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Gestão Anatasia: governo de Minas e parceiros apresentam tecnologias em saúde com potencial de negócios

Programa estimula pesquisadores e contribui para a difusão da cultura empreendedora no campo acadêmico

Ricardo Guimarães/Sebrae-MG
Ex-diretor do CPqRR, Rodrigo Corrêa, o secretário-adjunto da Sectes, Evaldo Vilela, a diretora do CPqRR, Zélia Profeta e a diretora de Operações do Sebrae-MG, Elbe Brandão
Ex-diretor do CPqRR, Rodrigo Corrêa, o secretário-adjunto da Sectes, Evaldo Vilela, a diretora do CPqRR, Zélia Profeta e a diretora de Operações do Sebrae-MG, Elbe Brandão

Pesquisas inovadoras e com potencial de gerar negócios ganharam espaço em livro lançado, nesta quarta-feira (14), no Centro de Pesquisas René Rachou/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Belo Horizonte. A publicação PII-Fiocruz/Minas apresenta 16 tecnologias que foram submetidas aos estudos de viabilidade técnica do Programa de Incentivo à Inovação (PII), que é uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG).

O PII na Fiocruz teve início em 2009, com a iniciativa de elaborar planos de negócios e estudos de viabilidade para produtos gerados a partir de pesquisas acadêmicas. Foram inscritos 25 projetos inovadores, dos quais 11 foram selecionados e receberam recursos para a elaboração dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica, Comercial e de Impacto Ambiental e Social (Evtecias). E, posteriormente, numa segunda seleção, cinco projetos receberam o aporte de recursos para a elaboração dos planos de negócio estendidos e para o desenvolvimento dos protótipos. Para a realização dos estudos, foram investidos pelas instituições um total de R$ 345 mil, divididos entre Sectes, R$ 165 mil; Sebrae, R$ 120 mil; e Fiocruz, R$ 60 mil.

Para o secretário-adjunto da Sectes, Evaldo Vilela, o PII tem um papel fundamental no desenvolvimento dessas pesquisas, principalmente na criação dos planos de negócios que as torna algo tangível. “A grande ação do PII é exatamente criar um plano de negócio em cima de um projeto de pesquisa, possibilitando que ele se torne negócio e, finalmente, atendimento social. Temos que comemorar muito, mas ainda há muito a fazer, devemos incentivar cada vez mais empreendimentos como esses”, comenta Vilela.

O livro tem o objetivo de dar visibilidade a casos de sucesso, tendo com destaque do Centro de Pesquisas René Rachou os estudos sobre o Mal de Chagas, esquistossomose, leishmaniose e combate ao mosquito da dengue. A publicação ainda visa trazer ao público tecnologias que poderão ser repassadas para a sociedade em forma de produtos e processos, alcançando assim seu principal intuito, que é o de envolver governo, academia e empresariado num mesmo propósito.

Já a diretora de Operações do Sebrae-MG, Elbe Brandão, destacou o sucesso do PII, que já lançou publicações em outras sete instituições de ensino superior. Ele também enfatizou que este é um momento de comemorar, já que com a Fiocruz foi feita a primeira experiência com um centro de pesquisa e também o primeiro livro temático do programa, visando à saúde pública.

Os exemplares da publicação foram distribuídos aos participantes do evento, investidores, parceiros e instituições de ensino e de pesquisa. O livro também estará disponível para consulta no Centro de Pesquisas René Rachou, na avenida Augusto Lima, 1715, bairro Barro Preto, Belo Horizonte.

“A nossa experiência foi muito positiva e criou uma atmosfera grande de discussão, pensamento e de propostas de projeto que foram muito interessantes. Pensamos inicialmente em beneficiar 11 projetos, mas o sucesso e a excelência dos trabalhos apresentados foram tão positivos que resolvemos ampliar o número de tecnologias beneficiadas para 16”, finaliza a diretora do Centro de Pesquisas René Rachou, Zélia Profeta.

Fonte: Agência Minas

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