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Ibope mostra empate técnico entre Pimenta e Pimentel

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Ibope mostra Pimentel e Pimenta em empate técnico

Petista registra 25% das intenções, enquanto o tucano soma 21% da preferência do eleitorado

O petista Fernando Pimentel e o tucano Pimenta da Veiga estão empatados, se levada em consideração a margem de erro da pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) pelo “MGTV”, da “TV Globo“. Na pesquisa contratada pela emissora, Pimentel soma 25%, enquanto Pimenta registra 21%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, o petista pode ter entre 22% e 28%, enquanto o tucano ficaria entre 18% e 25%.

Na terceira colocação do levantamento aparece Tarcísio Delgado (PSB). Ele soma 3% dos votos. Eduardo Ferreira (PSDC) e Andre Alves (PHS) somam 2% cada um. Fidelis Alcântara (PSOL), Cleide Donária (PCO) e Túlio Lopes (PCB) registraram 1% cada. Brancos e nulos somam 13%, enquanto os indecisos somaram 31%.

A pesquisa contratada pela TV Globo está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número MG-00058/2014 e entrevistou 1.512 pessoas, entre os dias 26 e 28 de julho.

Rejeição

O instituto perguntou ao eleitor sobre a rejeição aos candidatos. Os líderes da pesquisa também são os mais rejeitados. Enquanto 12% dizem não votar em Fernando Pimentel em nenhuma hipótese, 10% não votariam em Pimenta da Veiga de jeito nenhum. Cleide Donária e Fidelis Alcântara foram citados por 9% dos entrevistados. André Alves tem 8% de rejeição, Tarcísio Delgado tem 7% e os candidatos Eduardo Ferreira e Túlio Lopes são rejeitados por 6% dos eleitores pesquisados. Enquanto isso, 30% dos entrevistados dizem votar em qualquer um, enquanto 34% não souberam ou não responderam.

Avaliação de governo

Ibope também mediu a avaliação do governo hoje comandado por Alberto Pinto Coelho (PP). Para 32% dos entrevistados, o governo é ótimo ou bom; 35% avaliam que agestão é regular, enquanto 18% consideram que é ruim ou péssimo. Outros 14% não souberam ou não responderam.

Anastasia lidera disputa pelo Senado com folga

O ex-governador Antonio Anastasia soma 38% da preferência do eleitorado. Filho de José Alencar, Josué Gomes, registra 7% das intenções.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Anastasia lidera a disputa pelo Senado, diz Ibope

Ex-governador soma 38% da preferência do eleitorado, enquanto Josué Alencar registra 7% das intenções

O ex-governador Antonio Anastasia lidera a disputa pela vaga mineira ao Senado em 2014. O candidato do PSDB soma 38% dos votos, de acordo com a pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30). Enquanto isso, Josué Gomes (PMDB), tem 7% da preferência do eleitor.

 A pesquisa contratada pela TV Globo está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número MG-00058/2014 e entrevistou 1.512 pessoas, entre os dias 26 e 28 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Os outros cinco candidatos também pontuaram: Edilson Nascimento (PTdoB), Margarida (PSB) e Tarcísio (PSDC) registraram 2% cada um; Geraldo Batata (PSTU), Graça (PCO) e Pablo Lima (PCB) registraram 1% cada. Brancos e nulos somaram 15% e os indecisos são 31%.

Aécio propostas: simplificação do sistema tributário

Aécio Neves: “O atual governo perdeu a capacidade de garantir as condições básicas para a retomada do investimento”.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Sobre economia e superávit primário.

O Brasil só tem um caminho para o futuro: crescimento. O atual governo perdeu a capacidade de garantir as condições básicas para a retomada do investimento, algo fundamental para que possamos aumentar o crescimento da nossa economia. A verdade é que, a partir de 2009, o atual governo optou pelo estímulo ao consumo quase que exclusivamente através da oferta de crédito farto na economia, o que é importante, foi necessário, mas esqueceu da outra parte dessa equação, tão essencial quanto essa, que era a garantia da ampliação da oferta, através da criação de um ambiente adequado para os investimentos. Hoje, estamos com um crescimento do consumo no seu limite. Grande parte das famílias brasileiras hoje já está endividada e todos os investimentos de infraestrutura que deveriam ter ocorrido lá atrás, como alavanca também ao crescimento da nossa economia na outra ponta, deixaram de acontecer.

O que quero oferecer ao Brasil é um ambiente de segurança jurídica. Com a simplificação do nosso sistema tributário, que seria a primeira medida a ser tomada no início do nosso governo. Na verdade, focando na criação de um IVA a partir da diminuição dos mil e um impostos indiretos que estão aí. Resgate das agências reguladoras como um instrumento da sociedade, com a sua composição feita de forma meritocrática. Tudo isso, o choque de infraestrutura no Brasil, a partir da atração não apenas de capitais privados internos, mas criando a segurança jurídica necessária para a ação também de capital externo. Simplificação do sistema jurídico, estímulo a que as nossas empresas possam investir em inovação, com a criação inclusive de novos fundos. Isso, a meu ver, e o compromisso com a manutenção das regras, criará um ambiente propício para que nós possamos retomar a capacidade de investimento do país e voltar a crescer. Não teremos um 2015 fácil. Na verdade, 2015 já está, em boa parte, precificado pelo atual governo. Seja em relação à desorganização do setor elétrico, por exemplo, que precisará ser enfrentada, a própria situação da Petrobras, que precisará ser redefinida, qual que é o seu papel no desenvolvimento da economia brasileira. Hoje ela se transformou quase que exclusivamente em instrumento de política econômica do governo.

Tudo deve ser orientado, pela manutenção da solidez e dos nossos pilares macroeconômicos: metas de inflaçãosuperávit primário e câmbio flutuante. O superávit será o possível. Ele deverá sempre existir, mas será o possível. E será feito de forma, talvez essa seja a grande novidade, absolutamente transparente, diferente daquilo que ocorre hoje. Osuperávit de 1,9% alcançado no ano passado foi constituído na sua metade, praticamente, por receitas não recorrentes: Libra, R$ 15 bilhões, e Refis, cerca de R$ 20 bilhões. Esse é mais um resultado da alquimia contábil do governo, que contribuiu muito para a nossa perda de credibilidade.

Vamos buscar sim constituir sempre o superávit primário. Mas ele será transparente e será o superávit possível. Ao final, assumi hoje aqui como meta a ser alcançada pelo nosso governo, isso passa por essa nova ambiência de negócios que tem se habilitado no país, alcançarmos uma taxa de investimentos da nossa economia e do grupo privado em torno de 24% do PIB. Ousada, no primeiro momento, mas factível, realizável, se houver a mobilização do governo, do setor privado e, obviamente, a garantia de competitividade de setores como o industrial, que a perderam ao longo dos últimos anos.

Sobre política para o etanol.

Talvez uma das faces mais perversas da incapacidade que o governo teve de definir prioridades se dá exatamente na desorganização do setor de etanol, que atinge toda a cadeia, desde o plantador da cana em pequenos municípios brasileiros, em especial no Nordeste e mais especial ainda em Alagoas, pela sua tradição, até a indústria. O Brasil vive de desconfiança, que não é sem razão, desconfiança nos agentes públicos. Um dos exemplos talvez mais claros que justificam essa desconfiança foi dado no ano de 2008. Um ano em que, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, o presidente Lula lançava o programa de desenvolvimento da indústria, e citava naquele instante o etanol como o melhor dos modelos de novas fronteiras que o Brasil tinha desenvolvido, e, portanto, um setor exemplar que obviamente viria a público no governo. De lá para cá, a equivocada política de regulação, de cruzamento de preços feito pela Petrobras, entre outras consequências negativas para o país e para a própria Petrobras, que tem hoje sua capacidade de investimento extremamente limitada, é exatamente com a desorganização do setor do etanol.

Mais de 40 usinas foram fechadas no Brasil nos últimos anos. 15 se encontram hoje em processo de liquidação judicial. Cerca de um milhão de empregos diretos e indiretos deixaram de ser gerados no país. Teremos o compromisso claro com o resgate do programa do etanol, com um programa absolutamente estratégico, do ponto de vista econômico, pelo que movimenta, do ponto de vista social, em especial pela sua empregabilidade, não apenas nas indústrias, mas também no campo, e do ponto de vista ambiental. O Brasil hoje vai na contramão do mundo.

O Brasil hoje subsidia combustíveis fósseis, algo inimaginável a um tempo atrás para um país que desenvolveu tecnologia, expertise, em um setor em que todo mundo buscava alternativas. Portanto, resgatar novas fontes de energia partindo, por exemplo, da biomassa, que apenas aquilo que São Paulo produz hoje poderia nos permitir a geração de energia equivalente a uma usina de Belo Monte. Isso tudo é uma demonstração clara da dimensão do equívoco, e no nosso governo haverá um diálogo com o setor, um compromisso grande com o resgate da sua capacidade de investimento, através de algo que se chama previsibilidade. Essa é a palavra mágica em falta hoje em várias ações do governo, em especial da condução da política econômica por todas as suas perversas consequências.

Na sabatina, o Sr. falou que o governo atual fez escolhas erradas. Quais?

São inúmeras. Poderíamos ficar a tarde toda aqui falando delas. Mas vou elencar algumas. A primeira começa antes do inicio desse governo. Próximo da segunda metade do segundo mandato do presidente Lula, quando começa a haver a flexibilização dos pilares macro econômicos. A inflação começa a ser tratada com certa leniência e começa a haver um processo de maquiagem no nosso superávit primário. Isso se agrava no governo da presidente, que opta desde a largada por uma ação absolutamente centralizadora. A característica desse governo não foi em hora alguma a do dialogo e impõe as decisões à sociedade e à economia brasileira de forma absolutamente unilateral.

Talvez o retrato mais nocivo dessa visão unilateral tenha sido a intervenção no setor elétrico brasileiro. Uma opção errada do governo por maiores que tenham sido os nossos alertas desde aquele momento. A pretexto da diminuição da conta de luz para indústria e para as famílias brasileiras, ela não foi pelo caminho mais fácil, que apontávamos como o adequado para a diminuição das contas de energia, que todos queremos, conta de energia mais baratas para as famílias, conta de energia mais competitiva para a indústria, que era a desoneração do PIS/CONFINS. Isso por si só poderia ter diminuído naquele instante, no final de 2012, alguma coisa, algo em torno de 5% as contas de luz e das famílias, dasindústrias brasileiras. Optou-se por uma descoordenada e desorganizada intervenção no setor e, hoje, já foram  R$ 53 bilhões do Tesouro, através de financiamentos com mesmo o fundo perdido, investido nesse setor. Dinheiro que poderia estar indo para fortaleceras ações nas áreas de segurança pública, na saúde, na educação ou mesmo em outros setores da economia. Essa foi uma decisão errada do governo.

A outra, vir diminuindo passo a passo, ano a ano, a participação do governo central no financiamento da saúde pública. O Governo do PT, quando assumiu o governo, a participação do governo federal era de 54%, no total do conjunto dos investimentos em saúde. Passaram-se onze anos, e hoje essa participação é de 45%. E quem menos tem? São as prefeituras, são aqueles que em maior parte da conta vem pagando.

Outra decisão absolutamente equivocada diz a respeito a nossa política externa. O Brasil optou por um alinhamento ideológico na condução da nossa política internacional, o que o afastou o Brasil de acordos bilaterais enquanto o mundo avança de forma celebre, de forma vigorosa nas custas desses acordos. E o tempo perdido em relação ao acordo com União Europeia, e mesmo com o enorme atraso, poderia ter sido efetivado esse ano, porque a própria União Europeia está negociando, por exemplo, com países como os Estados Unidos e parte do espaço que existiria lá para produtos, por exemplo, do agronegócio, estarão sendo ocupadas  por produtos de outros países. Esse é um exemplo de que na política o tempo é o bem mais valioso. E a ausência de ação do governo na busca de acordos bilaterais tem prejudicado nosso produto brasileiro.

A gestão centralizada do governo e a ampliação sem limites da estrutura do Estado brasileiro é outra decisão equivocada. A Presidente da República submete o Estado ao seu projeto de poder, se submetendo a pressões e negociações, junto a partidos políticos, a forças políticas com o intuito, mais recente, pelo menos, de ampliar seu tempo de televisão na disputa eleitoral. É, portanto, a agenda eleitoral se impondo à agenda do Estado brasileiro. Há algum tempo não temos uma presidência full time no Brasil. Temos uma candidata a presidente da República, essa sim, atuando full time.

Sobre corte de cargos comissionados.

 Estamos calculando que pelo menos um terço deles podem ser extintos imediatamente. E falo com autoridade de quem fez isso em Minas Gerais, reduziu o número de secretarias, extinguiu cerca de três mil cargos comissionados, acabamos com empresas públicas que não tinham qualquer razão para existirem e fizemos com que Minas Gerais se transformasse no melhor exemplo de gestão pública eficiente do Brasil. Minas, e esse é o modelo que podemos trazer para o plano nacional, é o único estado brasileiro onde 100% dos servidores têm metas a serem alcançadas e são avaliados em razão dessas metas e alcançadas essas metas são remunerados. Recebem um bônus no final do ano correspondente a mais um salário.

Para mostrar o que significou, exemplificar a importância disso, o que nos trouxe hoje a ter a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde de toda região Sudeste segundo os ministérios do governo federal e o maior conjunto de experiências de parcerias com o setor privado também em execução no Brasil, começa pela área da saúde, passa pela área de saneamento, chega a área rodoviária e alcança a área prisional. Minas tem hoje as principais e ainda únicas experiências de Parceiras Público Privadas na área prisional, algo também que pode alcançar o governo federal.

Sobre corte de ministérios.

Se eu tivesse esse desenho certamente teria um prazer enorme de antecipá-lo, mas não temos. Temos uma determinação de diminuir para algo em torno da metade dos 39, podia se ter um número fixo, mas algo muito próximo da metade. Quando o presidente Fernando Henrique deixou o governo, nós tínhamos se não me engano 23 ministérios. Existe um estudo da Universidade de Cornell, nos EUA, que fique pelo menos para a inspiração dos senhores, feito em mais de 100 países ao redor do mundo, que diz que os governos mais exitosos, mais eficientes são aqueles que têm alguma coisa entre 21 e 23 ministérios, portanto esse me parece uma boa inspiração. Logo que esse desenho estiver pronto nós vamos apresentar para a sociedade brasileira. E o foco será a eficiência do estado nacional para nos contrapormos ao aparelhamento e a ineficiência as duas principais marcas do atual governo.

Sabatina CNI: na economia Brasil perde de 7 a 1, diz Aécio

“Reversão para menores juros não vão acontecer por discurso, afirma, destacando que “o Brasil é refém hoje de um populismo cambial”.

Aécio propostas: candidato defende agenda de inovação

Eleições 2014

Fonte: InfoMoney

Para Aécio, Petrobras caiu em armadilha e dispara: o que me preocupa é o 7 a 1 econômico

Candidato à presidência pelo PSDB afirmou ainda: “não sou candidato de um partido, de uma coligação, sou candidato de um sentimento que permeia a nação”

 O presidenciável pelo PSDB Aécio Neves participa nesta quarta-feira de conferência realizada pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias), Diálogo da Indústria com Candidatos à Presidência da República. Além de AécioEduardo Campos (PSB) participou do evento e está prevista a participação de Dilma Rousseff (PT) à tarde.

Na segunda-feira, a CNI divulgou um conjunto de 42 estudos com sugestões em diversas áreas para a melhoria do ambiente de negócios do país.

“Não sou candidato de um partido, de uma coligação, sou candidato de um sentimento que permeia a nação”, disse Aécio. Segundo ele, o atual governo demonizou as privatizações, destacando ainda que “o aprendizado do PT no governo custou muito ao Brasil”.

Para ele, a “credibilidade” é um elemento que falta ao Brasil, em meio ao crescimento pífio da economia e a inflação estourando o teto da meta mesmo com os preços sendo represados.

A reversão para menores juros não vão acontecer por discurso e sim com o aumento da confiança, afirma, destacando que “o Brasil é refém hoje de um populismo cambial, sem tratar as questões essenciais do que é importante para o País”, ressaltou.

Para Aécio, a estabilidade macroeconômica tem que ser resgatada no Brasil, dando destaque especial à palavra previsibilidade, com os setores do mercado também sendo tratados de forma isonômica. Também é essencial, segundo ele, resgatar as agências reguladoras para que elas não sejam mais entraves ao desenvolvimento nacional.

“O tempo novo passa por uma nova forma de governança e essa é a governança que podem esperar do meu governo. Não esperem plano A, plano B, Brasil Melhor, Brasil Melhor e sim por uma melhor governança, um melhor governo”, afirmou. Aécio destaca duas necessidades, de redução das taxas de juros e aumento de investimentos. A meta é de elevar investimentos de 18% para 24% do PIB.

Aécio comenta Santander

Ao comentar o episódio polêmico sobre a nota do Santander em que relacionou uma possível reeleição de Dilma à piora da economiaAécio afirmou que o pessimismo é generalizado dada à queda de confiança.

O governo tem que sinalizar uma mudança de posição para que a arrogância seja substituída por um diálogo maior com quem ajuda o Brasil a crescer, destacou. “Isso não se fará com erros, isso se dará de acordo com uma nota postura. Tenho a oferecer uma nova e corajosa parceria, de simplificação do sistema tributário. O Brasil cansou de tudo que está aí e eu quero oferecer um novo tempo, e com muita ousadia”, afirmou.

Política externa
Sobre política externaAécio afirmou que “lamentavelmente, o Brasil optou por um alinhamento ideológico inconcebível, enquanto acordos bilaterais estão sendo feitos o tempo todo pelo mundo”, afirmou.

“O Brasil vem na contramão de tudo que o mundo desenvolvido vem pregando”, afirmou Aécio, ao falar sobre política externa, destacando que realinhará as relações não com um viés ideológico, e sim com um viés comercial.

Aécio também defende um “choque de infraestrutura” com o setor privado, afirmando ainda que não cabe ao governo estabelecer taxas de retorno e sim aos empresários.

“7 a 1 econômico”
Aécio também fez referências ao 7 a 1 que o Brasil sofreu contra a Alemanha na Copa do Mundo, como já destacado por casas de análises. Segundo ele, a goleada aplicada à seleção nacional em 8 de julho o deixou triste, mas o que realmente o preocupa é o “7 a 1 na economia“, com uma inflação em alta (por volta de 7% ao ano) e uma economia em baixa (com previsão de crescimento de 1% em 2014, segundo estimativa de economistas ouvidos pelo Focus).

“Estou preparado para romper paradigmas mesmo que os resultados não venham na totalidade no primeiro momento. Eu quero oferecer ambiente adequado para garantir a possibilidade do Brasil crescer. É a insegurança política e jurídica que vem fazendo com que o Brasil não atinja níveis de crescimento minimamente adequados”, afirmou.

Sobre inovação, Aécio afirmou que o Brasil tem que agir, parando de terceirizar as responsabilidades, além de aproximar as universidades do governo e avançar na construção da agenda da competitividade.

Agenda de inovação
Em suas considerações finais, Aécio afirmou que é candidato por acreditar que é possível construir uma agenda de inovação para crescimento no Brasil. Para ele, o atual governo deixa para seu sucessor um País desmobilizado, pois as ações sociais do governo não avançam, os jovens estão desacreditados, mas principalmente por causa dos agentes econômicos.

“Ou o Brasil encerra esse ciclo de governo que aí está para romper com as estruturas carcomidas de hoje ou teremos que enfrentar problemas ainda maiores do que hoje”, destacou.

“Caudatários, dependentes ou protagonistas, nós temos que decidir o que o Brasil deve ser”, afirmou, dizendo que deve haver uma inversão de valores e de atitude senão, o País vai cair para menos de 1% da participação do comércio no conjunto internacional.

setor elétrico está na UTI e é assim que devemos tratá-lo, com medidas duradouros, afirmando que o setor está desorganizado e a Eletrobras é uma parte disso, com grandes prejuízos nos últimos anos.

Aécio afirmou ainda que a Petrobras é vítima da armadilha criada pelo atual governo. “Estamos na contramão do mundo a subsidiar combustível fóssil, sendo a Petrobras a única que registra mais prejuízos com a alta do preço do petróleo. Enquanto isso, está sendo exigido investimentos monumentais da empresa.

“Essa patrimonialização do País pelo atual governo está sendo ruim para o Brasil”, afirmou Aécio, destacou que, agora, a a crise econômica se instala por outras vertentes e o Estado está cada vez com menos liderança para tomar medidas.

“Não vai me faltar coragem desde o primeiro dia do governo para adotar todas as medidas necessárias para atingir maior crescimento e justiça social. Temos a oportunidade daqui a oito semanas para virar a página para o Brasil. O País não merece o governo que está aí”, concluiu.

Intenções de voto: Aécio já contabiliza 51% em Minas

Dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Veritá, entre 21 e 25 de julho, com 3.077 entrevistados nas diversas regiões do Estado.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Pesquisa mostra Aécio com 41,3% dos votos em Minas

Em Minas Gerais, se a eleição fosse hoje, o candidato à Presidência da República pela coligação “Muda Brasil”Aécio Neves (PSDB), somaria 41,3,0% dos votos totais, contra 32,5% da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição pela coligação “Com a Força do Povo”. Eduardo Campos (PSB), que concorre pela coligação “Unidos pelo Brasil”, teria 5,0%. Neste cenário, os votos brancos e nulos somariam 13,6%. Aqueles que não sabem ou não responderam são 5,4%.

Se forem considerados apenas os votos válidosAécio aparece com 51%, Dilma com 40,1% e Eduardo Campos com 6,1%. Num eventual segundo turno, em MinasAécio venceria com 45,4% sobre 34,7 de Dilma. Brancos e nulos são 17% e não sabem ou não responderam 2,9%. Considerando apenas votos válidos, o tucano aparece com 56,7% e Dilma com 43,3%. Os dados são de pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Veritá, entre 21 e 25 de julho, com 3.077 entrevistados nas diversas regiões do Estado. A pesquisa foi registrada no TRE com o número 000056/2014 e no TSE com número 00242/2014 e tem margem de erro 1,77%.

Estadual

A relevância dos padrinhos políticos na hora da decisão do voto para governador é apontada pela pesquisa. Qua[/LEAD]ndo apresentados ao eleitor os apoios do senador Aécio Neves e do ex-governador Antonio Anastasia, o candidato Pimenta da Veiga (PSDB) sobre e chega ao empate técnico com seu concorrente Fernando Pimentel. Neste cenário, o tucano tem 34,1% dos votos, contra 33,7% de Fernando Pimentel, apoiado por Lula e a presidente Dilma Rousseff. Os votos brancos e nulos somam 13,5% e não sabem ou não responderam 10,7%.

“Isso confirma um desconhecimento dos candidatos ao governo. Quando são colocados os padrinhos, o Pimenta leva uma vantagem sobre o Pimentel. Nossa projeção é de que antes de começar o horário eleitoral gratuito na TV, os dois estejam praticamente empatados. O que vai decidir essa eleição é quem tiver a melhor campanha e a melhor estratégia”, comenta o diretor do Instituto, Adriano Silvoni.

Antes da apresentação dos apoios de cada candidato, Pimentel teria 28,2% dos votos, Pimenta da Veiga 18,8% e Tarcísio Delgado (PSB) ficaria com 4,4% da preferência do eleitorado. Os brancos e nulos seriam 24,9% e os que não sabem ou não responderam alcançariam 19,6%.

Pesquisa Minas

Pesquisa OPP – Eleições 2014
Registro/TSE: BR-00242/2014
Registro/TRE-MG: MG-00056/2014
Abrangência: Minas Gerais
Período: 21 a 25/07/2014
Amostra: 3077 eleitores
Margem de erro: 1,77%
Realização: Instituto Veritá
Contratante: Iniciativa própria com recursos próprios

Para o Senado, Anastasia lidera com folga

De acordo com a pesquisa, se as eleições fossem hoje o candidato a senador pela coligação “Todos por Minas”Antonio Anastasia (PSDB), venceria com larga vantagem a disputa pelo Senado Federal, com 50% dos votos.

Josué Alencar (PMDB), que concorre pela coligação “Minas para Você”, aparece em segundo lugar com 7,1% da preferência do eleitorado. Na sequência vem Maria Vieira (PSB), com 2,3%, Edilson Nascimento (PTdoB) com 2,1%, Tarcísio (PSDC) com 1,5% e Pablo Lima (PCB) com 1,3%. Brancos e nulos, neste cenário, somam 21%. Não souberam ou não responderam correspondem a 13,2% dos entrevistados.

Avaliação

A pesquisa também perguntou ao eleitor mineiro a avaliação que faz da maneira como a presidente Dilma Rousseff está conduzindo o Brasil.

Para 6,4% do eleitorado, a petista tem desempenho ótimo, 26,4% consideram bom, 21,3% regular positivo, 17,1% regular negativo, 11,3% ruim e para 17,4% dos eleitores mineiros o governo federal está sendo gerido de forma péssima.

Foi solicitada também a avaliação do desempenho do Governo de Minas Gerais. Para 4,3% dos eleitores mineiros, o governo do Estado é ótimo, 36,6% o consideram bom, 29,7% regular positivo, 12,2% regular negativo, 7,7% ruim e 7,8% julgam o governo péssimo.

Cemig corre contra o tempo para aprovar venda da Gasmig

Luta para fábrica de amônia

Fonte: Estado de Minas

Força-tarefa pela venda da Gasmig

Aliados correm para convencer Legislativo de que operação é a saída para fábrica de amônia da Petrobras em Minas

Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e o governo do estado correm contra um tempo exíguo e que esbarra no ritmo das eleições para tentarem aprovar a venda do controle acionário da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), subsidiária da Cemig. O ingresso de um sócio privado majoritário na Gasmig é a única opção, segundo o presidente da CemigDjalma Morais, para a implantação do gasoduto orçado em R$ 2 bilhões que atenderá a fábrica de amônia da Petrobras, com obras iniciadas em Uberaba, no Triângulo mineiro.

Se o aval do Legislativo não sair até 15 de agosto, dificilmente o negócio poderá ser  concretizado em prazo hábil para a entrega do insumo dentro de dois anos e meio, quando a unidade industrial entrará em funcionamento. Fonte da Cemig informou ao Estado de Minas que as obras do gasoduto terão de começar, no mais tardar, em fevereiro para que o governo cumpra o compromisso que assumiu de fornecer o gás à fábrica da Petrobras, disputada há quase 10 anos.

“Não há plano B por enquanto”, admitiu, ontem, Djalma Morais, ao ser provocado sobre a possibilidade de a Assembleia Legislativa recusar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 68, que permitirá a venda do controle da Gasmig. A Cemig negociou com a companhia espanhola Gas Natural Fenosa a sua participação numa holding de ativos de gás. Feito o negócio, a concessionária mineira manterá ao redor de um terço das ações da atual subsidiária, de acordo com Morais. O sócio privado bancaria 65% da construção do gasoduto.

A concessionária mineira firmou ontem a compra por R$ 600 milhões da participação de 40% das ações da Petrobras na Gasmig, passo inicial para viabilizar o projeto sem a estatal da petróleo. O governador de MinasAlberto Pinto Coelho, e o prefeito de UberabaPaulo Piau, aproveitaram a solenidade para fazer um apelo pela aprovação da venda da Gasmig. Piau disse que os prefeitos dos municípios beneficiados com o projeto vão se unir para sensibilizar os deputados. “É um investimento que se justifica porque com o gasoduto vamos levar desenvolvimento para todas as cidades no percurso”, disse o governador.

Pelo projeto, o duto de distribuição vai cortar 56 municípios ligando Queluzito, na Região Central de Minas, a Uberaba. Existe a perspectiva de extensão a Uberlândia. O insumo chegará ao estado por meio do gasoduto de transporte conhecido como Gasbel, que conduz o gás natural proveniente da Bacia de Campos (RJ) e processado na Refinaria Duque de Caxias.

O argumento usado por Piau, Aberto Pinto Coelho e Djalma Morais é o de que a solução de venda do controle da Gasmig é a mesma saída adotada pelo governo federal na concessão dos aeroportos que necessitavam de reforma e ampliação. Na Assembleia Legislativa, foi aprovada a constituição de uma comissão especial para discutir a PEC 68. Na volta do recesso na terça-feira que vem, haverá reunião para indicação do presidente e do vice-presidente. Em seguida o relator a ser designado terá prazo de 20 dias para apresentar seu parecer. Se aprovado o texto, a matéria irá a plenário em primeira votação e retorna a comissão e depois ao plenário para aprovação em segundo turno.

 A secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável informou que já foram realizadas algumas reuniões para apresentação do projeto do gasoduto, mas o pedido de licenciamento ainda não foi formalizado. O prazo médio de análise técnica na casa tem variado de 100 a 110 dias e o máximo é de seis meses.

TSE traça o perfil do eleitorado no Brasil

Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Contrastes nos dois lados das urnas

Perfil dos eleitores divulgado ontem pelo TSE mostra diferenças em alguns aspectos, como gênero, grau de instrução e idade dos postulantes aos cargos eletivos no pleito de outubro

Brasil tem 142,8 milhões de eleitores. Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos. As estatísticas sobre o eleitorado brasileiro foram divulgadas ontem pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e contrastam com dados dos candidatos que disputam vagas nas eleições deste ano. São praticamente o reverso do perfil dos postulantes aos cargos eletivos, majoritariamente homens (70,3% do total em todos os cargos) e com curso superior completo (45,8%) e se concentram na faixa de 45 a 49 anos. Em Minas Gerais, o que mais chama a atenção nos dados divulgados pelo TSE é a diferença entre o total de mulheres eleitoras e o de homens. Elas são quase 500 mil a mais.

De acordo com o TSE, o eleitorado brasileiro aumentou 5,17% em relação ao pleito de 2010, quando também foram eleitos presidente, governadores, senadores e deputados federal e estadual.

A Região Sudeste concentra quase metade dos eleitores (43,44%) e São Paulo continua sendo o maior colégio eleitoral, com 31,9 milhões de eleitores. O estado também registra o maior número de candidatos a um cargo eletivo neste pleito. Minas Gerais se mantém como o segundo maior estado em número de eleitores, com 15,2 milhões. Na sequência, estão Rio de Janeiro (12.141.145), Bahia (10.185.417) e Rio Grande do Sul (8.392.033). O menor colégio eleitoral é Roraima, com 299.558 eleitores. Já o município com o menor número de eleitores é Araguainha, em Mato Grosso, com 898 cidadãos aptos a votar. Em Minas, o menor município em quantidade de eleitores é Serra da Saudade, com 1.105.

As mulheres somam 74.459.424 eleitoras, ou 6,2 milhões a mais que os homens, que representam 47,79% ou 68.247.598 eleitores. Entre as candidatas, uma minoria são mulheres. Na corrida por um cargo eletivo, elas são apenas 7.410, ou 29,7% do universo total de cerca de 25 mil candidatos inscritos para este pleito. O número dos candidatos não é exato, pois o registro na Justiça Eleitoral ainda não é definitivo, mas os dados são próximos desse total.

A parcela feminina é inferior à exigida pela legislação brasileira, que assegura 30% das vagas de candidatos para as mulheres. O número contrasta também com os dados oficiais do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelou que as mulheres compõem 51,5% da população brasileira. Em relação à escolaridade também há um contraste entre o eleitorado e os candidatos. Quase metade deles, 45,8%, tem curso superior, enquanto entre os eleitores esse percentual é de apenas 5,3%.

MAIS VELHOS Os dados indicam ainda um envelhecimento do eleitorado em relação a 2010. Nesta disputa, eles se concentram na faixa de 45 a 59 anos. Em 2010, eles eram maioria entre as pessoas com 25 a 34. Em comparação com eleições anteriores, houve uma queda no número de eleitores jovens com voto facultativo (16 e 17 anos). Em 2010, eles eram 2.391.352 e, em 2014, são 1.638.751.

De acordo com o presidente do TSE, ministro Dias Tofolli, essa queda ocorreu por causa da mudança da metodologia na coleta de dados sobre o perfil do eleitorado. Em anos anteriores, o cadastro era fechado em 30 de junho e não considerava aqueles eleitores que completariam 18 anos até a data da eleição. Neste ano, um novo programa permitiu a contagem incluindo o dia da eleição. Portanto, aquele eleitor que vai fazer 18 anos nesse meio tempo até o dia daeleição já não está contabilizado nesse dado estatístico de 16 e 17 anos. Toffoli destacou que o próprio IBGE analisa essa diminuição no eleitorado jovem com a tendência do envelhecimento da população brasileira.