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Aecio Neves fala que parceria de Campos e Marina ressalta fragilidade no modelo atual de gestão

Aécio repetiu a afirmação que fizera em entrevista ao Estado em fevereiro deste ano, bem antes de a dobradinha de Marina com Campos ser cogitada no meio político: “Ambos vieram das costelas do PT”. Portanto, frisou o tucano, a união mostra a fragilidade do projeto petista.

Segundo Aécio Neves, presidente do PSDB, pesquisas apontam que 60% dos brasileiros não querem votar novamente na Dilma, “fato que torna um campo fértil para a construção de um projeto alternativo de oposição”.

Para 2014. Aécio disse não está nos seus planos sair candidato a vice-presidente. Segundo ele, as chapas serão resolvidas a partir de abril, incluindo a própria candidatura do PSDB. “Até lá, teremos de gastar muita sola de sapato pelo Brasil, incluindo fóruns internacionais para falarmos com investidores, que cada vez mais estão se afastando do Brasil. Haja visto os leilões vazios para concessões do setor rodoviário e pré-sal, como reflexo da atuação do atual governo. Temos de ver o setor privado como parceiro, não como inimigo.”

Aecio Neves, presidente PSDB,  palestrou ainda esta semana na abertura da XIV Brasil CEO Conference 2013, em Nova York, confiram trechos da palestra do mineiro. “Trago à reflexão um pouco do Brasil do nosso tempo. Nossos avanços, nossas angústias, mais em especial os desafios que ainda temos de superar.

Com avanços inquestionáveis, mas também com déficits muito grandes, o Brasil se aproxima de uma nova encruzilhada, entre o nítido esgotamento do atual modelo de desenvolvimento e a necessidade da implementação de uma nova agenda, agora também reclamada pelas ruas do Brasil. Certamente os senhores e as senhoras acompanharam as manifestações populares recentes que tomaram conta das ruas das principais cidades brasileiras.

E, diferente da Primavera Árabe, do Occupy Wall Street ou mesmo dos Indignados da Espanha, houve o transbordamento da tolerância dos brasileiros com omissões do governo e problemas estruturais que permanentemente têm sido adiados.

A partir daí, também, em razão do emblemático processo que ficou conhecido no Brasil como Mensalão, onde a mais alta Corte de Justiça puniu e condenou alguns dos principais líderes do partido atualmente no poder, em razão de desvios de recursos públicos, usados para sustentar sua base no Congresso. Houve uma conjunção de todos esses fatores.