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TSE traça o perfil do eleitorado no Brasil

Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Contrastes nos dois lados das urnas

Perfil dos eleitores divulgado ontem pelo TSE mostra diferenças em alguns aspectos, como gênero, grau de instrução e idade dos postulantes aos cargos eletivos no pleito de outubro

Brasil tem 142,8 milhões de eleitores. Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos. As estatísticas sobre o eleitorado brasileiro foram divulgadas ontem pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e contrastam com dados dos candidatos que disputam vagas nas eleições deste ano. São praticamente o reverso do perfil dos postulantes aos cargos eletivos, majoritariamente homens (70,3% do total em todos os cargos) e com curso superior completo (45,8%) e se concentram na faixa de 45 a 49 anos. Em Minas Gerais, o que mais chama a atenção nos dados divulgados pelo TSE é a diferença entre o total de mulheres eleitoras e o de homens. Elas são quase 500 mil a mais.

De acordo com o TSE, o eleitorado brasileiro aumentou 5,17% em relação ao pleito de 2010, quando também foram eleitos presidente, governadores, senadores e deputados federal e estadual.

A Região Sudeste concentra quase metade dos eleitores (43,44%) e São Paulo continua sendo o maior colégio eleitoral, com 31,9 milhões de eleitores. O estado também registra o maior número de candidatos a um cargo eletivo neste pleito. Minas Gerais se mantém como o segundo maior estado em número de eleitores, com 15,2 milhões. Na sequência, estão Rio de Janeiro (12.141.145), Bahia (10.185.417) e Rio Grande do Sul (8.392.033). O menor colégio eleitoral é Roraima, com 299.558 eleitores. Já o município com o menor número de eleitores é Araguainha, em Mato Grosso, com 898 cidadãos aptos a votar. Em Minas, o menor município em quantidade de eleitores é Serra da Saudade, com 1.105.

As mulheres somam 74.459.424 eleitoras, ou 6,2 milhões a mais que os homens, que representam 47,79% ou 68.247.598 eleitores. Entre as candidatas, uma minoria são mulheres. Na corrida por um cargo eletivo, elas são apenas 7.410, ou 29,7% do universo total de cerca de 25 mil candidatos inscritos para este pleito. O número dos candidatos não é exato, pois o registro na Justiça Eleitoral ainda não é definitivo, mas os dados são próximos desse total.

A parcela feminina é inferior à exigida pela legislação brasileira, que assegura 30% das vagas de candidatos para as mulheres. O número contrasta também com os dados oficiais do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelou que as mulheres compõem 51,5% da população brasileira. Em relação à escolaridade também há um contraste entre o eleitorado e os candidatos. Quase metade deles, 45,8%, tem curso superior, enquanto entre os eleitores esse percentual é de apenas 5,3%.

MAIS VELHOS Os dados indicam ainda um envelhecimento do eleitorado em relação a 2010. Nesta disputa, eles se concentram na faixa de 45 a 59 anos. Em 2010, eles eram maioria entre as pessoas com 25 a 34. Em comparação com eleições anteriores, houve uma queda no número de eleitores jovens com voto facultativo (16 e 17 anos). Em 2010, eles eram 2.391.352 e, em 2014, são 1.638.751.

De acordo com o presidente do TSE, ministro Dias Tofolli, essa queda ocorreu por causa da mudança da metodologia na coleta de dados sobre o perfil do eleitorado. Em anos anteriores, o cadastro era fechado em 30 de junho e não considerava aqueles eleitores que completariam 18 anos até a data da eleição. Neste ano, um novo programa permitiu a contagem incluindo o dia da eleição. Portanto, aquele eleitor que vai fazer 18 anos nesse meio tempo até o dia daeleição já não está contabilizado nesse dado estatístico de 16 e 17 anos. Toffoli destacou que o próprio IBGE analisa essa diminuição no eleitorado jovem com a tendência do envelhecimento da população brasileira.

Choque de Gestão: economista explica modelo eficiente implementado por Aécio

Propostas do Choque de Gestão podem parecer uma solução, face ao brilhantismo da retórica de seus formuladores.

Choque de Gestão

Fonte: Caros Amigos

MG: O que é o choque de gestão de Aécio Neves

Por Ari de Oliveira Zenha

Sucinta e objetivamente, o choque de gestão é, em primeiro lugar, uma forma de gerência de governo, concebido como um conjunto organizado de políticas econômicas e sociais, com vistas a estruturar a economia mineira como se ela fosse uma grande empresa capitalista. Assim, esse “projeto” representa uma aplicação da gestão administrativo-empresarial ao Estado, adequando à administração pública os fundamentos microeconômicos de administração privada, o que seus proponentes chamam de modernização das incumbências do poder público em relação, por exemplo, à infra-estrutura, ao meio ambiente, à educação, ao funcionalismo e à saúde, entre outras.

Nesse sentido, a “modernização” pretendida do aparelho do Estado, através de choque de gestão, é realizada com base em “projetos estruturantes”, incentivadores do desenvolvimento do Estado voltado para as atividades de competência do poder público.

“Planejamento”

O governo concebeu o que ele chama de duplo planejamento ou processo dual. Este conceito de “planejamento” (dual) é necessário porque os agentes econômicos necessitam competir cada vez mais no presente e, ao mesmo tempo, preparar-se para o futuro, dizem eles. A concepção dual diz o seguinte:  “(…) não basta mais uma única estratégia englobando presente e futuro. A abordagem dual exige duas estratégias simultâneas e coerentes entre si. Uma com foco na excelência da gestão das atividades atuais e outra concentrada na competência para gerenciar as mudanças necessárias para o futuro”.

Logo, o conceito de “planejamento” governamental assume uma formatação empresarial, focado na competência de gestão e na competência do que eles chamam de agentes econômicos, onde os responsáveis pelo “planejamento” escolhem uma determinada estratégia própria, definindo claramente as atividades da organização, ou seja, os seguimentos-alvo para gerir essas atividades (…) “com excelência, visando atender às necessidades dos atuais beneficiários”. Beneficiários, acredito, seja a população mineira.

Portanto, a função do “planejamento” passa a ser a gerência e a escolha de alternativas mais viáveis e econômicas na determinação das atuações governamentais através de uma relação custo/beneficio.

Lógica privada

As relações a prevalecer segundo este choque de gestão, no âmbito do funcionalismo público, devem ser equivalentes àquelas estabelecidas para o trabalhador do setor empresarial, o que é um equivoco, pois o funcionalismo público não pode e nem deve ser tratado como um trabalhador do setor privado como o Estado propõe, pois sua atuação está fundamentada em todo um aparato jurídico-institucional diferenciado, suas funções, atribuições e atuações, correspondem à superestrutura da sociedade capitalista (Estado-poder político), que é distinto daquele que é estabelecido para o trabalhador privado. Isso reafirma o que já foi dito anteriormente, a saber, que o capital está impondo seu modus operandi à organização estatal sem subterfúgios.

Entretanto, para os leigos, ou mesmo crédulos, as propostas do choque de gestão podem parecer, à primeira vista, uma solução, face ao brilhantismo da retórica de seus formuladores, pois os escribas do capital também têm competência e capacidade para fazer uma bela peça engenhosa do Estado-empresa, a qual, contudo, não resiste a uma análise criteriosa, crítica e fundamentada de analistas comprometidos com a transformação econômica, social e política do capitalismo.

Aécio: ‘terrorismo’ eleitoral teve origem no governo

Aécio disse que atitude do Governo Dilma é inócua e “coloca mais luz no que é a percepção geral: que o governo perdeu credibilidade”.

Terrorismo eleitoral do PT

Fonte: Valor Econômico 

Aécio diz que ‘terrorismo’ eleitoral teve origem no governo

O senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB à Presidência da República, afirmou ontem que a crítica da presidente Dilma Rousseff ao banco Santander – pela análise enviada a clientes prevendo que eventual reeleição da petista teria efeitos negativos sobre a economia – é inócua e “coloca mais luz no que é a percepção geral: que o governo perdeu a capacidade de inspirar a credibilidade”.

Em sabatina realizada por “Folha de S.Paulo”, UOL, SBT e rádio Jovem Pan, a presidente considerou “inadmissível para qualquer país aceitar qualquer nível de interferência de qualquer integrante do sistema financeiro de forma institucional no sistema político”.

Aécio afirmou que essa avaliação é feita por bancos, empresários, agências de risco e Fundo Monetário Interncional (FMI). “É a avaliação geral, que tenho ouvido dos analistas. Não quero ser porta-voz [dessas avaliações], porque isso tira delas a consistência técnica que elas têm”, disse, em Brasília.

Para o candidato a presidente, o governo deveria estar mais preocupado em “reagir positivamente” em vez de “estimular a punição de funcionário” que fez a análise que achava adequada. “O governo do PT fracassou e não adianta transformar uma análise técnica em política. Esse problema é de economia, não é político.”

Aécio reagiu a críticas de petistas, segundo as quais a avaliação feita pelo Santander faz parte da “política de terror” adotada pela oposição para disseminar o pessimismo na população. “Terrorismo, infelizmente, é o governo que instalou no país”, disse o candidato tucano. “Eu sempre disse que esse governo estava cada vez mais à beira de um ataque de nervos. Hoje eu digo que o governo já está vivendo um ataque de nervos”.

Também presidente nacional do PSDB, o senador afirmou que o partido está examinando a possibilidade de entrar com alguma ação judicial contra o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pelo fato de ele ter feito pedido ao Tribunal de Contas da União (TCU) para adiar a votação do relatório sobre a operação da Petrobras que resultou na compra darefinaria de Pasadena.

“Essa campanha vai ser judicializada, porque o PT não sabe separar o público do privado. Essas ações são sucessivas”, disse. Referia-se também às denúncias de que técnicos de vários ministérios foram encarregados de preparar material para a presidente usar no debate eleitoral que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) fará hoje com os três principais candidatos a presidente da República.

Em conversa com jornalistas, Aécio continuou sem esclarecer as dúvidas em relação ao aeroporto construído por ele, durante sua gestão no governo de Minas Gerais, em propriedade de um parente, no município de Cláudio. Uma das dúvidas é quantas vezes ele teria pousado na pista.

“Isso é irrelevante. Não vou cair na armadilha de desviar o foco do essencial, que é apresentar propostas para o país”, disse. Voltou a afirmar que foi feita uma denúncia “leviana” contra ele, de que teria feito obra pública em propriedade privada e beneficiado um parente. “Isso não é verdade. (…) Cada um que faça seu julgamento.”

Aécio mostrou-se otimista com as pesquisas de intenção de voto realizadas nos Estados e com o interesse demonstrado pelos candidatos às eleições proporcionais em fazer propaganda casada com a dele, para presidente. Segundo o presidenciável, até o dia 10 de agosto deverá ter material de propaganda de sua campanha espalhado em todo o país.

O senador afirmou estar cumprindo intensa agenda de viagens. Entre os dias 10 e 15 de agosto, por exemplo, pretende visitar todos os nove Estados do Nordeste.

Já a presidente, na avaliação de Aécio, vai fazer uma campanha “sitiada”, sem se movimentar muito pelo país. Admitiu que ela não precisa fazer muita campanha neste momento, por ser bastante conhecida. Afirmou que o grande ativo do PT é o tempo de TV para a propaganda eleitoral gratuita.

“Eu não desprezo isso. Eles vão apostar tudo no tempo de TV”, disse. Já Aécio aposta no “exército” de candidatos a deputado.

Governo de Minas apresenta medidas aos atingidos da Lei 100

Lei 100

Fonte: O Tempo

Governo de Minas divulga cronograma para ocupação de vagas

Previdência dos afetados pela Lei 100 é alterada

Desde abril, pedidos de benefícios são feitos pelo INSS 

Em reunião entre a secretaria de Estado da Educação (SEE), a Secretaria dePlanejamento e Gestão (Seplag) e entidades sindicais e associações de representação da educação básica de Minas Gerais, o governo do Estado anunciou, nesta quarta, medidas relativas à situação dos servidores atingidos pela decisão do Supremo Tribunal Federal(STF) a respeito da Lei 100 (2007), julgada inconstitucional em março deste ano. 

De acordo com anúncio do governo, desde o dia 1º de Abril, pedidos de afastamento do trabalho, auxílio-doença, aposentadoria e pensões destinadas aos servidores atingidos pela decisão do STF passam a ser geridos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os servidores que não preenchem os pré-requisitos para aposentadoria ou que não foram aprovados em concurso estão segurados pelo INSS, e não mais pelo regime próprio deprevidência do Estado.

O governo do Estado afirma ainda que repassou ao INSS R$ 40 milhões ao mês desde que oSTF anunciou sua decisão. Contudo, reportagem de O TEMPO publicada neste mês revela que muitos servidores atingidos pela Lei 100 reclamam que não têm conseguido marcar a perícia médica no INSS para, por exemplo, pedir licença maternidade.

A situação é reconhecida pelo governo, que entrou, na semana passada, com uma ação contra o INSS para garantir o atendimento dos trabalhadores.

O governo alegou, ainda, que vai abrir concursos públicos neste ano para preencher as vagas que serão abertas na Secretaria de Educação, na Universidade do Estado de Minas Gerais(UEMG) e na universidade de Montes Claros, além das Fundações Helena Antipoff e Clóvis Salgado.

Boas práticas: Aécio Neves lança Fórum Diálogos do Brasil

Aécio lançou iniciativa que visa discutir as boas práticas vividas por organizações do Terceiro Setor.

Aécio quer reproduzir boas práticas em responsabilidade social

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves reúne empreendedores sociais e lança Fórum Diálogos do Brasil

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reuniu grandes nomes do empreendedorismo social, nesta segunda-feira (28) em São Paulo, para lançar o Fórum Diálogos do Brasil, iniciativa que visa discutir experiências exitosas vividas por organizações do Terceiro Setor e aprender com elas.
 
“Esse é um dos momentos mais relevantes da nossa caminhada. Aqui nós estamos estabelecendo um diferencial claro, a visão que nós temos da participação da sociedade civil, do desenvolvimento social do país, do desenvolvimento econômico, ambiental. Isso é um marco. Estamos no caminho certo para algo inédito e vanguardista no Brasil”, afirmou.
 
Fazem parte do Fórum o fundador do Comitê para Democratização da Informática (CDI), Rodrigo Baggio; o coordenador do Grupo Cultural AfroReggae, José Júnior; a diretora do Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), Rosa Maria Fischer; o empreendedor cultural Carlos Bezerra; o fundador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; a empreendedora social Cristina Rodrigues; a fundadora da Associação Saúde Criança, Vera Cordeiro, e um dos coordenadores do Centro Cultural Waly Salomão, em Vigário Geral (RJ), Betho Pacheco.
 
“É algo novo. O Brasil desperdiça o potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime e permitiram a crianças e jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas se qualificarem para entrar novamente no mercado de trabalho”, acrescentou Aécio. “É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, com o setor privado, com as empresas, na sua desburocratização.”

Objetivos
Para Rodrigo Baggio, que é também coordenador do programa de governo da Coligação Muda Brasil na área de Tecnologia e Inclusão Digital, o Fórum Diálogos do Brasil terá quatro objetivos fundamentais: elencar iniciativas bem sucedidas de projetos socioambientais para transformar em políticas públicas, criar bases para um novo Marco Civil do Terceiro Setor, refletir mecanismos de estímulo ao empreendedorismo e fomentar um novo momento no país.

“Pela primeira vez em uma campanha presidencial, a nível nacional, o tema do empreendedorismo social se alavanca e chega ao debate público. Isso é fundamental para as ONGs no Brasil”, disse.

Vera Cordeiro, da Associação Saúde Criança, destacou que o Fórum será um canal de comunicação direta com a sociedade. “Não é reinventar a roda, mas ouvir pessoas que têm uma trajetória de vida em um país que é a sétima economia do mundo, mas que é um país perverso em termos de desigualdade social”, ressaltou.

Já a professora Rosa Maria Fischer acrescentou que o patrimônio que as organizações da sociedade civil construíram, “de conhecimento, de saberes, de tecnologias para resolver problemas sociais e ambientais”, não pode ser desperdiçado. “Temos que aproveitar esse conhecimento, essa experiência, para expandi-la com políticas públicas inovadoras, mas também estimulando que empreendedores sociais continuem abrindo novos negócios, que tenham essa capacidade transformadora”, completou.

A necessidade e a importância da Mineração

Minas Gerais é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral.

Devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável

Fonte: Estado de Minas

Importância da mineração

É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade e o importante papel social e econômico que exercem

Joseph Young

Coordenador Equipo Mining 2014

Das máquinas modernas às mais simples presentes em nosso cotidiano, passando pelos materiais que edificam nossas casas, os minerais estão presentes em praticamente todos os bens duráveis produzidos na atualidade. Em seus mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o Brasil possui uma grande diversidade de formações geológicas, o que lhe confere uma grande diversidade de minérios. Produzimos 72 substâncias minerais, incluindominerais metálicos, não metálicos e energéticos.

Com o Brasil entre os três maiores produtores do mundo, com 390 milhões de toneladas em 2013, o minério de ferro, por exemplo, é matéria-prima do aço, que está nas estruturas dos prédios, em quase todos os eletrodomésticos e eletrônicos e tudo o que tem o metal em sua composição. O ouro, que tem 75 toneladas produzidas anualmente no Brasil, vai muito além das joias e adornos, com diversas aplicações críticas na indústria eletrônica e aeroespacial.

Uma de nossas estrelas, o nióbio brasileiro responde por nada menos que 98% da produção mundial. O mineral, raro e considerado altamente estratégico, é usado como liga na produção de aços especiais e é um dos metais mais resistentes à corrosão e a temperaturas extremas. O nióbio é atualmente empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações, como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, produtos eletrônicos, entre outros.

O país detém ainda bilhões de toneladas de silício, ou seja, matéria-prima para a fabricação de componentes de celulares, computadores, lâmpadas especiais e, sobretudo, painéis solares de geração elétrica. Cristalina (GO), a 130km de Brasília, é responsável por uma reserva de bilhões de toneladas de silício com o mais elevado índice de pureza do mundo, acima de 99,99%. Para o alumínio de panelas, latas, janelas, portas e componentes aeronáuticos, precisamos extrair a bauxita – matéria-prima desse metal –, que tem o Brasil figurando entre os maiores produtores do mundo, com mais de 30 milhões de toneladas anuais e quase 15% da produção mundial. A brita, ou pedra, extraída em pedreiras em todo o país, é componente de todo tipo de concreto, que está na base da construção de moradias e estradas.

O gigantesco mercado da mineração produzirá US$ 43 bilhões em 2014, apenas no Brasil, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), que também prevê investimentos de US$ 53,6 bi para o setor nos próximos 5 anos. E não são apenas as grandes mineradoras que se beneficiam, mas toda a cadeia produtiva da mineração.

Minas Gerais responde por 41% dos futuros investimentos para o setor no país. O estado é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral. A mineração está presente em mais de 250 municípios mineiros e, das 100 maiores minas do Brasil, 40 estão localizadas no estado. Ainda, 67% das chamadas minas brasileiras classe A, com produção superior a 3 milhões de toneladas por ano, estão em MG.

Enfim, podemos facilmente chegar à conclusão que, sem a mineração, a vida moderna não seria possível. Por isso, devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável e que tenham contrapartidas compatíveis com o inevitável impacto ambiental causado por elas. Mas vamos fazê-lo lembrando do papel fundamental de cada mineral para o funcionamento da nossa vida cotidiana, e valorizando as medidas de responsabilidade social que realizam e a riqueza que geram para as comunidades em que atuam. É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade, sem conhecer suas atividades e sem enxergar o importante papel social e econômico que ocupam em nossa sociedade.

A necessidade e a importância da Mineração

Minas Gerais é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral.

Devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável

Fonte: Estado de Minas

Importância da mineração

É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade e o importante papel social e econômico que exercem

Joseph Young

Coordenador Equipo Mining 2014

Das máquinas modernas às mais simples presentes em nosso cotidiano, passando pelos materiais que edificam nossas casas, os minerais estão presentes em praticamente todos os bens duráveis produzidos na atualidade. Em seus mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o Brasil possui uma grande diversidade de formações geológicas, o que lhe confere uma grande diversidade de minérios. Produzimos 72 substâncias minerais, incluindominerais metálicos, não metálicos e energéticos.

Com o Brasil entre os três maiores produtores do mundo, com 390 milhões de toneladas em 2013, o minério de ferro, por exemplo, é matéria-prima do aço, que está nas estruturas dos prédios, em quase todos os eletrodomésticos e eletrônicos e tudo o que tem o metal em sua composição. O ouro, que tem 75 toneladas produzidas anualmente no Brasil, vai muito além das joias e adornos, com diversas aplicações críticas na indústria eletrônica e aeroespacial.

Uma de nossas estrelas, o nióbio brasileiro responde por nada menos que 98% da produção mundial. O mineral, raro e considerado altamente estratégico, é usado como liga na produção de aços especiais e é um dos metais mais resistentes à corrosão e a temperaturas extremas. O nióbio é atualmente empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações, como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, produtos eletrônicos, entre outros.

O país detém ainda bilhões de toneladas de silício, ou seja, matéria-prima para a fabricação de componentes de celulares, computadores, lâmpadas especiais e, sobretudo, painéis solares de geração elétrica. Cristalina (GO), a 130km de Brasília, é responsável por uma reserva de bilhões de toneladas de silício com o mais elevado índice de pureza do mundo, acima de 99,99%. Para o alumínio de panelas, latas, janelas, portas e componentes aeronáuticos, precisamos extrair a bauxita – matéria-prima desse metal –, que tem o Brasil figurando entre os maiores produtores do mundo, com mais de 30 milhões de toneladas anuais e quase 15% da produção mundial. A brita, ou pedra, extraída em pedreiras em todo o país, é componente de todo tipo de concreto, que está na base da construção de moradias e estradas.

O gigantesco mercado da mineração produzirá US$ 43 bilhões em 2014, apenas no Brasil, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), que também prevê investimentos de US$ 53,6 bi para o setor nos próximos 5 anos. E não são apenas as grandes mineradoras que se beneficiam, mas toda a cadeia produtiva da mineração.

Minas Gerais responde por 41% dos futuros investimentos para o setor no país. O estado é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral. A mineração está presente em mais de 250 municípios mineiros e, das 100 maiores minas do Brasil, 40 estão localizadas no estado. Ainda, 67% das chamadas minas brasileiras classe A, com produção superior a 3 milhões de toneladas por ano, estão em MG.

Enfim, podemos facilmente chegar à conclusão que, sem a mineração, a vida moderna não seria possível. Por isso, devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável e que tenham contrapartidas compatíveis com o inevitável impacto ambiental causado por elas. Mas vamos fazê-lo lembrando do papel fundamental de cada mineral para o funcionamento da nossa vida cotidiana, e valorizando as medidas de responsabilidade social que realizam e a riqueza que geram para as comunidades em que atuam. É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade, sem conhecer suas atividades e sem enxergar o importante papel social e econômico que ocupam em nossa sociedade.

Boas práticas: Aécio Neves lança Fórum Diálogos do Brasil

Aécio lançou iniciativa que visa discutir as boas práticas vividas por organizações do Terceiro Setor.

Aécio quer reproduzir boas práticas em responsabilidade social

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves reúne empreendedores sociais e lança Fórum Diálogos do Brasil

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reuniu grandes nomes do empreendedorismo social, nesta segunda-feira (28) em São Paulo, para lançar o Fórum Diálogos do Brasil, iniciativa que visa discutir experiências exitosas vividas por organizações do Terceiro Setor e aprender com elas.
 
“Esse é um dos momentos mais relevantes da nossa caminhada. Aqui nós estamos estabelecendo um diferencial claro, a visão que nós temos da participação da sociedade civil, do desenvolvimento social do país, do desenvolvimento econômico, ambiental. Isso é um marco. Estamos no caminho certo para algo inédito e vanguardista no Brasil”, afirmou.
 
Fazem parte do Fórum o fundador do Comitê para Democratização da Informática (CDI), Rodrigo Baggio; o coordenador do Grupo Cultural AfroReggae, José Júnior; a diretora do Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), Rosa Maria Fischer; o empreendedor cultural Carlos Bezerra; o fundador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; a empreendedora social Cristina Rodrigues; a fundadora da Associação Saúde Criança, Vera Cordeiro, e um dos coordenadores do Centro Cultural Waly Salomão, em Vigário Geral (RJ), Betho Pacheco.
 
“É algo novo. O Brasil desperdiça o potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime e permitiram a crianças e jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas se qualificarem para entrar novamente no mercado de trabalho”, acrescentou Aécio. “É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, com o setor privado, com as empresas, na sua desburocratização.”

Objetivos
Para Rodrigo Baggio, que é também coordenador do programa de governo da Coligação Muda Brasil na área de Tecnologia e Inclusão Digital, o Fórum Diálogos do Brasil terá quatro objetivos fundamentais: elencar iniciativas bem sucedidas de projetos socioambientais para transformar em políticas públicas, criar bases para um novo Marco Civil do Terceiro Setor, refletir mecanismos de estímulo ao empreendedorismo e fomentar um novo momento no país.

“Pela primeira vez em uma campanha presidencial, a nível nacional, o tema do empreendedorismo social se alavanca e chega ao debate público. Isso é fundamental para as ONGs no Brasil”, disse.

Vera Cordeiro, da Associação Saúde Criança, destacou que o Fórum será um canal de comunicação direta com a sociedade. “Não é reinventar a roda, mas ouvir pessoas que têm uma trajetória de vida em um país que é a sétima economia do mundo, mas que é um país perverso em termos de desigualdade social”, ressaltou.

Já a professora Rosa Maria Fischer acrescentou que o patrimônio que as organizações da sociedade civil construíram, “de conhecimento, de saberes, de tecnologias para resolver problemas sociais e ambientais”, não pode ser desperdiçado. “Temos que aproveitar esse conhecimento, essa experiência, para expandi-la com políticas públicas inovadoras, mas também estimulando que empreendedores sociais continuem abrindo novos negócios, que tenham essa capacidade transformadora”, completou.

Boas práticas: Aécio Neves lança Fórum Diálogos do Brasil

Aécio lançou iniciativa que visa discutir as boas práticas vividas por organizações do Terceiro Setor.

Aécio quer reproduzir boas práticas em responsabilidade social

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves reúne empreendedores sociais e lança Fórum Diálogos do Brasil

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reuniu grandes nomes do empreendedorismo social, nesta segunda-feira (28) em São Paulo, para lançar o Fórum Diálogos do Brasil, iniciativa que visa discutir experiências exitosas vividas por organizações do Terceiro Setor e aprender com elas.
 
“Esse é um dos momentos mais relevantes da nossa caminhada. Aqui nós estamos estabelecendo um diferencial claro, a visão que nós temos da participação da sociedade civil, do desenvolvimento social do país, do desenvolvimento econômico, ambiental. Isso é um marco. Estamos no caminho certo para algo inédito e vanguardista no Brasil”, afirmou.
 
Fazem parte do Fórum o fundador do Comitê para Democratização da Informática (CDI), Rodrigo Baggio; o coordenador do Grupo Cultural AfroReggae, José Júnior; a diretora do Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), Rosa Maria Fischer; o empreendedor cultural Carlos Bezerra; o fundador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; a empreendedora social Cristina Rodrigues; a fundadora da Associação Saúde Criança, Vera Cordeiro, e um dos coordenadores do Centro Cultural Waly Salomão, em Vigário Geral (RJ), Betho Pacheco.
 
“É algo novo. O Brasil desperdiça o potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime e permitiram a crianças e jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas se qualificarem para entrar novamente no mercado de trabalho”, acrescentou Aécio. “É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, com o setor privado, com as empresas, na sua desburocratização.”

Objetivos
Para Rodrigo Baggio, que é também coordenador do programa de governo da Coligação Muda Brasil na área de Tecnologia e Inclusão Digital, o Fórum Diálogos do Brasil terá quatro objetivos fundamentais: elencar iniciativas bem sucedidas de projetos socioambientais para transformar em políticas públicas, criar bases para um novo Marco Civil do Terceiro Setor, refletir mecanismos de estímulo ao empreendedorismo e fomentar um novo momento no país.

“Pela primeira vez em uma campanha presidencial, a nível nacional, o tema do empreendedorismo social se alavanca e chega ao debate público. Isso é fundamental para as ONGs no Brasil”, disse.

Vera Cordeiro, da Associação Saúde Criança, destacou que o Fórum será um canal de comunicação direta com a sociedade. “Não é reinventar a roda, mas ouvir pessoas que têm uma trajetória de vida em um país que é a sétima economia do mundo, mas que é um país perverso em termos de desigualdade social”, ressaltou.

Já a professora Rosa Maria Fischer acrescentou que o patrimônio que as organizações da sociedade civil construíram, “de conhecimento, de saberes, de tecnologias para resolver problemas sociais e ambientais”, não pode ser desperdiçado. “Temos que aproveitar esse conhecimento, essa experiência, para expandi-la com políticas públicas inovadoras, mas também estimulando que empreendedores sociais continuem abrindo novos negócios, que tenham essa capacidade transformadora”, completou.

Muda Brasil: em entrevista, Aécio aborda Santander, economia e eleições

Para a candidato, PSDB tem a capacidade de gerar confiança aos agentes econômicos e administrativos do país.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Assuntos: eleições 2014; encontro com empreendedores sociais; economia

Para esse evento dou uma relevância enorme porque acho que o Estado brasileiro, governos de todos os níveis, tem que ter a humildade de reconhecer as experiências exitosas que o terceiro setor viveu e vive e aprender com elas. É o que estamos buscando aqui nesses nossos diálogos que se criam hoje. Acho que não é nem uma ONG. É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, do ponto de vista das relações, também com o setor privado, com as empresas na sua desburocratização. Na verdade, dando escala a experiências extraordinárias que essas entidades, ou que essas pessoas que aqui vieram, tiveram ao longo de duas décadas de atuação.

É algo novo. O Brasil desperdiça um potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime, que permitiu jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas a se qualificarem para entrarem adequadamente no mercado de trabalho, pra citar apenas alguns exemplos. É algo que me encanta e me anima muito nessa caminhada. Esses diálogos no Brasil são uma belíssima iniciativa na direção do novo, que o Brasil efetivamente busca.

Sobre a carta do Santander e declaração da candidata do PT Dilma. O Sr. acredita que há interferência do mercado no cenário politico-eleitoral?

De forma alguma. E não adianta o dirigente partidário questionar, cobrar demissões dentro de uma instituição financeira porque teriam que demitir, praticamente, todos os analistas de todas as instituições financeiras, porque todos eles são muito céticos em relação ao cenário da economia brasileira, se continua o atual governo.

O que o Santander fez foi explicitar isso. Não cabe a mim fazer qualquer comentário, se de forma adequada ou não. A resposta adequada do governo não é de questionamento de uma nota ou pedir que cabeças rolem. A resposta adequada do governo seria garantir um ambiente estável, de confiança, regulado, para que os investimentos pudessem voltar ao País, para que a inflação pudesse ser controlada, para que nós tivéssemos um crescimento da economia que não pífio que estamos vivendo hoje.

A verdade é que a resposta da presidente, vi isso há poucos dias em uma entrevista que ela deu, é da terceirização de responsabilidades. Não dá mais para terceirizar responsabilidades. No período Fernando Henrique e no período Lula tivemos um crescimento do Brasil muito próximo à média do crescimento da América Latina. No período da presidente Dilma, vamos crescer dois pontos a menos, em média, do que cresceu a América Latina. E o mundo está aí para todos. Por isso, o esforço do governo em desconhecer o período da presidente Dilma. Eles buscam fazer sempre, vocês devem ter percebido isso, uma avaliação em relação à soma dos períodos da presidente Lula e da atual presidente Dilma, como se não fossem dois governos. E, sem reconhecer que no período do presidente Lula, principalmente até a primeira metade do segundo governo, houve sim os reflexos da bendita herança do governo Fernando Henrique com a estabilidade da moeda, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, com o Proer, com as privatizações, complementado com um ambiente externo – aí sim reconheço, mais favorável.

Mas, o que acontece é que o período da presidente Dilma será lembrado como o período de pior crescimento da nossa economia em tempos recentes, de perda crescente da credibilidade, da confiança dos investidores. Basta você ver – pode sair da nota do Santander -, por exemplo, os indicadores da Fundação Getúlio Vargas dos últimos meses. A cada mês, aumenta o nível de desconfiança em relação ao Brasil. Seja na indústria, seja dos empresários da área de serviços, enfim, de todo o conjunto da economia.

E concluo essa longa resposta para dizer o seguinte: infelizmente, para o Brasil de hoje, quanto mais provável, eventualmente, estiver a reeleição da presidente, os indicadores econômicos serão piores. Quanto mais provável estiver a possibilidade da candidatura da oposição, melhora o ambiente e as expectativas de futuro que movem a economia. Disse ontem e repito: economia se move com expectativas. E esse governo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas na economia brasileira. E o Caged já está mostrando que, inclusive no emprego, os sinais também são muito preocupantes.

Sobre economia e candidaturas à Presidência da República.

Tenho muito respeito pela candidatura de Eduardo Campos, enquanto candidatura da oposição. Ele é uma alternativa da oposição, do nosso campo, cabe a nós fortalecermos a nossa, as nossas propostas, deixarmos que elas fiquem cada vez mais claras. E tenho muita confiança de que poderemos estar no segundo turno. Mas respeito à candidatura deEduardo. O que eu quis dizer [foi que] se aumentam a expectativa de vitória da presidente, o cenário, o ambiente econômico se deteriora, porque não há mais confiança. Ela perdeu a capacidade de gerar confiança nos vários agentes econômicos. Ao contrário, a nossa candidatura, a candidatura da oposição, acho que tem essa capacidade, até porque serão candidaturas que renovarão o ambiente econômico e administrativo do país.

Sobre o governador Geraldo Alckmin e a candidatura do PSB.

O que posso dizer é que, para mim, é extremamente honroso poder ter o apoio explícito, a linkagem da campanha do governador Alckmin com a nossa. Vocês são testemunhas disso. Hoje mesmo já falei duas vezes com o governador, temos falado sobre o programa de governo, sobre parcerias com São Paulo. É incrível como uma cidade da complexidade da capital, com toda a sua região metropolitana e o estado de São Paulo, não conte com apoio da União nas suas principais obras de mobilidade urbana, em especial a ampliação do Metrô, por exemplo. O que quero é resgatar uma parceria com o estado de São Paulo.

Para mim, é muito confortável a nossa situação hoje em São Paulo, isso já se reflete nas pesquisas. Pesquisas recentemente publicadas já mostram o empate da nossa candidatura com a da atual presidente, tendo ela um nível de conhecimento muito além do nosso. Na região Sudeste, já temos pesquisas internas que nos colocam na frente da presidente. E hoje fizemos uma grande reunião, que alguns de vocês acompanharam, mostrando o vigor das nossas alianças estaduais. Acredito que mesmo no Nordeste, região onde tivemos resultado ruim nas últimas eleições, avançamos para melhorar muito nosso desempenho. O que posso dizer é que estou extremamente feliz, estimulado com as adesões espontâneas que a nossa campanha vem recebendo. Estaremos no segundo turno e lá nos prepararemos para vencer as eleições.

Sobre sabatina da candidata do PT à Folha e declarações sobre o Mensalão.

Não é uma manifestação feliz da presidente. Acho que tudo tem que ser julgado, independente de a qual partido pertencem aqueles que são acusados. No caso do PT, não tivemos ainda foi uma palavra da presidente, se ela concorda com o ex-presidente Lula de que foi um julgamento político. O Supremo Tribunal Federal, todos sabem, é composto na sua maioria por indicações do atual ciclo de governo e condenou membros do partido. Por mais que isso incomode ao PT, é um fato. E falo muito pessoalmente, vocês se lembrarão, nunca torci por condenação de A ou pela condenação de B, mas venho de um estado que ensina muito cedo que decisão judicial se respeita e se cumpre.

Supremo Tribunal Federal condenou e eles estão cumprindo penas. Que isso sirva de exemplo para todos aqueles agentes públicos de todos os partidos. Aqueles que ainda estão com direito de se defender, que se defendam. Repito o que disse mais de uma vez: no caso do PSDB, se eventualmente alguém ligado ao partido ou filiado ao partido cometer algum delito e for punido por ele, não trataremos como heróis, como buscou fazer o PT. Até porque isso, do ponto de vista pedagógico, é um desserviço, sobretudo às novas gerações de brasileiros.