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Sinal amarelo para a costura entre os partidos de Aécio Neves e Campos

O PSDB já pensa em reavaliar a possibilidade de ceder palanques para a chapa do PSB em São Paulo e Minas Gerais, como vinha sendo articulado entre o governador de Pernambuco e o senador Aécio Neves (MG), provável candidato ao Planalto em 2014.

Por sua vez, o PSB paulista quer uma sinalização mais clara de que terá a vice na chapa do governador Geraldo Alckmin (PSDB), abrindo o palanque no Estado para o pernambucano, ou ameaça apoiar outras siglas ou ter candidato próprio.

O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), levantou o alerta sobre a costura entre os partidos de Aécio Neves e Campos.

— Temos de avaliar essa questão muito bem. Somos governo nos dois Estados, os dois maiores colégios eleitorais do País. Ceder o palanque representa ganho de 100% para eles [PSB e Rede] e zero para nós.

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A declaração de Sampaio mostra a preocupação do PSDB com a força que a aliança entre Campos e Marina pode ganhar daqui para a frente.

Pouco conhecido do eleitor brasileiro, o governador de Pernambuco pode aparecer como o novo na próxima campanha, principalmente com a ex-ministra a seu lado dizendo que dele recebeu abrigo quando não pôde criar a Rede Sustentabilidade.

Além disso, o fortalecimento da chapa coloca o PSB como potencial adversário do PSDB na atração por aliados e, consequentemente, tempo de TV. O partido de Aecio Neves negocia aliança nacional com PPS, Solidariedade e DEM.

Sampaio avaliou que “isso nos torna muito fortes, enquanto a ida de Marina para o PSB não acrescenta nada em termos de tempo na TV”.

O PSB sabe disso e também conversa com o PPS, além de PSD, PDT, PP e DEM. Alguns líderes do antigo PFL, como o ex-senador Heráclito Fortes (PI) e o grupo do ex-senador Jorge Bornhausen (SC), migraram para o PSB e o líder do partido na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), é favorável à aliança.