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E os 21 pontos de Aécio Neves?

Tirante os nove foras da pesquisa Datafolha somar 101% nos índices de Dilma Rousseff, Aécio Neves, Eduardo Campos, brancos, nulos e indecisos, chamou-e a atenção o desempenho do pre-candidato tucano num quadro que se esperava uma disparada da nova dupla dinâmica da política nacional.

Queridinhos de boa parte da mídia, Marina Silva e Eduardo Campos dominaram a semana depois de juntarem os trapos partidários e anunciarem a aliança como uma boa nova no ar rarefeito da política nacional, irrespirável com a podridão moral e ética de mais de uma década de PT no poder.

Os dados do instituto do Grupo Folha ganharam as manchetes do sábado distinguindo o favoritismo de Dilma num quadro sem José Serra e sem Marina, que individualmente – de acordo com aferições alternativas, dariam mais competitividade ao pleito de 2014.

Mas, mesmo assim, com a petista vencendo já no primeiro turno, as reportagens destacaram os dados do governador de Pernambuco, agora saindo dos 4 pontos que tinha para os 15 atuais, frutos do balanço da Rede clandestina da líder amazona. E em nenhum momento, pelo menos até o instante em que eu digitava isso aqui, nenhum analista apareceu para comentar os 21 pontos de Aecio Neves.

Para quem guarda dados de pesquisas, sabe muito bem que o senador mineiro tinha 13% na última sondagem do Datafolha, que colocou Marina Silva na segunda posição e com o status de única adversária robusta de Dilma, como aliás quase foi na eleição de 2010, quando amealhou vinte milhões de votos, não fosse a força de Serra e do PSDB.

Durante vários dias, a imprensa bateu na mesma tecla do enfraquecimento de Aécio diante do namoro Marina/Eduardo, tratando a aliança Rede/PSB como um fato renovador na política do país.

De repente, sai uma nova rodada do Datafolha e Aécio Neves salta para mais de 20 pontos, sem ter feito qualquer esforço maior, a não ser casar discretamente em terras cariocas e aparecer em rápidos comerciais televisivos.

Nas inserções na TV, o tucano tem chamado o telespectador para conversar. Se eu fosse ele, chamaria agora os analistas políticos e estatísticos para uma conversinha sobre seu crescimento na pesquisa.

Porque já houve muita conversa exagerada com Eduardo Campos, né mesmo? E não é possível, em nome da frieza e da imparcialidade das análises, que um só analista não tenha algo a declarar sobre os pontos de Aécio Neves na nova pesquisa.