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Anastasia destaca avanços promovidos por Aécio em Minas

Anastasia afirma que propostas de Aécio serão capazes de responder às demandas e promover as mudanças que a população brasileira espera.

Eleições 2014

Antonio Anastasia destaca avanços promovidos por Aécio em Minas e suas propostas para mudar o Brasil

Responsável pela elaboração das diretrizes do Plano de Governo de Aécio Neves, o ex-governador Antonio Anastasia é uma das principais referências do país em Administração Pública. de

Nos últimos doze anos, participou do Governo de Minas como secretário, vice-governador e governador. Coordenou a implantação do Choque de Gestão no Estado, conjunto de medidas que trouxe importantes avanços na educaçãosaúdesegurança públicainfraestrutura edesenvolvimento econômico.

Anastasia afirma que as propostas de Aécio e a sua liderança no governo federal serão capazes de responder às demandas e promover as mudanças que a população brasileira espera.

Assista o vídeo:

Debate: Aécio é o único a apresentar propostas concretas

Candidato anuncia Armínio Fraga como ministro da Fazenda para garantir previsibilidade e segurança na condução da política econômica.

Eleições 2014

DEBATE BAND

Aécio é o único a apresentar propostas concretas para mudar o Brasil

Candidato anuncia ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga como ministro da Fazenda para garantir previsibilidade e segurança na condução da política econômica do novo governo

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, foi o único a apresentar propostas concretas para realizar as mudanças desejadas pela população brasileira durante debate na Rede Bandeirantes, que reuniu sete candidatos ao Palácio do Planalto, na noite desta terça-feira (26/08). Ao se dirigir aos eleitores durante as considerações finais, Aécio anunciou que o ministro da Fazenda de seu governo será o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, numa demonstração clara de que garantirá previsibilidade e segurança na condução da política econômica.

Em aproximadamente três horas de debate, Aécio detalhou suas propostas para áreas de segurança pública, mercado de trabalho, jovens carentes, reforma política, energia e mobilidade urbana. Além disso, mostrou que é o candidato com propostas mais firmes para fortalecer a saúde, a educação e o emprego. Aécio também reiterou que vai adotar uma política econômica para enfrentar a inflação em alta e o baixo crescimento do país.

“O Brasil não comporta novas aventuras, improvisos. Ofereço o caminho da segurança, da responsabilidade fiscal. Se eleito presidente da República, se merecer a sua confiança, [quero] dizer de forma clara aquilo que pretendo fazer: nomearei como ministro da Fazenda um dos economistas mais respeitados do mundo, o ex-presidente do Banco Central, um dos formuladores do tripé macroeconômico, Armínio Fraga”, anunciou Aécio.

Críticas

O candidato criticou a maneira como a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, conduziu o Brasil nos últimos quatro anos e alertou para incoerências e contradições da candidata do PSBMarina Silva.

Ao ser questionado sobre o que fará em segurança públicaAécio voltou a defender que é preciso adotar uma política nacional para combater a criminalidade, unificar as ações das polícias civil e militar, reformar os códigos penal e processual penal e não bloquear o repasse de recursos para a área, além de realizar parcerias com os Estados.

“É preciso uma articulação definitiva do poder central com os Estados. Todos sabemos que o tráfico de drogas e o tráfico de armas não são responsabilidade dos Estados. É responsabilidade da União. E as nossas fronteiras infelizmente não vêm tendo a segurança e os investimentos prometidos há quatro anos. Uma Política Nacional de Segurança Públicacoordenada pelo governo federal é essencial para diminuirmos a insegurança no Brasil”, afirmou .

Exemplos

Aécio afirmou que fará no Brasil o que já realizou durante seus dois mandatos à frente do governo de Minas Gerais. A taxa de homicídios, entre 2003 e 2010 no Estado, teve redução de 18%. Em 2010, chegou a 14,7 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, uma das mais baixas do país. Já a taxa de homicídios do Brasil ficou 1,8% maior nesse mesmo período. Com Aécio Neves no governo, Minas foi o Estado que mais investiu em segurança no Brasil: foram 13,4% dos gastos totais do Estado.

Ao ser questionado pela candidata do PT, a atual presidente, Dilma Rousseff, sobre qual sua política para o mercado de trabalho, Aécio criticou o governo petista dizendo que a atual administração não tem proposta para melhorar o futuro dos brasileiros, tampouco capacidade de gerar emprego e confiança dos investidores. “Estamos preparados para fazer o Brasil voltar a crescer e gerar empregos cada vez de melhor qualidade”, disse.

Eficiência

Além de propor ações para retomar a geração sustentável e crescente de emprego, Aécio prometeu conter a disparada da inflação, lembrando que o poder de compra da população nas feiras livres, por exemplo, foi corroído nos últimos seis meses.

Para demonstrar a maior capacidade de administrar o Brasil, o candidato aproveitou para lembrar suas experiências como governador de Minas Gerais, estado que se tornou referência internacional ao implantar a avaliação de desempenho de 100% dos servidores públicos.

“Quando assumi o Governo de Minas, reduzi 1/3 das secretarias e enxuguei os cargos comissionados. Elegemos a educação como prioridade. Chegamos ao final do mandato como a melhor educação do Brasil”, afirmou Aécio. “Falta no Brasil eficiência na gestão pública, que foi entregue a um punhado de partidos”, acrescentou.

Como exemplo na área educacional, Aécio reiterou o compromisso de levar para todo o Brasil o programa Poupança Jovem, alternativa para estudantes que precisam de financiamento para manter seus estudos. “Não é uma política de assistencialismo. Dá alternativa ao jovem, que pode ter como concorrente o tráfico e o crime”, afirmou.

Reforma política e fortalecimento da Petrobras

Aécio defendeu ainda uma reforma política com adoção do voto distrital misto e fim da reeleição, com mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos. Ele reforçou, no entanto, que essa não é posição consensual dentro do PSDB.

O candidato também sublinhou o compromisso de fortalecer a Petrobras e lançou um desafio à presidente ao perguntar se ela se desculparia junto ao povo brasileiro pela gestão irresponsável na estatal. “É realmente uma leviandade a forma que a Petrobras vem sendo administrada. É a Polícia Federal que diz que há uma organização criminosa lá. Um colega seu de diretoria está preso hoje. As denúncias que aí estão são extremamente graves e a senhora não pode se esquivar de respondê-las”, afirmou.

Aécio Neves fez uma defesa em favor da democracia representativa e do fortalecimento das instituições brasileiras. “A democracia pressupõe instituições sólidas. Participação popular é essencial, mas a formatação que busca trazer o PT é algo que já de início avilta o poder soberano que é eleito pela sociedade brasileira”, afirmou Aécio Neves.

Diniz Pinheiro destaca o potencial do turismo em Minas

Candidato a vice da coligação “Todos por Minas” garantiu que a cultura turística de Minas Gerais será mais valorizada.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Dinis Pinheiro destaca potencial do turismo mineiro

Dinis Pinheiro visitou no útlimo domingo (24) a Feira de Artesanato da avenida Afonso Pena

Ana Luiza Faria

O candidato a vice-governador do Estado pela coligação “Todos por Minas”, Dinis Pinheiro(PP), afirmou que o turismo é o esteio do desenvolvimento e garantiu que, caso sua chapa seja eleita, a cultura turística de Minas será mais valorizada. “Teremos a obrigação de investir em diversas ações para estimular e provocar o turismo, a cultura e a arte”.

Dinis destacou a importância do turismo para a geração de emprego e renda e afirmou que para atrair turistas é essencial uma boa estrutura de segurança e uma organização social “exuberante”.

No útlimo domingo (24), Dinis visitou a Feira de Artesanato, em BH, e ressaltou a força do setor em Minas. Segundo ele, a feira, que é um dos pontos turísticos mais famosos da capital, é um local no qual os visitantes podem conhecer um pouco das especificidades de todas as regiões de Minas. “A Feira representa a maior expressão da integração cultural de Minas”.

Os candidatos ao governo Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) passaram o domingo gravando programa eleitoral.

Pimenta vai atrair empresas da chamada Nova Economia

Pimenta quer trabalhar para atrair empresas da chamada Nova Economia, cujos produtos geram emprego e têm maior valor agregado.

Eleições 2014

Fonte: PSDB-MG

Pimenta da Veiga quer novo salto econômico e mais empregos

Candidato a governador pela Coligação Todos por Minas quer atrair empresas da chamada Nova Economia para agregar valor à produção do Estado

Diversificar a economia e investir na geração de emprego de qualidade são as principais estratégias do candidato a governador Pimenta da Veiga para garantir que os bons resultados da economia mineira alcance patamares ainda maiores. Ao participar, nesta quarta-feira (20/08), em Belo Horizonte, da inauguração do comitê de campanha do candidato a deputado estadual Gilvan Pinho Tavares (PV), Pimenta ressaltou que nos últimos dez anos o PIB per capita em Minas cresceu quase 200% e que no mesmo período o Estado recebeu perto de R$ 200 bilhões de investimentos privados. Segundo ele, é preciso continuar atraindo investimentos para assegurar o desenvolvimento econômico e social.

”Queremos que todos os investimentos que possam vir para Minas cheguem efetivamente aqui para construir uma economia mais forte e mais diversificada”, afirmou. Para Pimenta da Veiga, existe a necessidade de agregar valor ao que é produzido em Minas Gerais. “O que nós queremos é aproveitar a nossa produção, sejam os grãos, seja o minério para que ele seja melhor aproveitado aqui dentro e em mais etapas, fazendo um aproveitamento dessas matérias primas aqui. Vamos atuar em todos os setores”, disse ele.

Tecnologia de ponta

Além dos setores já tradicionais da economia mineira, Pimenta da Veiga quer trabalhar para atrair empresas da chamada Nova Economia, cujos produtos têm maior valor agregado e geram emprego de qualidade. São empresas dos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação, do setor aeroespacial, farmacêutico e eletrônico. “Minas Gerais tem um grande ambiente para a Nova Tecnologia. Queremos criar todas as condições para que esses investimentos ocorram”, afirmou.

Nos últimos anos, várias empresas dessa área se instalaram em Minas Gerais, entre elas a Six Semicondutores, que deve iniciar a produção de semicondutores em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no ano que vem. Já operam no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, os centros de manutenção de aeronaves da Gol e da Azul/Trip.

Também escolheram Minas Gerais para expandir seus negócios grandes empresas da área farmacêutica, como a fábrica de capsulas para medicamentos ACG Worldwide, em Pouso Alegre; o Centre Suisse d’Electronique et de Microtechnique (CSEM Brasil), em Belo Horizonte, que realiza investimentos em pesquisa básica e aplicada nos campos das nano e microtecnologias, engenharia de sistemas, tecnologias de informação e telecomunicação e ainda a fábrida da Biomm em Nova Lima, que atua na área de biotecnologia e vai fabricar insulina.

Consultor destaca inovação no sistema de saúde em Minas

Eugênio Vilaça fala da inovação do sistema de saúde de Minas, a partir da proposta de organizar o SUS sobre a forma de Redes de Atenção.

Entrevista

Fonte: PSDB-MG

Eugenio Vilaca Mendes: "Minas teve no governo Aécio Neves a melhor proposta de organização do SUS entre todas as secretarias de Estado do Brasil". Foto: Leo Melo

Eugênio Vilaça Mendes destaca saúde pública de Minas

Eugênio Vilaça Mendes é consultor em saúde pública com atuação em 20 países, em várias agências internacionais, em 25 estados e em mais de 200 municípios brasileiros.

Foi secretário-adjunto da Saúde de Minas Gerais, consultor da Organização Pan-Americana da Saúde, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, da PUC de Minas Gerais, da Escola de Saúde Pública de Minas Gerais e da Faculdade de Medicina da Unimontes.

Autor dos livros “As redes de atenção à saúde” e “O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde”, Vilaça tem mais de uma centena de artigos publicados no Brasil e no exterior.

Nesta entrevista, Eugênio Vilaça fala da inovação do sistema de saúde em Minas, a partir da proposta de organizar o Sistema Único de Saúde (SUS) sobre a forma de Redes de Atenção à Saúde; dos indicadores que elegeram Minas como melhor rede do Sudeste e a quarta melhor no país; da ação estratégica de investir na atenção primária; da ampliação dos investimentos e da redução em 30% da mortalidade infantil, entre outros avanços na saúde mineira.

Abaixo os principais trechos da entrevista:

Quais as estratégias alavancaram a saúde em Minas? O Choque de Gestão colaborou para isso?

Choque de Gestão foi fundamental nessa perspectiva de um Estado voltado para a sociedade. Foi a base do projeto de saúde do governo Aécio Neves que começa com uma concepção inovadora no Brasil e na América Latina a partir de uma proposta de organizar o SUS sobre a forma de Redes de Atenção à Saúde. A proposta que, recentemente, foi incorporada nacionalmente, e definiu algumas redes prioritárias, como as redes de Atenção à Mulher e a Criança, que é a Rede Viva Vida; de Atenção às Urgências e Emergências; Rede Hiperdia, de doenças crônicas, cardiovasculares, renal crônica e diabetes; e a rede Mais Vidade atenção às pessoas idosas. Para se construir esta rede fez-se uma regionalização em Minas Gerais. Os 853 municípios foram organizados em 75 microrregiões e 13 macrorregiões para que pudéssemos organizar racionalmente e distribuir os hospitais e os centros de especialidades nas micro e macrorregiões. Esta foi a concepção básica desse projeto inovador.

Minas, segundo o Índice de Desenvolvimento do SUS (Idsus 2012), do Ministério da Saúde, tem a melhor saúde da região Sudeste e a quarta melhor do Brasil. Na sua avaliação, a que se deve esta colocação?

Além de ser a melhor rede do Sudeste, Minas teve no governo Aécio Neves a melhor proposta de organização do SUS entre todas as secretarias de Estado do Brasil. O preponderante foram os resultados alcançados em função da estratégia desenvolvida na implantação das Redes de Atenção à Saúde em Minas.

A estratégia de Saúde da Família tem sido considerada pelo senhor como a principal forma de implantação do SUS por todo o país. Qual o mérito dessa estratégia?

Há inúmeros estudos internacionais e nacionais que mostram que os países que dispõe de bom sistema de saúde, são aqueles que organizaram bem a sua atenção primária. Uma das fortalezas do sistema de saúde mineiro nos últimos anos foi compreender isso. Houve um forte investimento na atenção primária à saúde. Tínhamos duas mil equipes em 2003 e, em 2010, chegamos a quatro mil equipes, o número dobrou. Isso significou que Minas fez, no governo Aécio Neves, o mais importante programa de infraestrutura na atenção primaria à saúde. Foram mais de 1.500 Unidades Básicas de Saúde construídas com recursos apenas estaduais, e por fim, Minas criou um programa de incentivo aos municípios para que melhorassem sua atenção primária com contrato de gestão e incentivo. Com esses investimentos, as regiões mais pobres recebiam incentivo per capita maior que as regiões mais ricas, portanto teve enorme impacto na equidade da atenção primária.

Qual a política em Minas sobre os Centros de Especialidades Médicas?

Minas desenvolveu uma política de construção de Centros de Especialidade Médicas inovadora que parte de uma organização dos centros a partir de uma relação íntima entre a atenção primária e o Centro de Especialidades. A partir daí, criou a Rede Viva Vida, os centrosMais Vida e os centros Hiperdia. A inovação está que a pessoa não é só encaminhada para fazer uma consulta ou exame, ela é encaminhada para uma equipe multiprofissional que faz um plano de cuidado e devolve à atenção primária à saúde. Há resultados, por exemplo, em Santo Antônio do Monte, que mostram que 77% dos diabéticos de alto risco e 92% dos hipertensos estão controlados, se tornando um resultado espetacular.

Governo de Minas reduziu a mortalidade infantil em mais de 30% entre 2003 e 2013, com a criação do programa Viva Vida, e investiu mais de R$ 1 bilhão nos 148 hospitais do ProHosp para superar os vazios assistenciais nas diversas regiões do estado. Quais os méritos desses programas?

O mérito do governo foi entender que não se pode organizar a saúde fragmentadamente com atenção primária para outro, centro de especialidade para outro. Por isso, a Rede organiza o sistema como todo. O governo então organizou a atenção primária em cada município e organizou centros de especialidades em cada microrregião. Os resultados aparecem quando, através do Prohosp, garantiu melhoria significativa dos hospitais de média complexidade em cada microrregião, os hospitais de alta complexidade em cada macrorregião. Outro exemplo foi o Sistema de Transporte em Saúde que ao final do governo Aécio estava presente em 50 microrregiões, beneficiando oito milhões de pessoas, e o Sistema de Telemedicina em mais de 600 municípios. Todas as ações caminham juntas e isto é único na experiência brasileira. A organização das redes é a marca fundamental do seu governo.

Quais os desafios futuros para Minas na área da saúde?

Os desafios da saúde em Minas são em dar continuidade a esses projetos, reforçar e ampliar. Sabemos que tudo isso foi feito no quadro de subfinanciamento federal, pois estado e municípios chegaram a seus limites e, aumentando-se o financiamento da saúde podemos dar continuidade e aprofundar nesses projetos que têm tantos resultados a comemorar, como a redução de morte infantil. Minas tem muito que comemorar a saúde como resultado dessas políticas.

Qual sua expectativa para Aécio Neves conduzir a saúde no Brasil?

Um governador que fez um governo inovador na saúde, certamente, poderá expandir vários destes programas, adaptando-os as distintas realidades dos diferentes estados brasileiros. A matriz aqui desenvolvida por ser expandida para todo o Brasil e isso significa uma melhoria na saúde dos brasileiros.

Pimenta vai adotar ousada política de investimentos em segurança

Pimenta declarou “tolerância zero” contra a violência em Minas, a partir de uma ousada política de investimentos em segurança pública..

Coligação Todos por Minas

Fonte: PSDB-MG

Pimenta garante tolerância zero contra a bandidagem em Minas

Em entrevista à TV Globo, candidato assegura reforço das ações de segurança pública, com policiamento ostensivo nas ruas das cidades mineiras

O candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, declarou “tolerância zero” contra a violência em todo o Estado, a partir de uma ousada política de investimentos em segurança pública, com o reforço do policiamento ostensivo nos municípios mineiros. Em entrevista concedida ao telejornal MGTV 2ª Edição, da TV Globo, na noite desta terça-feira (19/08), Pimenta destacou as ações realizadas pelo Governo de Minas nos últimos anos e estabeleceu novas metas a serem atingidas.

“Fizemos grande avanços, mas eu vou declarar tolerância zero contra a bandidagem, através de um policiamento mais ostensivo e da tecnologia na polícia”, afirmou Pimenta. Minas é o Estado que mais investe em segurança pública no Brasil, proporcionalmente ao orçamento, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública – levantamento que é divulgado pelo próprio Ministério da Justiça.

Além de propor uma ação vigorosa de combate à criminalidade, Pimenta também voltou a defender a importância de criação de um novo no Pacto Federativo. “Na dívida que os estados e municípios têm com o governo federal é cobrada uma agiotagem (pelo Governo Federal). Isso faz com que a dívida cresça todos os dias. Além disso, o governo federal fica com dois terços dos impostos recolhidos. Assim, estados e municípios vivem na penúria. É preciso mudar o Pacto Federativo e nós vamos lutar por isso”, destacou Pimenta da Veiga.

Experiência em gestão

O candidato apontou, ainda, sua experiência política como um diferencial nestas eleições. “Fui deputado quatro vezes, fui presidente nacional de partido, fui prefeito de Belo Horizonte, onde iniciamos projetos de grande inovação, como o orçamento participativo e as Administrações Regionais, e fui ministro de Estado por quatro anos”, afirmou. “Como ministro levei os Correios a todo o país. Na telefonia celular, eram 500 mil telefones celulares e hoje são 300 milhões. É um grande legado, do qual eu tenho um grande orgulho”, completou.

Em suas considerações finais, Pimenta reafirmou seus compromissos com a educação e a saúde. “Quero dizer que nos primeiros dias de governo vou mandar um projeto de lei para a Assembleia Legislativa, para, quando for aprovada, todas as escolas de Minas, construídas a partir daí, estarem preparadas para o ensino integral. Vamos criar o programa Hospital da Cidade, para atender hospitais de todas as cidades – são mais de 300. Quero, por isso, o seu apoio e o seu voto, para fazer Minas avançar muito mais do que tem avançado”, concluiuPimenta da Veiga.

No nordeste, Aécio reafirma compromisso com crescimento do Brasil

Aécio: “Podemos ter aqui, pela localização estratégica de Natal, um aeroporto indústria que seja centralizador de inúmeras outras atividades.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Natal (RN) – 21-08-14 (Seguem trechos)

Assuntos: eleições 2014; RN; programa Nordeste Forte; programas sociais;

Sobre agenda em Natal.

Quero dizer que a minha visita hoje ao Rio Grande do Norte, mais uma vez, é para reafirmar o compromisso do nosso governo com a retomada do crescimento do Brasil. Estivemos agora em uma indústria que é exemplo não apenas para o Brasil, mas também para fora do Brasil. O grupo Guararapes, o grupo Riachuelo, demonstra que é possível, sim, competir no Brasil mesmo não tendo o governo condições de oferecer logística e a competitividade necessária para que sejamos cada vez mais competitivos.

Quero reafirmar o meu compromisso com a simplificação do sistema tributário brasileiro. Quero assumir o compromisso com um choque de logística e infraestrutura no Brasil, em especial na região Nordeste, para que quem produza aqui possa ter melhores condições de competir com quem produz em outras regiões do Brasil.

Além disso, vamos dar a segurança jurídica necessária, fortalecendo inclusive as nossas agências reguladoras, para que os investimentos que deixaram de vir para o Brasil retornem para o Brasil. Não podemos nos contentar em sermos o lanterna em crescimento na América do Sul e vendo a inflação de novo corroer o salário dos trabalhadores brasileiros.

A minha mensagem hoje aqui em Natal para os brasileiros de todas as partes do Brasil é de fé no nosso futuro, de confiança na nossa capacidade de readquirir condições de competitividade, crescendo, gerando emprego e renda para todos os brasileiros. Aqui é um exemplo de potencialidades que estão sendo ainda pouco aproveitadas, seja na indústria, seja no agronegócio, seja no turismo, pela falta de investimentos planejados em logística, e por falta do sistema tributário que permita, como disse, o aumento dessa competitividade.

Sobre recursos para a região.

Acredito que as regiões desiguais devem ser tratadas de forma desigual. Só assim vamos diminuir as desigualdades. É preciso que haja planejamento, sim, e estímulos diferenciados para empresas que estejam localizadas nas regiões que não são as mais desenvolvidas no país, desde que tenha um compromisso com a inovação, desde que tenha um compromisso com a empregabilidade e com a competitividade. Essa indústria que visitamos tem esses compromissos, e a população do Rio Grande do Norte é a beneficiária maior desses compromissos.

Sobre a campanha.

A nossa proposta é uma proposta antagônica ao governo que está aí. Queremos substituir o perverso aparelhamento da máquina pública pela eficiência e pela meritocracia. Queremos uma interlocução com o mundo que não seja essa ideológica e atrasada, que tem impedido a abertura de novos mercados para quem produz no Brasil. Queremos políticas sociais que não se contentem apenas com a administração da pobreza, como acontece hoje, mas busquem a sua integração. E queremos eficiência para superarmos o gargalo logístico que hoje existe no Brasil. O nosso adversário é o governo do PT, e quem vai estar no segundo turno somos nós. Não sei se o PT estará. Mas nós estaremos no segundo turno e vamos vencer as eleições.

Sobre a possibilidade de o Rio Grande do Norte ter um aeroporto indústria.

Vejo que temos uma possibilidade enorme de ter aqui um aeroporto indústria, que possa estar produzindo equipamento, por exemplo, para as usinas eólicas em todo o Brasil. Não precisamos estar importando tudo pronto. Podemos ter aqui, pela localização estratégica de Natal, um aeroporto indústria que seja centralizador de inúmeras outras atividades industriais que hoje estão dispersas pelo Brasil. Inclusive com uma legislação específica de importação e de exportação. O Brasil precisa avançar, tem potencialidades desperdiçadas, e estou hoje aqui vendo um exemplo de sucesso. Um absoluto sucesso que vai ter o nosso apoio. Eu serei o presidente do desenvolvimento, do emprego, do crescimento.

Sobre a continuidade dos programas sociais e Nordeste Forte.

Nordeste sempre será prioridade. Não apenas na minha campanha, mas no meu governo. Governei Minas GeraisMinas Gerais é o Estado que tem o maior número de munícipios do Brasil e temos, para muito orgulho nosso, um Nordeste no nosso território. Temos os vales do Jequitinhonha, do Mucuri, o Norte mineiro, que têm um IDH médio ainda abaixo da média do Nordeste. Eu terminei meu governo tendo investido três vezes mais por cidadão per capita nessa região do que nas regiões mais desenvolvidas. Essa será uma região prioritária não apenas na campanha, mas também no nosso governo.

E, no próximo sábado, estaremos lançando em Salvador um programa que estou chamando de Nordeste Forte, mostrando quais são os principais eixos de investimentos nessa região, que passam pela questão tributaria, pela questão logística, pela questão da inovação, portanto, investimento em ciência, investimento em tecnologia e valorização das variadas vocações que essa região tem. Não tenho dúvida que teremos o melhor programa para essa região.

Em relação aos programas sociais, iniciados, inclusive, no governo do PSDB, como o Bolsa Alimentação, o Bolsa Escola e o Vale-Gás, quero reafirmar aqui mais uma vez: o Bolsa Família vai continuar no nosso governo, mas vamos viver outras etapas. Não compreendemos a pobreza apenas na vertente da privação da renda. Compreendemos a pobreza além da privação da renda, também na privação de serviços como saneamento básico, saúde, e também na privação de oportunidades.

É dessa forma que estamos lançando um programa chamado Família Brasileira. E nesse programa vai dentro do Cadastro único dividir por cinco níveis de carência todos que recebem o Bolsa Família e continuarão a receber. Mas queremos que além da renda, além do cartão, as pessoas possam receber outros serviços do governo. Muitas não têm um banheiro adequado na sua casa, outros têm uma jovem adolescente grávida sem pré-natal adequado sendo realizado. Outros têm, na família, um adulto sem qualificação, para buscar espaço no mercado de trabalho. Vamos tratar de todas estas carências de forma transversal. O que se faz hoje para as populações de mais baixa renda do país é muito pouco em relação aquilo que o meu governo vai fazer.

Sobre críticas de que o PSDB seria um partido elitista.

Isso é falso como uma moeda de três reais. Se não fosse o PSDB, se não tivesse havido a estabilidade da moeda, a modernização da nossa economia, não teria havido o governo do presidente Lula. Vocês se lembrarão que o programa inicial do PT chamava-se Fome Zero, o programa social. Como isso não deu certo, eles tiveram a virtude, e reconheço nopresidente Lula em todos os momentos essa virtude, de ter unificado os programas de transferência de renda e ampliado. Vamos continuar a fazer isso porque ninguém pode se achar dono de um projeto ou de um programa apenas porque o ampliou. A administração pública é você aprimorar os bons programas, dar a eles dimensão, adaptá-los às novas realidades.

Aquilo que tem de bom desse governo será melhorado e ampliado. Aquilo que existe de ruim neste governo – e é muita coisa – será extirpado da vida nacional para que possamos resgatar a confiança no Brasil. O Brasil não pode se contentar em, falo isso ao lado do grande senador Agripino Maia, coordenador da minha campanha, ter um crescimento tão pífio da sua economia ao longo desses últimos três anos, e terceirizando sempre as responsabilidades. Não é do mundo as responsabilidades pelo baixo crescimento do Brasil. A responsabilidade é desse governo intervencionista, que flexibilizou os pilares macroeconômicos que haviam nos trazido até aqui e inspira desconfiança e quem deveria ser parceiro para que pudéssemos crescer e nos desenvolver. Eu estou aqui hoje muito feliz na sede do meu partido ao lado do companheiro Rogério Marinho, companheiro Agripino Maia e de tantos outros candidatos a deputado.

Temos um projeto para o Brasil. É inabalável a nossa confiança nesse projeto. Tenho absoluta certeza que, no momento da decisão, não vamos apenas estar no segundo turno, vamos chegar na frente para chegarmos a disputar o segundo turno e vencermos as eleições.

Sobre a volta ao RN após a morte de Eduardo Campos.

Foi um dia imensamente triste. Quando pousei aqui há nove dias, recebi, pelo senador Agripino, que estava ao meu lado no avião e recebeu uma mensagem de seu filho Felipe, a notícia da tragédia. E custamos a acreditar. Ficamos uma meia hora dentro do avião sem saber direito se acreditávamos ou não naquilo, em uma torcida enorme para que aquilo fosse um alarme falso. Conheci o Eduardo há trinta anos. Eduardo acompanhando Miguel Arraes na campanha das Diretas e eu acompanhando Tancredo, meu avô. E desde aquele tempo tivemos uma relação de amizade, de respeito e, sempre, em partidos diferentes, soubemos conversar sobre o Brasil. Meu lamento é grande, não houve como deixar de, chegando aqui hoje, a primeira palavra que dissemos quando pousamos aqui, eu e o senador Agripino, foi exatamente essa. Da grande tragédia. E que fiquem os exemplos, a vontade de Eduardo e de todos nós de mudarmos o Brasil. Disse no meu primeiro programa, a forma de honrar Eduardo, honrar tantos homens públicos de bem que já não estão entre nós, é trabalharmos com seriedade, com responsabilidade, para fazermos o Brasil avançar. Não muda na minha campanha nada, a não ser o sentimento de pesar que levarei comigo para sempre. Mas a minha determinação e disposição de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento no Brasil com ética, com decência, não muda, ao contrário, só aumenta.

Sobre pacote de medidas do governo.

Assistimos no Brasil, já não é de hoje, o governo do improviso, o governo do remendo. Na verdade, o governo percebe que a diminuição da atividade econômica vem ocorrendo mês a mês e busca um pacote no limite do governo, a poucos meses da eleição, de estímulo ao crédito. Tudo que vem de estímulo ao crédito é bem-vindo, mas o governo falhou no que é essencial, –porque além da oferta de crédito, que foi a alternativa que o governo buscou desde a crise de 2009, que não foi uma alternativa equivocada, equivocada foi ela vir solitariamente– a ausência de regras que possibilitassem que esse crescimento do país viesse via investimento, [e é isso] que tem nos levado hoje a esse limite. Porque, infelizmente, as famílias estão endividadas, certamente o efeito dessas medidas não será aquele que se anuncia, porque na ponta da oferta, na ponta dos investimentos, o Brasil, infelizmente, não avançou. E esse governo, a realidade é essa, o governo do PT, o governo da presidente da República, perdeu a capacidade de inspirar confiança a quem deveria estar hoje investindo no Brasil.

Dados da Fundação Getúlio Vargas mostram que, nos últimos seis meses, em todos os setores da economiacomércio, indústria, agronegócio, o pessimismo vem aumentando e a diminuição dos investimentos vem aumentando. A cada ano temos um pouco mais ampla a diminuição dos investimentos e da expectativa em relação ao futuro. Só há uma forma de revertermos essa expectativa que é negativa hoje: mudando o atual governo. Por isso estou aqui e tenho uma grande expectativa de que vamos ter, no Rio Grande do Norte, pelo apoio das lideranças que estão aqui conosco e, mesmo no Nordeste brasileiro, um resultado muito melhor do que aquele que alguns anunciam.