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Muda Brasil: inclusão digital será valorizada em programa de Aécio

Aécio Neves anunciou Rodrigo Baggio como  coordenador do Programa de Governo da Coligação para Tecnologia e Inclusão Digital.

Inclusão digital

Fonte: PSDB

Rodrigo Baggio estará à frente do programa de Tecnologia e Inclusão da Coligação Muda Brasil

O candidato da Coligação Muda Brasil, senador Aécio Neves, anunciou neste domingo (13) que Rodrigo Baggio (foto), fundador da organização não governamental (ONG) Comitê para a Democratização da Informática (CDI) para inclusão digital, faz parte da sua equipe. Aécio disse que ele será coordenador programa de governo da coligação para Tecnologia e Inclusão Digital.

“Gostaria de compartilhar com vocês a minha alegria em ter Rodrigo Baggio, fundador do Comitê para a Democratização da Informática [CDI] e um dos grandes empreendedores sociais do Brasil, como coordenador do nosso programa de governo para Tecnologia e Inclusão Digital”, afirmou Aécio no seu perfil no Facebook.

Para o candidato da Coligação Muda Brasil, a inclusão digital é fundamental no combate à desigualdade social e na melhoria econômica do país.

“Acreditamos no imenso potencial da tecnologia para o desenvolvimento econômico e a redução da desigualdade social. O trabalho desenvolvido pelo Rodrigo com as comunidades de baixa renda mostra, na prática, o impacto da tecnologia na transformação da sociedade”, disse Aécio.

História

A ONG Comitê para a Democratização da Informática (CDI) está presente em 10 países e com 24 escritórios regionais e internacionais, coordenando uma rede de 715 espaços de inclusão digital.  A organização atua em comunidades de baixa renda, escolas públicas, penitenciárias, instituições psiquiátricas e de atendimento a pessoas com deficiências física e mental, aldeias indígenas, entre outros locais.

CDI trabalha em parceria com organizações de base popular reconhecidas em seu local de atuação, nos quais são criados espaços não formais de ensino chamados CDIs Comunidade. Estes locais de aprendizagem oferecem o curso de informática e cidadania, além de serviços para a população do entorno, sempre em benefício da própria comunidade.

Aécio Neves: Nordeste e São Paulo será foco nas eleições 2014

Aécio centrará forças nas urnas de São Paulo e do Nordeste e espera capitalizar votos com o desejo de mudança de rumo do país.

O Brasil quer mudanças

Fonte: El País

Aécio Neves apostará nas urnas de São Paulo e do Nordeste para derrotar Dilma

A derrota retumbante do Brasil frente a Alemanha fez a nação fitar outro espetáculo agendado para este ano: a eleição presidencial. Com os sonhos do hexa ainda vivos, os presidenciáveis não tinham outra alternativa a não ser permanecer em seus bancos de reserva em frente aos televisores. Mas o impensável 7 a 1 mudou tudo. A batalha do Planalto, também realizada a cada quatro anos, voltou à baila. E a campanha começou oficialmente, para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta semana. Os oposicionistas enfrentarão então uma disputa de tiro curto para impedir a reeleição da favorita Dilma Rousseff, doPartido dos Trabalhadores (PT). Terão 12 semanas para conquistar votos suficientes para que haja um segundo turno no qual provavelmente apenas um deles enfrentará a petista.PT

Em tempo: futebol não entra nessa conta, acredita Marcus Pestana, presidente do diretório mineiro do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Para o aliado de primeira hora do candidato Aécio Neves, “não há correlação entre resultado de Copa e eleição.” “Se assim fosse, o PSDB estaria melhor que o PT”, brinca. Isso porque o Brasil ganhou o último Mundial em 2002, quando Fernando Henrique Cardoso tentou eleger seu sucessor, José Serra, sem sucesso. Nesta quinta-feira, Aécio fustigou: “estive lá, como torcedor, no Mineirão, atônito com aquele resultado, e nunca misturei as coisas. Mas aqueles que esperavam fazer da Copa do Mundo, como disse a presidente, uma ‘belezura’ para influenciar nas eleições, vão se frustrar.”

Segundo colocado nas tabelas eleitorais, o senador Aécio Neves já elaborou a sua estratégia. Centrará forças nas urnas de São Paulo e do Nordeste. Espera também capitalizar votos com o desejo de mudança de rumo do país. Segundo pesquisa do Datafolha divulgada em junho, 74% dos brasileiros desejam que as ações do próximo presidente sejam, de preferência, diferentes da atual gestão. “Como as manifestações de junho mostraram, há uma insatisfação popular com as políticas públicas atuais e a inabilidade administrativa da presidenta Dilma. Existe uma lacuna no eleitorado a ser preenchida aí”, analisa Pestana.

Para se credenciar a obter estes votos, hoje em sua maioria com a petista, a campanha tucana aposta em desconstruir a imagem de gerentona que elegeu Dilma em 2010. Para isto, ilustrarão a sua “falta de gestão” com obras atrasadas, contratos superfaturados e gargalos em serviços públicos. E, paralelamente, propagandearão “o choque de gestão de Aécio Neves” no comando do Estado de Minas Gerais entre 2003 e 2010, quando gastos públicos foram reduzidos e investimentos ampliados por meio de parcerias público-privadas. Não será só pelo PIB fraco durante o governo de Rousseff, dizem partidários deNeves, que ele vencerá Dilma. Os tucanos reconhecem que não haverá um tsunami econômico no país este ano.

Para eles, a alta da inflação, a redução no ritmo do emprego e o fraco crescimento já impactam parte dos brasileiros. Devem, sim, ter resultado nas urnas, mas não o de criar por si só uma reviravolta eleitoral. A piora da economia, consideram, está sendo represada pelo Governo Federal para o ano que vem em nome da reeleição.

campanha tucana também restringirá as críticas à gestão de Dilma Rousseff e não aos doze anos de PT no poder. Tenta-se, assim, evitar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se torne protagonista do pleito. Mas, sabendo que a recíproca não será verdadeira, já escalaram o senador Aloysio Nunese outras lideranças da legenda para rebater Lula e defender o legado de seu antecessor Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Não querem repetir os erros das últimas eleições, quando FHC foi escondido pelo partido durante a campanha dos candidatos José Serra e Geraldo Alckmin.

Para os tucanos, a eleição só começará para o grande público com o horário eleitoral em rádio e televisão no dia 19 de agosto. É por meio dele que a maior parte da população escolhe em quem irá votar. Mas, acreditam, que com o início oficial da corrida ao Planalto, no último domingo, eles já terão mais condições de avançar sobre os votos da petista. Isto porque Rousseff não pode mais, por lei, inaugurar obras, convocar pronunciamento em cadeia nacional ou se beneficiar da farta exposição natural do cargo nos telejornais. As propagandas públicas também estão suspensas. “Antes os instrumentos estavam na mão dela, mas agora vão todos estar em igualdade. Tinha comercial de estatal que só faltava pedir voto”, diz Pestana.

Neves priorizará eventos e aparições em São Paulo e no Nordeste, localidades consideradas chaves para o tucano chegar ao segundo turno e derrotar Dilma Rousseff, enquanto não começa a propaganda eleitoral. Nele, o tucano terá quatro minutos e meio em cada um dos dois blocos diários em rádio e tevê para expor seus projetos. “É menos do que o de Dilma, mas o suficiente para fazer um programa com começo, meio e fim”, acredita Pestana. “Não são dois minutos que é muito para um nanico e pouco para se tornar conhecido do eleitorado”, diz, referindo-se ao espaço obtido pelo terceiro colocado nas pesquisasEduardo Campos, do Partido Socialista Brasileiro.

Governado desde 1995 pelo PSDB, o Estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com 31,9 milhões de pessoas aptas a votar, o equivalente a 22,4% do total de eleitores brasileiros. Para manter viva as suas pretensões de derrotar a atual mandatária, não basta para o senador tucano vencê-la nas urnas paulistas, como já fizeram os seus correligionários nas últimas eleições. Tem de ganhar com uma ampla diferença de votos para contrapor as derrotas esperadas em redutos petistas.

Crescer nas urnas de São Paulo foi um dos motivos que levou Aécio a conceder ao senador Aloysio Nunes, do PSDB paulista, a vaga de vice em sua chapa. Assim, pelo menos temporariamente, apaziguou as disputas internas do partido, que atormentaram as campanhas da legenda desde que a sigla deixou o Palácio do Planalto em 2002. Os últimos postulantes tucanos à presidência – todos paulistas – reclamaram do pouco empenho dos correligionários de Minas Gerais. Portanto, a candidatura do mineiro Aécio Neves desenhava-se como a oportunidade perfeita para uma vingança.

Avançar sobre o Nordeste é outro dos objetivos de Aécio. No segundo turno da última eleição presidencial em 2010, Rousseff derrotou o tucano José Serra em todos os nove estados da região. E de maneira acachapante. Obteve 18,4 milhões de votos contra 7,67 da candidatura do PSDB, uma diferença de 10,7 milhões. Para se ter uma ideia, a petista venceu a corrida ao Palácio do Planalto por cerca de 12 milhões de votos.

Mas os tucanos creem que o PT perdeu parte de sua hegemonia na região nestes últimos quatro anos. Apontam, entre outros indicadores, as derrotas sofridas pelos partidários de Dilma nas capitais nordestinas na eleição de 2010. Os petistas deixaram o comando, por exemplo de Recife e Fortaleza. Já, em Salvador, ACM Neto, crítico ferrenho da legenda petista que chegou a dizer, em pleno Congresso Nacional, que daria uma surra em Lula, sagrou-se prefeito.

Nas contas tucanas, Eduardo Campos também deve afetar o desempenho petista no Nordeste. O socialista deixou, em abril, o comando do Governo de Pernambuco com forte avaliação positiva. Com um discurso marcado por críticas à gestão de Dilma Rousseff, ele é visto como um potencial cabo eleitoral dos tucanos na região caso não passe ao segundo turno.

A relação entre os presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos, no entanto, deve se desgastar até o final do primeiro turno. Caso haja um segundo turno, apenas um dos dois passará. A outra vaga ficaria com a presidenta num cenário mais provável. Não à toa, o candidato do PSB já começa a mudar de estilo em relação ao tucano. Se antes o tratava praticamente como um aliado, agora já dispara contra o candidato do PSDB.

Muda Brasil: Queremos que o Brasil volte a crescer, diz Aécio

Candidato presidenciável, Aécio Neves explica que quer ter a oportunidade de apresentar proposta com respeito aos adversários.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Entrevista do candidato da coligação Muda Brasil à  Presidência da República, Aécio Neves

Assunto: eleições 2014; ES; economia, Copa do Mundo

Sobre viagem ao Espírito Santo

Meu avó Tancredo, há 30 anos, lançou as bases da Nova República, que era nada mais do que a reconciliação do país com a democracia e com a liberdade. Hoje, o destino me permite estar mais uma vez no Espírito Santo, lançando as bases para um novo e grande pacto entre todos os brasileiros. Nós queremos um Brasil convergente. Um Brasil onde todos tenham melhor saúde, melhor educação, melhores perspectivas de vida. A proposta que encabeço hoje não é de um partido, e tampouco de um conjunto de forças. Ela representa o sentimento de milhões de brasileiros indignados com a incapacidade do governo de fazer o país crescer e avançar, de controlar a inflação e de permitir que os nossos indicadores econômicos melhorem. Estou extremamente honrado de poder estar aqui, ao lado do governador Paulo Hartung, meu companheiro como governador do Espírito Santo quando fui governador de Minas, um dos mais qualificados gestores públicos da nossa geração, para fazermos uma belíssima travessia, propositiva, respeitando as pessoas, dizendo a verdade, debatendo propostas. É isso que o Brasil espera de nós, e eu tenho certeza que começo com o pé direito pelo Espírito Santo.

PT está ausente no Espírito Santo. Se o Sr. for eleito, vai acabar com esse isolamento?

Poucos estados foram tão prejudicados pela omissão do governo federal quanto o Espírito Santo. O governo federal tem responsabilidade para com todo o país, e a omissão do governo federal em questões centrais permitiu uma conflagração, o enfrentamento entre estados da Federação. Isso não é legítimo, isso não é aceitável. E ocorreu em várias áreas. Tenho, até pela minha formação pessoal, uma convicção de que a raiz de grande parte dos problemas brasileiros está nesse centralismo exacerbado, nessa transformação da federação quase que em um Estado unitário. Temos que reconhecer que aquilo que é feito no município é feito melhor do que aquilo que é feito no estado e na União. E aquilo que é feito no estado certamente é melhor do que é feito na União. Vamos refundar a Federação no Brasil, garantir melhores condições dos estados enfrentarem as suas dificuldades.

Hoje, na segurança pública, há uma omissão gravíssima do governo federal. Não existe política nacional de segurança. Na saúde, desde que o PT assumiu, houve uma queda anual da participação dos investimentos federais na saúde pública, que é hoje uma tragédia. Não adianta, esse excesso de propaganda do governo federal é quase que um acinte à inteligência dos brasileiros, porque ela não vem acompanhada de ações concretas.

Está na hora do Brasil da propaganda, do Brasil virtual, ser confrontado com o Brasil real. O Brasil das pessoas utilizando o transporte público de péssima qualidade, com saúde absolutamente precária, com a insegurança crescente em suas portas. O que queremos é que o Brasil volte a crescer e as pessoas voltem a ter esperança em seu futuro.

Sobre queda no PIB do Espírito Santo e previsões na economia. O que o Sr. fará para ajudar o estado e o país?

Em primeiro lugar, mágica não existe. O atual governo já fez a maldade. A maldade foi perder o controle sobre a inflação, afugentar os investidores do Brasil, essa é a grande verdade, através de um intervencionismo absurdo em determinados setores da economia, como o de energia, por exemplo. Essa desqualificação do setor público, com esse absurdo aparelhamento da máquina com 39 ministérios, é quase que uma bofetada na cara dos brasileiros. Vamos cortar isso pela metade. Vamos ter uma política fiscal transparente e eficiente que nos permita resgatar a credibilidade para que os investimentos voltem ao Brasil e o crescimento da nossa economia é a alavanca mais vigorosa que teremos, tanto para controlar a inflação, quanto para permitir que estados como o Espírito Santo possam continuar se desenvolvendo.  O que não podemos ter é um governo federal que solitariamente arbitre e tome decisões que logo em seguida afetam a realidade e a economia nas unidades federadas.

O Espírito Santo vem avançando, desde o período de Paulo Hartung, muito mais em razão do esforço fiscal que foi feito aqui, na definição de parcerias estratégicas, seja no setor mineral, de celulose, em vários campos da indústria, no agronegócio, na agricultura – o Espírito Santo já se transforma no segundo maior produtor de café do país –, muito mais pelo esforço local, dos empreendedores locais, dos governos locais, do que certamente pela ação do governo federal. O que quero é refundar a Federação no Brasil e estados capacitados, qualificados e com potenciais extraordinários, como é o caso do Espírito Santo, vamos ter uma vantagem enorme.

Como o Sr. vem acompanhando os resultados de pesquisas de intenção de voto?

Com enorme otimismo. Em um momento como esse, com essa propaganda maciça do governo federal e ainda com um índice grande de desconhecimento em relação à nossa candidatura, já estamos sólidos em um segundo lugar e, como se diz, com um viés de alta. Espero que com essa minha visita ao Espírito Santo esse viés de alta aumente. Vamos fazer uma campanha verdadeira. Não considero, é da minha natureza, do Paulo [Hartung], do César [Colnago], não acho que alguém, por ser meu adversário, é meu inimigo, a ser banido da vida pública, a ser exterminado. Nada disso.

O que queremos é ter a oportunidade de apresentar a nossa proposta, respeitando os nossos adversários, mas dizendo com muita clareza: O Brasil merece mais do que está tendo. Merece crescer mais, merece administrações mais probas, mais decentes do que essas que estão aí, a acabar, a aniquilar o patrimônio de empresas públicas importantes para a vida do país, como é o caso da Petrobras, que vocês conhecem tão bem. Faço, como estou fazendo, uma caminhada da alegria, dizendo sempre a verdade, mas sempre pronto. Pronto para o bom debate em qualquer campo que ele se dê.

Sobre tentativa de uso político da Copa do Mundo.

Sempre fui muito reto nas minhas palavras, Copa do Mundo é uma coisa, eleição é outra. O governo da presidente Dilma é que, infelizmente, a cada momento, tem uma reação diferente. Quando vieram as manifestações, ela não tinha nada a ver com Copa do Mundo. Quando a Copa dá certo, parecia até que era ela a artilheira da seleção. Acho que quem vai pegar o preço são aqueles que tentaram se apropriar de um evento que é de todos os brasileiros.

Todos nós estamos tristes com  o resultado. Estive lá, como torcedor, no Mineirão, atônito com aquele resultado, e nunca misturei as coisas. Mas aqueles que esperavam fazer da Copa do Mundo, como disse a presidente, uma belezura para influenciar nas eleições, vão se frustrar.

Agora é hora de pensarmos no futuro do Brasil, vamos debater as propostas que cada um dos candidatos têm para o Brasil sair desse marasmo. Somos o país que menos cresce na nossa região, temos, de novo, uma das inflações mais altas do mundo, o IPCA dessa semana mostrou que já estamos no teto da meta inflacionária, 6,5%, porque o governo não foi prudente. Aliás, o governo da presidente Dilma falhou na condução da economia, nos deixa um cenário de recessão, com estagnação do crescimento econômico e com a inflação retornando, e a emoldurar isso uma perda crescente da nossa credibilidade.

No campo da infraestrutura e da gestão do Estado, nos legará um Brasil transformado em um cemitério de obras inacabadas e com sobre preços por toda parte. E nos indicadores sociais o Brasil, infelizmente, volta a ver o recrudescimento do analfabetismo, vejam bem, uma agenda já virada, pelo menos uma página que achávamos virada da vida brasileira. Na saúde, uma tragédia, uma omissão cada vez maior do governo federal crescendo ano a ano. E na segurança, a ação do governo federal, ou a omissão do governo federal, é quase criminosa. 87% de tudo que se gasta em segurança pública vêm dos estados e municípios.

O Brasil não pode mais sustentar um projeto poder de um grupo político que a qualquer custo quer se manter à frente do governo federal. E pergunto: para quê? Para nos legar esse Brasil que estão nos deixando? Não. Os brasileiros não vão permitir. Está na hora de mudar e nós somos a mudança corajosa e verdadeira que o Brasil precisa viver.