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Governo de Minas: Comitê Regional do Triângulo inicia trabalhos em Uberlândia

O Estado em Rede possibilita parcerias que beneficiam os cidadão

Paulo Boa Nova/Seplag
Representantes regionais discutem a agenda intersetorial
Representantes regionais discutem a agenda intersetorial

A primeira reunião do Comitê Regional do Triângulo realizada nesta quinta-feira (12), em Uberlândia, teve como foco identificar estratégias que possam ser trabalhadas de forma multidisciplinar, envolvendo órgãos e secretarias em âmbito regional em um trabalho integrado.

Vários temas que afetam o cotidiano da região e soluções que podem ser facilitadas a partir do envolvimento conjunto, possibilitando a implementação das estratégias governamentais para região foram discutidos.

Os comitês foram criados para implementar o Estado em Rede em Minas Gerais, criando uma agenda intersetorial entre órgãos e secretarias.

O Estado em Rede trabalha a regionalização da gestão governamental,que é uma das prioridades do governador Antonio Anastasia, e já se encontra em desenvolvimento em outras cinco regiões do Estado além do Triângulo: Rio Doce, Norte de Minas, Jequitinhonha/ Mucuri, Zona da Mata e Sul de Minas.

Participaram do evento os representantes do comitê, formados por membros de órgãos governamentais do Triângulo, e técnicos da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag); Secretaria de Estado de Casa Civil e Relações Institucionais (Seccri); Secretaria de Estado do Governo (Segov); Governadoria e Ouvidoria-Geral do Estado (OGE).

O subsecretário de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto, André Reis, da Seplag, destacou a importância do Estado em Rede em um modelo de governo que considera as características de um Estado grande e diversificado.

Após as apresentações dos integrantes, foi apresentado o painel de contextualização do trabalho e a metodologia de priorização e integração da estratégia governamental, observando a importância de se identificar demandas locais que exijam o trabalho em parceria entre órgãos diversos.

Em seguida, foram mostrados painéis com indicadores das redes de desenvolvimento, estabelecidos no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI 2011-2030) – que busca promover a cooperação e a integração entre agentes e instituições em torno de grandes escolhas para o futuro do Estado.

Os representantes regionais destacaram elementos que sintetizam a região do Triângulo, como grandes investimentos em agropecuária; desenvolvimento de serviços, comércio e indústria e também a localização geográfica – que gera, ao mesmo tempo, uma proximidade com estados de fronteira, como São Paulo e Goiás, e um afastamento em relação ao poder central do Estado, em Belo Horizonte.

Formado por 35 municípios, o Triângulo Mineiro tem atualmente 1,49 milhão de habitantes e possui o maior Produto Interno Bruto (PIB) per-capita do Estado (R$ 22.517). O PIB geral, de R$ 34 bilhões, corresponde a 11,95% de Minas Gerais.

Foram levantados vários aspectos da realidade da região. A política da integração entre as polícias no Triângulo, por exemplo, tem produzido resultados favoráveis. A educação ambiental tem trazido consequências positivas na área rural e a prevenção na segurança potencializa ações culturais. Por isso, o trabalho multidisciplinar já é uma realidade regional em algumas áreas e a expectativa é de muito otimismo com a perspectiva de se ampliar este diálogo intersetorial.

A diretora regional da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) no Triângulo, Daisy Afonso, diz que essa reunião ocorre em um momento muito importante. “Estamos trocando informações para que possamos implementar políticas públicas a partir desse trabalho em parceria. Além de otimizar recursos, nós teremos a oportunidade de uniformizar as informações, fazendo com que as políticas possam ser implementadas mais rapidamente, e com eficiência”.

Ela destaca ações conjuntas em sua área que podem ser trabalhadas de forma intersetorial, aumentando a eficácia dos benefícios ao cidadão. “O trabalho contra o abuso sexual infantil, por exemplo, deve ser realizado em conjunto com a Polícia Militar. A partir de agora, poderemos levar esse trabalho para a escola através do Programa de Enfrentamento e Repressão às Drogas (Proerd)”, afirma.

Desafios

Para o superintendente regional de Saúde na região, Daltro Catani Filho, o Estado em Rede é um passo de grande importância do Governo de Minas na construção coletiva de ações em favor da população. “Essa reunião aproxima os gestores estaduais. Estou muito feliz de participar dessa missão”.

De acordo com ele, a Saúde pode trabalhar em conjunto com vários órgãos e secretarias, estimulando o trabalho multidisciplinar. “Um programa nutricional nas escolas, por exemplo, envolve Saúde e Educação e pode diminuir os índices de obesidade entre estudantes. Da mesma forma, os médicos do Programa de Saúde da Família (PSF) podem usar sua percepção da realidade das famílias para trazer informações em relação a usuários de drogas, por exemplo”.

Os resultados das reuniões dos comitês serão apresentados na próxima reunião da Câmara Multissetorial, em 24 de abril. Formada pelos secretários adjuntos de cada pasta de governo, a Câmara se reúne para garantir o alinhamento estratégico entre necessidades das regiões do Estado, apontando as maneiras de viabilizá-las.

O Estado em Rede terá sua próxima reunião em maio, quando será realizada a segunda reunião do Comitê Regional da Mata, em Juiz de Fora. Ainda neste semestre tomam posse os membros dos comitês regionais das regiões do Noroeste; Alto Paranaíba; Centro-Oeste e Central, totalizando a formação de comitês nas dez regiões de planejamento do Estado.

O trabalho de coordenação do Estado em Rede é de competência conjunta da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão; Secretaria de Estado de Casa Civil e Relações Institucionais; Ouvidoria-Geral do Estado e Secretaria de Estado do Governo.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/comite-regional-do-triangulo-inicia-trabalhos-em-uberlandia/

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Governo de Minas: Agência Reguladora anuncia novas tarifas da Copasa para 2012

Alterações nas tabelas trarão efeito favorável aos usuários com baixos consumos

A Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) publica nessa sexta-feira (13), no “Minas Gerais”, órgão oficial de divulgação dos Poderes do Estado, autorização para que a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) aplique em suas tabelas de tarifas um reajuste médio de 4,34%. No estudo de reajuste tarifário feito pela Arsae-MG, o reajuste seria de 5,44%, mas foi reduzido em função de compensações do exercício anterior.

O reajuste das tarifas refere-se a um período de 13 meses, desde o último reajuste ocorrido, em abril de 2011. Para efeito de comparação, os índices oficiais de inflação registrados no mesmo período foram: INCC 8,81%, IPCA 5,78%, INPC 5,46%, IGP-DI 3,80% e IGP-M 3,71%.

A Agência Reguladora alterou os critérios da chamada Tarifa Social, destinada aos consumidores de baixa renda e baixo consumo. Com as mudanças, o número de famílias beneficiadas em todo o Estado aumentará de 317 mil para mais de um milhão, correspondente a 3,5 milhões de pessoas. Este contingente representa cerca de 27,5% de todas as famílias atendidas pela Copasa no Estado.

A nova tabela – que passa a valer a partir de 13 de maio – traz também uma redução de 11,8% nas tarifas das residências com consumo mensal de até 6 metros cúbicos de água (o equivalente a 6 mil litros). Já as residências com consumo de até 8 mil litros/mês terão reajuste de apenas 0,4% (ou R$0,07) para o serviço de abastecimento de água.

Como aconteceu em 2011, as alterações introduzidas pela Arsae-MG nas tabelas da Copasa produzirão novamente um efeito favorável aos usuários com baixos consumos, de modo que o índice de aplicação de 4,34% é médio.

As tarifas definidas pela Arsae-MG se aplicam a todas as cidades servidas pela Copasa no Estado e valem por um ano. A Resolução será publicada nessa sexta-feira (13), no “Minas Gerais”. A Nota Técnica já está disponível no site da Arsae-MG (www.arsae.mg.gov.br).

Alterações nas tarifas de esgoto

Conforme já divulgado no início desta semana, a Arsae-MG está completando este ano a reversão, iniciada em 2011, das mudanças feitas pela Copasa nas tabelas tarifárias em 2007. O objetivo foi simplificar o quadro tarifário e aumentar a transparência para o usuário.

A partir de maio, as cidades em que a Copasa presta serviços apenas de coleta de esgoto voltarão a pagar 50% do preço da água, mas com a correspondente e proporcional redução das tarifas de água. Já as cidades que dispõem de coleta e tratamento de esgoto passarão a pagar 90% do preço da água, também com a correspondente e proporcional redução das tarifas de água.

Essa equação assegura que a reversão nas mudanças nas tarifas de esgoto não implicarão em qualquer aumento na fatura total (água e esgoto) dos usuários que moram nas 213 cidades onde a Copasa presta os dois serviços.

Sobre a Arsae-MG

A Arsae-MG é uma autarquia especial criada pelo Governo de Minas em 2009, com as atribuições de editar normas para a prestação dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário sob concessão da Copasa e da Copanor e também de fiscalização dos serviços prestados.

Mediante convênio com os municípios, a Arsae-MG também atua como agência reguladora em cidades cujos serviços de água e esgoto não são prestados pelas duas empresas. São os casos de Itabira e Passos, que já têm convênios assinados com a Agência Reguladora.

O objetivo da regulação do setor, nos termos da legislação federal, é garantir aos usuários a regularidade, a continuidade e a segurança na prestação dos serviços, bem como buscar a melhoria crescente da eficiência técnica e econômica dos serviços prestados. No caso específico das tarifas, a Arsae-MG busca a combinação da modicidade tarifária com o equilíbrio econômico-financeiro do sistema de prestação dos serviços e sua expansão.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/agencia-reguladora-anuncia-novas-tarifas-da-copasa-para-2012/

Gestão Antonio Anastasia: Tarifa Social para serviços de tratamento de água beneficiará 3,5 milhões de pessoas em Minas

Novo critério estabelece uma redução de até 40% no valor das contas de água

Prefeitura de Itabira / Divulgação
Para cerca de 1 milhão de famílias mineiras, serviço de consumo de água terá redução no valor das tarifas
Para cerca de 1 milhão de famílias mineiras, serviço de consumo de água terá redução no valor das tarifas

A Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) alterou os critérios da Tarifa Social da Copasa. Com as mudanças, mais 737 mil famílias (correspondente a 2,5 milhões de pessoas) passam a ter direito ao benefício, além das 317 mil que já são beneficiadas atualmente. Ao todo, a partir deste ano, mais de 1 milhão de famílias (aproximadamente 3,5 milhões de pessoas)  terão direito à Tarifa Social.

A atual Tarifa Social, que hoje atinge 8,2% das famílias atendidas pela Copasa, só se aplica aos consumidores residenciais com consumo mensal até 15 metros cúbicos de água (equivalente a 15 mil litros) e cujo imóvel tenha no máximo 44 metros quadrados de área construída. Já o novo critério não fixa um consumo mínimo nem leva em conta a área construída da residência, mas apenas a renda do grupo familiar.

Moradores de unidades residenciais inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e cuja renda por pessoa seja menor que meio salário mínimo,  serão beneficiados pelo novo critério e poderão ter uma redução em suas contas de até 40%, dependendo do consumo.

Atualmente, nas cidades atendidas pela Copasa, estão cadastradas no CadÚnico cerca de 1.053.000 famílias, o equivalente a 27,5% de todas as famílias atendidas pela Copasa no Estado. Nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri, esse percentual chega a 39% das unidades servidas pela Copasa e no Norte de Minas, a 38%.

De acordo com a Arsae-MG, a adoção da Tarifa Social não acarretará perda no faturamento total da Copasa, pois a tabela aprovada para 2012 foi construída adotando o princípio do subsídio cruzado.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/tarifa-social-para-servicos-de-tratamento-de-agua-beneficiara-35-milhoes-de-pessoas-em-minas/

Governo de Minas: Anastasia assina protocolo de intenções para investimento de R$ 2,4 bilhões no Noroeste do Estado

Projeto do Grupo Yser, produtor de derivados de resina natural, genética de pinus e gestão de florestas, vai gerar 3,2 mil empregos em Minas

Omar Freire/Imprensa MG
O projeto prevê a criação de 1,3 mil empregos diretos
O projeto prevê a criação de 1,3 mil empregos diretos

O governador Antonio Anastasia assinou, nesta quinta-feira (12), no Palácio Tiradentes, protocolo de intenções entre o Governo de Minas e a YTI-Yser (Grupo Yser), para a instalação de um complexo agroindustrial no Estado. O projeto prevê a implantação de cinco maciços de floresta de pinus, numa área de 100 mil hectares, em Brasilândia de Minas, no Noroeste do Estado. Também serão instaladas cinco unidades industriais para a produção de carvão vegetal, biocarvão e resina.

“Parcerias como essas são fundamentais porque vão permitir a distribuição melhor da renda em nosso Estado. Minas Gerais é hoje o Estado que tem a maior área de florestas plantadas do Brasil. E sabemos muito bem, especialmente no momento ambiental como o que vivemos no mundo, da potencialidade dessa área econômica. Tenho certeza que será uma atividade econômica e empreendedora altamente adequada, bem sucedida e exitosa. Termos aqui uma virtuosa cadeia produtiva que nos levará em poucos anos não só a um número expressivo de empregos, mas a uma movimentação econômica extremamente positiva”, destacou Anastasia.

O grupo vai investir R$ 2,4 bilhões, possibilitando a criação de 3,2 mil empregos, sendo 1,3 mil diretos. O Grupo Yser é referência mundial na produção de derivados de resina natural, na genética de pinus e na gestão de florestas. Com a implantação do projeto, pretende se tornar também uma referência mundial na produção de carvão vegetal, de forma totalmente sustentável.

“Minas Gerais tem sido um Estado que luta muito pela internacionalização da sua economia, por agregar valor aos seus produtos e por internar em nosso Estado conhecimento, tecnologia e inovação. Vimos que são também esses os valores do grupo econômico que chega a Minas: desenvolvimento, pesquisa e inovação. Isso soa como música para nós, que é esse o nosso objetivo em Minas Gerais. Estamos diante de uma circunstância que permite unir o útil ao agradável, ou seja, a geração de riquezas e empregos, com uma questão tecnológica tão relevante para nós mineiros”, lembrou o governador.

O início da exploração dos maciços florestais está previsto para janeiro de 2017. Já as unidades industriais serão instaladas no período de 2013 a 2017. A floresta deverá produzir 70,3 milhões de metros cúbicos de madeira para carvão vegetal e 2,2 milhões de toneladas de resina bruta, num prazo de 20 anos.

A resina bruta abastecerá as unidades industriais de processamento de resina natural. O carvão vegetal é utilizado como insumo para a produção de energia, ferro gusa, aço, entre outros. Já a resina natural é matéria prima para várias indústrias, entre elas as de tintas e vernizes, pneus e de alimentos.

“Estamos adotando aqui uma estratégia de longo prazo. Essa é a base do nosso projeto. A produção do Greencoal (carvão vegetal) permite iniciar um ciclo de cadeia de valor de florestas e, em simultâneo, oferece  uma solução alternativa, inovadora e, sobretudo, sustentável. O nosso processo produtivo é baseado em uma plataforma tecnológica totalmente inovadora, com aproveitamento dos gases libertados para energia de processo de forma ambientalmente eficiente e responsável”, explicou o diretor da YTI-Yser, Bernardo Maia.

Atração de investimentos

Somente nos três primeiros meses do ano foram anunciados R$ 2,6 bilhões em investimentos, em vários setores, que vão gerar quase sete mil empregos. Entre os diversos investimentos em curso no Estado, estão a instalação da fábrica da Alpargatas e de uma unidade da Fiat em Montes Claros, a fábrica da Coca-Cola em Itabirito, a fábrica de locomotivas da Caterpillar em Sete Lagoas. Também foi confirmada, recentemente, a instalação em Ribeirão das Neves da Companhia Brasileira de Semicondutores (CBS), com investimento de R$ 820 milhões.

No ano passado, foram assinados 162 protocolos de intenções para investimentos em diversos setores, que somam R$ 28,4 bilhões, com a criação de 140.204 empregos (44.124 diretos e 96.080 indiretos). Os investimentos totais em Minas Gerais, anunciados entre 2003 e 2012, totalizam R$ 264,3 bilhões, com a geração de 470.833 empregos diretos, para atender a 2.456 projetos de instalação e expansão de empresas.

“Desde que o governador Anastasia assumiu o Governo de Minas, a palavra de ordem é a busca de mais empregos para a população mineira. Essa obsessão com que o governador tem trabalhado para construir um ambiente de investimento em Minas Gerais encontrou um parceiro nessa empresa. Nós cumprimos a determinação do governador de identificar empresas que possam ser parceiras, olhando para o futuro de Minas com a mesma visão que temos. Encontramos na Yser esse perfil”, afirmou o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/anastasia-assina-protocolo-de-intencoes-para-investimento-de-r-24-bilhoes-no-noroeste-do-estado/

Governo de Minas: OGE abre inscrições para o Curso de Extensão em Ouvidoria em Saúde

Aulas são direcionadas para gestores do Sistema Único de Saúde do Estado e de municípios

Estão abertas as inscrições para ocurso de extensão em Ouvidoria em Saúde, promovido pela Ouvidoria Geral do Estado (OGE), órgão do Governo de Minas, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o Canal Minas Saúde. As aulas são direcionadas para gestores do Estado e de prefeituras, além de demais profissionais do setor. O objetivo é ampliar os conhecimentos e garantir a qualidade dos serviços prestados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Muitos municípios de Minas ainda não têm uma Ouvidoria para atender às manifestações dos usuários do SUS. Assim, a OGE/Ouvidoria de Saúde e SES estão desenvolvendo um trabalho de sensibilização junto aos municípios, com o objetivo de sensibilizar os gestores municipais de saúde sobre a importância da Ouvidoria de Saúde enquanto mediação entre a população e gestores para atender seus anseios e instrumento de gestão para melhorar a qualidade na prestação de serviços de saúde no SUS”, afirma Ana Piterman, ouvidora de Saúde da OGE.

O curso será realizado na modalidade à distância e terá carga horária de 80 horas.As inscrições devem ser feitas pelo site do Canal Minas Saúde.  Outras informações também podem ser obtidas pelos telefones (31) 3235-5931, (31) 3235-5932 ou pelo e-mail nead@portalminassaude.com.br.

Necessidade

É essencial o município compreender e colaborar com o trabalho da Ouvidoria do Ministério de Saúde, da Ouvidoria Geral do Estado e, se possível, implantar uma ouvidoria em seu próprio município. Ao manifestar intenção de ter a própria ouvidoria, a OGE/Ouvidoria de Saúde estará à disposição dos gestores para capacitação e apoio técnico.

“Como o cidadão reside no município, os gestores municipais necessitam estar capacitados para atender e responder as demandas. O gestor pode utilizar a Ouvidoria para realizar um diagnóstico mais preciso dos pontos críticos dos serviços de saúde ofertados, dando oportunidade ao gestor de corrigir os eventuais problemas”, salienta a Ouvidora de Saúde.

Assim, os gestores e profissionais das áreas que participarem do curso de extensão poderão, meio de conhecimentos multidisciplinares, desenvolver um trabalho de qualidade na gestão de Ouvidoria, além de estimular a melhora dos processos no aperfeiçoamento da gestão do serviço público.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/oge-abre-inscricoes-para-o-curso-de-extensao-em-ouvidoria-em-saude/

Gestão Anastasia: crescimento do valor da produção agrícola de Minas supera a média nacional

Valor Bruto da Produção Agrícola do Estado deve crescer 10,4% em 2012

O Valor Bruto da Produção (VBP) Agrícola de Minas Gerais, que é a soma dos valores das 20 principais culturas do Estado, dever alcançar neste ano R$ 24,5 bilhões, cifra 10,4% superior à registrada em 2011. Os dados, referentes a um estudo realizado em março pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), foram analisados pela Superintendência de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). Já para o Brasil, a previsão de crescimento do VBP é de 2,5%.

Para o café, principal produto da agricultura estadual, o VBP calculado é de R$ 11,3 bilhões, cifra 0,5% superior à do ano passado. De acordo com o superintendente da Seapa, João Ricardo Albanez, “a pequena evolução do valor do produto se deve aos reflexos da crise no comércio internacional, mesmo havendo expectativa de produção recorde”.

O produto agrícola mineiro em segundo lugar quanto ao valor é a cana-de-açúcar, que registra R$ 4,3 bilhões, aumento de 16,9% na comparação com 2011. Além do aquecimento do mercado interno, os produtos da cana-de-açúcar têm alcançado bons resultados no mercado externo. No caso do etanol, Minas Gerais registrou em março exportações de  US$ 5,2 milhões, cifra 479% superior à obtida em fevereiro. Com o açúcar, o Estado teve, no terceiro mês deste ano, vendas de US$ 9,2 milhões, um valor 95,6% maior que o registrado no período anterior. Albanez observa que o café e a cana-de-açúcar contribuem com 63,5% do VBP agrícola mineiro.

Em terceiro lugar na relação dos produtos agrícolas mineiros mais valorizados está o milho, com o VBP estimado de R$ 3,2 bilhões, cifra 12,5% superior à do ano passado. Esse produto, segundo Albanez, beneficia-se sobretudo do expressivo aumento da produção do grão, para dar suporte principalmente ao crescimento da produção de aves, suínos e bovinos.

A batata também mostra bons resultados, com um VBP estimado de R$ 947,2 milhões, equivalentes a um crescimento de 30% em relação ao valor obtido no ano passado. Para o algodão em caroço, que tem uma previsão de R$ 224,6 milhões, o crescimento é de 22,8%.

De acordo com o estudo, a soja em grão é um dos produtos da agricultura mineira com previsão negativa (-1,5%), pois o valor calculado é de R$ 2,1 bilhões. Outro produto citado é o feijão, que tem VBP estimado em R$ 1 bilhão, cifra 0,6% inferior à apresentada em 2011.

Números do Brasil

O Ministério da Agricultura informa que o VBP da agricultura brasileira em 2012, com base nos estudos de março, é de R$ 218,6 bilhões. Os produtos que lideram o aumento do valor são algodão (27,2%), batata inglesa (156,7%), cana-de-açúcar (20%) e milho (14,5%). Os bons resultados são devidos aos preços favoráveis e aos melhores níveis de produção.

Valores da agricultura mineira

VBP: R$ 24,5 bi (+10,4%)

Café: R$ 11,3 bi (+0,5%)

Cana-de-açúcar: R$ 4,3 bi (+16,9%)

Milho: R$ 3,2 bi (+12,5%)

Batata: R$ 947,2 milhões (+ 30,0%)

Algodão: R$ 224,6 milhões (+ 22,8%)

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/crescimento-do-valor-da-producao-agricola-de-minas-supera-a-media-nacional/

Gestão Anastasia: governo de Minas anuncia Expominas como sede da saideira do Comida di Buteco 2013

O concurso, no próximo ano, irá selecionar de 400 bares participantes, o melhor boteco do Brasil

Divulgação/Setur
Eduardo Maya, o secretário Agostinho Patrus e Ronaldo Perri
Eduardo Maya, o secretário Agostinho Patrus e Ronaldo Perri

O secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus Filho, anunciou, nesta quinta-feira (12), a parceria do Governo de Minas com os organizadores do Comida di Buteco, para realização do concurso nos próximos anos. De acordo com o secretário, a Saideira da edição de 2013 será realizada no Expominas, e ainda, estão sendo planejadas novas iniciativas para fortalecer o evento durante a Copa do Mundo de 2014.

Este ano, o evento está sendo realizado em seis municípios mineiros: Belo Horizonte, Ipatinga, Montes Claros, Uberlândia, Poços de Caldas e Juiz de Fora. Dessa vez, os chefs precisam reinventar o uso do queijo minas em suas receitas.

De acordo com Patrus Filho, a gastronomia é uma das marcas do Estado, sendo reconhecida nacional e internacionalmente. “Minas Gerais possui bares, botecos e restaurantes que são bem conceituados nos guias nacionais e internacionais, atraindo turistas de toda parte do mundo. O Comida di Buteco é um das mais importantes iniciativas do Estado e deve ser incorporada aos grandes eventos internacionais que serão realizados nos próximos anos, apresentando a culinária mineira aliada às influências internacionais”. O secretário concluiu que “além de gerar lazer para os mineiros, o concurso atrai turistas, gera emprego, movimenta a cadeia de prestação de serviço e distribui renda para as regiões onde é realizado”.

Comida di Buteco

Criado em Belo Horizonte, no ano de 2000, o Comida di Buteco tem se destacado não só pela valorização da culinária de raiz e por atrair turistas de vários lugares do país e até mesmo do exterior, como também por gerar empregos e fomentar a sustentabilidade dos estabelecimentos que participam do concurso. Em 2011, movimentou mais de R$ 46 milhões; foram vendidos mais de 260 mil tira-gostos concorrentes e foi superada a marca de 320 mil votos (167 mil em BH), com público total de 2,3 milhões de pessoas, sendo que pelo menos 27 mil turistas (17mil em BH) visitaram os 329 botecos participantes durante o circuito.  Para saber os pratos e bares participantes acesse: www.comidadibuteco.com.br

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-anuncia-expominas-como-sede-da-saideira-do-comida-di-buteco-2013/