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Governo de Minas: halterofilista do programa Bolsa Atleta é exemplo de superação

Dádila Rodrigues faz parte da equipe de halterofilismo do Minas Paraolímpico de Uberlândia

Arquivo Pessoal
Dádila Rodrigues, de 28 anos, é uma das 127 atletas beneficiadas pelo programa Minas Olímpica Bolsa Atleta
Dádila Rodrigues, de 28 anos, é uma das 127 atletas beneficiadas pelo programa Minas Olímpica Bolsa Atleta

Participante da equipe de halterofilismo do Minas Paraolímpico de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Dádila Rodrigues, de 28 anos, sofreu um grave acidente há nove anos, ficou paraplégica e ficou dois anos isolada, sem perspectivas. Hoje Dádila coleciona títulos em competições e é uma das 127 atletas beneficiadas pelo programa Minas Olímpica Bolsa Atleta. A ação do Governo de Minas, promovida pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ), visa contribuir, por meio de apoio financeiro, com uma manutenção da carreira dos atletas de alto rendimento, buscando dar condições para que se dediquem ao treinamento esportivo e participação em competições.

A proposta, segundo o secretário de Esportes e da Juventude, Braulio Braz, é promover o desenvolvimento pleno da carreira esportiva, de forma a manter e renovar periodicamente gerações de atletas com potencial para representar o país nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. “É gratificante demais ouvir o depoimento dessa atleta e saber que, mesmo com tantos desafios impostos pela vida, ela se superou e que nós, do Governo de Minas, estamos contribuindo, por meio de políticas públicas, com sua história. Reforço, mais uma vez, que nosso papel, enquanto gestor público, é o de melhorar a vida das pessoas para tornar Minas Gerais o melhor Estado pra se viver”, destacou o secretário.

Com o recurso, a atleta paga a academia onde treina e parte da faculdade e compra alimentos e suplementos. “Antes de receber a bolsa eu tinha que me apertar, e, mesmo assim, não conseguia ter uma dieta adequada”, explica.

História de superação

Dádila trabalhava com reforma de estofados e quando estava fazendo entrega no terceiro andar de um prédio, com um sofá nas costas, pisou em falso e caiu, rolando até o primeiro andar. “Partes da madeira perfuraram meu corpo e afetaram minha coluna. Recebi dos médicos o diagnóstico de que não poderia mais andar e tive amnésia durante seis meses. Não conseguia nem lembrar meu nome”, relembra Dádila.  Foram dois anos e meio de isolamento, quando os amigos resolveram tomar uma atitude. “Eles me colocavam no passeio da minha casa, pra que eu pudesse ver gente, ter mais contato com os outros e me readaptar. E isso me ajudou muito, já que, morando sozinha, só podia contar com eles”.

Daí pra frente, mesmo com todas as dificuldades, Dália resolveu enfrentar as limitações e começou a trabalhar. “Fazia cursos de qualificação e participava de projetos sociais. Era muito difícil, mas minha meta era a de ter uma vida normal. Trabalhar, estudar, viver”.

A estreia em competições foi surpreendente. Há três meses participando da equipe, Dádila participou do Brasileiro em Goiás (GO), conquistou o ouro em sua categoria, 56kg, e ainda faturou o recorde nacional. Seu treinador, o técnico da equipe paraolímpica de halterofilismo de Uberlândia e da Seleção Brasileira da categoria, Weverton Lima dos Santos, diz que a história dela é um exemplo de vida. “Dádila é focada, tem atitude, persistência e nunca abaixa a cabeça, é uma referência como pessoa e como profissional”, relata o técnico. Segundo ele, a halterofilista tem melhorado a cada dia “e isso é mais importante do apenas ter a satisfação de se bater um recorde, ela sempre quer mais e é isso que a motiva”.

Entre 2010 e 2011, foram quatro recordes. O objetivo em 2012 é conseguir o índice mínimo para sair das etapas regionais e conseguir disputar as nacionais e, também, pleitear uma classificação para as paraolimpíadas de 2016. “Meu sonho é o de representar bem meu país e conquistar o ouro”.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Prêmio de Excelência valoriza projetos que melhoram a vida do cidadão

Iniciativa estimula servidores a contribuírem com o aprimoramento da prestação de serviços públicos

Em todo o mundo, um bom projeto de gestão pública muda para melhor o modo de o governo trabalhar e, consequentemente, a vida do cidadão. Em Minas, um bom projeto também pode valer prêmio para o servidor público que o desenvolve, graças ao Prêmio de Excelência em Gestão Pública, que terá sua 7ª edição lançada na próxima segunda-feira (12), às 10h, durante solenidade na sala Modular, no 9º andar do Prédio Minas, na Cidade Administrativa.

A cerimônia, que será presidida pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, contará ainda com a certificação dos vencedores da 6ª edição do prêmio, realizada em 2011. Durante o evento, a secretária também irá assinar o edital que regulamenta o prêmio, que será publicado, na terça-feira (13), no Jornal Minas Gerais.

Neste ano, o Prêmio de Excelência contará com duas categorias – servidores e estagiários – que, juntas, vão eleger dez projetos. Ao todo, serão pagos R$ 43,5 mil – recursos do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) – aos vencedores, distribuídos conforme as regras do edital.

Criado em 2005 pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e coordenado pela Superintendência Central de Políticas de Recursos Humanos, o Prêmio de Excelência é importante ferramenta de reconhecimento de ideias inovadoras já implementadas e também de estímulo a novos projetos que contribuam para melhorar a prestação de serviços públicos.

Esta nova edição do prêmio irá trazer novidades em relação às edições anteriores. Elas irão estimular a elaboração de projetos ainda mais focados na eficiência dos serviços públicos do Governo de Minas. As novidades serão conhecidas no edital que regulamenta o prêmio.

Ganhadores do 6º Prêmio serão certificados

Junto com o lançamento do 7º Prêmio, serão certificados os 14 ganhadores da 6ª edição do Prêmio de Excelência que concorreram no ano passado. Os projetos contemplados apontam soluções inovadoras para diversas áreas do Governo de Minas e, conforme previsto em edital, alguns já tinham sido implantados ou estavam em implantação e outros foram inéditos, por isso concorreram na categoria implementáveis.

Clique aqui e confira a lista dos projetos vencedores do 6º Prêmio de Excelência em Gestão Pública, em 2011 (Arquivo PDF).

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas vai instalar sistema de segurança e combate a incêndio em aeroportos

Processo licitatório será inicialmente para os aeroportos de Diamantina, Patos de Minas e São João del-Rei.

Gil Leonardi/Imprensa MG
O Aeroporto Regional Presidente Itamar Franco conta com equipamentos de combate a incêndios
O Aeroporto Regional Presidente Itamar Franco conta com equipamentos de combate a incêndios

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), deu início esta semana, ao processo licitatório para a compra de equipamentos de combate a incêndio, inicialmente, nos aeroportos de Diamantina, Patos de Minas e São João del-Rei. O Aeroporto Regional Presidente Itamar Franco, na Zona da Mata, já conta com esses equipamentos.

A previsão da Setop é de publicar o aviso de licitação, na modalidade de registro de preço, em um prazo de até 45 dias, com o objetivo de adquirir, em conformidade com especificações técnicas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), agentes extintores, carro contra incêndio de aeródromo, veículo de apoio às operações da Sessão de Combate a Incêndio (Sescinc), equipamento de proteção individual ao bombeiro, material de apoio às operações de resgate e de combate a incêndio, sistemas de comunicação e de alarme, equipamentos de operação aeroportuária, de movimentação e armazenamento de cargas e de segurança, informação, conforto ao usuário, para os três aeroportos citados.

Para o secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles, a questão de segurança é primordial. “Estamos realizando uma série de entendimentos junto à ANAC para manter a qualidade, conforto e a segurança nos aeroportos mineiros. Primeiro, por meio do Proaero, temos providenciado a reforma e melhoria de diversos aeroportos mineiros e agora ao licitar os veículos de combate a incêndio, vamos auxiliar as prefeituras oferecendo mais segurança”, explicou Melles.

O Governo de Minas já investiu cerca de R$ 300 milhões na reforma e melhoria de 23 aeroportos no Estado. “Recentemente firmamos convênio com a Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) para a reforma do Terminal de Passageiros no aeroporto de Governador Valadares e para melhorias no de Caxambu”, destacou o secretário. “Agora que temos empresas operando vôos regulares comerciais, possibilitando um avanço no sistema logístico de Minas, cabe ao Governo do Estado, por meio da Setop, atuar na montagem de equipes de brigadistas e a aquisição de veículos especiais de combate a incêndio”, concluiu Melles.

O trabalho de montagem das equipes que irão compor as brigadas de incêndio, que vão operar nos aeroportos de Diamantina, Patos de Minas e São João del-Rei, será efetuado a partir de uma parceria da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.

Tecnologia de ponta

Na Zona da Mata, o Aeroporto Regional Presidente Itamar Augusto Cautieiro Franco, entre os municípios de Goianá e Rio Novo, conta com uma tecnologia de ponta na sessão de combate a incêndios: o caminhão AP4, importado da França com investimentos de R$ 2,5 milhões, que pesa quase três toneladas e tem tração 6X6 nas rodas. O veículo atua em conjunto com uma carreta-tanque, que realiza o reabastecimento concomitantemente ao combate ao fogo, em um formato inovador. A capacidade do AP4 é de 10 mil litros de água e a da carreta é de 25 mil litros, com desempenho para reabastecimento de 5.500 litros por minuto.

O aeroporto entrou em funcionamento em agosto de 2011, quando realizou seu primeiro voo doméstico. O início das operações aconteceu após a mudança na administração do local, da Infraero para o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop).

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: governo de Minas viabiliza terreno para implantação da CNH em Montes Claros

Governador em exercício baixa Decreto de Utilidade Pública para desapropriação de terreno onde será implantada a fábrica de máquinas para construção

O governador em exercício Alberto Pinto Coelho baixou decreto declarando de utilidade pública, para efeitos de desapropriação, área de aproximadamente 272 hectares, no município de Montes Claros, no Norte de Minas. O terreno será utilizado para a implantação de distrito industrial que abrigará empreendimentos como o da Case New Holland (CNH), que formalizou, nessa segunda-feira (5), em Turim, protocolo de intenções para construir na cidade mineira uma fábrica de máquinas para construção.

Alberto Pinto Coelho destacou a importância do empreendimento, não só para o Norte, mas para toda Minas Gerais. Segundo ele, o trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado tem como objetivo a geração de empregos de qualidade, descentralizar os processos produtivos e, assim, reduzir as desigualdades regionais.

“A distribuição dos investimentos, pelas diversas regiões, melhorará as condições de vida em todo o Estado, pois, reduzirá as pressões por serviços sobre as regiões mais desenvolvidas. Uma Minas mais igual é o sonho que estamos perseguindo e, degrau a degrau, vamos construindo”, afirmou.

Fábrica atrairá fornecedores de peças e componentes

O protocolo de intenções, assinado na última segunda-feira (5) em Turim, pelo governador Antonio Anastasia com o Grupo Fiat,  faz parte da política do Governo do Estado para levar mais desenvolvimento e progresso ao Norte de Minas e aos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, regiões conhecidas como Grande Norte.

A CNH vai investir R$ 600 milhões em Montes Claros, entre 2012 e 2014, quando a unidade deverá entrar em operação, gerando cerca de 2,7 mil empregos, sendo 700 diretos e dois mil indiretos.

Além da fábrica, a CNH espera reunir em Montes Claros um polo de fornecedores de peças e componentes, ocupando uma área total que deverá atingir 2 milhões de metros quadrados.

A planta de Montes Claros será a segunda da CNH no Estado. Instalada em Contagem, a fábrica foi a primeira do Grupo Fiat no Brasil e produz, desde 1970, máquinas de construção. A unidade tem mais de 1.100 funcionários e fabrica equipamentos para a Case Construction e para a New Holland Construction. A empresa também mantém um campo de provas em Sarzedo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: cuidados na limpeza doméstica previnem intoxicações, alerta Fhemig

A mistura dos produtos químicos de limpeza pode trazer riscos à saúde

A mistura dos produtos químicos de limpeza comumente utilizados na higienização dos cômodos, em particular do banheiro, pode trazer riscos à saúde de quem os utiliza, alerta a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). Em 2011, o Hospital João XXIII teve 816 casos de intoxicação por agentes químicos, na maioria quadros de irritação das vias aéreas, crises de asmas, irritação dos olhos e intoxicações graves.

De acordo com o coordenador do Serviço de Toxicologia do Hospital João XIII, Délio Campolina, o ideal é usar apenas um produto, proteger as mãos com luvas e, em evitar contato com os olhos. “Para se proteger dos possíveis riscos, recomenda-se evitar contato das mãos com os olhos nas faxinas, sempre utilizar luvas e fazer a dosagem correta para a solução de limpeza. Ao sentir sintomas de intoxicação ou irritação da pele ou dos olhos, a pessoa deve procurar, imediatamente, o posto de saúde mais próximo para receber orientações e/ou ser encaminhada para atendimento”.

Substâncias como a água sanitária (também conhecida como barrela) que é muito utilizada devido a sua função bactericida e de clareamento de superfícies, têm em sua fórmula o hidróxido de sódio, além de ser reativa quando combinada a outros produtos à base de amoníaco. Se misturada a detergentes, causa uma perigosa reação química que libera gases tóxicos prejudiciais ao organismo humano.

Por serem, individualmente, substâncias voláteis, inflamáveis ou muito tóxicas, o seu uso associado pode produzir gases nocivos às vias respiratórias, bem como queimaduras na garganta e nos olhos. Outro fator que pode ser visto como um agravante do problema é o tamanho dos banheiros, uma vez que a ventilação desses locais é limitada e pode acelerar a intoxicação da pessoa.

Esses acidentes também podem ocorrer com crianças, caso os produtos de limpeza estejam em local de fácil acesso. O mais recomendável é guardar-los em locais altos ou que possam ser trancados. Alguns casos graves podem ocorrer com produtos utilizados para fins estéticos, como a amônia (usada para a retirada de esmalte) e a água oxigenada de uso generalizado na descoloração de pelos.

Produtos Perigosos

Muitas vezes, as pessoas exageram na dosagem dos produtos de limpeza e, dependendo da concentração dos componentes desses agentes químicos, as consequências podem ser graves. “As substâncias muito utilizadas para a limpeza de pisos de pedra ou de banheiros podem causar lesões na pele, problemas respiratórios e crises asmáticas nos pacientes, pois libera o ácido clorídrico (HCl)”, enfatiza Délio Campolina.

No rol das substâncias químicas de uso generalizado para a limpeza e que podem agredir a saúde de quem as utiliza, também figura o hipoclorito de sódio ou o “cloro puro”. Muito utilizado para a limpeza de pedras, por seu alto poder clareador, ele apresenta uma concentração de 18% de ácido muriático, bem maior que a água sanitária (de 0,5% a 1%). Na mesma situação encontram-se a soda cáustica e o nitrato de potássio (popularmente conhecido como “Diabo Verde”). Usados para limpar fornos, desentupir pias ou ralos são extremamente tóxicos.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Defesa Civil Estadual capacita agentes para atuação em situações de chuva e seca

Curso Básico de Sistema de Comando em Operações tem foco na preparação

Divulgação/Cedec
Cursos são oferecidos pelo Governo de Minas a agentes e técnicos de todo o Estado
Cursos são oferecidos pelo Governo de Minas a agentes e técnicos de todo o Estado

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG) realizou, em Belo Horizonte, o Curso Básico de Sistema de Comando em Operações (CBSCO). A preparação faz parte das ações de prevenção a desastres e são gerenciadas pela Escola Permanente de Defesa Civil. O principal objetivo do CBSCO é capacitar agentes de Defesa Civil para atuação nos municípios mineiros, tanto em ações preventivas quanto em medidas de enfrentamento a adversidades causadas pelas chuvas ou pela seca.

Participaram do curso integrantes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar, da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (AMDA) e da empresa Gerdau, além da Equipe do Previncêndio, do Instituto Estadual de Florestas (IEF), que é responsável pelas ações de prevenção, controle e combate aos incêndios florestais. Segundo o diretor-técnico da Cedec-MG, capitão PM Hallysson Claudino Câmara dos Santos, esta medida reforça o constante apoio dado pelo Governo de Minas aos municípios. “O curso dá sequência aos trabalhos da Escola Permanente de Defesa Civil, incentivando a criação de coordenadorias municipais e, também, a capacitação de recursos humanos para a prática das ações de defesa civil”, destaca.

A preparação é uma das etapas do Curso Básico de Defesa Civil (CBDC), que tem como foco a preparação de técnicos e gestores, por meio de elementos teóricos e práticos, com base na metodologia do Sistema de Comando em Operações. O curso compõe o Comando Unificado da Cedec-MG, implementado no Estado para o emprego de ações de resposta a situações críticas envolvendo diferentes agentes de Defesa Civil. Os dois cursos têm duração de três dias e são ministrados regularmente na sede da Cedec-MG, na Cidade Administrativa. Nos últimos oito anos, o número de Comdecs quase dobrou em Minas – saltando de 374, em 2004, para 696 atualmente. O Governo disponibiliza suporte técnico permanente a todas as Comdecs.

Sistema de comando

O Sistema de Comando em Operações é uma ferramenta gerencial que visa treinar, planejar, organizar, dirigir e controlar os grupos atuantes nas ações de resposta, ou seja, no socorro e assistência às vítimas de desastres, especialmente quando o auxílio é realizado por múltiplas agências, jurisdições ou equipes. Na maior parte dos casos, as emergências exigem a intervenção de pessoal treinado e equipado, para reduzir as consequências negativas de um desastre. “Nas denominadas situações críticas, as ações de resposta exigem dos órgãos envolvidos uma postura organizacional não rotineira durante a administração das ações”, explica o capitão Hallysson Câmara.

Em Minas, o Sistema de Comando em Operações teve papel decisivo em diversos eventos adversos, como no rompimento de uma barragem, em Miraí, na Zona da Mata, em 2007; no abalo sísmico de 4,9 graus na escala Richter, ocorrido em Caraíbas, no Norte do Estado, também em 2007; e na força-tarefa desenvolvida pela Cedec-MG para controlar a proliferação de cianobactérias, as chamadas algas azuis, nas bacias dos rios das Velhas, São Francisco e Doce, onde várias medidas de prevenção foram adotadas. Ações de enfrentamento aos períodos de chuva e seca também foram coordenadas pelo Sistema de Comando em Operações da Defesa Civil Estadual.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Funed lança enquete para escolha do nome de três filhotes raros de cascavel

população irá escolher nome dos novos bebês, dois machos e uma fêmea

Gleisson Mateus/Funed
Os filhotes são fruto do fruto do acasalamento de duas subespécies da cascavel Durissus
Os filhotes são fruto do fruto do acasalamento de duas subespécies da cascavel Durissus

Menos de um mês depois de anunciar a reprodução em cativeiro de cobras da espécie Pantherophis guttatus, popularmente conhecida como Corn Snake ou Cobra do Milho, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) comemora o nascimento de três filhotes raros de outras serpentes, fruto do acasalamento de duas subespécies da cascavel Durissus: a fêmea Collilineatus e o macho Cascavella. E você poderá ajudar a escolher o nome dos novos bebês – dois machos e uma fêmea.

Para o filhote fêmea, a equipe do Serviço de Animais Peçonhentos da Funed sugere Ofélia – que significa serpente; Medusa – do grego, feiticeira; e Dora – que significa presente. Na lista de nomes para os machos estão Aimoré – que do tupi-guarani significa aquele que morde; Caiuá – aquele que mora no mato e Palani – nome de origem havaiana que significa selagem. “Ouvimos algumas sugestões, pesquisamos os significados, também consideramos a sonoridade dos nomes e agora queremos a opinião do público”, disse o chefe do Serviço, Rômulo Righi Toledo.

A votação será feita pela enquete disponível na página inicial do site da Funed (www.funed.mg.gov.br) a partir desta terça-feira (6). Até o dia 9, os internautas poderão votar no nome preferido da fêmea. Na semana seguinte (de 12 a 15/03), será a vez de escolher o nome dos machos. No dia 16, a Funed vai confirmar os nomes mais votados. Acesse e participe.

Surpresa

“Foi um acasalamento inesperado, pois as cobras estão em idade avançada de reprodução e ainda fomos surpreendidos pela coloração diferenciada e rara dos filhotes”, afirma o chefe do Serviço de Animais Peçonhentos da Funed, Rômulo Righi de Toledo.

Segundo ele, o desenho formado pelas escamas é uma característica genética das serpentes e, no caso da cascavel, é muito específico em todo o corpo, sempre em tons amarronzados, alguns mais claros e outros mais escuros. “Os filhotes nasceram com desenhos e cores diferentes, com tons amarelados e com losangos apenas nas laterais”, espanta-se Rômulo. Ainda de acordo com ele, essa novidade deve ter ocorrido pelo fato de ser um acasalamento de duas subespécies diferentes. “Esses novos filhotes é como se fossem umas terceira espécie, com desenhos da Collilineatus e da Cascavella em um único corpo”, explica.

O chefe do serviço conta que o casal reprodutor vive em cativeiro na Funed há mais de 20 anos e já reproduziu outras vezes. “As serpentes chegaram aqui em 1988 com cinco anos de idade. Já superaram a expectativa de vida em cativeiro e ainda mais a de reprodução. Não esperávamos pelo acasalamento e fomos realmente surpreendidos pelo nascimento dos filhotes. Sequer notamos a gestação que tem duração de seis meses nessa espécie”, diz.

Pela idade avançada, mesmo sendo peçonhentas, as cobras não são mais utilizadas na Fundação para extração de veneno – que é a matéria-prima usada na produção do soro antiofídico. Segundo Rômulo, o casal é mantido em um terrário no setor de exposição, aberto ao público. “Seus filhotes raros passarão agora por um processo de identificação de sexo e serão cuidados para serem utilizados em pesquisas científicas e exposições”, afirma.

Cativeiro

Atualmente, a Funed conta com 25 exemplares de cascavel. A maioria é usada na produção do soro indicado para o tratamento em caso de acidentes com animais peçonhentos. Por mês, somente as cobras dessa espécie na Funed produzem aproximadamente 1.400 mg de veneno. O suficiente para abastecer a produção de aproximadamente 10 mil ampolas de soro anticrotálico por ano.

O serpentário da Funed ainda conta com outras cobras raras como a Corn Snake, uma espécie norte-americana, a Python sp., encontrada apenas nos Estados Unidos e Ásia. Além das cobras internacionais, conta com espécies de outros estados como B. erythtromelas, B. cotiara, B. leucurus, comuns na região Norte e Nordeste do Brasil.

Cascavel da espécie Durissus (gênero: Crotalus)

As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. As da espécie Durissus, como as reprodutoras da Funed, são mais comumente encontradas do México à Argentina. Gostam de habitar áreas pedregosas e arenosas, e a espécie é dividida em cinco subespécies (no Brasil): Cascavella, Collilineatus, Ruruima, Marajoensis, e Terrificus.

A dentição da serpente dessa espécie apresenta um canal completo ligado à glândula de veneno que facilita a inoculação do seu veneno nas presas. Extremamente tóxico, o veneno atua no sistema nervoso da presa, paralisando suas funções. Geralmente os machos são maiores que as fêmeas e podem atingir 1,5 metros de cumprimento. Alimentam-se principalmente de roedores, ou aves, coelhos e lagartos e são de hábitos noturnos.

Fonte: Agência Minas