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Gestão Fiscal: Minas fecha 2013 com resultado positivo

Gestão fiscal eficiente: mesmo com redução dos repasses da União, governo de Minas teve resultado positivo de R$ 1,2 bilhão.

Choque de Gestão

Fonte: Estado de Minas 

Governo de Minas apresenta balanço da Gestão Fiscal de 2013

A apresentação foi feita pelos secretário da Fazenda e do Planejamento, que rendeu ainda críticas à União, que repassou menos recursos para Minas

Os secretários de Estado da Fazenda, Leonardo Colombini, e de Planejamento, Renata Vilhena, apresentaram nessa quarta-feira o relatório de Gestão Fiscal de 2013 do governo de Minas com resultado positivo de R$ 1,2 bilhão. Apesar de valorizar o superávit no ano passado, os secretários criticaram a diminuição nos repasses feitos pelo governo federal para Minas Gerais, que teve uma perda de R$ 1,7 bilhão com a redução de receitas em razão de renúncias fiscais definidas pelo Palácio do Planalto. “Somos o terceiro estado que mais arrecada impostos federais e registramos quedas em praticamente todos os tipos de transferências. A União tem sido uma madrasta para Minas”, afirmou Colombini.

Segundo o balanço divulgado ontem, no somatório das transferências correntes da União para o estado houve uma queda em 2013. Enquanto em 2012 foram repassados para os cofres estaduais R$ 6,2 bilhões, no ano passado o valor foi de R$ 5,9 bilhões. “Além da redução nas transferências constitucionais, fomos prejudicados com astransferências voluntárias. Em 2012 Minas recebeu R$ 246 milhões por meio de convênios e em 2013 o repasse foi de R$ 237 milhões. Para um estado desse tamanho, que precisa de tantas obras, as reduções dificultam muito os investimentos”, explicou Colombini.

Renata Vilhena também criticou a recorrência nas quedas de repasses federais para o estado e disse que as reduções ao longo do ano fazem com que investimentos previstos para cada área passem por adequações. De acordo com o balanço, Minas deixou de receber R$ 830 milhões com renúncias por meio da Cide, do IPI e do Fundo de Participação dos Estados (FPE), além de R$ 550 milhões que foram reduzidos da arrecadação do ICMS de energia elétrica em razão da redução da tarifa.

“Tivemos que adaptar nossas metas em 2013. Citei por exemplo o objetivo de acabar com as cadeias no estado e transferir todos os detentos de cadeias para o sistema prisional. Nossa meta era fazer 100% dessa transferência e tivemos de reajustá-la para este ano. Na área do turismo, em que queríamos ter feito alguns festivais em municípios para atrair visitantes, e nas áreas da saúde e educação. Queríamos ter feito muito mais reformas em escolas, por exemplo. A demanda da sociedade é muito maior e, se não tivéssemos uma perda de R$ 1,7 bilhão, poderíamos ter feito muito mais”, disse Vilhena.

2014: Aécio e FHC discutem ações do PSDB

Eleições 2014: lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado.

Eleições presidenciais 2014

Fonte: Valor Econômico 

Senador discute programa com FHC

Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), reuniu-se ontem, em São Paulo, com líderes tucanos para tratar de diretrizes de sua campanha presidencial e discutir seu programa de governo. Em almoço com o ex-embaixador Rubens Barbosa e o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, Aécio fez um balanço sobre a atual política de comércio exterior, para moldar o discurso a ser apresentado a empresários. Participaram também o ex-presidente nacional do PSDB e deputado Sérgio Guerra, o ex-senador Tasso Jereissati e o vereador Andrea Matarazzo (SP).

Ao som das músicas francesas do restaurante Ici Bistrô, no bairro de Higienópolis, onde vive FHC, e em tom informal, os sete participantes falaram também sobre as manifestações populares que vêm acontecendo em diversas cidades. Alguns expressaram suas opiniões sobre a cobertura jornalística dos acontecimentos do país. Um deles comentou que “há um antipetismo” na imprensa brasileira.

Apertados em um sofá vermelho, os tucanos falaram sobre a crise econômica da Argentina, apontaram problemas no Mercosul e criticaram a “contaminação” da política externa brasileira por questões “ideológicas”. Aécio pretende fazer com que Rubens Barbosa e Celso Lafer colaborem com a construção de suas propostas na área de política externa. O coordenador do programa de governo deve ser o governador de MinasAntonio Anastasia (PSDB).

Sobre diretrizes de campanha, as lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado das capitais e do interior. Rapidamente e sem exatidão, também falaram sobre como tentar compensar a diferença de votos em relação à presidente e candidata à reeleiçãoDilma Rousseff.

Aécio propôs a Tasso Jereissati que se lance a uma nova candidatura para o Senado, no Ceará, para reforçar o palanque dos tucanos no Estado este ano. Tasso, no entanto, não deu certeza de que disputará esta eleição.

Antes do almoço, Aécio e FHC tiveram um encontro reservado no apartamento do ex-presidente. Tasso e Guerra participaram do fim dessa conversa.

Um dia antes, na noite de segunda-feira, o senador participou de um evento na capital com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e com o ex-governador José Serra (PSDB).

Presidente nacional do PSDB, o pré-candidato negocia quem deve ser seu vice na chapa. Um dos mais cotados é o do senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), ligado a Serra.

Em sua passagem pela capital paulista, Aécio acertou detalhes do lançamento oficial da pré-candidatura, que deve ser feito até março, em São Paulo. Com isso, deve por fim às especulações de uma eventual candidatura de Serra à Presidência, que deve disputar uma cadeira na Câmara.

No próximo mês, Aécio planeja viagens pelo interior de São Paulo, Estado com o maior colégio eleitoral do país. O pré-candidato visitará Araçatuba, São Carlos e Santos, entre outras. As articulações políticas no Estado estão sob comando de Matarazzo, ex-ministro de FHC. (Colaborou Cristiane Agostine)

Oposição: Aécio vai mapear obras federais paralisadas

Oposição: Aécio pediu ao TCU lista das causas das paralisações de obras com valor acima de R$ 100 milhões.

Oposição 2014

Fonte: Valor Econômico 

Aécio vai ao TCU mapear obras atrasadas

O senador e pré-candidato pelo PSDB à PresidênciaAécio Neves (MG), decidiu bater na porta do Tribunal de Contas da União (TCU), para mapear obras federais que estejam paralisadas, um sinal claro de que a atraso na área de infraestrutura deverá pautar boa parte do debate nas eleições.

No fim do ano, Aécio pediu ao órgão de controle que apontasse quais são as causas das paralisações e que descrevesse as obras com valor acima de R$ 100 milhões, “incluindo nas descrições quais as empreiteiras envolvidas”.

Esse levantamento, que chegou ontem à tarde às mãos do senador, pode não ter correspondido às suas expectativas. O relatório do TCU, ao qual o Valor teve acesso, apresenta um resumo de diversas auditorias que o tribunal realizou nos últimos anos, com paralisações específicas de obras federais. Um mapeamento atual e detalhado, porém, não foi fornecido, por conta, segundo o TCU, da “inexistência de um cadastro de obras públicas executadas com recursos federais“, situação que “dificulta que se levante informações precisas e atualizadas sobre que obras estão atualmente em execução, concluídas ou paralisadas”.

O tribunal alegou haver restrições técnicas para o mapeamento e afirmou que sistemas usados pelo governo (como Siafi, Siasg e Sigplan) “gerenciam informações sobre a execução orçamentária e financeira, mas não são capazes, em várias situações, de evidenciar uma obra”.

Em seu voto, o ministro-relator Valmir Campelo disse que informações reunidas em um único banco de dados “fazem-se prementes, ainda mais considerando o histórico de obras inacabadas publicamente conhecido”.

Ao justificar as limitações, o TCU faz menção ao esquecido portal ObrasNet, site que foi lançado pelo então presidente Fernando Henrique, em abril de 2000. O portal só foi ao ar em outubro de 2002, em uma versão parcial. “O acesso ao sistema seria feito via internet e nele estão disponíveis informações do Sistema Nacional de Preços de Insumos, que conta com itens básicos de engenharia cadastrados e podem servir de parâmetros de comparação dos custos das obras. Na verdade, as informações que existem hoje nesse sistema acessado pelo endereço eletrônico www.obrasnet.gov.br são apenas dados de contratos de repasse geridos pela Caixa Econômica Federal.”

O relatório sustenta que, “se todos os módulos concebidos no projeto inicial tivessem sido implantados, o ObrasNet permitiria o controle de custos e qualidade das obras, a garantia de conclusão, o controle da liberação de pagamentos.”

Na página do site, uma explicação dá conta de que seu conteúdo “está sendo desenvolvido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão em parceria com a Caixa Econômica Federal“. Para o TCU, apesar dos esforços para melhorar a eficiência das obras públicas custeadas com recursos da União, “não há controle específico para esse tipo de investimento, já que a atuação deveria estender-se desde a alocação de créditos orçamentários até a fiscalização das respectivas obras.”

Procurada pelo Valor, a assessoria de Aécio Neves informou que o senador só teve acesso ao relatório na tarde de ontem e que ainda não tinha uma avaliação precisa do levantamento do tribunal.

Por meio de nota, o Ministério do Planejamento informou que, desde 2008, todas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), executadas com recursos do orçamento da União, estão organizadas e detalhadas em um sistema de informação que atende às demandas do TCU, o SisPac. “Sobre as obras do PAC, programa que reúne a maior parte das obras de infraestrutura do governo federal, são enviados quatro relatórios anualmente para o órgão”, destacou o ministério.

Em 2010, segundo a Pasta, o TCU recomendou que todas as demais obras do governo federal fossem organizadas, da mesma forma, em um sistema de informação. “Tal sistema está em fase de implementação e já passou pelo processo de homologação. O sistema é complexo, pois reúne informações de órgãos da administração direta, fundações e autarquias e processos automatizados com outros sistemas de informação”, informou o Planejamento.

Aécio ironiza: Dilma lança sua 1ª grande obra, “pena que em Cuba”

Senador Aécio Neves diz que:”Finalmente a presidente Dilma inaugurou a primeira grande obra de seu governo, pena que em Cuba”.

Oposição 2014

Fonte: Ilustrada 

Dilma lança sua 1ª grande obra, “pena que em Cuba”, diz Aécio

Em almoço com alguns dos principais nomes do PSDB, o presidenciável tucano, senador Aécio Neves (MG), disse ontem ver com preocupação as crises econômicas na Argentina e Venezuela e criticou o financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o Porto de Mariel, em Cuba. A obra foi inaugurada pela presidente Dilma Rousseff (PT) ontem. “Finalmente a presidente Dilma inaugurou a primeira grande obra de seu governo, pena que em Cuba”, disse o senador a aliados.

Ele fez o comentário durante o almoço na capital paulista. Participaram do encontro o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o deputado Sérgio Guerra (PSDB-PE), o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o ex-ministro de Relações Exteriores, Celso Lafer, e o ex-embaixador do Brasil em Washington, Rubens Barbosa. O vereador Andrea Matarazzo (PSDB-SP) foi o último a chegar ao restaurante, em Higienópolis.

O Brasil forneceu um crédito de US$ 802 milhões (R$ 1,92 bilhão) para a construção do porto, que custou US$ 957 milhões.

Após o lançamento da primeira parte do empreendimento, Dilma anunciou, ao lado do ditador cubano Raul Castro, um investimento adicional de US$ 290 milhões (R$ 701 milhões) na zona econômica especial do porto de Mariel, dos quais 85% virão de crédito do BNDES e os restantes 15% serão a contrapartida do governo cubano.

Programa de governo

Antes do almoço, Aécio se reuniu com Lafer e Barbosa no apartamento de FHCBarbosa será responsável pelo capítulo de relações exteriores e comércio internacional do programa de governo que Aécio apresentará durante a campanha presidencial. Lafer também será colaborador. O coordenador-geral do programa será o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia.

No encontro reservado, eles trocaram impressões sobre a crise econômica na Argentina. Segundo interlocutores, Aécio demonstrou preocupação com a repercussão da recessão do país vizinho no Brasil e ressaltou que a esse cenário se somam as dificuldades da Venezuela.

Os dois países são compradores de produtos brasileiros manufaturados, e a extensão dos problemas “gera preocupação” no mercado interno, diz o senador tucano.

Aécio também conversou sobre seu projeto de mudar o perfil da participação do Brasil no Mercosul. O senador teria dito que o país não pode ficar “amarrado” ao mercado de países da América do Sul.

O almoço foi a terceira agenda de Aécio em São Paulo em quatro dias. O senador esteve na noite de segunda um encontro reservado com o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), no qual lhe contou os planos de lançar sua candidatura presidencial em São Paulo.

Consultado, Alckmin disse que seria “um gesto importante” para os tucanos do Estado. O próximo a ser ouvido pelo senador sobre o assunto é o ex-governador José Serra. Aécio espera construir um consenso com os líderes do partido no Estado para, então, definir uma data. A ideia do tucano é fazer o ato no fim de março. (Folhapress)

Aécio lançará candidatura em março

Eleições 2014: senador revelou ainda que existe maior possibilidade de a campanha começar em São Paulo.

PSDB e as eleições 2014

Fonte: O Globo

Ao lado de Serra, Aécio diz que candidatura será lançada em março

Senador mineiro desconversou sobre possibilidade de aproximação com o PMDB do Rio

Apesar de não se colocar oficialmente como candidato, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, revelou na noite desta segunda-feira que a campanha do nome escolhido pela legenda para disputar a Presidência da República terá início em março.

– A ideia é que até o final de março possa haver, mesmo que de forma oficiosa, o lançamento do candidato que conduzirá as bandeiras do PSDB – disse Aécio, após participar da comemoração dos 70 anos do Dia Mundial de Memória das Vítimas do Holocausto, em São Paulo.

O senador revelou ainda que existe maior possibilidade de a campanha começar em São Paulo, mas afirmou que o assunto ainda será discutido pela cúpula do partido.

Questionado sobre a possibilidade de aproximação com o PMDB do Rio por causa da decisão do PT de entregar os cargos na gestão do governador Sérgio CabralAécio desconversou:

– É muita especulação.

O senador se sentou durante o evento ao lado do seu colega de partido José Serra. Foi o primeiro encontro público dos dois desde que o ex-governador paulista postou no Facebook, no ano passado, um texto em que se colocava fora da disputa presidencial.

– Confesso que estava com saudade já – disse Aécio, ao ser indagado sobre o encontro.

Davos: discurso fantasioso de Dilma, coluna Aécio

Davos: ausência de sincronia entre o discurso e a realidade alimenta desconfiança nas relações entre agentes econômicos e governo do PT.

O discurso de Dilma

Fonte: Folha 

No palanque, em Davos

Quem acompanhou o discurso do presidente Dilma em Davos achou que não estava entendendo bem. Do ponto de vista político, a presidente tinha dois caminhos corretos para seguir. O primeiro, defender, com coragem, as escolhas que fez e as decisões que tomou nos últimos três anos. Mesmo que não obtivesse a concordância de quem a ouvia, poderia ganhar o respeito pessoal pela coerência e firmeza de suas convicções. O segundo seria o da autocrítica, o de reconhecer, ainda que tardiamente, os inúmeros erros cometidos e assumir o compromisso com a mudança de rumos ainda no pouco tempo que lhe resta de governo.

Mas ela não fez uma coisa nem outra. Diante de uma plateia de especialistas ela descreveu uma realidade que não é a nossa e um governo que não é o dela, fazendo de Davos uma extensão dos palanques eleitorais em que vem transformando suas viagens pelo país. Fez de Davos mais uma escala em sua turnê pela ilha da fantasia em que o governo parece estar instalado, deixando muita gente intrigada.

O que seria mais grave: a presidente ter apresentado em importante fórum internacional um retrato do país que sabe não ser verdadeiro ou, após, repeti-lo à exaustão, ter convencido a si mesma de que se trata da realidade?

Afirmou que a inflação está controlada, quando sabemos –Davos também– que nos últimos três anos a taxa esteve sempre prestes a romper o teto da meta –e defendeu sua política fiscal, hoje conhecida pela “criatividade” de sua contabilidade. Chegou ao cúmulo de dizer que diminuiu a dívida pública bruta de 60,9% do PIB para 58,4%. Inspirada na criatividade que tão mal tem feito à nossa política fiscal, a presidente buscou o ponto mais alto da dívida no auge da crise de 2009 esquecendo-se sutilmente que, quando assumiu, ela era de 53,35%. Portanto houve, na verdade, crescimento da dívida em seu governo.

Mas, como a realidade costuma se impor, pesquisa realizada pela Bloomberg com 500 participantes do fórum apontou o Brasil como a região que oferece menos oportunidades de negócios entre as pesquisadas. Isso depois de o FMI ter divulgado estudo reduzindo as previsões de crescimento do Brasil para 2014. E da Price Waterhouse ter mostrado que o país perde espaço como opção para investimentos de grupos internacionais, e do Banco Central ter reafirmado a necessidade de continuar aumentando os juros para frear a inflação.

A presidente foi a Davos para enviar uma mensagem de segurança a investidores. Mas a ausência de sincronia entre o discurso e a realidade que todos conhecem termina por alimentar a crescente desconfiança nas relações entre agentes econômicos e governo. O Brasil continua perdendo o mais precioso de todos os ativos: o tempo.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Eleições 2014: Solidariedade oficializa apoio a Aécio

Eleições 2014: Aécio foi recebido aos gritos de “Brasil para frente, Aécio presidente”.

“O importante é derrotar o PT”

Fonte: Folha de S.Paulo

Em festa, Solidariedade oficializa apoio a Aécio

O aniversário do deputado Paulo Pereira da Silva (SP), transformou-se num ato de campanha do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ao Planalto.

Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, como o parlamentar é conhecido, usou o evento para anunciar o apoio da sigla ao tucano e dividir com ele um palanque recheado de ataques à presidente Dilma Rousseff (PT).

Aécio foi recebido aos gritos de “Brasil para frente, Aécio presidente“. Em discurso, o senador conclamou os convidados, a maioria representantes de sindicatos, a caminharem com ele “até a vitória”.

“Nós vamos fazer de tudo para tirar o PT do poder”, disse Paulinho. O deputado controla a Força Sindical, segunda maior central do país.

Ele, que criou o Solidariedade no ano passado, quando deixou o PDT para fazer oposição a Dilma, fez críticas pesadas a ela, a quem acusou de prejudicar o trabalhador.

Aécio, por sua vez, disse que o discurso de Dilma narra um “Brasil de mentira” e que o clima dos investidores é de “desconfiança”.

“Assistimos à presidente falando em Davos [no Fórum Econômico Mundial] de um país que infelizmente não é o nosso. O Brasil do discurso não tem conexão com o real.”

Paulinho endossou: “Temos que arregaçar as mangas e tirar esse povo que está lá. Vou fazer de tudo para te eleger, Aécio“. Apesar das promessas de apoio, o deputado disse, antes de o senador chegar, que estará com qualquer candidato da oposição que chegar ao segundo turno.
Questionado sobre o governador Eduardo Campos (PSB-PE) foi taxativo: “Se for o Campos, nós estaremos com ele. O importante é derrotar o PT“.

Paulinho é o segundo aliado de Aécio a usar esse tipo de raciocínio. Na última semana, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que eventual vitória de Campos também iria “arejar” o Brasil.

O senador disse não ter reparos a quem elogia Campos: “O fato de ele sair da base do governo e vir para militar no campo da oposição tem que ser saudado por nós como algo extremamente relevante”.

Paulinho afirmou que a situação do governo não é tão boa e disse que os sindicatos ligados à Força deverão engrossar protestos. “As manifestações vão voltar antes da Copa e vão voltar muito forte. Nós vamos dar uma mão.”

Biografia: Aécio relembra Tancredo

O senador Aécio Neves relembra o desfecho da grande mobilização nacional ocorrida em abril de 1984.

Neto de Tancredo acompanhou todos os comícios pelo Brasil. “Foi o movimento mais sublime da política brasileira”, comentou.

Fonte: O Globo 

Personalidades relembram 30 anos do movimento Diretas Já

Em 25 de janeiro de 1984, comício reuniu 300 mil pessoas na Praça da Sé, em São Paulo

No aniversário de 30 anos de um dos maiores comícios do movimento Diretas Já, que aconteceu em 25 de janeiro de 1984 na Praça da Sé, em São Paulo, personagens que participaram da maior mobilização popular da História do Brasil relembraram a união da sociedade e de todas as correntes políticas divergentes em defesa da retomada dovoto direto para eleger o presidente da República. Como legado para o País, nesses 30 anos, apontam a consolidação incontestável das instituições democráticas e o fim das ameaças de ruptura da democracia. O desafio daqui para a frente, avaliam, é melhorar a qualidade da democracia, da representação popular e transformar a estabilidade democrática em instrumento de desenvolvimento social para os brasileiros que vivem em situação mais vulnerável.

São Paulo completava 430 anos naquela quarta-feira chuvosa do início de 1984. Mas o clima ruim não dispersou a multidão estimada em 300 mil pessoas que fora à Sé para ouvir discursos de opositores do regime militar. Uma celebração que nem o sistema de som precário esfriou o comício, que durou cerca de quatro horas.

No palanque, os ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, então senador e com 52 anos, e Luiz Inácio Lula da Silva, dirigente sindical na época com 38 anos, dividiam espaço com líderes oposicionistas como o presidente do PMDB Ulysses Guimarães (1916-1992), o governador do Rio, Leonel Brizola (1922-2004), do PDT, e o então prefeito da cidade, Mário Covas, do PMDB.

Fernando Henrique Cardoso destacou hoje ao GLOBO que, sem a mobilização popular, que teve sua alavanca no comício da Sé, dificilmente teria havido a “aceleração da mudança histórica que levou ao fim da ditadura militar no Brasil”.

— O vigor da enorme multidão nas ruas surpreendeu ate mesmo aos organizadores do movimento e assustou os donos do poder. Dai por diante o fim do autoritarismo era uma questão de tempo — disse.

ex-presidente Lula também exaltou hoje o movimento, que começava a tomar corpo naquele comício, e a importância da democracia.

— Nós precisamos aprender a valorizar a democracia, sobretudo os mais jovens, porque a democracia, em qualquer parte do mundo, foi conquistada a custa de muita luta, de muito sacrifício, de muita morte. A democracia não foi de graça em nenhum lugar do mundo — disse Lula.

Herdeiro político e testemunha ocular de todo o movimento, junto com o avô, o presidente Tancredo Neves, então do PMDB, o presidente nacional do PSDB e candidato a presidente da República Aécio Neves (MG), relembra o desfecho da grande mobilização nacional. Em abril de 1984 foi derrotada a Emenda Dante de Oliveira e Tancredo partiu para a disputa no Colégio Eleitoral, sendo eleito. Como secretário do avô, aos 20 e poucos anos, Aécio fazia a ponte entre Tancredo e as principais lideranças das Diretas JáUlysses Guimarães, um dos atores mais importantes; Teotônio Vilela, José RichaLeonel BrizolaFranco MontoroLula e Fernando Henrique Cardoso.

— Me lembro de tudo. Viajei com Tancredo para todos os comícios no País inteiro. Foi o movimento mais sublime da política brasileira. A palavra certa é grandeza. Não havia um projeto pessoal, muito diferente da política atual, em que o Brasil enfrenta uma tentativa perversa de dividir o País entre nós e eles, como se o fato de ser oposição nos tornasse menos patrióticos. Sinto saudade e reverência por aquele momento, onde lideranças com visões divergentes como LulaTancredo e Fernando Henrique se juntaram a Dante de Oliveira em torno de uma grande causa nacional — diz Aécio Neves.

Depois do comício da Sé, sucederam-se manifestações em diversas outras capitais do país, até culminar com os gigantescos atos da Candelária, a 10 de abril, no Rio de Janeiro, e o do Anhangabaú, a 16 de abril, novamente em São Paulo.

Com a derrota da Emenda Dante de Oliveira e a grande frustração nacional, relembra Aécio, o PMDB estava numa encruzilhada: continuava tentando aprovar uma outra emenda, ou lançava uma candidato ao Colégio Eleitoral, que na prática , continuava sendo uma eleição indireta, sem a participação do povo. Decidiu-se então que Tancredodisputaria o colégio eleitoral para derrotar os candidatos ligados á ditadura.

— A campanha da candidatura ao colégio eleitoral manteve a mobilização popular. Tancredo viajou o Brasil inteiro fazendo comícios para legitimar sua candidatura e ter o respaldo popular, o que aconteceu. No dia que foi eleito , no discurso disse que seria a última vez que o Brasil teria um presidente eleito por um colégio eleitoral e não pelo voto direto. E sua profecia se cumpriu — relembra Aécio.

Com 19 anos na época e já militando no movimento estudantil na Universidade Federal de Pernambuco, onde cursou Economia, o governador Eduardo Campos, candidato a presidente pelo PSB, diz que o movimento das Diretas Já foi uma inspiração para sua atuação no Diretório Acadêmico da UFPE. Lembra que mesmo sem as grandes massas do eixo Rio e São Paulo, Pernambuco foi o berço dos primeiros comícios, como o do dia 31 de março de 1983, no município de Abreu e Lima, e depois em Caruaru. Como Aécio, acompanhando o avô Miguel Arraes , participou dos grandes comícios pelo País afora.

— Com o movimento das Diretas e a participação maciça da sociedade, incorporamos os valores democráticos de modo indelével na vida brasileira, assumimos um compromisso visceral com a democracia. Desde então, nesses 30 anos, nunca mais tivemos ameaças de ruptura democrática, como na eleição de Juscelino. Isso passou a ser uma causa nacional que une todas as forças que tem responsabilidade no Brasil. Há divergências sobre muitas coisas, mas o compromisso com a defesa desses valores une a todos. Os setores reacionários hoje estão escondidos, envergonhados — diz Eduardo Campos.

O socialista avalia que a única semelhança com a participação popular das Diretas Já com as manifestações de agora, que começaram em junho do ano passado, é a busca da melhoria do País.

— Naquela época o movimento era puxado pelas lideranças políticas. Agora o movimento é autoral, todos e cada um procuram se representar, mas as circunstâncias históricas são difererentes. A semelhança é o desejo de melhorar o Brasil na saúde, educação, moradiatransporte e segurança — diz Eduardo Campos.

O senador Pedro Simon (PMDB-RS), um dos líderes do movimento pelas Diretas Já disse que naquele momento existiam duas instituições com força de partido: a Arena, o do “sim senhor” e o MDB, o do “sim”. Segundo ele, o Diretas Já não pode ser creditado a um grupo ou partido político, mas a toda sociedade brasileira.

— O movimento Diretas Já, se olhar toda a história do país, foi um momento único, realmente do povo, com a ideia da democracia. Não tem grandes fatos a serem comemorados em toda a nossa História. A República foi um golpe de estado, a abolição da escravatura foi uma assinatura da princesa Isabel — comparou ele.

Em 1970, contou, o MDB perdeu as eleições e por pouco não acabou. Mas em 1974 ele explodiu e foi crescendo, porém de forma desordenada, cada grupo defendia uma forma de atuar. Simon disse que preocupados com a situação, importantes lideranças do partido – Teotonio Vilela, Franco Montoro, Mário Covas, Ulysses Guimarães e Tancredo Neves — se reuniram no Rio Grande no Sul para discutir o problema.

O fato era que o partido era uma frente e o País vivia a ditadura, mas havia o sentimento de que era necessário garantir a dignidade.

MDB lança uma “Carta de Princípios”, com vários itens, sendo o principal deles a reivindicação “Diretas Já” em 1983. Foi adotada a emenda Dante de Oliveira (proposta de emenda Constitucional – PEC), disse, apesar de existirem várias outras tramitando no Congresso.

O movimento foi crescendo em todos os estados. E naquele 25 de janeiro de 1984, dia do aniversário de São Paulo, quando a prefeitura faz sempre festas populares, houve uma grande manifestação popular a favor das “Diretas Já”.

Para Pedro Simon, passados 30 anos daquele momento, um muito importante foi feita a Constituinte, mas que tem muitas coisas a serem aprimoradas.

— O grande equívoco da classe política é não fazer a regulamentação dos artigos mais importantes da Constituição, como o da fidelidade partidária e das reformas financeira e política — lamenta Simon.

Com grande atuação no movimento, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) lembra que, antes do comício do Anhangabaú, ainda em 1983, o Partido dos Trabalhadores havia organizado um evento em favor das eleições diretas na Praça Charles Müller, em frente ao estádio do Pacaembu, com mais de 30 mil pessoas.

— Dado o grande sucesso daquele evento, o PMDB e o então governador Franco Montoro decidiram se engajar na luta pelas diretas mais fortemente. O governador designou o secretário da Cultura, Jorge da Cunha Lima, para que junto com o representante do PTJosé Dirceu, pudessem promover com sucesso o comício da Sé, em 25 de janeiro. O governador achou interessante facilitar o acesso à praça da Sé, isentando as tarifas do metrô. Foi o maior comício até então e com enorme ânimo — disse o então deputado federal, que esteve no comício.

Suplicy lembra que, apesar de a emenda Dante de Oliveira não ter sido aprovada, a força que emanou das manifestações populares pelas Diretas Já acabou colaborando com a criação de eleições diretas para prefeitos, governadores e presidente no período até 1989.

— A força foi de tal ordem que se tornou inevitável adotarmos as eleições diretas nos anos seguintes, mesmo com a derrubada da emenda.

Para o senador petista, as manifestações de hoje são diferentes daquelas sobre em defesa das diretas ou das passeatas que resultaram na derrubada do ex-presidente Fernando Collor, em 1992.

— Essas duas grandes manifestações se caracterizaram pelo pacifismo, sem atos de violência e elas de alguma maneira tiveram efeitos muito importantes para a democratização do país. O que esses jovens de hoje podem refletir é que as mudanças surgem quando se tem manifestações muito fortes com legítimos anseios da população, sobretudo dos jovens, como a votação da reforma eleitoral e política ou a proibição das contribuições de pessoas jurídicas (a campanhas). Minha recomendação, que tenho feito aos manifestantes, inclusive black blocs e Anônymous, é seguir o exemplo de pessoas que conseguiram realizar grandes revoluções de forma pacífica, como Mahatma Ghandi eMartin Luther King.

* Por Maria Lima, Monica Tavares, Danilo Farielo, Márcia Abos e Ronaldo D’Ercole

Aécio prevê dificuldades para Dilma em Davos

Inflação: de acordo com o presidente nacional do PSDB, o Governo Dilma perdeu o controle da inflação.

Pesquisa do PSDB identifica aumento do custo da cesta básica

Fonte: Portal R7

Aécio diz que inflação está descontrolada e prevê dificuldades para Dilma em Davos

Presidenciável afirma que imagem do Brasil no exterior é ruim devido à política econômica

Aécio critica alta do preço dos alimentos durante o governo Dilma

O presidente do PSDB e possível candidato do partido à Presidência, senador Aécio Neves (MG), criticou nesta quinta-feira (23) o descontrole do governo Dilma sobre a inflação. Em entrevista à rádio do partido, Aécio também disse que a presidente vai enfrentar dificuldades no Fórum Econômico de Davos, na Suíça, onde Dilma discursa para empresários.

Para o tucano, “a grande verdade é que o governo da presidente Dilma perdeu, sim, o controle sobre a inflação e, infelizmente, a herança para o próximo governo será um crescimento extremamente baixo”.

— Nós fizemos, agora, uma pesquisa nacional e vimos que a cesta básica, em 18 capitais pesquisadas, cresceu entre 10% e 17%, como aconteceu, por exemplo, em Salvador. Isso é extremamente grave.

Aécio enfatizou que seu partido foi responsável pelo controle da inflação e afirmou que “a má condução da economia, a pouca transparência dos dados fiscais, a perda de credibilidade do Brasil junto a investidores, tudo isso vem contribuindo para que a inflação esteja fora de controle”.

O tucano afirmou também que Dilma vai enfrentar maus bocados quando discursar para empresários estrangeiros no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.

— A presidente encontrará em Davos analistas do mercado financeiro, analistas em economia do mundo inteiro, que percebem que no Brasil não há confiabilidade em relação aos números. Por isso, tem havido crescentemente uma diminuição dos investimentos, em uma hora em que eles seriam extremamente necessários para que o Brasil voltasse a crescer de forma mais digna do que vem crescendo até aqui nesses últimos anos.

Aécio destacou que o sentimento em relação ao Brasil hoje “é de um País que não cumpre seus compromissos, que não respeita contratos […], que gere de forma inadequada as suas empresas, e a Petrobras é o mais triste exemplo de uma empresa que perdeu quase 50% do seu valor de mercado nos últimos anos e se transformou na empresa não financeira mais endividada do mundo, exatamente no momento em que ela precisava ter recursos para fazer face aos gigantescos investimentos e desafios que tem pela frente”.

— Seria, a meu ver, muito mais adequado, muito mais produtivo, alguns sinais claros de transparência dos dados fiscais, de combate efetivo à inflação, de fortalecimento das agências reguladoras, sinalizando para o fim desse intervencionismo absurdo que ocorre em várias áreas. Essas ações em território nacional seriam muito mais efetivas, com resultados muito mais positivos para o Brasil do que uma simples visita e um simples discurso em Davos.

Fórum Econômico Mundial: Anastasia fala sobre gestão eficiente

Davos: governador de MG foi um dos destaques no painel sobre América Latina. Anastasia falou sobre inovação na administração pública.

Fórum Econômico Mundial

Fonte: Agência Minas

Anastasia aborda importância da inovação na gestão pública durante palestra em Davos

Painel no Fórum Econômico Mundial discute também a inserção da nova classe média nos mercados consumidores e a necessidade de reformas nos países da América Latina

O governador Antonio Anastasia foi um dos destaques do painel “O novo Contexto da América Latina”, realizado nesta quarta-feira (22) em Davos (Suíça), como parte da programação da 44ª Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum). Em sua palestra, Anastasia abordou o tema da inovação como fator de desenvolvimento, mencionando os avanços de Minas na área da governança, com a introdução do conceito da meritocracia na administração pública e a aferição da qualidade dos serviços públicos por meio do estabelecimento de metas e indicadores.

Outros participantes do painel foram o presidente do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), Enrique García Rodríguez, o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, o vice-presidente do Banco Itaú-Unibanco para a América Latina, Ricardo Villela Marino, e o prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, que também é candidato declarado à presidência da Argentina.

Após a participação no painel do Fórum Econômico Mundial, o governador Anastasia teve encontro reservado com o presidente internacional da PepsiCo Americas FoodBrian Cornell. Uma dos maiores produtores mundiais de alimentos e bebidas do mundo, a Pepsico vem expandindo sua presença em Minas, onde tem unidades em Sete Lagoas e Uberlândia. É detentor de marcas como Pepsi-Cola, Quacker, Tropicana e Gatorade. A PepsiCo foi criada em 1965, com a fusão das gigantes Pepsi-Cola e Frito-Lay.

Palestra em Davos

O tema geral do painel do Fórum Econômico Mundial, que teve a participação do governador de Minas, foi a questão da inserção da América Latina na economia global. Em sua intervenção, Anastasia ressaltou a necessidade da melhoria da governança como etapa prévia da melhoria dos serviços públicos e mencionou como exemplo as mudanças implementadas em Minas Gerais. Outras questões discutidas no painel foram a inserção da nova classe média nos mercados consumidores e a necessidade de reformas nos diversos países da América Latina, inclusive no Brasil.

Os painelistas responderem a perguntas da plateia, que se concentraram na necessidade de melhoria do ambiente de negócios no Brasil e em outros países da América Latina. A maior parte da assistência era formada por empresários, entre os quais o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, e o presidente do conglomerado canadense Bombardier (de produção de vagões ferroviários e aviões regionais), além de representantes da Coca-Cola Femsa, da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) e de ministros de Estado de diversos países da América Latina.

governador de Minas estava acompanhado da secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, e do secretário-Geral da Governadoria, Gustavo MagalhãesAnastasia foi o primeiro governador de Minas Gerais convidado para participar do Fórum Econômico Mundial, que, anualmente, reúne os grandes tomadores de decisões políticas e econômicas do mundo em Davos, na Suíça.