• Agenda

    abril 2012
    S T Q Q S S D
    « mar   maio »
     1
    2345678
    9101112131415
    16171819202122
    23242526272829
    30  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

  • Anúncios

Aécio Neves ao falar sobre Demóstenes disse lamentar “profundamente” que um senador da República se disponha a defender interesses de um contraventor.

Fonte: Rosa Costa, da Agência Estado

Aécio se diz ‘traído’ por Demóstenes por indicação de prima de Cachoeira

Escustas da PF mostraram que senador intercedeu junto ao ex-governador de MG para arrumar emprego a Mônica Vieira; tucano negou ter ligações com contraventor
 Senador Aécio Neves diz que foi traído
Aécio Neves: senador diz que foi traído por Demóstenes

BRASÍLIA – O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse nesta terça-feura, 24, que se sente “traído” pela iniciativa dosenador Demóstenes Torres (sem partido-GO) de lhe pedir a nomeação da prima do contraventor Carlinhos Cachoeira em um cargo comissionado. A prima do bicheiro, Mônica Beatriz Silva Vieira, assumiu o cargo de diretora regional da Secretaria de Estado de Assistência Social, em Uberaba, em 25 de maio do ano passado.

Segundo reportagem publicada nesta terça pelo Estado, do pedido de Cachoeira a Demóstenes até a nomeação de Mônica bastaram apenas 12 dias e 7 telefonemas. A informação de que Demóstenes fez o pedido a Aécio, atendendo a uma demanda de Cachoeira, está comprovada pela escuta telefônica da Polícia Federal, na Operação Monte Carlo. Ele lembrou que, na época, comunicou ao presidente do DEM, José Agripino (RN), que aquela demanda estava sendo atendida. Aécio garantiu que não tem nenhum tipo de relação com Cachoeira.

Ele alegou que, há um ano, não tinha motivos para questionar um pedido de Demóstenes, tido então como “um senador acima de qualquer suspeita”. “Eu me sinto traído na minha boa fé, mas fiz aquilo que faço quando recebo indicação de partidos aliados”, afirmou. “Ele fez uma indicação que cabia ao seu partido e como ela tinha qualificação, encaminhei o pedido à Secretaria de Governo”.

Aécio disse lamentar “profundamente” que um senador da República se disponha a defender interesses de um contraventor. “E só ontem ficamos sabendo disso”, lembrou. “Nem eu nem ninguém no Brasil sabia há um ano atrás dessas ligações do senador Demóstenes, a imprensa dava a ele a aura de combatente contra a corrupção, o grande legalista e todo mundo está absolutamente decepcionado”, justificou.

O senador tucano concordou que o episódio mostra o risco em atender aos pedidos motivados pelo apadrinhamento político. “Acho que essa cautela tem de ter. O governo de Minas Gerais é a referência hoje no que diz respeito à administração de qualidade, à meritocracia”, destacou. Ainda assim, entende que a indicação política não pode, por si só, ser vista como uma ilegalidade: “O que ninguém pode esperar é ser instrumento para interesse de terceiros, de interesses que eu diria do campo do ilícito e não da política, agora o cuidado com a indicação tem de ter”, constatou.

O senador Aécio Neves disse que, nesse caso, fez o que faria “10 outras vezes”. “Indiquei à secretaria, o currículo era compatível. O brasileiro não tem bola de cristal para imaginar as ligações do seu Demóstenes”, reiterou. “Uma indicação do seu Demóstenes credenciava o indicado, um ano se passou e fomos surpreendidos com a ligação desse senador com a contravenção”. No seu entender, Demóstenes, “violentou a confiança da Casa”. “Há um ano atrás, ninguém poderia imaginar. Eu me sinto traído na confiança. O que fiz foi atender a uma demanda partidária”.

Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,aecio-se-diz-traido-por-demostenes-por-indicacao-de-prima-de-cachoeira,864910,0.htm

Anúncios

Senador Aécio Neves apoiou no Rio à candidatura de Otávio Leite à Prefeitura.

Fonte: Juliana Castro – O Globo

Com Aécio, Otavio Leite lança pré-candidatura à prefeitura do Rio

Tucano ainda sonha com apoio do PV, que lançará a deputada estadual Aspásia Camargo
 Senador Aécio Neves apoia Otavio Leite no Rio

deputado federal Otavio Leite (PSDB) lançou nesta sexta-feira sua pré-candidatura à prefeitura do Rio, num evento no Centro do Rio que contou com a presença do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do presidente nacional do partido, Sérgio Guerra. O tucano disse ainda ter esperanças de contar com o apoio do PV, derrotado no segundo turno da última eleição municipal em que concorreu pelo partido o ex-deputado federal Fernando Gabeira. A legenda, no entanto, deverá carimbar na próxima semana a pré-candidatura da deputada estadual Aspásia Camargo.

– Ontem (quinta-feira), conversei com o Gabeira. Nós não estamos apressados – disse Otavio.

O único representante do PV no evento foi o vereador Edison da Creatinina, num sinal de que a aliança cortejada pelos tucanos promete não vingar.

A concretização da pré-candidatura de Otavio faz com que o PSDB volte a ter um pré-candidato à prefeitura da capital depois de 12 anos. O último candidato foi Ronaldo Cezar Coelho, em 2000. Derrotada na disputa interna do partido que decidiu quem concorreria à prefeitura da capital, a vereadora Andrea Gouvêa Vieira não compareceu ao evento. Ela já declarou que não fará campanha para o colega.

Otavio disse acreditar que a pré-candidatura do ex-governador José Serra em São Paulo ajuda na nacionalização da candidatura, o que poderia levar a uma polarização entre PT, que apoia a reeleição do prefeito Eduardo Paes, e o PSDB. O tucano aproveitou para desconstruir uma das estratégias que serão usadas pela campanha do peemedebista: a de que a parceria entre os governos federal, estadual e municipal é bom para a cidade. Paes tem o apoio da presidente Dilma Rousseff e do governador Sérgio Cabral.

– Isso não tem resolvido problemas básicos do Rio de Janeiro – afirmou o tucano.

Em seus discursos, Aécio e Sérgio Guerra tentaram polarizar a disputa entre Otavio e Paes:

– Há uma convicção geral de que há necessidade de mudança – disse o presidente do PSDB.

– Otavio representa no Rio uma alternativa ao que está aí – afirmou em seguida o senador Aécio Neves.

Também compareceram o deputado federal Vanderlei Macris (SP); o ex-secretário de Segurança do Rio e ex-deputado Marcelo Itagiba, que será candidato a vereador; o presidente do PSDB-RJ, deputado estadual Luiz Paulo; o ex-presidente do Flamengo Márcio Braga e a atriz Rosamaria Murtinho.

Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/com-aecio-otavio-leite-lanca-pre-candidatura-prefeitura-do-rio-4702538#ixzz1t3UP7RYL

 

Aécio Neves quer fim da guerra fiscal

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves apoia fim da guerra fiscal

 Senador Aécio Neves quer fim da guerra fiscal

Aécio Neves apoia fim da guerra fiscal

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu, nesta terça-feira (24/04), o fim das isenções fiscaisconcedidas a empresas de importação a partir da unificação das alíquotas de ICMS no país, prevista no projeto de resolução nº 72, que está sendo discutido, agora à noite, no plenário do Senado.

Em seu pronunciamento na tribuna, o senador Aécio Neves disse que a Resolução 72 põe fim à competição danosa entre os estados, mas prejudica fortemente alguns estados da Federação. Pela atual proposta do governo, sofrerão perda de receita o Espírito Santo, Goiás e Santa Catarina.

Em seu pronunciamento, o senador destacou que a unificação das alíquotas de ICMS deveriam ocorrer em conjunto com o debate sobre os royalties do petróleo e da mineração, as dívidas dos estados e a melhor repartição dos recursos federais.

“Vamos votar favoravelmente ao projeto de resolução 72 porque ele acaba com a competição danosa para a indústria nacional pelos importados. Mas, mais uma vez, o governo federal deixa de fazer um gesto em favor da federação, do equilíbrio federativo. Essa é uma questão que deveria estar sendo vista conjuntamente com outras, como os royalties de petróleo e do minério, a renegociação das dívidas estaduais e a repartição dos fundos de participação”, afirmou o senador Aécio Neves.

Aécio Neves defendeu sua emenda que estabelece um período de cinco anos de ajustes para os estados que terão perda de recursos com a medida. Ele propõe que, durante cinco anos, essas perdas sejam compensadas pelo governo federal por meio de abatimento nas dívidas junto à União.

“”A perda para o governo federal seria irrisória, sobretudo neste momento de crescimento e concentração de receita em suas mãos”,” disse Aécio.

Pela emenda, o cálculo das perdas desses estados seria feito pelo Conselho Nacional de PolíticaFazendária (Confaz).

Link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/04/aecio-neves-apoia-fim-da-guerra-fiscal/