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Aécio Neves condena transformação de adversários em inimigos na tentativa de legitimar a calúnia e a mentira como armas políticas.

Senador Aécio Neves

 Senador Aécio Neves: política exige superação das diferenças

Senador Aécio Neves: política exige ‘superação das diferenças’

Fonte: artigo do senador Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Bola no chão

Sou um apaixonado por futebol. Dia desses testemunhei um episódio que, acredito, de alguma forma, fala à nossa condição humana.

Refiro-me ao tento anotado no começo do ano por Tim Howard, goleiro do Everton, contra o Bolton, times da primeira divisão inglesa. Batido o tiro de meta, eis que a bola ganhou um súbito impulso do vento e soltou-se em trajetória tão descontrolada que acabou encobrindo o surpreso goleiro adversário.

Foi só um gol – por mais surpreendente que tenha sido! Inusitado mesmo foi o comportamento de Howard: recusou-se simplesmente a comemorar. À saída do gramado, lamentou: “Foi um gol cruel. Não foi nada legal, é constrangedor, sinto muito pelo Adam”. Referia-se a Adam Bogdan, o arqueiro adversário, do Bolton.

Todos nós sabemos que o futebol nos leva às raias da irracionalidade. Não costuma ser local onde floresce o cavalheirismo. No entanto, até o mais fanático dos aficionados há de reconhecer a nobreza do goleiro relutantemente artilheiro. É só uma partida de futebol – mas quem sabe não há aí uma pequena lição para a vida cotidiana?

Pergunto-me se não podemos aprender alguma coisa com ela, no dia a dia da política. Reconhecer, por exemplo, que muitas vezes não temos todos os méritos pelas conquistas que celebramos. Que o vento, entendido como fator que não depende do nosso esforço ou talento, existe. E pode surgir, no caso da política, do trabalho exaustivo e dedicado de antecessores, que máquinas de propaganda tentam apagar da memória do país.

Pode surgir ainda nas conjunturas globais, sobre as quais não temos controle, mas que podem nos favorecer.

O cavalheirismo de Howard nos traz ainda outros ensinamentos. Reconhece o óbvio: que o oponente merece respeito. Que não faz sentido tripudiar sobre o adversário quando não somos os legítimos merecedores da vitória celebrada. Se reunirmos essas simples lições talvez pudéssemos criar as condições necessárias para um novo patamar de convivência política no país.

Sei que alguns não compreendem quando defendo que a convivência entre adversários pode se dar em um ambiente diferente daquele estimulado pelo antagonismo cego, pela perigosa transformação de adversário em inimigo, pela tentativa sistemática de legitimar o uso da calúnia e da mentira como armas políticas.

No entanto, essa é a minha convicção. Entendo a política como um processo que exige a pacientesuperação das diferenças menores para que os avanços fundamentais possam acontecer.

A força do vento é legítima. Precisa, no entanto, como um tributo à realidade, ser reconhecida e saudada com humildade. Até porque, nem sempre ele sopra a favor…

O Senador Aécio Neves escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/42719-bola-no-chao.shtml

PT: Eleições 2012 em Minas

Onde nascem os boatos? Em Minas, no PT

Fonte: artigo de Lafayette Andrada – Deputado estadual (PSDB-MG)

Na última semana, surgiram do nada diversas análises que repercutem as mesmas fontes, sempre subterrâneas, que tentam criar a ideia de que o PSDB e Aécio, em particular, não vão estar 100% na candidatura de Marcio Lacerda. Não é preciso ser um gênio na política para identificar a origem dos boatos. Eles nascem no campo dos adversários do PSDB, incomodados com a posição fortalecida, unificada e pacificada do partido na sucessão municipal e que ocorre justamente enquanto o PT se divide em ataques em praça pública.

A aliança do PSDB com o PSB em torno do nome do prefeito não divide o nosso partido. Temos clareza da sua importância para a cidade e apoiamos a posição de apoio à reeleição, defendida desde o início pelo senador Aécio Neves.

Incomodados com a solidez dessa parceira, setores da oposição ao PSDB tentam intrigar, na expectativa de fragilizar a sólida aliança existente em Minas entre o PSDB e o PSB e entre Aécio Neves e Marcio Lacerda.

Com esse objetivo, insinuaram que Lacerda poderia vir a ser, no futuro, opositor ao projeto de Minas incorporado por Aécio. Não funcionou. Em seguida, insinuam que nosso apoio ao prefeito não é tão sólido. Erram, e erram feio na estratégia.

Para justificar a tese, tecem cenários fantasiosos sobre 2014 e constatam o óbvio: que outros candidatos à prefeitura também pertencem à base de apoio ao senador Aécio e ao governador Anastasia. E daí? Em 2008, o próprio candidato do PMDB, Leonardo Quintão, manifestava seu apoio aosenador Aécio. Alguém tem dúvida de qual foi a posição do senador naquele pleito? Na verdade, o PTvem pagando um alto preço pela sua falta de coerência. Em 2008, ocupando cargo importante, o então ministro Patrus falava contra a aliança e criticava Marcio Lacerda, enquanto Roberto Carvalho – pré-candidato a prefeito – defendia a aliança e o nome do atual prefeito de Belo Horizonte.

Em 2012, mudam os interesses, mudam as posições: em situação de desprestígio no PTPatrusmudou subitamente de opinião e passou a considerar Marcio Lacerda um nome com compromissosocial. Já Roberto Carvalho, sem chance de continuar a compor chapa como vice, critica o prefeito e a aliança que defendera antes com ardor. A falta de coerência do PT está em diversas frentes, Brasil afora, e confirma a ideia de um partido voltado exclusivamente para a manutenção do poder.

Onde é oposição, o PT vive defendendo CPIs, mas, onde é situação, foge delas, como no caso recente em que ficou contra CPI no Rio para investigar a construtora Delta. Critica os tucanos, mas acaba de apoiar o ex-tucano Gustavo Fruet para a disputa em 2012 em Curitiba. Diz defender a ética, mas se cala quando o ex-ministro da Justiça de Lula aceita defender Cachoeira pela bagatela de R$ 13 milhões, como noticiado.

Em Belo Horizonte, assim como em outras partes do Brasil, o partido acaba pagando um preço alto pela sua falta de coerência. Como disse recentemente o jornalista Ricardo Noblat, o PT passou anos tentando nos convencer de que era diferente de outros partidos e, agora, quer nos convencer de que todos são iguais a ele.

PT: Eleições 2012 – Link do artigo: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=203215,OTE&busca=Onde%20nascem%20os%20boatos%3F%20Em%20Minas%2C%20no%20PT&pagina=1

Aposta do dia: as mentiras e raivas do Luz para Todos

 

A proximidade de mais um período eleitoral começa a trazer à tona das táticas do PT para usar seus aliados para buscar o totalitarismo partidário

Há menos de dois meses de mais uma período eleitoral, o que se assiste, mais uma vez, é o governo federal deixando de trabalhar pelo povo brasileiro para colocar a máquina a todo vapor pelo interesse partidário. Não se fala em outra coisa senão as costuras políticas que o PT fará em todo o Brasil para garantir o máximo de prefeituras que puder. Essa evidência também pode ser percebida nas entrelinhas do artigo do senador Aécio Neves desta segunda-feira, no jornal Folha S. Paulo, quando traz à tona a discussão sobre a falta de humildade na política brasileira.

E a batalha será jogada pelos petistas na base do “custe o que custar”, mesmo que estejam em jogo a ética, as parcerias públicas, a imparcialidade nas prioridades ou até mesmo a cabeça de companheiros que já não são tidos como soldados necessários em suas trincheiras.

Em Minas Gerais, nós somos testemunhas de que essa prática acontece de forma corriqueira. Onde o PT se deteriora como um castelo de areia, em função das brigas e maldades entre seus próprios companheiros.

Em relação às parcerias externas, que ultrapassam os muros do bunker petista, um bom exemplo desta falta de pudor do PT em se utilizar das parcerias para pisar seus, até então, parceiros em ações públicas, é a questão do programa de eletrificação rural.

Os números do programa Luz para Todos são claros. A divisão dos investimentos aconteceu da seguinte maneira: 67% investido pelo Governo de Minas via Tesouro do Estado, Cemig e financiamentos que terá de pagar ao BNDES e apenas 33% pelo governo federal.

Sempre se colocando como um líder da oposição, o senador Aécio Neves, em todos os momentos em que esteve à frente do Governo de Minas, se postou de forma clara ao enaltecer esta parceria entre o Estado e a União.

Por outro lado, a reação do PT à humildade política sempre foi raivosa. Opta, de forma repetitiva pelo discurso falso de acusarem os mineiros de “uso da imagem de um programa federal”. Porém, sem nunca contestarem os números que provam o papel de coadjuvante do governo federal dentro do programa de eletrificação rural, bancado, na sua maior parte, pelo Governo de Minas.

Senador Aécio Neves, mais uma vez, ao assumir o papel de líder da oposição ao governo federal, também traz para si o círculo central do alvo dos ataques raivosos dos petistas. Acusações falsas de petistas em temas como o Luz para Todos devem surgir como uma catarse colevita em breve. Quiçá, nos próximos segundos…