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Censura em Minas: Rogério Correia ameaça Noblat e processa twitteiro

Censura em Minas – as últimas atitudes deputado do PT demonstram intolerância contra a liberdade de expressão e a tentativa de intimidar críticos.

Fonte: Ucho.info

Deputado petista confunde democracia com ditadura, intimida jornalista e ameaça a população

Detalhe perigoso – Quando Luiz Inácio da Silva assumiu o poder central, em janeiro de 2003, o ucho.info alertou para o perigo do projeto totalitarista de poder que iniciava sua marcha. Na ocasião, muitos foram os nossos críticos, pois a extensa maioria estava ensandecida com a chegada de um trabalhador à Presidência, mas as provas desse golpe lento e continuado surgem até hoje.

Como se o Brasil fosse uma versão agigantada da Venezuela, onde a liberdade de expressão dos cidadãos depende do interesse e do humor do tiranete Hugo Chávez, um deputado petista ameaçou com rebelião generalizada caso a CPI do Cachoeira convocasse o ex-presidente Lula para depor sobre a tentativa fracassada de intimidar o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Como um amestrado integrante da claque do apedeuta Lula, o deputado estadual Rogério Correia postou mensagem no microblog que mantém no Twitter intimidando o jornalista Ricardo Noblat e incitando a violência. “Se colocarem a mão no Lula aposto em rebelião. Este golpe de vocês, Noblat, não tem o menor respaldo popular. Cuidado!”, escreveu o abusado Correia em seu microblog.

Rogério Correia por certo acredita que o processo de “cubanização” do Brasil está concretizado e que o País deixou de ser uma democracia. Esse comportamento de incitação à violência é muito bem definido como crime pela legislação vigente e cabe à Assembleia Legislativa de Minas Gerais abrir um processo pro quebra de decoro parlamentar.

Censura em Minas: Rogério Correia intimida Noblat e processa twitteiro

Para não passar por vexames e nem mesmo enfrentar situações de constrangimento por seu total desconhecimento do conjunto legal brasileiro, o deputado petista precisa ser avisado de que Luiz Inácio da Silva, responsável pelo período mais corrupto da história nacional, é um cidadão comum e que não está acima da lei. Por respeito ao Estado democrático de direito, Lula pode ser preso como qualquer cidadão que comete um crime. Por sorte o ministro Gilmar Mendes, como noticiou o ucho.info, desrespeitou a lei ao não dar voz de prisão ao ex-presidente por causa da chantagem velada.

Rogério Correia por ter se acostumado com o banditismo que marca a trajetória de alguns “companheiros”, mas não será na base da intimidação que o parlamentar petista conseguirá blindar o ex-presidente, caso isso seja possível em algum momento. Lula ganhou fama por abafar escândalos de corrupção protagonizados por aliados, mas no mais recente caso o tiro saiu pela culatra. Por conta disso, Rogério Correia deveria se recolher à própria insignificância.

Link da matéria: http://ucho.info/deputado-petista-confunde-democracia-com-ditadura-intimida-jornalista-e-ameaca-a-populacao-com-rebeliao

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Aécio Neves: choque de gestão:Brasil precisa de Choque de Gestão – Minas reduziu desperdícios, implantou inovações, criou parcerias e novos investimentos.

Aécio Neves: choque de gestão

 Aécio Neves: Brasil precisa de Choque de Gestão

Aécio Neves: Brasil precisa de Choque de Gestão

Fonte: artigo do senador Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Falso dilema

Aécio Neves

crise econômica que ameaça derreter a zona do euro vem se constituindo em terreno fértil para a propagação de confrontos inúteis, como o que, neste momento, opõe os adeptos da austeridade e os do crescimento econômico.

Em certo nível, esse é um falso dilema que paralisa governos e retarda soluções.

Falo por experiência própria, adquirida no enfrentamento da gravíssima crise que se abateu sobre o Estado de Minas Gerais em 2002.

A solução foi justamente aliar austeridade e crescimento. Com o apoio da sociedade organizada, ochoque de gestão reduziu drasticamente os desperdícios e gastos com a máquina pública, ao mesmo tempo em que implantou inovações estimuladoras de parcerias e novos investimentos.

Recuperamos a capacidade do Estado de prover infraestrutura e melhorar a qualidade dos serviços essenciais, e assim crescemos quase sempre acima da média nacional, até o advento da nova crise.

Sintetizo essa experiência para defender que, na lógica dos novos modelos de gestão, austeridade e crescimento são objetivos complementares. E que a sociedade estará sempre disposta a sacrifícios, desde que compartilhe os desafios e vislumbre as soluções.

Outra questão importante é recolocar a crise na perspectiva real do país. Definitivamente, não somos uma ilha de prosperidade. Os números do primeiro trimestre, com queda importante da atividade econômica e a redução da geração de empregos, confirmam a permanência do cenário de grande instabilidade e de novos riscos.

O desarranjo internacional alcança não só a Europa e os EUA, mas também a China, grande compradora do Brasil, que já dá os primeiros sinais de arrefecimento.

Não devemos nos considerar eternamente em berço esplêndido e nem acreditar em soluções por geração espontânea. O cenário de relativa tranquilidade tem suas origens, como reconhecem dez entre dez analistas isentos, nas políticas e reformas estruturais realizadas nos anos 90, ainda sob apresidência de FHC.

De lá para cá, pouco fizemos para destravar o crescimento. Avançamos muito mais beneficiados pela conjuntura externa favorável e pela grande alta de preços das commodities do que pela superação das distorções internas de fundo.

A agenda não mudou: educação precáriamão de obra de baixa qualidade, altíssima carga tributária, juros abusivos, câmbio desequilibrado e investimento público insuficiente, que ignora os gargalos de infraestrutura e impõe custos exorbitantes à produção.

Lamentavelmente, a necessária agenda da competitividade só ganha fôlego e relevância sob o regime das crises e da emergência. Vencida a tormenta, volta a se reacomodar no elenco das grandes tarefas ainda por fazer.

Aécio Neves escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Link do artigo: http://www.aecioneves.net.br/artigos/

A qualificação das administrações municipais: A campanha tucana para as próximas eleições

Fonte: artigo deputado Marcus Pestana – Deputado federal (PSDB-MG)

 PSDB Minas quer fortalecer gestão dos municípios

PSDB Minas quer fortalecer gestão dos municípios

A qualificação das administrações municipais

A campanha tucana para as próximas eleições 
PSDB Minas – É no processo eleitoral que começa a se definir a qualidade das administrações que nascerão das urnas. O perfil dos eleitos é um retrato do grau de informação, consciência e organização da sociedade. O poder econômico, o populismo e a demagogia interferem negativamente na formação das intenções de voto.

Em junho, entraremos na reta final para o delineamento do quadro das disputas municipais em 2012, já que serão realizadas as convenções partidárias.

As eleições municipais são geralmente as mais quentes e disputadas, dada a maior proximidade dos atores e temas do cotidiano da população. A população irá acompanhar com interesse crescente as propostas e a movimentação dos candidatos.

Um bom prefeito pode alavancar o desenvolvimento econômico e social de uma cidade, assim como a eleição de um mau prefeito pode ser um desastre a determinar retrocessos gigantescos. Cuidar daeducação das crianças, da saúde pública, do transporte coletivo e da mobilidade urbana, da moradia e do saneamento ambiental não é coisa para amadores ou irresponsáveis.

Para que o marketing, a mentira, a manipulação e a compra de votos não substituam o debate de ideias e o confronto de biografias, os partidos políticos têm um insubstituível papel como catalisadores do debate e organizadores da ação política.

Infelizmente, a tradição partidária brasileira obedece a uma lógica eminentemente cartorial. Os partidos se transformaram em meros cartórios de registros de candidaturas, servindo de trampolim para projetos vazios e pessoais.

PSDB-Minas tem patrocinado um processo único de discussão e mobilização em 2012, ocupando seu espaço e cumprindo seu papel. Serão dez cursos de formação de candidatos, organizados pelo Instituto Teotônio Vilela, nas diversas regiões para preparação de nossos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores. Já tivemos as etapas sediadas em São João del Rei, Pará de Minas, Lavras, Unaí, Montes Claros, Juiz de Fora, Poços de Caldas. A próxima será em Governador Valadares.

E para alavancar vigorosamente as campanhas tucanas em toda Minas Gerais, realizamos no último 25, em Belo Horizonte, com a presença de AécioAnastasia e Sérgio Guerra, o Encontro Estadual do PSDB Minas, com a participação de centenas de pré-candidatos dos quatro cantos do Estado. Além da palavra de nossos maiores líderes, tivemos uma rica mesa-redonda com sete prefeitos do PSDB de regiões diferentes sobre o jeito tucano de governar as cidades, palestras sobre legislação eleitoral e comunicação nas campanhas e uma assembleia que aprovou a Carta Aberta do PSDB aos Municípios Mineiros e à sua População, com diretrizes e princípios que orientarão a postura do partido nas próximas eleições.

Estamos certos que com esse esforço contribuiremos para o avanço dos valores fundamentais dademocracia, da equidade social e da ética na vida das cidades e de suas futuras administrações.

PSDB Minas – Link do artigo: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=204306,OTE&busca=A%20qualifica%E7%E3o%20das%20administra%E7%F5es%20municipais&pagina=1

Aécio Neves convoca pré-candidatos a prefeito a redobrar os trabalhos em 2012

Aécio Neves: PSDB Brasil

 Aécio Neves quer PSDB forte em todo Brasil

Aécio Neves: senador quer PSDB forte em todo Brasil

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) convocou, hoje (25/05), a militância e os pré-candidatos do PSDB a redobrar os trabalhos pelo fortalecimento do partido nas eleições municipais deste ano. Na abertura do encontro estadual da legenda que reuniu, em Belo Horizonte, cerca de 1.500 lideranças tucanas, Aécio Neves destacou que o PSDB é o maior partido em número de prefeituras em Minas Gerais e o segundo noBrasil, e buscará ampliar as alianças nas disputas municipais.

“Quero pedir a cada um de vocês, que já estavam de mangas arregaçadas, que desdobrem seus esforços. Hoje, estamos dando largada para as eleições municipais onde teremos alianças amplas em todo Estado. Precisamos sair dessas eleições fortalecidos não apenas em Minas, mas em todo Brasil. O PSDB é hoje o segundo maior partido em número de municípios no Brasil . Em um quadro partidário tão plural, como o do Brasil, é uma posição de muita força. Vamos somar aliados e administrar no Brasil, a partir de 2012, pelo menos 70% dos municípios brasileiros”, afirmou o senador.

Aécio Neves foi recebido pelos pré-candidatos e pela militância do PSDB num auditório lotado e com as presenças do governador de Minas,Antonio Anastasia, pelo presidente do PSDB em Minasdeputado federal Marcus Pestana, pelo presidente do PSDB de BH, deputado estadual João Leite, pelos integrantes das bancadas estadual e federal do partido, além de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de todo o Estado.

Em seu discurso, ele reafirmou a importância dos marcos econômicos do PSDB para a economia do país a partir do Plano Real e lamentou a ausência de uma nova agenda para o Brasil.

“A agenda de hoje é ainda a agenda de ontem,  infelizmente. Vivemos ainda hoje a agenda macroeconômica  do PSDB, a agenda do início dos programas de transferência de renda, a agenda da federação”, disse Aécio.
O senador voltou a criticar o abandono dos municípios pelo governo federal, que tem diminuído osinvestimentos nas áreas da saúde e da segurança.

“Dez anos atrás, 46% de tudo que se gastava em saúde no Brasil era de responsabilidade do governofederal. Hoje, são apenas 30%. São os prefeitos municipais e governadores  que assumem a parcela maior de responsabilidade da mais dramática questão que aflige os brasileiros mais pobres: a saúde. Na segurança,  83% de todos os recursos investidos da segurança no Brasil vêm dos cofres municipais e estaduais. Onde está a generosidade do governo federal para com a realidade? É um desprezo absoluto para com a realidade dos municípios brasileiros”, afirmou.

Aécio Neves encerrou seu pronunciamento destacando que a boa gestão pública é hoje uma reivindicação da sociedade brasileira.

“Há  no país, nas viagens que tenho realizado pelo país, um sentimento crescente, que se consolida a cada dia, de vermos no governo federal os instrumentos da boa prática da gestão pública”, disse ele.

Aécio Neves – Link do site do senador: http://www.aecioneves.net.br/

Aécio Neves quer mais mulheres na política

Senador Aécio Neves

Senador Aécio Neves motiva candidaturas femininas em todo o Brasil

 Senador Aécio Neves quer mais mulheres na política

Senador Aécio Neves quer mais mulheres na política

Marcando presença no evento do PSDB Mulher  Forte, o senador Aécio Neves apoiou e incentivou candidaturas das mulheres tucanas para as eleições de 2012.
O evento aconteceu nos dias 18 e 19 de maio, no Mar Hotel, em Recife. As participantes puderam participar de oficinas que abordaram temas como: comportamento, marketing, política e internet. Além de palestrantes ilustres como Yeda Crusius, o evento contou com presenças de estrategistas políticos, que orientaram de forma eficiente sua militância.
Ao lado de Sérgio Guerra, presidente nacional do PDSB, Thelma de Oliveira, presidente do PSDBMulher, Marcello Richa, presidente nacional da Juventude e Judith Botafogo, prefeita de Lagoa do Carro, o senador Aécio Neves falou da importância da participação das mulheres tucanas como candidatas, impulsionando o maior número possível de candidaturas nas prefeituras brasileiras, fortalecendo ainda mais o PSDB em todo o Brasil.
senador, que foi aplaudido de pé ao ser anunciado, considera importante a participação feminina napolítica. Defendeu recursos do partido para o PSDB Mulher e considerou o núcleo como o mais organizado em nível nacional, não tendo comparativo em outros partidos.
senador Aécio Neves, que já recebeu apoio de Sérgio Guerra para 2014, fotografou individualmente com as militantes ao final da reunião, esbanjando simpatia e confiança. As fotos podem ser vistas no site do PSDB Nacional.

Aécio Neves Senador atua para liderar oposição

Aécio Neves atua para liderar oposição

 Aécio: a postura como líder da oposição

Aécio Neves: a postura como líder da oposição

Fonte: artigo de Denise Rothenburg – Correio Braziliense

A portinhola

A oposição quer aproveitar esta temporada eleitoral para tentar jogar as mazelas municipais no colo de Dilma e minar um pouco a popularidade da presidente
Depois de muito bater cabeça, aoposição considera ter encontrado finalmente uma fresta capaz de lhe fazer enxergar um futuro promissor: o fraco desempenho da economiaprojetado nos últimos dias peloBanco Central – associado às vaias que a presidente Dilma Rousseff recebeu na última quarta-feira, na Marcha dos Prefeitos -fez com que os tucanos começassem a trabalhar um jeito de tentar usar a força de Dilma contra ela mesma. Não por acaso, o senador Aécio Neves, apresentado como pré-candidato do PSDB, começou a semear esse discurso justamente pelo Nordeste, onde Lula é tido como o rei.

A semeadura de Aécio no território de Lula teve seu primeiro ensaio na capital pernambucana, na última sexta-feira. Um dos alvos foi o Brasil Carinhoso, o programa que a presidente Dilma Rousseff lançou na última quarta-feira. E é interessante notar como desfere golpes, sem sequer citar Dilma ou o programa. O senador apenas disse que um gesto realmente carinhoso para o Brasil seria cobrar menos impostos das empresas de saneamento para que elas pudessem investir nesse serviço mais do que pagam de impostos de forma a cobrir o Brasil com uma ferramenta fundamental para a saúde – hoje, apenas 50% do Nordeste tem saneamento básico.

Por falar em impostos.

O encontro no Recife foi obra do PSDB Mulher e deveria apenas aquecer as candidatas para as eleiçõesque vêm por aí. Mas para a oposição, em busca de um discurso capaz de tocar fundo na alma das pessoas, o teste para ver se a fala de Aécio surte algum efeito no eleitorado foi mais além, no sentido de sensibilizar os prefeitos e candidatos da oposição e de aliados. Nunca é demais lembrar que muitos partidos desmanchados em juras de amor à presidente no Planalto não veem a hora da troca de comando.

Por isso, nessas eleições municipais, Aécio surgirá defendendo a “refundação da federação” junto a candidatos dos mais variados partidos quando estiverem coligação com o PSDB. Esse nome pomposo traz embutido um processo ainda no nascedouro. Basicamente, consiste em secar o caixa com o qual o PT inunda as bases políticas enquanto as obras do PAC perdem ritmo.

A ideia é espalhar pelo país a chama da descentralização, denunciando a concentração de recursos nas mãos da União, onde quase 70% dos impostos terminam. E quando há algum incentivo ao contribuinte, seja para compra de carros, ou a chamada linha branca, o corte se dá justamente naqueles impostos que a União – toda poderosa – divide com os municípios.

Por falar em municípios.

Ok, leitor, você pode achar que essa conversa de divisão dos impostos é antiga e que o Congresso jamais vai mexer nas contribuições exclusivas da União para reparti-las com os estados e municípios. Mas tudo é uma questão de oportunidade. Terminadas as eleições municipais, os prefeitos sempre correm para Brasília em busca de projetos. Ao contrário da marcha desse mês, recheada de “patos mancos”, ou seja, prefeitos em final de mandato sem direito à reeleição, os que virão no período pós-eleitoral chegarão cheios de moral. Recém-eleitos, serão peças da engrenagem da eleição dos próprios congressistas em 2014.

Imaginem eles chegando em Brasília com um senador jeitoso no trato da política abraçado à pauta municipalista? Você pode até achar que isso não terá efeito algum, mas não dá para esquecermos que tudo no Brasil é um processo de amadurecimento, no estilo água mole em pedra dura. E tudo isso somado à irritação da própria base parlamentar de Dilma no Congresso pode estar aí o caldo grosso para empurrar essa descentralização de verbas para fortalecimento dos municípios, hoje repleto de responsabilidades sem a contrapartida financeira para realização dos serviços.

Por falar em dureza…

É interessante notar a forma como Aécio apresenta esse discurso. Sem raiva ou ódio nos olhos. Ele se coloca de forma firme, porém leve. Jamais deixa de se mostrar de forma positiva nos eventos públicos, carregando invariavelmente um sorriso – um contraponto ao comportamento da presidente da República, mais fechado e impaciente por natureza.

Se isso vai dar certo, não se sabe, mas Aécio agora parece mais imbuído dessa missão de liderar o PSDB pelo país afora. Caberá a ele tentar levar ao público já nesta temporada eleitoral a imagem de umgoverno federal com obras arrastadas no tempo, apesar de ficar com quase todos os impostos. A ordem é jogar no colo do governo federal as mazelas municipais. Afinal, se Dilma tem as verbas, a oposição quer que ela fique também com a mancha do insucesso.

Senador Aécio Neves define alianças com governador de Recife para as eleições municipais de 2012. PSDB discute nova agenda nacional.

Aécio Neves

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves 

 Aécio Neves: senador define alianças com Eduardo Campos

Aécio Neves: senador define alianças com Eduardo Campos

Entrevista senador Aécio Neves em Recife

Assuntos: Reunião com governador Eduardo Campos, Congresso PSDB Mulher, PSB, agenda PSDB, seca, CPI Cachoeira.

Viagem a Recife
O PSDB vive um momento de fortalecimento de sua estrutura e dos segmentos que o compõe. Ao longo dos últimos meses, fizemos o evento da Juventude do partido, em Goiás, está aqui o presidente hoje participando também deste evento, Marcelo Richa, filho do governador Beto Richa. Fizemos um grande seminário no Rio de Janeiro sobre a questão econômica. Fizemos recentemente em São Paulo o lançamento do movimento sindical do PSDB e, hoje, em Recife, em homenagem ao nosso presidente Sergio Guerra e também ao nosso líder Bruno Araújo, reunimos as mulheres do PSDB. Na verdade, o PSDB começa a renovar o seu discurso, a atualizar as suas propostas e se colocar, claramente, como alternativa real a um modelo de gestão hoje implementado no país. E, obviamente, vindo ao Recife, era natural que eu fizesse uma visita ao meu amigo e ex-colega, enquanto governador, Eduardo Campos.

E nesta visita ao governador Eduardo Campos, na pauta, alguma possível, alguma conversa sobre alguma articulação prevendo uma aproximação entre o PSDB e o PSB, como isso já acontece em várias cidades?
Eu tenho uma proximidade com o governador Eduardo de muito tempo. Desde o tempo em que éramos companheiros na Câmara dos Deputados. Isso se estende também para uma relação entre o PSDB e o PSB em vários estados da federação, em especial, no meu estado Minas Gerais. O PSB, desde a minha primeira eleição para o governo, era um dos principais aliados nossos e continua até hoje participando do projeto transformador que implementamos em Minas Gerais. Tenho que respeitar hoje a posição do partido do governador Eduardo Campos, do PSB aliado do PT em nível federal, mas como já disse e repito, o futuro a Deus pertence. Acho que há uma identidade sim. Há uma visão muito próxima de Brasil e das suas necessidades e também de mundo que nos aproxima.

Mas não vamos tratar hoje, até por respeito ao governador Eduardo, de uma questão futura, mas sim de alianças pontuais, em vários estados, o PSDB apoiará candidaturas municipais do PSB, no caso de Belo Horizonte, por exemplo, no caso de Curitiba, poderia citar muitas outras. E vice-versa, teremos o apoio também do PSB em centenas de cidades brasileiras. E tudo o que é natural na política tem chance de ter êxito. E esta proximidade do PSB com o PSDB não se dá em razão de cargos ou de espaços, enfim, ela se dá com muita naturalidade porque há realmente uma identidade forte que aproxima lideranças do PSB em todo o país, com lideranças do PSDB.

Na última vez que o senhor veio aqui o senhor disse que o PSDB precisava se preparar para o pós-Lula. Ontem, o deputado Sérgio Guerra lhe lançou para presidente. Como o PSDB vai se preparar para o pós-Dilma?
Cada coisa a seu tempo. O PSDB que é o grande responsável ainda hoje pela agenda que está sendo implementada no país. Esta agenda que está aí hoje, da macroeconomia, com metas de inflação, cambio flutuante, superávit primário, passando pela modernização do estado com as privatizações, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, pelo início dos programas de transferência de renda, essa é uma agenda do PSDB. Não houve, no governo do PT, uma nova agenda.

E o PSDB se prepara exatamente para isso, para apresentar uma agenda para os próximos 20 anos, uma agenda de desenvolvimento, onde a gestão pública de qualidade se introduza na máquina federal, o que não acontece infelizmente hoje. Uma visão mais pragmática depolítica externa a favor dos interesses do Brasil e não de um alinhamento ideológico, a meu ver, atrasado. Então, o PSDB tem essa responsabilidade e essa autoridade. E, em especial neste ano em que comemoramos a maioridade do Plano Real ˆ o Plano Real faz, agora em junho, 18 anos da sua implementação ˆ, o PSDB vai revisitar a sua história, até porque não há nada mais importante na vida de um país do que a sua trajetória, do que a sua própria história.

E a história do PSDB nos trouxe até hoje. Vejo que não há, hoje, uma disposição clara do governo do PT em avançar nas grandes reformas, na grande agenda do Brasil, até porque a agenda das reformas de 12 anos atrás continua sendo a agenda das reformas de hoje. Entre elas destacaria a questão da repactuação da federação. O Brasil caminha, e caminha em uma velocidade muito grande para se transformar em um estado unitário, parece que o governo federal gosta dessa posição de fazer favores aos estados e aos municípios, e não dividir, com estados e municípios, a responsabilidade de governar.

São inúmeras as oportunidades perdidas no sentido de fortalecimento dos municípios e dos estados, e aqui uma palavra solidária de um mineiro, principalmente à população do sertão e do agreste pernambucano que vem passando por um momento extremamente difícil com essa estiagem, que se junta já a fragilidade dos municípios brasileiros. Então, o PSDB continuará discutindo com os brasileiros essa nova agenda e, no momento certo, vai apresentar a sua candidatura. Felizmente, o PSDB tem vários nomes em condições de conduzir esta bandeira.

O senhor é favorável a um acordo na CPI do Cachoeira para não convocarem os governadores de Goiás, Distrito Federal e Rio de Janeiro?
Não. Sempre dissemos de forma muito clara, essa é a posição do PSDB. Achamos que se os indícios forem fortes, os governadores devem ir. Não apenas o de um partido, não apenas do PSDB, não apenas de um partido que tem minoria na Comissão, mas de todos os partidos. Mas a condução da CPI é daqueles que tem maioria. Propusemos, no início da sua formatação, a divisão ˆ e o líder Bruno (Araújo) fez isso, o presidente Sérgio Guerra ˆ a divisão do comando da CPI, para que pudéssemos ter a responsabilidade também na sua condução, como acontecia, na verdade, no passado. A oposição e a situação dividiam a presidência e a relatoria da CPI. O governo, a  base do governo, resolveu se apropriar de todos os espaços e a responsabilidade pela condução da CPI é da base do governo.

Sobre a aliança que existe em Pernambuco, existe já algum município em vista?
Acho que aqui quem pode falar melhor sobre isso é o presidente Sergio Guerra.

Aécio Neves: Link da entrevista: http://www.jogodopoder.com/aecio-neves-senador-2