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PT tem gestão deficiente no Nordeste

PT: Grandes projetos como transposição São Francisco, as ferrovias Transnordestina e as refinarias da Petrobras acumulam atrasos.

PT: gestão deficiente

 PT tem gestão deficiente no Nordeste

PT: Grandes projetos como transposição São Francisco, as ferrovias Transnordestina e as refinarias da Petrobras acumulam atrasos.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela.

Desprezo pelo Nordeste

O Nordeste deu a Lula e, depois, a Dilma Rousseff expressivas votações. Nas campanhas petistas, a região sempre foi apresentada em cores vistosas, dona de um futuro radiante e promissor. A realidade, porém, tem contrariado as edulcoradas promessas feitas pelos petistas. Na prática, o governo federal tem virado as costas para o Nordeste.

O Valor Econômico publicou, em manchete, levantamento mostrando que os grandes projetos prometidos pelo PT para os estados nordestinos acumulam atrasos, veem seus custos escalarem e estão longe, muito longe de se transformar em realidade. Sobraram promessas, faltou milagre. Para o petismo, o Nordeste continua servindo apenas para proselitismo político.

Lá se vão dez anos de governo petista, lá se vão quase seis anos do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mas a situação, infelizmente, pouco mudou na região. Os projetos mais esperados não foram concluídos e, possivelmente, não o serão na gestão atual. Será que na próxima campanha o PT ainda terá coragem de explorá-los eleitoralmente?

A lista de obras malparadas é extensa: a transposição das águas do rio São Francisco, as ferrovias Transnordestina e Oeste-Leste, as refinarias da Petrobras, a BR-101, os metrôs das principais capitais nordestinas e até mesmo os malfadados navios petroleiros que não conseguem navegar.

Segundo o Valor, a carteira de investimentos federais na região soma R$ 116 bilhões. Na média, estes empreendimentos estão três anos e meio atrasados. Mas há os que já nem entram mais na lista, pelas parcas perspectivas de sair do papel – as refinarias Premium, por exemplo, só continuam porque, diante de protestos no Ceará e no Maranhão, a Petrobras recuou de cancelá-las.

Como se não bastasse, a paralisação da exploração de petróleo em terra por produtores independentes também golpeia a saúde econômica da região. Estas empresas concentram sua atividade em locais pobres da Bahia, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Maranhão e Piauí, mas estão fechando em razão da suspensão dos leilões da ANP.

Tem mais: no recente pacote de privatizações lançado por Dilma, nem um único quilômetro de rodovia ou de ferrovia situado nos noves estados da região foi contemplado pelo governo do PT. É muita maldade para um Nordeste só.

A visão do PT sobre o Nordeste é a dos coronéis que se locupletam com a pobreza na região. As obras são usadas para ludibriar eleitores, cobrar-lhes fidelidade na hora do voto, minar-lhes a autonomia. Vejamos o trato que o governo federal vem dando às intervenções contra a seca – que, neste ano, castigam os estados nordestinos como não acontecia há mais de três décadas.

Tornou-se notório o uso político de iniciativas que deveriam servir para atenuar o flagelo. O virtuoso programa de construção de cisternas, por exemplo, cujo objetivo era instalar 1 milhão de equipamentos, foi desvirtuado e distanciou-se de sua meta. A transposição das águas do São Francisco praticamente derreteu sob o sol inclemente.

Mas o que há de mais abjeto é a exploração política da calamidade. Em sua edição de hoje, O Estado de S.Paulo revela que o grupo político do ministro da Integração Nacional usa água para angariar votos para eleger Fernando Coelho Filho, deputado federal pelo PSB e filho do ministro, para a prefeitura de Petrolina (PE).

“Na Superintendência da Codevasf em Petrolina, responsável por todo o estado, nada menos que 95% dos pagamentos gerados a partir de emendas em 2011 (R$ 3,3 milhões) foram para projetos apadrinhados pelo deputado”, ressalta o jornal. Reuniões da Codevasf para cadastramento e capacitação de beneficiados com cisternas ocorrem no mesmo imóvel em que funcionam comitês do candidato. Se isso não é o velho cabresto, o que mais é?

O Nordeste tem quase 28% da população brasileira, mas continua participando com parcela desproporcional da riqueza gerada no país: pouco mais de 13% do PIB. No discurso, o PT prometeu reduzir este abismo, mas na prática apenas realimentou práticas que a sociedade abomina e que o país busca deixar, definitivamente, no passado.

Deve ser pelo pouco caso que tem dispensado à região que o partido de Lula, Dilma e José Dirceu está prestes a tomar uma surra também dos nordestinos no pleito de 7 de outubro. O desprezo e o desdém do PT em relação ao rol de promessas empenhadas e não cumpridas terão resposta à altura dos eleitores.

PT: gestão deficiente no nordeste – Link da matéria: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/9/24/projetos-de-investimento-no-ne-acumulam-atrasos

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Aécio: senador diz que o transplante é a única alternativa para cerca de 20 mil pacientes por ano, no país, portadores de doenças graves.

Aécio Neves: artigo sobre Doação de Órgãos

 Aécio: senador fala Sistema Nacional de Transplantes

Aécio: senador fala Sistema Nacional de Transplantes

Fonte: Folha de S.Paulo

Esperança

Aécio Neves

Já se vão mais de quatro décadas desde que o peito do lavrador João Boiadeiro recebeu o primeiro coração transplantado no Brasil, pelas mãos do cirurgião Euryclides de Jesus Zerbini, no Hospital das Clínicas, na cidade de São Paulo.

O paciente viveu 28 dias com o novo órgão e inaugurou um caminho de esperança na vida de famílias em todo o país. É uma história marcante para ser lembrada na data de hoje, em que iniciamos a semana em que se comemora o Dia Mundial da Doação de Órgãos.

Há muito tempo que o Brasil é destaque internacional e possui um dos maiores programas públicos de transplantes de órgãos e tecidos do mundo. Foi decisiva para esse avanço a participação do Sistema Único de Saúde (SUS), que hoje financia a maior parte das cirurgias realizadas no país.

O grande salto estrutural, como tantos outros, em campos diversos, se deu durante o governo do PSDB, com a edição da Lei dos Transplantes e sua regulamentação, em 1997.

Na ocasião, firmaram-se os princípios e as diretrizes, como o consentimento e a gratuidade da doação, estabelecendo-se direitos e garantias para receptores, doadores e suas famílias.

Em seguida, o Ministério da Saúde, em particular na gestão de José Serra, dedicou-se com afinco à organização do Sistema Nacional de Transplantes, à implantação de listas únicas de receptores e à criação de centrais estaduais de transplantes.

Em 1997, os transplantes não superavam 4 mil por ano. Em 2011, foram mais de 23 mil cirurgias. Apesar dessa manifestação de solidariedade, o número ainda é insuficiente.

O desafio continua sendo o baixo número de doadores. Em 2011, pela primeira vez, o Brasil chegou ao índice de 11,4 doadores por milhão de habitantes. A meta é alcançar 15 por milhão em 2015.

Dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos mostram que quase a metade de 1.915 famílias consultadas por equipes médicas em 2011 não autorizou doação.

A maior parte das negativas se baseia no fato de a família não saber se a pessoa concordava com a doação. Na dúvida, prevalece a recusa.

Diante desse cenário, precisam ser multiplicadas ações para que mais brasileiros aceitem e declarem sua opção como doadores. Esse tipo de iniciativa cabe tanto à administração pública -federal, estadual, municipal- quanto à sociedade civil.

Uma solução criativa recente foi a parceria entre o Ministério da Saúde e o Facebook, permitindo ao usuário da rede social fazer sua opção publicamente. Embora de alcance jurídico limitado, há um efeito simbólico evidente.

O transplante é a única alternativa para cerca de 20 mil pacientes por ano, no país, portadores de doenças graves. Eu sou doador. E você?

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.

Mensalão: Carta da discórdia e o apoio a Lula

Mensalão: Carta do PT

Fonte: Partido dos Trabalhadores

À SOCIEDADE BRASILEIRA 

 O PT, PSB, PMDB, PCdoB, PDT e PRB, representados pelos seus presidentes nacionais, repudiam de forma veemente a ação de dirigentes do PSDB, DEM e PPS que, em nota, tentaram comprometer a honra e a dignidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Valendo-se de fantasiosa matéria veiculada pela Revista Vejapretendem transformar em verdade o amontoado de invencionicescolecionado a partir de fontes sem identificação.

As forças conservadoras revelam-se dispostas a qualquer aventura. Não hesitam em recorrer a práticas golpistas, à calúnia e à difamação, à denúncia sem prova.

O gesto é fruto do desespero diante das derrotas seguidamente infligidas a eles pelo eleitorado brasileiro. Impotentes, tentam fazer política à margem do processo eleitoral, base e fundamento da democracia representativa, que não hesitam em golpear sempre que seus interesses são contrariados.

Assim foi em 1954, quando inventaram um “mar de lama” para afastar Getúlio Vargas. Assim foi em 1964, quando derrubaram Jango para levar o País a 21 anos de ditadura. O que querem agora é barrar e reverter o processo de mudanças iniciado por Lula, que colocou o Brasil na rota do desenvolvimento com distribuição de renda, incorporando à cidadania milhões de brasileiros marginalizados, e buscou inserção soberana na cena global, após anos de submissão a interesses externos.

Os partidos da oposição tentam apenas confundir a opinião pública. Quando pressionam a mais alta Corte do País, o STF, estão preocupados em fazer da ação penal 470 um julgamento político, para golpear a democracia e reverter as conquistas que marcaram a gestão do presidente Lula .

A mesquinharia será, mais uma vez, rejeitada pelo povo.  

Rui Falcão, PT

Eduardo Campos, PSB

Valdir Raupp, PMDB

Renato Rabelo, PCdoB

Carlos Lupi, PDT

Marcos Pereira, PRB.

Aécio diz que Dilma cedeu a lobby das mineradoras. “Faltou vontade política do governo para que essa questão fosse definida”, comentou.

 

Fonte: Marcelo Fonseca – Estado de Minas

Reação em cadeia contra o veto de Dilma

Insatisfação contra o corte de emenda que traria R$ 300 milhões para Minas cresce entre os prefeitos e parlamentares. Aécio Neves acusa governo de ceder ao lobby das mineradoras

“Ainda como governador, tivemos vários encontros no ministério da Minas e Energia para discutir a importância dessas mudanças, mas as propostas ficam somente no papel” – Aécio Neves (PSDB-MG), Senador 

 Aécio diz que Dilma cedeu a lobby das mineradoras

Aécio diz que Dilma cedeu a lobby das mineradoras. “Faltou vontade políticado governo para que essa questão fosse definida”, comentou. Foto: Estado de Minas

O veto da presidente Dilma Rousseff (PT) à emenda que elevaria em R$ 300 milhões anuais a arrecadação dos municípios mineiros e do estado recebeu duras críticas de parlamentares mineiros e prefeitos de cidades mineradoras. A revisão nos padrões atuais, considerados inaceitáveis pelas lideranças do estado, permanecerá na fila de espera, aguardando o envio de um marco regulatório para o setor, e a posição do Planalto passou a ser apontada como resultado de um lobby das empresas mineradoras.

“Eles (o governo) prometeram que essa mudança viria em 2008, depois em 2009, mas nós estamos em 2012 e até agora nada. O resultado são prejuízos que se acumulam todos os meses para os municípios e estados mineradores”, cobrou o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

O senador enfatizou que as discussões começaram quando ele estava no Palácio da Liberdade e até hoje não tiveram sucesso. “Ainda como governador, tive vários encontros no ministério da Minas e Energia para discutir a importância dessas mudanças, mas as propostas ficam somente no papel e o governo cede à pressão das mineradoras. Nesses quatro anos de espera as perdas chegam a R$ 1,5 bilhão para o nosso estado”, estimou.

O coordenador da bancada mineira na Câmara, deputado federal Fábio Ramalho (PV), afirmou que o veto caiu como um balde de água fria nos parlamentares mineiros, que esperavam o apoio do governo federal para modificar o cálculo atual. “Não imaginávamos que a emenda seria barrada.

Como a questão da segurança jurídica já vinha sendo discutida há muito tempo, com mudança em outros impostos federais, imaginávamos que também seria corrigida a base da Cfem (Contribuição Financeira pela Exploração de Recursos Minerais). Agora estamos sem saber qual será o próximo passo, já que o marco regulatório seria uma outra questão a ser debatida”, lamentou Ramalho.

No Congresso, as discussões envolvendo mudanças na legislação para a atividade continuam mobilizando parlamentares mineiros e paraenses, os dois principais estados mineradores do país, que aumentaram o tom na cobrança pelo envio de um marco regulatório ainda este ano. Para o deputado federal Marcus Pestana (PSDB-MG), que contestou o veto em discurso no plenário, faltou sensibilidade para o governo federal no tratamento desse tema.

“Fui membro da comissão que analisou a MP563 e ajudamos na elaboração dessa emenda. No início houve resistência, mas o líder do governo, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), acolheu a emenda e ela foi aprovada por unanimidade”, lembrou Pestana.

O dispositivo vetado, incluído pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) na MP 563, estabelecia que os cálculos da Cfem devida fossem feitos com base nas cotações internacionais dos minérios e não nos valores de venda declarados pelas empresas. Isso porque, segundo explicou o parlamentar ao apresentar a emenda, muitas empresas exportam para subsidiárias por valores abaixo do real e, fora do Brasil, refaturam para o consumidor final pelo preço de mercado da commodity.

As estimativas são de que o subfaturamento gire em torno de 40% do valor dos produtos, um dos pontos mais criticados pelos prefeitos. Hoje, as alíquotas do tributo pago pelas empresas mineradoras variam de 0,2% a 3% do faturamento líquido, de acordo com o produto explorado. Do total arrecadado em royalties, 63% vão para os municípios, 23% para o estado e 12% para a União.

Cobrança Ontem, a Associação Mineira dos Municípios (AMM) reforçou a posição contrária ao veto, apontando que a mudança favoreceria o desenvolvimento econômico da cidade. No dia seguinte à decisão do Planalto, que foi publicada na terça-feira no Diário Oficial da União (DOU), o órgão divulgou nota lamentando a escolha da Presidência da República. “Com o veto à proposta de novo cálculo da Cfem, a situação dos municípios pertencentes aos estados mineradores retornou ao ponto inicial. A AMM declara que desaprova o veto”, diz o texto.

Para alguns prefeitos de municípios mineradores, Dilma deveria levar em conta as dificuldades enfrentadas pelos moradores que convivem com estradas degradadas pelos caminhões carregados de minério e prejuízos na área ambiental. “Há muitos anos nós trabalhamos para melhorar a alíquota dos royalties da mineração. A revisão do cálculo também nos ajudaria, já que a cidade sofre com impacto ambiental e precisamos nos preparar para receber outras atividades econômicas”, argumentou o prefeito de Itabira, na Região Central, João Izael Coelho (PR).

Já o prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo, na Região Central, Raimundo Barcelos (PDT), que também está entre os principais municípios mineradores do estado, a expectativa é de que o Congresso volte a discutir o tema e tente novamente emplacar novas regras para o setor. “Espero que os políticos voltem a conversar sobre as cidades mineradoras. Além do impacto físico da extração, é uma atividade não renovável e, para desenvolver outras atividades no decorrer dos anos e não depender apenas da mineração, é preciso revisar as receitas atuais”, cobrou Raimundo.

ENTREVISTA: SENADOR AÉCIO NEVES (PSDB-MG)

”Ou se está a favor de Minas ou das mineradoras”
Relator do projeto de lei que corrige o valor da Cfem, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) apontou a resistência do Palácio do Planalto a priorizar o tema como principal obstáculo para que as mudanças sejam colocadas em prática. O parlamentar lamentou que a proposta em tramitação no Congresso tenha perdido a garantia de que será aplicada, uma vez que o governo federal se mostrou convencido pelolobby das mineradoras.

O senhor acompanhou de perto em Brasília a movimentação dos prefeitos, bancadas mineiras e do Pará e até dos governadores dos dois estados por mudanças na cobrança dos royalties. Faltou força nessa mobilização?
Aécio Neves – Faltou vontade política do governo para que essa questão fosse definida. Ela não é nova, estamos indo para o 11º ano do governo do PT e até hoje não foi enviado um novo marco regulatório da mineração, que colocaria a Cfem em um patamar minimamente aceitável. Em todas as medidas que nós buscamos viabilizar para minimizar essas perdas, o governo se coloca contra e promete o marco regulatório. Mas já se passaram 10 anos e só podemos calcular as perdas para os estados mineradores.

Umas das posições apresentada pelo Planalto é que essa mudança por meio da emenda do senador Flexa Ribeiro traria insegurança jurídicao setor. Como o senhor avalia esse argumento?
Aécio Neves – O que é inacreditável é que para justificar uma decisão equivocada da presidente da República eles usem alguns argumentos. Esse argumento não serviu para impedir que ela sancionasse medidas provisórias que dizem respeito aos impostos federais. A mesma regra valeu para Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS e Cofins, que serão calculados agora sobre o valor de mercado dos produtos exportados. A Cfem não. Essa questão só tem dois lados: ou se está a favor de Minas Gerais ou das mineradorasEu fico surpreso que até o Patrus Ananias (candidato do PT à prefeitura de Belo Horizonte) tenha se transformado, talvez até por desconhecimento do assunto, em defensor do interesse das mineradoras. Não é verdade que os prefeitos mineiros pediram o veto. Eles citam a preocupação com a segurança jurídica, mas que poderia ser sanada, uma vez que já não existe em relação aos impostos federais. Patrus fala sobre um acordo com mineradoras que não existe.

O senhor falou que a expectativa é de que o governo acompanhe a proposta em seu projeto substitutivo que também revisa as alíquotas dos royalties do minério e institui uma cobrança extra sobre as grandes jazidas. Mas, com o veto desta semana, qual a garantia de que esse apoio do Planalto virá?
Aécio Neves – Nenhuma. Vou recolocar o projeto em votação no Senado, em 18 de outubro. Até agora ele não foi votado porque as lideranças do governo impediram. Vamos ter de ter uma força política muito grande. Durante o período eleitoral, esse tema foi colocado como proposta da presidente da República, mas estamos partindo para a segunda metade do governo e até hoje nada. Fico surpreso com a omissão da bancada do governo que não toca nesse assunto. Os argumentos usados para defender o governo, são os mesmos das mineradoras, de aguardar o marco regulatório. Mas a cada mês que passa, temos perdas expressivas para nossos municípios e regiões mineradoras.

Sobre a discussão do novo marco regulatório, o senhor acha que a criação de uma agência nacional reguladora da mineração seria uma boa opção para o setor?
Aécio Neves – Acho que contribuiria, mas não seria a solução. A situação que temos hoje, e as mineradoras precisam compreender isso, e há algumas semanas estive com o presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (José Fernando Coura) para discutir isso. É necessário fazer uma mudança dentro de um grande entendimento. No ano passado, o Rio de Janeiro recebeu de royalties de petróleo cerca de R$ 7 bilhões, enquanto nós recebemos R$ 300 milhões pela Cfem, e a degradação pela mineração é muito maior do que da extração de petróleo. Lamentavelmente, essa questão está parecendo uma guerra da oposição contra o governo, mas é uma questão de Minas.

Aécio Neves está confiante em bom desempenho do PSDB nas eleições municipais Senador participou de atos políticos em Caratinga, Teófilo Otoni e Governador Valadares

Aécio Neves: eleições 2012

Fonte: Agência Tucana – PSDB de Minas

Aécio Neves está confiante em bom desempenho do PSDB nas eleições municipais

Senador participou de atos políticos em Caratinga, Teófilo Otoni e Governador Valadares

 Aécio: eleições 2012   PSDB fortalece oposição

Aécio acredita que o PSDB terá bom desempenho nas eleições municipais de 2012

senador Aécio Neves afirmou, nesta quarta-feira (19/09), que os partidos de oposição sairão fortalecidos das eleições de 7 de outubro e que o PSDB deverá eleger o maior número de prefeitos em todo o país. Com uma agenda de viagens prevista para Minas e o Brasil, o senador acredita que a população brasileira está cansada do modo do PT de governar e quer renovação. O senador participou hoje de campanhas de tucanos e aliados em Caratinga e Governador Valadares (Rio Doce) e Teófilo Otoni (Vale do Mucuri).

“Estou muito confiante que a oposição se fortalece nessas eleições. O PSDB deve ser o partido, dentre todos, que o maior número de capitais vai eleger. Vamos crescer o número de prefeituras em relação ao que tínhamos até aqui. E, até agora, pelo menos até hoje, pelas pesquisas, o PT, que é nosso principal adversário, só lidera em uma capital que é Goiânia, o que mostra que há um certo cansaço em relação ao modo do PT de administrar”, afirmou o senador durante entrevista em Governador Valadares.

Aécio Neves afirmou que pelos municípios que tem percorrido, além de demonstrar o apoio do partido aos candidatos, tem mostrado a experiência administrativa de Minas, a partir do Choque de Gestão, implantado ainda em seu governo, em 2003.

“Eu tenho viajado não apenas em Minas, mas a vários estados brasileiros. Vou ainda a cerca de dez estados até o final da eleição. Tenho levado para o Brasil inteiro a experiência de gestão que implementamos em Minas Gerais e que hoje é reconhecida como a mais exitosa do Brasil inteiro”, afirmou.

Aécio Neves já participou de campanhas no interior de Minas, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Hoje, o senador estará em Salinas, Taiobeiras, Janaúba e Montes Claros. Esta semana, o senador ainda vai ao Espírito Santo e na próxima semana inicia maratona de viagens pelo Nordeste e Norte. Aécio Neves tem previsão de agenda de campanha em Salvador, Campina Verde, João Pessoa, Maceió, Aracaju e Teresina, Manaus, Belém.

Em Governador Valadares, o senador apoiou a candidatura do tucano Doutor Augusto. Ele participou de carreata, acompanhado dos deputados Bonifácio Mourão, Alexandre da Silveira, Jairo Lessa e os candidatos, e ainda visitou o mercado municipal. Aécio Neves destacou a importância da eleição de Doutor Augusto para Governador Valadares voltar a se desenvolver.

Festa em Caratinga

O senador foi recebido com festa em Caratinga durante caminhada com centenas de pessoas que apoiam a candidatura do tucano Ernani Campos. Ao lado do candidato e dos deputados Alexandre da Silveira e Gustavo Valadares, Aécio Neves caminhou pelo Centro e tomou café em tradicional cafeteria da cidade e fez um rápido discurso à população. O senador destacou o preparo do candidato tucano favorito nas pesquisas eleitorais, com 46% das intenções de voto no último levantamento do DataTempo/CP2.

“Não se trata da vitória deste ou daquele partido político, deste ou daquele candidato. O que está em jogo é o futuro da cidade e de cada um de vocês que aqui vivem. Caratinga tem um dos mais preparados homens públicos de Minas Gerais. Ernani foi um dos prefeitos mais bem avaliados em sua gestão. Caratinga não tem o direito de perder a oportunidade de andar para a frente e de reconciliar com o Governo do Estado para avançar na saúde. Vamos avançar na segurança pública e vamos fazer juntos uma grande aliança do bem, do trabalho sério, do amor a Caratinga e do compromisso com Minas Gerais”, disse o senador.

Parcerias em Teófilo Otoni

Em Teófilo Otoni, Aécio Neves reforçou a candidatura de Getulio Neiva, candidato da coligação Cidade Feliz que tem como vice o tucano Doutor Ilter Martins. O senador participou de grande carreata e de caminhada pelo Centro da cidade ao lado dos candidatos, do deputado Fabinho Ramalho e centenas de pessoas.

Durante ato político, Aécio Neves destacou a grande aliança formada para eleição de Getúlio e Doutor Ilter, além das parcerias do município realizadas com o Governo de Minas que promoveram grandes avanços sociais e econômicos para o município.

“Fizemos uma grande aliança aqui com a participação do PSDB na chapa, com o nosso vereador Ilter ao lado de Getúlio, e é fundamental que Teófilo Otoni se reconcilie com o desenvolvimento, com o Governo do Estado. Ninguém governa sem parcerias. E tenho certeza que essa é a chapa que vai construir as parcerias. Seja na saúde, na segurança pública e na educação. Com Getúlio e Doutor Ilter, vamos iniciar um novo tempo de muito progresso, muito desenvolvimento para toda Teófilo Otoni”, afirmou.

Aécio Neves disse que apoiará a proposta de Getúlio Neiva de criar o distrito industrial e outros projetos do programa de governo. Em seu discurso, Getúlio Neiva afirmou que Aécio Neves foi o governador que mais investiu na cidade e na região.

“Já fizemos ao longo do tempo, do meu governo, investimentos importantes em Teófilo Otoni, importantes em todo Vale do Mucuri, na infraestrutura, na saúde, na segurança, e vamos avançar mais. São etapas. Administrar é vencer etapas. O distrito industrial é agora uma necessidade e tenho certeza que Getúlio com o Doutor Ilter vão fazer uma administração que vai passar para a história de Teófilo Otoni. Por isso estamos aqui para trazer o nosso apoio”, disse Aécio Neves.

Aécio: royalties do minério

Aécio: royalties do minério

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves cobra veto da presidente Dilma à mudança no cálculo do royalty do minério

“A decisão da presidente da República é absolutamente contrária aos interesses de Minas Gerais”, diz Aécio

 Aécio critica Dilma sobre royalties do minério

Aécio critica Dilma sobre royalties do minério. “É uma decisão, mais uma delas, equivocada”, lamentou o senador.

senador Aécio Neves cobrou hoje da presidente da RepúblicaDilma Rousseff, o veto à emenda que permitia aumentar o valor dos royalties de minério pagos a Minas Gerais e aos estados mineradores. O veto foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (18/09). A emenda aprovada pelo Congresso mudava a base de cálculo da compensação financeira (CFEM) paga aos estados e municípios que sofrem mineração. Em entrevista, o senador destacou que o veto prejudica Minas.

“A decisão da presidente da República absolutamente contrária aos interesses de Minas Gerais. Talvez pela pouca familiaridade com a realidade de Minas. Talvez não sabendo o que está acontecendo com as nossas regiões mineradoras, muitas delas exauridas já. A presidente vindo a Minas Gerais, se aqui estiver, terá a oportunidade de esclarecer as razões que a levaram a mais este gesto de absoluta injustiça para com o nosso Estado. Ela será muito bem vinda e terá uma oportunidade de se explicar. É uma decisão, mais uma delas, equivocada, e que não atende aos interesses de Minas Gerais”, afirmou o senador Aécio Neves.

A emenda de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) alterava a regra atual usada no cálculo da CFEM e foi aprovada junto à MP 563/2012. Ela estabelecia como base para cálculo do royalty o preço médio diário, nas bolsas de mercadorias, do minério exportado, e não mais o lucro declarado pelas empresas de mineração.

“Imposto tem de ser calculado sobre o preço real das mercadorias, inclusive, das commodities. Mas em relação à CFEM, que é um imposto estadual, que atende Minas, Pará, Goiás e outros estados mineradores, com esta decisão, é possível que a CFEM seja calculada sobre o preço subfaturado dos produtos. Eu lamento, como mineiro, e tenho certeza de que todos os mineiros de verdade lamentam esta decisão”, disse o senador.

Aécio: senador confirma jogo da seleção no Mineirão que será o 1º estádio brasileiro a ser entregue atendendo as exigências da Fifa.

Aécio: Mineirão

Fonte: Assessoria de Comnicação do senador Aécio Neves

Aécio Neves confirma jogo amistoso da seleção no Mineirão

“Queremos que seja um grande clássico, com uma grande seleção europeia ou com a Argentina”, diz senador

 Aécio: senador confirma jogo da seleção no Mineirão

Aécio: senador confirma jogo da seleção no Mineirão

senador Aécio Neves confirmou, nesta segunda-feira (17/09), que o  Mineirão abrigará entre março e abril do ano que vem um dos jogos amistosos preparatórios da seleção brasileira para a Copa do Mundo. A confirmação do jogo ocorreu durante visita do governador Antonio Anastasia e do presidente da CBFJosé Maria Marín, às obras de reforma do estádio. Aécio Neves disse que o amistoso deverá ser com uma seleção européia ou com a Argentina. O pedido foi feito à CBF pelo senador no ano passado.

“O Mineirão será o primeiro estádio brasileiro a ser entregue atendendo, na plenitude, as exigências da Fifa. Queremos que seja um grande clássico, com uma grande seleção europeia ou com a Argentina. Estamos tendo cautela na definição da data, mas posso antecipar que será entre março e abril. Obviamente, a partir do calendário das seleções que estão disputando as eliminatórias para a Copa do Mundo, mas vamos ter aqui um momento de grande festa e de reconhecimento ao trabalho que Minas Gerais fez”, afirmou Aécio.

O novo Mineirão deverá ser entregue em 21 de dezembro, com capacidade para receber 64 mil torcedores. O estádio está com 78% das obras concluídas. Aécio Neves anunciou também  que solicitou à CBF que avalie a possibilidade de Belo Horizonte receber a seleção brasileira no período de preparação para a Copa das Confederações.

“Vamos trazer uma etapa importante da preparação da seleção brasileira para Minas Gerais na véspera da Copa das Confederações, o que pode ser um sinal até para que a gente tenha um espaço também com a seleção na Copa do Mundo. Mas tudo começa com a Copa das Confederações”, afirmou.
Reconhecimento a Minas

Em seu discurso durante a visita ao Mineirão, o presidente da CBF destacou que Minas está bem preparada para realizar os jogos da Copa do Mundo.

Minas Gerais mais do que nunca está preparada para receber e realizar uma grande Copa do Mundo. Vamos estudar com muito carinho e dar prioridade para que a seleção brasileira possa se exibir em Minas Gerais como demonstração de reconhecimento a todo este trabalho maravilhoso. Vamos atender mais uma vez o pedido do senador Aécio. O que Minas merece, Minas terá da CBF”, disse.

Marín ressaltou também o compromisso e a ousadia do governador Antonio Anastasia e do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, para garantir os investimentos no esporte.

“Quando o poder público dá a devida e justa atenção ao esporte, de forma particular ao futebol, devemos não só reconhecer esta realização, mas, acima de tudo, agradecer aos homens que tiveram a ousadia e a coragem de escolher o esporte como o grande instrumento de aproximação com o povo. Estou admirando esta obra maravilhosa do Mineirão e vendo que ela não seria uma realidade se não tivéssemos atrás do prefeito e do governador uma figura idealista e que acredita naquilo que constrói que é o senador Aécio Neves”, disse Marín.

Participaram da visita, o prefeito Marcio Lacerda, os secretários de Estado, Fuad Noman (Copa do Mundo), Bráulio Braz (Esporte e Juventude), o presidente da Federação Mineira de Futebol, Paulo Schettino; e os presidentes dos clubes mineiros Alexandre Kalil (Atlético), Gilvan Tavares (Cruzeiro) e Afonso Celso (América).
Mais visibilidade e empregos

senador e ex-governador de Minas destacou os esforços realizados pelo governo nas obras de reforma do estádio do Independência, que tem abrigado os jogos do Campeonato Brasileiro.

“Nenhum estado brasileiro investiu tanto no futebol, quanto o estado de Minas Gerais. Fico muito orgulhoso não apenas de ver o Mineirão já quase pronto, o Independência que é hoje um estádio extraordinário, mas o Brasil reconhecendo este nosso esforço. Vamos ter aqui a seleção brasileira jogando, vamos ter aqui a seleção brasileira se preparando. Isso significa turismo, significa imprensa nacional e internacional em Belo Horizonte. Empregos na rede hoteleira, empregos na área de serviços, para os taxistas, enfim, um grande momento”, afirmou Aécio Neves.