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Gestão em Minas: Controladoria-Geral realiza última reunião antes da Conferência sobre Transparência e Controle Social

No total, 319 municípios foram mobilizados nas discussões sobre transparência na gestão pública

Divulgação/CGE
Reunião definiu último preparativos para a 1ª Conferência Estadual sobre Transparência e Controle Social
Reunião definiu último preparativos para a 1ª Conferência Estadual sobre Transparência e Controle Social

A Controladoria-Geral do Estado (CGE) realizou, nesta quarta-feira (7), na Cidade Administrativa, a 5ª reunião com a comissão organizadora da 1ª Conferência Estadual sobre Transparência e Controle Social de Minas Gerais (Consocial). O encontro teve como objetivo apresentar o balanço final das conferências Municipais e Regionais, assim como debater a aprovação do caderno de propostas, que será encaminhado aos delegados na Consocial, entre os dias 14 e 15 de março, no Hotel Tauá, no distrito de Roças Novas, em Caeté, região Central de Minas.

De acordo com os dados apresentados pela Subcontroladoria de Informação Institucional e Transparência, 319 municípios foram mobilizados, totalizando 484 delegados eleitos, que participarão da etapa estadual. Isso representa um total de 65% da população de Minas Gerais empenhada em desenvolver políticas de Transparência e Controle Social.

Ao todo, 1.200 propostas foram enviadas pelos municípios e, prontamente, sistematizadas em 290 tópicos. Elas serão discutidas na etapa estadual para formalizar um novo documento, contendo 20 propostas, que serão enviadas para a etapa nacional, entre os dias 18 e 20 de maio deste ano, no Distrito Federal.

Todas as sugestões atendem aos quatro eixos temáticos: promoção da transparência pública e acesso à informação e dados públicos; mecanismos de controle social, engajamento e capacitação da sociedade para o controle da gestão pública; atuação dos conselhos de políticas públicas como instâncias de controle; e Diretrizes para a prevenção e combate à corrupção.

Para o novo controlador-geral do Estado, professor Plínio Salgado, os dados divulgados na reunião contribuem para que a expectativa da Consocial seja a melhor possível. “Pelo que pude perceber nas discussões das propostas, os objetivos desta conferência serão plenamente alcançados”, diz. Segundo o controlador-geral adjunto, Juliano Fisicaro, a comissão organizadora da Consocial, composta por representantes dos conselhos de políticas públicas, da sociedade civil e do poder público, foi fundamental para o sucesso da mobilização estadual. “O trabalho da comissão nessas cinco reuniões foi de extrema importância para o amadurecimento do processo democrático e da Conferência Estadual, que será a primeira coordenada pela Controladoria-Geral do Estado e realizada pelo estado de Minas Gerais”, destaca.

“Eu acredito que fizemos excelente trabalho. O caderno de propostas foi aprovado, que é o principal documento da conferência. É o documento que permite que os representantes municipais discutam temas e elejam suas propostas para encaminhar para a etapa nacional. O nosso trabalho foi muito bem sucedido e resultará numa conferência de grande participação que ficará marcada como a 1ª conferência de transparência”, ressalta a subcontroladora de Informação Institucional e Transparência, Margareth Travessoni.

Durante o encontro, foi divulgada a programação da 1ª Conferência Estadual sobre transparência e Controle Social. Clique aqui para ver a programação completa (arquivo PDF).

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: Secretaria de Saúde garante cuidado e atenção à mulher mineira

Por meio de programas, projetos e investimentos, Governo promove a humanização da assistência às mineiras
Marcella Marques/SES-MG
Secretaria de Saúde realiza trabalho de prevenção do câncer de colo do útero e mama
Secretaria de Saúde realiza trabalho de prevenção do câncer de colo do útero e mama

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), comemora os resultados alcançados pela Política Estadual de Saúde da Mulher, que objetiva, por meio de ações preventivas, educativas, protetoras, curativas e reabilitadoras, garantir a saúde das mulheres mineiras.

Um importante indicador do conjunto de ações implantadas pelo Governo é a queda da mortalidade materna. Em 2003, a Razão de Morte Materna no Estado era de 39,01 óbitos a cada 100 mil partos. No ano passado, a taxa de óbitos caiu para 32,88, o que mostra uma redução de 15,88%.

Isso só foi possível após a implantação do Programa Viva Vida, criado em 2003, que visa reduzir a mortalidade infantil e materna em Minas. A rede foi planejada de modo que ambas possam ter atendimento de qualidade o mais próximo possível da região de sua moradia. As ações de fortalecimento da rede vão desde a prevenção, assistência integral a mulheres e crianças, às ações educativas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, além da assistência à gestante.

Nesse período, o Estado investiu R$ 129,5 milhões na estruturação da Rede Viva Vida, um marco na assistência materno-infantil em Minas. O Viva Vida realizou mais de 2 milhões de mamografias e aumentou em 307,8% o número de UTIs Neonatal em oito anos, cobrindo uma população de mais de 8 milhões de gestantes e crianças em todo o Estado. Em 2009, 65% das gestantes atendidas pelo SUS em Minas fizeram sete ou mais consultas durante o pré-natal. Em 2003, apenas 48% das mulheres conseguia esse número de consultas.

Pontos de atenção à saúde foram criados, como a Casa da Gestante e os Centros Viva Vida de Referência Secundária (CVVRS). Os centros oferecem consultas ginecológicas, exames de prevenção de câncer de mama e de colo uterino e atendimento especializado a gestantes e recém-nascidos de alto risco. Em todo o Estado já são 25 centros e outros quatro devem ser implantados em 2012.

A SES promove, ainda, o Projeto Mães de Minas, que é um conjunto de ações de saúde voltadas para a proteção e cuidado da gestante e da criança cercando-as de cuidados, desde o início da gravidez até o nascimento, crescimento e primeiro ano de vida do bebê. A proposta é identificar todas as gestantes, logo no início da gravidez, por meio da implantação do Sistema de Identificação da Gravidez em Minas.

Medidas preventivas

Outro trabalho de conscientização da SES é a prevenção do câncer de colo do útero e mama. Para isso, a coordenação estadual do Programa de Combate ao Câncer do Colo do Útero e Mama realiza ações de voltadas para a promoção e prevenção à saúde.

No ano passado, para fortalecer as ações de controle do câncer de mama, o Governo de Minas anunciou um conjunto de ações que até 2014 vão impactar na redução da mortalidade em mulheres de 45 a 69 anos. Trata-se de um estímulo a mamografias por rastreamento do Programa Viva Vida para aumentar o acesso das mulheres mineiras que dependam do SUS ao exame de mamografia. Em 2011, 306.414 mulheres realizaram a mamografia na faixa etária de 45 a 69 anos, de acordo com dados parciais.

Outra ação importante aconteceu em outubro, em comemoração ao Outubro Rosa, onde a SES disponibilizou um caminhão com mamógrafo, que se deslocou por 11 municípios de Minas Gerais. Ao todo foram feitas 836 mamografias. Também no ano passado, foi ampliada a faixa etária para o exame que detecta o câncer do colo do útero, se estendendo de 59 para 64 anos. Em Minas Gerais, dados parciais do Programa Viva Mulher, mostram que, em 2011, 1.016.611 exames de colo do útero foram realizados na faixa etária de 25 a 59 anos.

De acordo com o coordenador estadual do Programa de Combate ao Câncer do Colo do Útero e Mama Sérgio Bicalho, a importância de se ampliar a faixa etária se deve ao fato de uma mudança no comportamento sexual das mulheres acima de 50 anos e à maior longevidade da mulher brasileira. “As mulheres estão vivendo mais e mantendo vida sexual ativa. E por isso devem continuar realizando os seus exames de prevenção. É recomendado que o intervalo entre os exames seja de três anos, após dois exames negativos, com intervalo anual”, avalia. “Por ser o câncer uma doença silenciosa, muitas mulheres não realizam os exames periodicamente”, finaliza.

A SES mantém, ainda, em parceria com a coordenação Estadual de DST/Aids, o Plano de Enfrentamento da Epidemia de Aids e outras DST entre Mulheres do Estado de Minas Gerais, com grande representação da sociedade civil organizada, tendo como objetivo principal a redução da vulnerabilidade às DST e Aids em mulheres. O Plano conta com ações de promoção, prevenção e assistência, abordando temas polêmicos, tais como as diferenças de gênero, violência contra mulher, preconceitos de todos os tipos e diferenças sócio-econômicas cada vez mais marcantes.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Defesa Social realiza 1ª Plenária da Gestão do Sistema Socioeducativo

No evento, foram anunciadas informações relativas aos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em Minas

Marcilene Neves
O encontro foi realizado no auditório do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em Belo Horizonte
O encontro foi realizado no auditório do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em Belo Horizonte

Os adolescentes que cumprem medidas socioeducativas de internação e de semiliberdade em Minas Gerais terão, a partir deste ano, oficinas preventivas e educativas relacionadas a diversos temas da área de saúde. Além disso, ações voltadas para as famílias dos jovens, tais como visitas domiciliares, atendimento por equipe técnica formada por psicólogos e assistentes sociais, e encontros entre o adolescente e seus familiares, também serão implementadas pelo Estado.

As informações foram divulgadas nesta terça-feira (7), durante a 1ª Plenária da Gestão do Sistema Socioeducativo (Geduc), realizada pela Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas (Suase), da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). A Geduc é uma metodologia de gerenciamento e trabalho baseada na Gestão por Resultados criada pela Suase em 2008.

O encontro, que foi realizado no auditório do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em Belo Horizonte, teve como objetivo, ainda, avaliar as atividades desenvolvidas pelas unidades socioeducativas em 2011 e definir as diretrizes para o trabalho em 2012.

De acordo com a subsecretária de Atendimento às Medidas Socioeducativas, Camila Silva Nicácio, as oficinas de saúde e o trabalho junto às famílias dos adolescentes são alguns dos novos indicadores que serão monitorados pela Suase este ano. “O que se pretende é reforçar a política de corresponsabilidade da família no cumprimento da medida socioeducativa pelo jovem, tendo em vista que o resgate e a afirmação dos laços familiares são fundamentais para a efetividade dessa medida”, destacou.

Profissionalização

Assim como as metas de trabalho para 2012, também foi apresentado durante o Geduc o balanço das ações realizadas pelas unidades socioeducativas em 2011. Dentre as atividades, os cursos de profissionalização, que são direcionados aos jovens acima de 16 anos que cumprem medida de internação e de semiliberdade, tiveram destaque.

O número de adolescentes inseridos nas capacitações em 2011 foi de 54,17%, um aumento de 34% em relação ao ano anterior. Aprendizagem industrial, alvenaria e acabamento, pinturas especiais em paredes e móveis de madeira, culinária, informática foram algumas das modalidades oferecidas pela Suase.

“Esse aumento pode ser atribuído às parcerias consolidadas pela Suase com o Serviço Nacional do Comércio (Senac) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pela iniciativa das unidades socioeducativas em articular outros parceiros. Para os adolescentes é uma qualificação importante para a futura inserção no mercado de trabalho”, disse a diretora de Formação Educacional e Profissional da Suase, Erika Vinhal.

No campo da formação de ensino regular, a Suase fechou o ano de 2011com 99,4% dos adolescentes das unidades de internação e semiliberdade matriculados.

Gestão do Sistema Socioeducativo

As plenárias do Geduc são realizadas três vezes por ano e têm como objetivo o planejamento das ações e metas focadas na melhoria do atendimento ao adolescente autor de ato infracional. Entre os indicadores estabelecidos estão o acompanhamento de escolarização, participação em oficinas e realização de atividades externas pelos jovens.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: mulheres mineiras rompem barreiras e conquistam seu espaço no mercado de trabalho

Trabalhadoras não diferenciam ocupações como masculinas ou femininas e buscam qualificação nas mais diversas áreas

Divulgação/Sete
Em Minas, 27.649 mulheres foram colocadas no mercado de trabalho, em 2011, por meio das unidades do Sine
Em Minas, 27.649 mulheres foram colocadas no mercado de trabalho, em 2011, por meio das unidades do Sine

A luta das mulheres por igualdade vem de longa data. No âmbito do trabalho, o estudo, a qualificação, melhores salários e oportunidades, bem como o respeito profissional, são pontos primordiais para o gênero. Em Minas Gerais, no último ano, 27.649 mulheres foram colocadas no mercado de trabalho, por meio das unidades de atendimento ao trabalhador do Sistema Nacional de Emprego (Sine), o equivalente a 33,25% do total de colocados. Um número ainda modesto se comparado aos 56.138 homens na mesma situação.

“Dentro das metas do governador Antonio Anastasia de tornar Minas o melhor Estado para se viver e para trabalhar, estamos alcançando grande resultados também em relação às mulheres. Nas cinco conferências regionais do Emprego e Trabalho Decente tivemos participação expressiva do público feminino, que esteve também em grande número na estadual. Na etapa nacional, que vai acontecer ainda este ano, vamos levar as discussões sobre a maior participação da mulher no mercado de trabalho e a equidade salarial”, afirma o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta.

Para aumentar suas chances de inserção no mercado com qualidade as mulheres têm buscado, cada vez mais, a qualificação profissional. Visando atender essa demanda, a secretaria desenvolveu, durante o ano de 2011, dois programas que levaram aos trabalhadores mineiros conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais, – o Plano Territorial de Qualificação (PlanteQ) e o Usina do Trabalho.

Nesses dois programas, 4.290 educandos foram qualificados em cursos, como o de motorista de caminhão, operador de carregadeira, pedreiro em alvenaria, pintor, eletricista e bombeiro hidráulico. Desse total de educandos, prevaleceu a participação do sexo feminino, com 2.415 educandas, correspondendo a 56,29% do número total, e 1.875 homens (43,71%).

Vencedoras

Para Maria Aparecida de Paula, 51 anos, as mulheres estão na busca por oportunidades e não deve haver diferenciação entre os gêneros na hora da conquista do emprego. “O que importa é a capacidade de exercer as atividades”, afirma. “Fiquei sabendo que as unidades dos Sines encaminhavam trabalhadores para cursos de qualificação quando fui fazer meu cadastro para ver se tinha alguma vaga com o meu perfil. Não encontrei a vaga, mas tive conhecimento dos cursos e realizei logo dois, pois conhecimento nunca é demais”, comemora Maria Aparecida que concluiu, no final do ano passado, os cursos de motorista de caminhão e operadora de escavadeira. “Ambos os cursos são taxados por serem de homens, mas encarei numa boa, pois tinha outras companheiras”, pontua.

A ex-representante comercial Ivanilda Aparecida Costa Nascimento, 39 anos, sempre gostou de dirigir veículos mais pesados. Em 2012, resolveu tirar a carteira D, matriculou-se em um curso de operadora de pá carregadeira e não parou mais. Logo após, fez o curso de motorista de caminhão oferecido pela secretaria e ainda outro de operadora de empilhadeira pela empresa em que está trabalhando desde agosto de 2011. “Nessa atual função, na empilhadeira, ganho um bom salário, com os benefícios. Mas essa ocupação é muito pesada e ainda tem muitos riscos. Preferia trabalhar em caminhão mesmo, que é o que gosto. Estou em busca de outra oportunidade”, declara.

Os cursos de qualificação são ofertados em todo o Estado e todo trabalhador mineiro pode participar, sendo dada prioridade ao público de baixa renda, de menor escolaridade e com maior dificuldade de acesso ao mercado de trabalho. Os cursos são gratuitos, possuem material didático e seus participantes recebem lanche e transporte (para os que se deslocam mais de dois quilômetros). A partir do mês de abril, estarão abertas as inscrições para as turmas de 2012 nas unidades de atendimento ao trabalhador do Sine, com previsão de qualificar mais de 30 mil trabalhadores.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: Ipsemg promove ação para estimular hábitos de vida saudáveis entre as mulheres

Instituto matem, ainda, rede de assistência integral de atendimento às suas beneficiárias

Divulgação/Ipsemg
Ipsemg mantém estrutura própria e rede credenciada de assistência médica e complementar às suas beneficiárias
Ipsemg mantém estrutura própria e rede credenciada de assistência médica e complementar às suas beneficiárias

No Dia Internacional da Mulher, o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) oferece às suas beneficiárias dicas e orientações essenciais para a saúde, nas diversas faixas etárias. Especialistas do instituto são unânimes em afirmar que “o caminho para o público feminino ter a beleza fundamental, tão declamada em prosa e verso pelo poeta Vinicius de Moraes, é adotar estilo de vida saudável”.

Além de manter uma alimentação adequada – composta por frutas, verduras, legumes, leite ou derivados, carnes e cereais – é importante realizar atividades físicas regulares; manter o peso corporal adequado; evitar o consumo de álcool em excesso; nem pensar, ou se for o caso, abolir definitivamente o uso do tabaco; além de fazer exame médico periódico. O Ipsemg mantém uma estrutura própria e rede credenciada para oferecer assistência médica e complementar de diagnóstico, atendendo às necessidades integrais de suas beneficiárias.

Prevenção

Desde a adolescência, mesmo antes de iniciar a vida sexual, a mulher deve se consultar com um ginecologista, criando o hábito de acompanhamento, busca de informações e orientações sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e de uma gravidez não planejada. O ideal para toda mulher é consultar com o especialista pelo menos uma vez ao ano.

Segundo a coordenadora da Clínica Ginecológica do Hospital Governador Israel Pinheiro, do Ipsemg, Águeda Imaculada Lucas Campolina, “o HPV está relacionado a mais de 70% dos casos de câncer do colo do útero e a 90% dos casos de verrugas genitais”. Ela chama a atenção para o fato de o câncer do colo do útero ser assintomático e de evolução lenta.

A partir dos 35 anos de idade, a mulher deve ficar atenta às alterações menstruais – períodos curtos ou falhas –, que podem ser sinais da chegada da menopausa. Com a perda da função ovariana, o organismo para de produzir o estrógeno, causando, entre outras alterações, a redução da elasticidade e da hidratação da pele, da libido, além de ocorrer grande perda de massa óssea.

A coordenadora da Clínica Ginecológica do Hospital do Ipsemg explica que, atualmente, a reposição hormonal não é mais indicada para todas as mulheres. “É necessário avaliar os riscos e os benefícios caso a caso. Quando a paciente possui histórico de câncer de mama em parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) ou problemas circulatórios, por exemplo, não é indicada a reposição”, afirma.

Já para prevenir os efeitos devastadores da perda de massa óssea, as mulheres precisam incluir na sua agenda de consultas uma visita anual ao ortopedista. Após o exame clínico e os exames complementares de diagnóstico, como a densitometria óssea, exame radiológico que mede a densidade dos ossos, o médico especialista irá orientá-las para realizar atividades físicas específicas, reposição de cálcio, se for o caso, e dieta.

O ortopedista do Ipsemg, Alzemar Argemiro Magalhães, explica que as doenças mais comuns nessa fase da vida das mulheres são a artrose e a osteoporose. Segundo ele, cerca de 80% dos casos de pacientes com fratura de fêmur e coluna têm sobrevida de até quatro anos, em média, e morre pelas complicações. “São paciente que ficam com dificuldades de locomoção e as consequências são as pneumonias, infecções urinárias recorrentes, ganho de peso, úlceras de decúbito, depressão e evolução para o óbito”, afirma.

É também na menopausa que aumenta a incidência de eventos cardiovasculares isquêmicos, como o infarto e os derrames cerebrais (AVCs), e eleva os riscos de trombolismo venoso. Segundo o cardiologista e coordenador do Núcleo de Promoção da Saúde no Instituto, José Márcio Ribeiro, nessa fase ocorre a diminuição dos níveis de estrogênio no organismo, hormônio que protege o coração e os vasos sanguíneos. “A avaliação clínica anual associada à adoção de um estilo de vida saudável, com a prática de exercícios físicos, a redução do fumo e o controle do peso são poderosos aliadas no combate a esses males”, destaca.

Além de fazer o autoexame das mamas mensalmente e procurar o médico caso observe alguma anormalidade, a visita ao mastologista também deve fazer parte da agenda de consultas médicas anuais das mulheres a partir dos 20 anos de idade e, a mamografia anual, a partir dos 40 anos. O mastologista Alexandre Barra esclarece que a doença é rara na faixa etária abaixo dos 20 anos, pouco comum até os 30 anos e com risco mais alto na faixa etária entre os 50 e 70 anos. Ele observa que apenas 30% dos tumores ocorrem em pacientes com história familiar positiva, sendo 10% destes ligados a hereditariedade.

Palestra

Com objetivo de contribuir para a conscientização das beneficiárias do Ipsemg pela busca do bem-estar, o mastologista Alexandre Barra fará a palestra “Mulher em busca da Qualidade de Vida”, nesta segunda-feira (12), 10h, no Centro de Especialidades Médicas – Rua Domingos Vieira, 488 – sala 116 – 2º andar.

Fonte: Agência Minas

Gestão da Educação: novo espaço promove integração das instituições públicas de ensino superior de Minas

Inauguração aconteceu durante o Fórum da Ipes, que discutiu internacionalização do ensino superior de Minas Gerais

Osvaldo Afonso/Imprensa MG
Secretário Narcio Rodrigues assina documento para criação do Fórum das Ipes
Secretário Narcio Rodrigues assina documento para criação do Fórum das Ipes

Mais um passo importante foi dado para fortalecer o ensino superior em Minas. O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, se reuniu, nesta quarta-feira (7), com as 14 instituições públicas de ensino superior de Minas Gerais, que compõem o Fórum das Ipes. Além da integração do ensino superior mineiro e da sua internacionalização, o evento foi marcado pela inauguração do espaço destinado às instituições pelo Governo de Minas na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.

O fórum, constituído em 2003, tem como objetivo a atuação conjunta das instituições partícipes, a fim de articular e ampliar as ações de cooperação já existentes entre elas. A criação do espaço na Cidade Administrativa, que será chamado de Fórum Permanente das Ipes, é uma alternativa para aproximar ainda mais as universidades e seus reitores, reunir e estreitar as relações com o Governo de Minas, além de contribuir para o encaminhamento de processos administrativos.

Narcio Rodrigues reforçou a importância do Fórum das Ipes, destacando que é uma das experiências mais notáveis para organizar as demandas da academia e trazê-las para o Governo de Minas, como também a importância do espaço dentro da sede do governo para consolidar a qualidade do ensino superior do Estado. “Estamos vivendo um momento de reestruturação do papel das universidades estaduais, e esta integração é importante para que as instituições estejam em sintonia com os vários projetos da secretaria”, completa

Durante o evento, foi colocada em pauta a necessidade da internacionalização da educação superior, educação a distância, pesquisa, extensão e inovação. Houve apresentação do ‘Group of Eight’ – consórcio das melhores universidades da Austrália a Belo Horizonte no final de março. Durante a visita, as instituições de ensino superior mineiras serão mostradas, como também as políticas públicas da Sectes para internacionalização do ensino superior e pesquisa em Minas Gerais, criando um espaço aberto para discussões.

O Fórum das Ipes conta com 14 instituições. São elas: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Universidade Federal de Uberlândia (UFU); Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM); Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM); Universidade Federal de Alfenas (Unifal); Universidade Federal de Itajubá (Unifei); Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ); Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); Universidade Federal de Lavras (Ufla); Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop); Universidade Federal de Viçosa (UFV); Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg); Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet – MG).

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: atividades educativas e culturais marcam o mês da Mulher em Minas

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social realiza, ao longo deste mês, várias atividades para lembrar o Dia Internacional da Mulher

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), por meio da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para Mulheres (Cepam) e do Conselho Estadual da Mulher (Cem), realiza, ao longo deste mês, várias atividades para lembrar o Dia Internacional da Mulher. Muitos avanços foram alcançados, porém especialistas reconhecem que a luta contra a violência e desvantagens na carreira profissional em relação aos homens são alguns dos desafios a serem superados.

Para a subsecretária de Direitos Humanos, Carmen Rocha, é preciso focar as ações de promoção, proteção e restauração dos direitos humanos para superar os desafios.  É justamente buscando esse foco que a Sedese está promovendo atividades também no interior. “Essas ações servem como momento de reflexão sobre os avanços e desafios da questão da garantia dos direitos da mulher”, ressaltou.

Entre as ações previstas está o lançamento da Rede de Educação em Direitos Humanos, nesta quinta-feira (8), às 14h, na Cidade Administrativa (Palácio Tiradentes, Sala Cláudio Manoel, 3° andar). A iniciativa vai levar, por exemplo, a Lei Maria da Penha e os direitos da mulher para as escolas públicas de todo o Estado. O intuito é promover ações de efetivação da educação em direitos humanos por meio de cursos, capacitações e campanhas mediadas por recursos didáticos.

Também nesta quinta (8), as mulheres do Presídio Bicas II serão inseridas em atividades para reinserção social, informadas sobre a Lei Maria da Penha e os direitos da mulher. No próximo dia 13, as detentas do Complexo Penitenciário Estevão Pinto, em Belo Horizonte, terão a mesma oportunidade.

Já em Conceição do Pará, no Centro-Oeste de Minas, a Cepam participa da inauguração do Núcleo Produtivo Viva Vida, no dia 27. A unidade será utilizada para o trabalho e geração de renda para costureiras.

Serviços

Um dos caminhos para denunciar os crimes contra mulheres é o Disque Direitos Humanos (0800 031 1119), serviço gratuito e sigiloso do Governo de Minas que, em 2011, recebeu 59 denúncias, sendo 51 para relatar agressão e maus-tratos.

As mulheres também podem recorrer diretamente aos serviços públicos. Um exemplo é o Centro Risoleta Neves de Atendimento (Cerna), que atendeu quase 1.600 mulheres nos 12 meses do ano passado. A unidade, que funciona na Rua Pernambuco, 1000, Savassi, presta atendimento gratuito psicológico, jurídico e social.

8 de março

Há 155 anos, em 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, entraram em greve por melhorias nos salários, diminuição da carga horária e, acima de tudo, igualdade trabalhista entre os sexos. A manifestação foi reprimida com violência e as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Cerca de 130 tecelãs morreram carbonizadas. Hoje, mais de um século e meio depois do massacre, a data é lembrada mundialmente como marco na luta pela igualdade de direitos.

No ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o dia 8 de março passaria a ser o Dia Internacional da Mulher, em homenagem às mulheres que morreram em 1857. Somente no ano de 1975, por meio de um decreto, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Agência Minas