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Aécio Neves tem trabalhado para tornar Serra o vice na chapa do PSDB

De acordo com informações de tucanos, Aécio Neves tem trabalhado para tornar Serra o vice na chapa do PSDB. Com a estratégia, avaliam os aliados do mineiro, ele atrelaria Serra à campanha e teria chance concreta de conquistar o máximo de votos possíveis em São Paulo.

O maior desafio para Aecio Neves é justamente São Paulo. Em Minas Gerais, o tucano espera obter votação recorde. Se alcançar votação expressiva nos dois maiores colégios eleitorais do País, o PSDB garantiria a ida ao segundo turno, provavelmente contra a presidente Dilma Rousseff, líder nas pesquisas.

Mas, de acordo com informações de tucanos, as chances de a negociação prosperar são baixíssimas diante da resistência de José Serra, que esboçou forte reação contra a ideia ao ser abordado pela reportagem no plenário do Senado.

Contrariado, Serra assumiu de novo uma postura de candidato e, como tal, fez vários ataques ao governo de Dilma Rousseff. Reiterou que a situação no PSDB não está definida e que não abandonou a política, ao contrário do que muitos pensavam que aconteceria. Para aliados de Serra, apesar de a maioria do PSDB dar como certa a candidatura de Aécio Neves, ele permanecerá à espreita caso o mineiro desista de concorrer em 2014.

A rejeição à vice tem sido também incentivada pelo grupo serrista. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) disse que essa hipótese está descartada. “Posso garantir que o Serra não será vice. Isso não foi pensado, não foi negociado, não foi falado. Ele é candidato a presidente. E espera pelo momento da definição”, afirmou o senador, que ontem recebeu Serra em seu gabinete, ao jornal O Estado de S. Paulo.

Do lado de Aécio Neves – que controla os diretórios nacional e estaduais – busca-se uma saída para o impasse entre os dois. Com poucas condições de vê-lo na vice, o plano B seria convencer Serra a disputar o Senado ou a Câmara e, ao mesmo tempo, ser uma espécie de coordenador do programa de governo dos tucanos.

Pesquisa Sensus: Aécio é o candidato com mais chance de crescer

Pesquisa: Sensus mostra que entre os eleitores que conhecem os candidatos, a vantagem de Dilma diminui e quem mais cresce é Aécio.

Tucano é também o menos rejeitado entre os 2 mil eleitores pesquisados.

Eleições 2014

Dilma na frente e Aécio com menor rejeição

ELEIÇÕES

Pesquisa mostra petista em 1º, mas vantagem em relação ao tucano fica menor entre os que conhecem os candidatos

Se as eleições fossem hoje, a presidente Dilma Rousseff (PT) venceria os adversários em todos os cenários, segundo pesquisa do Instituto Sensus feita entre os dias 17 e 21 de outubro em 136 municípios de cinco regiões do Brasil. O levantamento mostra, porém, que entre os eleitores que de fato conhecem os candidatos, a vantagem da petista diminui e quem mais cresce é o senador Aécio Neves (PSDB). O tucano é também o menos rejeitado entre os 2 mil eleitores pesquisados. Nesse quesito, o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) seria a pior opção do partido, por apresentar rejeição de quase metade dos entrevistados.

No primeiro cenário pesquisado, Dilma teria 40,2%, contra 18% do senador Aécio Neves e 10,6% do governador de PernambucoEduardo Campos (PSB). Indecisos, votos brancos e nulos somaram 31,3%. A margem de erro do levantamento encomendado pelo PSDB é de 2,2%. Quando são avaliados os mesmos nomes, mas entre os 1.117 entrevistados que declararam conhecer os três, a preferência por Dilma cai para 33,5% e a por Aécio sobe para 19,2%. Já as intenções de voto em Eduardo Campos atingem 13,3%.

Quando a ex-senadora Marina Silva é o nome do PSBDilma tem 38,2% das intenções de voto, Marina 18,4% e Aécio 17,8%. Nesse cenário, entre os que declaram conhecê-los, Dilma cairia para 33,5%, Aécio subiria para 21,3% – uma diferença de 12,2 pontos percentuais – e Marina para 19,9%.

Se o nome do PDDB for José Serra, a presidente vence com 38,8% dos votos. Nesse cenário, o tucano paulista teria 18,6% e Eduardo Campos 13,3%. Considerando o conhecimento dos eleitores sobre os nomes, Dilma teria 32,5%, Campos 18,5 e Serra 18,1%. Ainda com Serra na disputa, mas contra Marina pelo PSBDilma teria 38,2% dos votos, seguida por Serra com 18,3% e a candidata do PSB com 18%.

Em um eventual segundo turno, Dilma também venceria, mas Aécio é o que tem o melhor desempenho no embate entre os adversários. Com o mineiro candidato, ele teria 27%, contra 45,2% da petista. Essa diferença cai quando são considerados apenas os que declaram conhecer os candidatos. Nesse caso, Dilma teria 41,7% contra 30,2% de Aécio – 11,5 pontos percentuais. Para o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, os dados da comparação entre conhecimento e voto são importantes pois mostram uma tendência de votação. “Hoje, a maior tendência, com o desenvolvimento do tempo e das campanhas , é termos um segundo turno entre Dilma e Aécio“, prevê.

Outro ponto importante que o PSDB deve observar, segundo o responsável pelo levantamento, são os índices de rejeição. Nesse critério, 47,4% dos entrevistados afirmaram que não votariam de modo algum em José Serra. Em seguida aparece Eduardo Campos, com rejeição de 39,7%, e Marina Silva, de 39,4%. Na ponta estão Dilma Rousseff, rejeitada por 36,1% e Aécio Neves, por 34,6%. ”A rejeição é um dos indicadores fundamentais da pesquisa, pois mostra um percentual do eleitorado que não votaria de jeito nenhum no candidato. Quem tem 40% ou mais está muito dificultoso no processo eleitoral”, afirmou Ricardo Guedes.

O pesquisador destacou que, além de SerraMarina e Eduardo Campos aparecem com percentuais próximos de 40%. “Quem tem entre 36% e 38% de rejeição é mais fácil, pois temos que, de 100% do eleitorado, 20% vão para branco, nulo ou abstenção. Os 80% restantes, se dividirmos por dois, dá 40%. Então, quem tem 40% ou mais não passa para o segundo turno”, explicou. O levantamento Sensus avaliou também as preferências partidárias. Preferem o PT 17,3% dos entrevistados e o PSDB 7,6%. Sobre o governo Dilma Rousseff, 39,4% consideram o resultado positivo e 38,1% regular. Para 20,8% a gestão da petista é considerada negativa.

Empate

senador Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma Rousseff (PT) estão empatados na preferência dos eleitores do Espírito Santo para a sucessão presidencial em 2014. Segundo levantamento feito pela empresa Enquet, de Vitória, e publicado pelo jornal A Tribuna, Dilma tem 26,8% das intenções de voto, contra 26,5% de Aécio, uma diferença de 0,3 ponto percentual. O terceiro colocado nesse cenário, o governador do Pernambuco Eduardo Campos (PSB), aparece com 12,4% . Outros 14,4% responderam que votariam nulo ou em branco e 19,9% não souberam ou não opinaram. Quando o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), é o candidato tucano, Dilma aparece no Espírito Santo com 27,5% contra 21,1% do rival. Nessa hipótese, Eduardo Campos tem 17,1%, brancos ou nulo 12,9% e não sabe ou não opinou 21,4%. Dilma apresenta também a maior rejeição naquele estado, com 40,1% dos entrevistados dizendo que não votariam nela. Foram ouvidas 1.400 pessoas. A margem de erro é 2,7% para mais ou para menos.

Conversa com os Mineiros: Aécio fortalece o diálogo

Conversa com os Mineiros: Aécio disse que vai conversar em todo país para apresentar aos brasileiros conjunto de ideias e propostas.

Conversa com os Mineiros: Aécio Presidente 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves abre encontro Conversa com Mineiros

“Estou extremamente otimista de que vamos ter, em Minas, mais quatro anos de governo sério e honrado. É bom para Minas, mas também estou seguro que, no plano nacional, o sentimento é de mudanças”, afirmou Aécio.

presidente do PSDBsenador Aécio Neves, deu início nesta segunda-feira (28/10), em Uberlândia (MG), aos encontros “Conversa com os Mineiros”, organizados pelo PSDB e dez partidos aliados no estado. Mais de 1.000 pessoas, 120 prefeitos, 45 deputados e 200 vereadores participaram do encontro. Aécio Neves falou sobre a importância de Minas Gerais estar unida em defesa dos avanços conquistados e em favor de uma nova agenda de mudanças para o Brasil.

Recebido por prefeitos, vereadores, filiados e apoiadores de toda região do Triângulo MineiroAécio Neves disse que vai conversar em todo país para apresentar aos brasileiros um conjunto de ideias e propostas para o futuro do país.

“Já estivemos no Nordeste há menos de dois meses atrás. Fizemos um grande encontro da região Sul do país, em Curitiba (PR), voltarei ao Rio Grande do Sul na semana que vem e vou depois à região Norte e ao Centro-Oeste. A partir daí estaremos prontos, acredito que na primeira quinzena de dezembro, para lançar não um programa de governo, mas as linhas gerais daquilo que vamos chamar de agenda para o futuro”, afirmou Aécio.

Recebido pela presidente da Cooperativa de Catadores de Papel de Itaúna (MG), Madalena Duarte, o senador disse que a agenda do PSDB reunirá propostas para superação dos problemas que há mais de dez anos ainda permanecem sem solução pelo governo federal. Entre eles, o analfabetismo e as dificuldades das escolas públicas, o mau atendimento na área da saúde e a falta de oportunidades para os jovens.

“As principais ações e propostas serão aquelas que, na nossa visão, vão dar rapidamente condições para que o Brasil volte a crescer de forma digna para todos os brasileiros. Vamos mostrar muito o que fizemos em Minas Gerais, estado que tem hoje a melhor educação fundamental do Brasil e o melhor atendimento de saúde do Sudeste. São conquistas de governos sérios, que sabem trabalhar. E é disso que o país precisa”, disse Aécio Neves, aplaudido.

Minas unida

O governador Antonio Anastasia e seu vice, Alberto Pinto Coelho, o presidente do PSDB-MGdeputado federal Marcus Pestana, o presidente do ITV- MGPimenta da Veiga e as principais lideranças tucanas em Minas foram recebidos com entusiasmo em Uberlândia.

Por meio do Conversa com os Mineiros, a população poderá debater ideias e conhecer propostas do senador Aécio, do governador Anastasia, prefeitos e lideranças do Estado.

“Reunimos aqui as lideranças políticas dos partidos que, desde 2002, vêm dando sustentação a esse projeto transformador que hoje é conduzido em Minas, com extrema eficiência, pelo governador Anastasia. Está na hora, sim, de começarmos a definir nossas bandeiras, conversarmos com as várias regiões do Estado. Estou extremamente otimista de que vamos ter, em Minas Gerais, mais quatro anos de governo sério, de governo honrado. É bom para Minas, mas também estou seguro que, no plano nacional o sentimento é de mudanças”, afirmou Aécio em seu discurso.

Conversa com Mineiros: o papel histórico de MG para o país

Conversa com Mineiros: Marcus Pestana lembrou que partiu de Minas muitas das principais decisões que marcaram a história do país.

Conversa com Mineiros: Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Lideranças tucanas ressaltam papel histórico de Minas para o país

Durante o primeiro encontro “Conversa com os Mineiros”, parlamentares e lideranças do PSDB-MG afirmam que estado sempre foi protagonista e que sempre respondeu à altura o chamado do país

Lideranças políticas do PSDB-MG e de mais dez partidos aliados (DEM, PPS, PDT, PP, PR, PSB, PTdoB, PV, PTB e Solidariedade) iniciaram nesta segunda-feira (28/10), em Uberlândia (Triângulo Mineiro), a série de encontros “Conversa com os Mineiros“. O encontro reuniu mais de 1.000 pessoas, entre parlamentares, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos do Triângulo e outras regiões do Estado.
Durante o encontro, as lideranças ressaltaram o papel de Minas Gerais  na história do país. O presidente do PSDB de Minas Geraisdeputado federal Marcus Pestana,  lembrou que partiu de Minas Gerais muitas das principais decisões políticas que marcaram a história do país.

“As grandes transformações se iniciaram em Minas. O sentimento da soberania nacional, da independência, surgiu com Tiradentes em Minas. A defesa da democracia contra o Estado Novo autoritário, surgiu com o Manifesto dos Mineiros em 1943. Foi Juscelino quem lançou a base da modernização da industrialização do Brasil. E partiu de Minas. Também foi Itamar Franco que fez a estabilização, a partir de Minas. Tancredo foi grande líder da transição democrático e nos deu como herança este longo período de liberdade”, disse.

Novo tempo                               
 
O governador Antonio Anastasia ressaltou que é chegada a hora de Minas ser novamente protagonista de um tempo para o Brasil.

“É hora de Minas unida e firme mostrar ao Brasil que temos a oferecer o que há de melhor. Vamos oferecer ao governo federal as melhores práticas, os melhores instrumentos para melhor governar o país”, disse o governador.

Ao lado do ex-governador Rondon Pacheco, Anastasia destacou a parceria entre o PSDB e os partidos aliados e afirmou que os mineiros de todas as regiões estarão unidos para contribuir para a construção de uma nova agenda para o país, que beneficiará todos os brasileiros.

“Não estamos aqui só com a representação do Triângulo e das regiões mais próximas. Está aqui o espírito de Minas. O sentimento mineiro mais firme. A alma cívica de nosso Estado que quando convocada sabe responder à altura aos anseios de todos os brasileiros”, disse.

Minas mostra avanços sociais

A série de encontros regionais Conversa com os Mineiros, segundo Marcus Pestana, serão fundamentais para a população apresentar ideias que o PSDB propõe para o país. Também contribuirão para mostrar mostrar os avanços sociais promovidos por Aécio Neves e Antonio Anastasia em Minas Gerais, hoje referência para todo o país.

“Iniciamos uma nova caminhada que terá uma longa travessiaAécio e Anastasia plantaram sementes sólidas e sua capacidade empreendedora dos dois mudou o perfil de Minas Gerais com grandes avanços sociais. Aécio está se dispondo ser a ferramenta das mudanças que o Brasil precisa. As coisas não vão bem no país. Vamos percorrer todas as regiões de Minas para conversar com a sociedade. Vamos arregaçar as mangas e vamos mudar o Brasil’, disse.

No dia 18 de novembro, a Conversa com os Mineiros reunirá lideranças tucanas e aliadas do Sul de Minas, em Poços de Caldas, e, no dia 2 de dezembro, do Norte de Minas, em Montes Claros.

O presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV-MG), Pimenta da Veiga, também ressaltou a importância de Minas e de sua responsabilidade com os caminhos do país.

“Esse nosso movimento vai percorrer o estado e contagiar todo o povo brasileiro. Estamos dando aqui hoje os primeiros passos para renovar a política brasileira”, afirmou para os mais de 120 prefeitos presentes no evento em Uberlândia e que acontecerá, ainda este ano, em Poços de Caldas (18 de novembro) e Montes Claros (2 de dezembro).

O encontro de Uberlândia reuniu 120 prefeitos, 200 vereadores e 45 deputados estaduais e federais de 11 partidos.

Participaram também do primeiro encontro “Conversa com os Mineiros” em Uberlândia caravanas do PSDB Mulher, Juventude Tucana, PSDB Sindical e Tucanafro. Estavam presentes o vice-governador Alberto Pinto Coelho, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Dinis Pinheiro (PP).

Participaram também os deputado federais tucanos Eduardo AzeredoDomingos SávioPaulo Abi-Ackel e Narcio Rodrigues (licenciado), além dos estaduais Carlos Mosconi, Dalmo Ribeiro, Leonardo Moreira e Luiz Humberto Carneiro, que discursou em nome dos deputados estaduais presentes.

Conversa com os Mineiros: Aécio defende fábrica de amônia

Conversa com Mineiros: Aécio lembrou que fábrica será viabilizada em razão dos esforços feitos pelo governo de Minas nos últimos anos.

Conversa com os Mineiros: desenvolvimento

Aécio confiante em instalação da fábrica de amônia em Uberaba

Senador participou de Conversa com os Mineiros, evento da base aliada em Minas realizado no Triângulo Mineiro

presidente do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta segunda-feira (28/10), estar convencido de que a fábrica de amônia será construída em Uberaba, no Triângulo Mineiro. A declaração foi dada em entrevista coletiva após o evento Conversa com os Mineiros, em Uberlândia, que contou com a presença do governador Antonio Anastasia e de lideranças do PSDB e de dez partidos aliados no Estado.

Aécio Neves lembrou que a fábrica de amônia será viabilizada em razão dos esforços feitos pelo governo de Minas nos últimos anos e afirmou estar confiante no entendimento entre os governadores Anastasia e Geraldo Alckmin, de São Paulo, para construção do gasoduto que ligará o interior de São Paulo ao Triângulo Mineiro, permitindo a instalação da fábrica.

“Foi uma negociação ampla conduzida por nós. O governo federal demorou muito a dar esta autorização e espero que possamos, em um entendimento de alto nível, do governador Anastasia e do governador Alckmin, ter rapidamente o anúncio do início da construção da fábrica. O importante é voltar ao passado e lembrar: só está sendo viabilizada essa fábrica porque o governo de Minas assumiu o compromisso com a construção do gasoduto. Achava inclusive que poderia ser feito pela própria Petrobras. Assumi esse compromisso, o governador Anastasia está honrando, e por isso estou convencido que a fábrica de amônia vem para Uberaba”, afirmou.

Histórico

Petrobras para instalação da fábrica foram iniciadas no governo Aécio Neves. A construção do gasoduto, no entanto, dependia de autorização do Ministério das Minas e Energia e da Agência Nacional de Petróleo, decidida apenas em julho passado.
A fábrica em Minas possibilitará o fornecimento de amônia para ambos os estados, mas também para Goiás, Mato Grosso e Tocantins. Como o gasoduto será feito pela empresa estatal mineira Cemig, sua construção depende de acordo entre os governos estaduais.

“Esta negociação para o gasoduto começou no meu governo, em 2008 e 2009, com objeção forte da Petrobras. Faço aqui uma homenagem ao ex-presidente José Alencar, que foi importante para que esta decisão fosse tomada. Mas só foi tomada porque assumi o compromisso, e o governador Anastasia está honrando, de a Cemig participar da construção do gasoduto. Se não, não teríamos sequer a possibilidade da fábrica de amônia vir para Uberaba”, afirmou Aécio Neves.

Conversa com os Mineiros: Aécio abre canal de comunicação

Conversa com os Mineiros: painel percorrerá Minas e será mais um canal para captar sugestões e mensagens ao senador Aécio Neves.

Mineiros: Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Quem muda o Brasil é Você: Participantes do “Conversa com os Mineiros” deixam mensagens e sugestões em painel

Durante o encontro Conversa com os Mineiros, em Uberlândia, chamou a atenção um grande painel da bandeira de Minas Gerais. Com os dizeres “Quem muda o Brasil é você“, no lugar da frase símbolo ‘Libertas Quae Sera Tamem”, o painel recebeu frases de militantes e lideranças políticas da região presentes no encontro.

O painel percorrerá todas regiões de Minas e será mais um canal para que as pessoas enviem sugestões e mensagens ao senador Aécio Nevespresidente nacional do PSDB.

presidente da Juventude do PSDB de Belo Horizonte, Reinaldo Belli, fez questão de ser um dos primeiros a deixar uma mensagem ao senador. Grande admirador do trabalho realizado por Aécio Neves em prol da juventude mineira durante as suas duas administrações no governo do estado (2003-2010), Reinaldo quer que todos os jovens brasileiros também sejam beneficiados com os programas criados por Aécio e que tiveram continuidade na administração Anastasia.

“O Brasil precisa conhecer os programas inovadores de Minas para os jovens, como o Valores de Minas, o Plug Minas e o Poupança JovemFica Vivo! só para citar alguns”, disse o presidente dos jovens tucanos da capital.

Poupança Jovem, Fica Vivo!, Plug Minas e Valores de Minas são programas do Governo de Minas voltados para jovens de comunidades carentes e escolas públicas de Minas Gerais. Foram implantados pelo ex-governador Aécio Neves e são mantidos pelo governador Antonio Anastasia.

Conversa com os Mineiros

Conversa com os Mineiros é realizado pelo PSDB e dez partidos aliados e consiste em uma série de encontros regionais com o senador Aécio Nevespresidente do PSDB, e o governador Antonio Anastasia, além de parlamentares e lideranças regionais.

Por meio do Conversa com os Mineiros, a sociedade poderá apresentar e debater ideias para construir uma agenda de futuro para Minas e o Brasil.

Em Uberlândia, no Triângulo, aconteceu o primeiro encontro nesta segunda-feira (28/10). Outros dois acontecerão ainda este ano: em Poços de Caldas (Sul de Minas), no dia 18 de novembro, e em Montes Claros (Norte), no dia 2 de dezembro.

Aécio: PSDB lançará agenda com os desafios do Brasil

Aécio: “O PT não inovou. Na verdade, enquanto acompanhou a agenda do PSDB, veio bem. Depois que a abandonou as coisas pioraram”, criticou.

Eleições 2014

Aécio prepara plano de governo

Eleições

Aécio prepara plano de governo

Com ataques ao PT, presidente do PSDB anuncia para dezembro divulgação das propostas para 2014. Em encontro com líderes paulistas, ele disse que a federação foi destroçada

Alessandra Mello

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente do PSDB nacional e pré-candidato do partido à Presidência da República, anunciou ontem em Presidente Prudente, interior de São Paulo, que o partido vai lançar até dezembro uma agenda com propostas e desafios para o Brasil, uma espécie de prévia do plano de governo da legenda para 2014. Segundo ele, o PT, desde que assumiu o governo, não inovou e adotou as mesmas propostas dos anos do governo Fernando Henrique Cardoso.

“A agenda que está hoje em curso no Brasil foi a proposta pelo PSDB lá atrás, a agenda da estabilidade monetária, da lei de responsabilidade fiscal, dos programas de transferência de renda, da modernização da nossa economia, com a privatização de determinados setores. O PT não inovou, não trouxe uma nova agenda. Na verdade, enquanto acompanhou a do PSDB, veio bem. Depois que a abandonou, sobretudo do ponto de vista macroeconômico, as coisas começaram a piorar”, criticou o senador, que desde anteontem participa em São Paulo de encontros com prefeitos e lideranças.

Para o tucano, nenhuma das grandes questões da agenda da federação foram enfrentadas pelo atual governo. ”Seja o aumento do percentual do fundo de participação, seja o impedimento de desonerações que afetem as receitas dos estados e municípios ou o fim da tributação do Pasep, por exemplo”. Aécio disse que as propostas para o Brasil serão discutidas com lideranças de todas as regiões do país, com o objetivo de apontar os investimentos necessários e a maneira de “financiar melhor as ações sociais do governo” e novas opções “para garantir geração de empregos de melhor qualidade”.

O senador disse que o Brasil precisa construir uma proposta que passe pelo fortalecimento dos municípios e dos estados, pois, segundo ele, a “federação foi destroçada ao longo dos últimos anos”. Para ele, é necessário “maior generosidade” no financiamento da saúde pública, da segurança e da educação. “Onde as pessoas qualificadas ocupem os postos de governo, onde haja uma parceria transparente com o setor privado ao alavancar obras de infraestrutura, onde haja uma reinserção do Brasil nas cadeias globais de produção”. Aécio defendeu ainda políticas para a superação efetiva da pobreza. “E não apenas administração da pobreza, como parece querer o PT“, criticou.

Candidatura. Sobre a candidatura tucana ao Palácio do Planalto, pleiteada também pelo ex-governador José Serra, o presidente do PSDB disse que no momento certo o partido vai definir aquele que irá empunhar a bandeira do partido na disputa. “Não adianta ter uma candidatura se não tiver propostas claras, se as pessoas olharem para o partido e não identificarem nele uma alternativa melhor do que esta que está aí. Acho extremamente positivo que Serra esteja no quadro do PSDB pela sua qualificação. Fiz um esforço pessoal para que abandonasse sua saída do partido”, afirmou.

Aécio afirmou que é hora de o partido voltar ao governo. “Está na hora, em benefício do Brasil, de encerrarmos esse ciclo de desgoverno do PT e iniciar um outro de eficiência e responsabilidade para com todas as conquistas que obtivemos até aqui. A grande verdade é que a herança bendita do governo do PSDB está se exaurindo. É preciso novamente um governo do PSDB“, defendeu.

Amanhã, Aécio estará em Uberlândia, para iniciar a série de encontros Conversa com os mineiros, reunindo o PSDB e 10 partidos aliados. O  governador Antonio Anastasia participa também.

Aécio afirma gestão do PT é “software pirata”

Aécio: “O longo aprendizado do PT, que demonizou as privatizações e concessões por muito tempo, custou muito caro ao Brasil”, criticou.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Para Aécio, governo é um ‘software pirata’

Presidente do PSDB usa o termo ao comparar atual gestão com a dos tucanos

presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves, comparou ontem o governo da presidente Dilma Rousseff a um “software pirata” e disse, em discurso a políticos e militantes do partido no interior de São Paulo, que é hora de o “software original” voltar a governar o país. O mineiro usou a analogia ao criticar o modelo de privatizações adotado pelo PT no governo federal.

– O longo aprendizado do PT, que demonizou as privatizações e concessões por muito tempo, custou muito caro ao Brasil. Eu vejo quase um software pirata hoje sendo executado pelo governo federal. Está na hora de o software original assumir o Brasil – disse Aécio, que participou de um encontro com políticos do PSDB .

Repetindo um antigo discurso do partido, o senador defendeu que os avanços obtidos pelas gestões do expresidente Lula e da presidente Dilma somente foram possíveis graças ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Aécio disse que FH deveria ser o convidado de honra da festa de comemoração dos 10 anos do Bolsa Família.

Mais cedo, Aécio defendeu que o PSDB escolha até março o candidato do partido à Presidência da República. Ele também manifestou preferência de que a vaga de vice seja dada a algum partido aliado, em vez de uma chapa pura.

Segundo o senador, o partido apresentará na primeira quinzena de dezembro um plano de governo para o país, com diretrizes e propostas para áreas importantes como economiaeducaçãosaúde e infraestrutura.

A partir daí, será dado início, em janeiro, às discussões sobre o nome do candidato que disputará a próxima eleição.

– A maior das artes da política é administrar o tempo. Uma decisão correta no tempo errado não traz o resultado adequado. Você não pode e nem deve antecipar decisões sem necessidade. Mas também não pode se permitir ser engolido pelo tempo – afirmou Aécio.

Embora já haja uma disputa interna em curso no partido pela vaga de presidenciável – o ex-governador José Serra também viaja pelo país para tentar viabilizar-se como candidato -, o senador disse que a decisão deve ser tomada com “naturalidade”.

– Definir quais são essas propostas e qual é essa nova agenda precede a definição de uma candidatura. O que posso garantir é que essa escolha (do candidato a presidente) acontecerá com muita naturalidade e, acredito, nos primeiros meses de 2014. Acho que, no máximo, até março devemos ter uma decisão tomada. Não precisa ser antes – completou.

Aécio não falou diretamente sobre prévias para a escolha do candidato. Mas, para não acirrar o clima de enfrentamento com o ex-governador paulista, fez um discurso cuidadoso. Ele disse que se empenhou pessoalmente para que Serra não deixasse o PSDBSerra passou alguns meses neste ano conversando com lideranças do PPS sobre uma eventual candidatura dele à sucessão federal pela sigla.

Aécio: consenso das fragilidades, coluna Folha

Aécio: “A má gestão dos recursos públicos tem impacto importante nos males que afligem a economia do Brasi”, comentou.

Governo Dilma: Gestão Pública Deficiente

Fonte: Folha de S.Paulo 

Consenso

Coluna de Aécio Neves 

Mais uma vez não foi diferente. O governo federal reagiu com desdém aos relatórios divulgados na última semana pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), carregados de advertências sobre a equivocada condução da política econômica em vigência no país, como já vinham apontando as agências internacionais de risco.

Essas análises, delineando um cenário de dificuldades e incertezas à frente, apenas reproduzem os alertas de muitos brasileiros –e não apenas das oposições. Sem respostas para os problemas, a estratégia oficial é a de sempre: desqualificar a crítica e o interlocutor, como se estivesse em curso um verdadeiro complô contra o governo.

Trata-se da contumaz terceirização de responsabilidade pelos problemas, que parecem nunca estar na órbita de quem tem o dever de decidir e governar. A verdade é que o discurso otimista das autoridades econômicas não corresponde aos fatos descritos com riqueza de detalhes nos relatórios e muito menos nos indicadores daeconomia brasileira.

A principal e mais grave conclusão é a crescente deterioração das contas públicas e a utilização de recursos que ficaram conhecidos como “contabilidade criativa“, cuja face mais visível é a promiscuidade das relações entre Tesouro Nacional, bancos públicos e empresas estatais, no processo de fechamento de resultados fiscais sem transparência e descolados da realidade.

Em vez de imaginar conspirações fantasiosas e inimigos invisíveis, melhor seria que se reconhecesse a existência dos problemas. Afinal, não haverá solução para distorções e falhas graves como as atuais se, na órbita do governo, elas simplesmente não existem.

A responsabilidade pela crônica falta de planejamento governamental ou disfarçada leniência com a farra dos gastos públicos e os desperdícios em série são intransferíveis.

Não há como tapar o sol com a peneira –há um indiscutível consenso formado entre especialistas brasileiros e estrangeiros em relação às fragilidades do cenário econômico e as desconfianças geradas pela ação do governo em áreas diversas.

má gestão dos recursos públicos tem impacto importante nos males que afligem a economia do Brasil, como inflação elevada, a escalada das taxas de juros, o baixo nível de investimentos, o fracasso do programa de concessões de obras de infraestrutura e, como consequência desta sinergia, o baixo crescimento.

É fundamental que tenhamos a compreensão do momento delicado porque passa o país e das decisões que estão sendo tomadas, tanto quanto daquelas que estão sendo adiadas. Ambas terão papel decisivo na vida dos brasileiros, nos próximos anos.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio afirma que mudança do indexador da dívida fortalece Federação

Aécio: para o senador é apenas o primeiro passo para que estados e municípios readquiram capacidade de investimento.

Fortalecimento da Federação

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves: mudança nos juros cobrados pelo governo federal de estados e municípios é primeiro passo para fortalecimento da Federação

Senador alerta para a necessidade de retomada de investimentos fundamentais para a população

senador Aécio Neves afirmou, nesta quinta-feira (24/10), que a mudança do indexador usado para correção da dívida de estados e municípios junto à União é apenas o primeiro passo para que estados e municípios readquiram a capacidade de investimento em áreas essenciais à população, como saúde, educaçãosaneamento e transportes.

Na noite de quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar que muda o indexador utilizado hoje na correção das dívidas e que obriga estados e municípios a pagarem juros maiores que os praticados pelo próprio governo federal e pelas empresas atendidas pelos bancos públicos. O novo indexador será a taxa SELIC ou o IPCA, o que for menor, mais 4% ao ano. Atualmente, a dívida dos estados e municípios é corrigida pelo IGP-DI mais juros de 6,5% a 9% ao ano. A mudança será retroativa e ainda precisa ser aprovada pelo Senado Federal.

Entre 2001 e 2010, prefeitos e governadores pagaram ao governo federal R$ 199,8 bilhões. Apesar disso, a dívida de municípios e estados com a União saltou de R$ 439,8 bilhões, mais que o dobro do valor original. Aécio Neves lembrou que, nos últimos anos, o governo federal passou a conceder empréstimos a empresas privadas a juros mais baixos que os cobrados de estados e municípios brasileiros.

“A proposta aprovada na Câmara dos Deputados é apenas um pequeno e ainda tímido passo na direção daquilo que temos defendido ao longo de anos: a repactuação, a refundação da Federação. É positiva essa medida, mas precisamos dar outros passos vigorosos para que municípios e estados readquiram eles próprios as condições de atender suas demandas”, afirmou.

Aécio Neves alertou também para o enfraquecimento da autonomia dos estados e municípios em razão da concentração de recursos públicos nas mãos do governo federal. O debate de um novo pacto federativo para o país, com uma distribuição mais justa de recursos tem sido uma das bandeiras defendidas por Aécio desde que assumiu o governo de Minas, em 2003.

“Vivemos no Brasil um presidencialismo quase imperial, com uma concentração abusiva cada vez maior de recursos nas mãos da União. E, ao longo de todo esse período de governo do PT, as empresas privadas pegavam empréstimos no BNDES a juros subsidiados muito mais baixos que os estados pagavam à União. Essa correção começa a ocorrer agora, mas não pode ser o último passo. Vamos continuar trabalhando no Congresso Nacional para que municípios e estados possam readquirir condições de planejar e enfrentar as enormes dificuldades que tem hoje”, disse Aécio.

Entenda a mudança no indexador da dívida dos estados e municípios: 

Como é hoje: Os contratos são corrigidos com base no IGP-DI, mais um percentual que varia de 6% a 9% ao ano. Os juros altos pagos reduzem o volume de investimentos de estados e municípios.

Como vai ficar: A partir de janeiro de 2013, a correção passa a ser feita pela taxa Selic ou o IPCA, o que for menor, mais 4% ao ano.