam concorrer, mas foram vetados pela Justiça Eleitoral. TRE-MG barrou 174 inscritos.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

TRE barra 16 por ficha suja

Condenados por colegiados, eles tentavam concorrer, mas foram vetados pela Justiça Eleitoral, que acatou as impugnações feitas pelo MP. No total, 174 candidatos em MG foram reprovados

Alessandra Mello

Tribunal Regional Eleitoral (TRE) barrou 174 candidatos ao pleito deste ano em Minas. Entre os impedidos de disputar as eleições de outubro, 16 foram enquadrados na Lei da Ficha Limpa por terem condenação em segunda instância. Dois deles desistiram da candidatura. Seis são ex-prefeitos, caso de Carlinhos Rodrigues (PT), que governou Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; Anderson Adauto (PRB), ex-deputado federal, ex-ministro e ex-prefeito de Uberaba, no Triângulo Mineiro; Geraldo Hilário (PTdoB), ex-prefeito de Timóteo, no Vale do Aço; Ronaldo Resende Ribeiro (PRB), ex-prefeito de Oliveira, na Região Centro-oeste; Ivo Mendes (PCdoB), ex-prefeito de Ibiá, no Alto Paranaíba; e Neyval José de Andrade (PTC), ex-prefeito de Conselheiro Pena, no Vale do Rio Doce. Os motivos da condenação foram improbidade, abuso de poder econômico ou rejeição das prestações de conta do executivos.

Ficha Limpa também barrou condenados por roubo ou homicídio, caso, por exemplo, do delegado Paulo Maloca (PTdoB), que tentava uma vaga de deputado federal. Também foram impedidas de concorrer duas pessoas condenadas pela Justiça Eleitoral por terem doado para campanhas passadas recursos acima do limite legal previsto pela legislação. “Na prática, pudemos constatar que a Lei da Ficha Limpa começa a surtir efeitos ao impedir candidaturas de políticos condenados por mau uso do dinheiro público ou por outros fatos desabonadores da conduta”, afirma o procurador regional eleitoral, Patrick Salgado.

Mas a maioria dos impugnados foi por falta de documentos e por não atender aos requisitos de elegibilidade. Os candidatos deixaram de anexar aos seus pedidos documentos essenciais, como provas de filiação partidária e de desincompatibilização, que é o afastamento do servidor público de suas funções dentro do prazo exigido. Outros não tinham filiação partidária, idade mínima exigida pela legislação para disputar ou tinham débitos com a Justiça Eleitoral. Os candidatos impugnados ainda podem tentar reverter o impedimento no Tribunal Superior Eleitoral.

No total, a Procuradoria Regional Eleitoral em Minas impugnou 1.308 pedidos de registro, a maioria absoluta por falta de documentos. Foram 982 impugnações apresentadas por esse fundamento. “A impugnação por falta de documentos subsiste a cada ano em um volume que causa espanto, porque revela desídia dos interessados e de seus partidos em cumprir exigências simples e notórias da legislação eleitoral. Essa conduta chama a atenção porque, na maioria das impugnações por esse fundamento, basta que o interessado apresente a documentação que falta para que o TRE libere o registro”, explica Patrick Salgado.