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Aecio Neves discursa sobre desempenho do agronegócio

Em nota divulgada na Folha de São Paulo, o atual presidente do PSDB, Aécio Neves, que vem de uma família com vasta biografia política deu seu parecer sobre o que presenciou na cidade de Sorriso no Mato Grosso. Confiram alguns trechos da coluna de Aecio Neves, que conta com 30 ano de dedicação à vida pública em sua biografia:

 

Semana passada vi de perto, dessa vez na cidade de Sorriso (MT) –considerada a capital nacional do agronegócio e nosso maior produtor individual de soja–, exemplos práticos das contradições que comprometem o desempenho da nossa economia.

 

Ao mesmo tempo em que nos orgulham os ganhos formidáveis de produtividade no campo, é desoladora a descrença dos produtores na capacidade do governo federal de prover investimentos mínimos, em logística e em infraestrutura, que garantam menores custos e maior competitividade no momento de escoar a produção.

 

A frustração é de tal ordem que ouvi de muitos deles o desejo de plantar menos, já na próxima safra, por não haver sequer condições adequadas de armazenagem.

 

Com o crescimento do PIB projetado ao redor de apenas 2% ao ano, o setor rural resiste de forma heroica e produz resultados que devem ser reconhecidos e saudados pelos brasileiros: no segundo trimestre, em comparação com o primeiro, o PIB agropecuário cresceu mais que o dobro do PIB. O crescimento foi de 14,7% no primeiro semestre, se comparado com o mesmo período de 2012, enquanto o setor de serviços cresceu 2,1% e a indústria, 0,8%.

 

A grande performance reflete as transformações ocorridas quando a estabilização da economia decretou o fim do uso especulativo da terra e inaugurou a fase da busca pela eficiência na produção.

 

É notável, desde então, a crescente utilização de novas tecnologias e métodos de manejo, tornando produtivo e eficiente o setor, da porteira para dentro.

 

As dificuldades a serem superadas estão da porteira para fora e são as mesmas que outros setores enfrentam. O Programa de Investimento em Logística acaba de completar um ano sem realizar nem sequer um leilão para obras em rodovias, ferrovias e portos.

Oposição ataca encontro entre os pré-candidatos à presidência da República, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB)

Na avaliação de um integrante da base aliada da presidenta Dilma, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, os dois partidos divergem, mostrando que estão, definitivamente, em lados diametralmente opostos. Tanto que líderes das legendas atacaram ou defenderam o encontro entre os pré-candidatos à presidência da República, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), a depender do ponto de vista – e do nível de credulidade deles na repercussão do encontro na imprensa nacional.

Enquanto o tucano Antonio Imbassahy classifica a reunião realizada em Recife com os presidenciáveis como um encontro que demarca o campo da oposição ao projeto de reeleição da presidente Dilma, o presidente regional do PT, Jonas Paulo, coloca em suspeita o tom empregado pelo aliado Campos ao receber Aécio Neves. “As presenças do Aécio, do Eduardo e da Marina Silva mostram que o campo da oposição está preenchido”, sinalizou Imbassahy, frisando que o governador de Pernambuco assumiu a postura de oposicionista no plano federal. “O Eduardo Campos está na oposição, sim. Ele tem dito em público que o Brasil precisa melhorar. Daí vem essa aproximação com o Aécio Neves”, sugeriu o líder da oposição na Câmara Federal.

“Só posso lamentar que um aliado de primeira hora possa ter qualquer pactuação (sic) com a oposição”, criticou Jonas Paulo. Ele, no entanto, reiteradas vezes questionou a validade das informações de que teria sido firmado um acordo de não agressão entre o tucano e o socialista. “Se isso se confirmar, o que eu não acredito, não altera em nada a nossa estratégia, inclusive aqui na Bahia. Não teremos qualquer hesitação em construir o palanque apenas para o projeto de reeleição da presidenta Dilma Rousseff”, salientou.

Para o presidente estadual do PT, “o único palanque possível na sucessão do governador Jaques Wagner é o da reeleição da presidente Dilma”. Pela forma com que se expressou, o petista descartou que o PSB possa até mesmo figurar na chapa majoritária estadual de 2014 caso haja a candidatura de Campos contra a reeleição de Dilma. “Porque o projeto federal e o projeto estadual são os mesmos”, explicou. Ainda assim, Jonas Paulo faz questão de ratificar as boas relações do PT com a senadora Lídice da Mata, líder do PSB na Bahia. “A senadora sempre teve e sempre terá espaço dentro do PT. O mandato dela nos orgulha”, apontou o petista, sugerindo que parte dos votos dela em 2010 deveu-se à aliança com o PT.

Já Imbassahy aproveitou o tema para alfinetar o adversário. “Se houve um pacto, foi um pacto por um Brasil melhor, por um país melhor do que o ralo de gastos que está hoje”, provocou o tucano.