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Governo de Minas: Regional de Juiz de Fora reúne técnicos para dar continuidade ao Projeto de Fortalecimento da Vigilância em Saúde

A Vigilância em Saúde prioriza fortalecer ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir os riscos e agravos à saúde da população

Marcella Marques
Técnicos da Regional de Saúde de Juiz de Fora se reuniram nesta sexta-feira (2)
Técnicos da Regional de Saúde de Juiz de Fora se reuniram nesta sexta-feira (2)

Técnicos da Superintendência Regional de Saúde de Juiz de Fora se reuniram, nesta sexta-feira (2), para dar continuidade ao Projeto de Adesão à Descentralização das Ações da Vigilância em Saúde na região. A Resolução SES nº 3049/2011, que aprova o Projeto de Fortalecimento de Vigilância em Saúde no Estado de Minas Gerais, apoia as descentralizações dessas ações no âmbito dos respectivos territórios sanitários.

Segundo o coordenador da Vigilância em Saúde da SRS-JF, José Geraldo Leal de Castro, a Vigilância em Saúde pressupõe a busca de uma atuação racional para enfrentar individual e coletivamente os problemas de saúde. “O objetivo é otimizar a política de promoção e proteção à saúde da população. É uma concepção ampliada de vigilância em uma construção coletiva que imprime nas ações do SUS novas formas de agir e pensar a saúde”.

A proposta da Vigilância Sanitária em Minas faz-se necessária para garantir o permanente e contínuo aperfeiçoamento de ações que atendam aos avanços da sociedade moderna e ao impacto causado em determinado território. Dentro desse contexto, a Vigilância em Saúde prioriza fortalecer ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir os riscos e agravos à saúde da população.

Ao todo, serão 35 técnicos da SRS-JF, atuantes na Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica, Núcleo de Gestão Microrregional, Saúde do Trabalhador e Atenção Primária à Saúde, acompanhando e coordenando as ações que visam ao fortalecimento da vigilância nas microrregiões de Juiz de Fora/ Lima Duarte/ Bom Jardim de Minas, São João Nepomuceno/Bicas e Juiz de Fora/Santos Dumont, que englobam os 37 municípios que estão sob jurisdição da Regional Juiz de Fora.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: Aeroporto Internacional Tancredo Neves mais próximo de um novo terminal

Comissão de Licitação anuncia nome de consórcio que irá elaborar os projetos básico e executivo do Terminal 2

Lúcia Sebe/Imprensa MG
Prazo de conclusão para o projeto executivo do novo terminal do Aeroporto de Confins é de 19 meses
Prazo de conclusão para o projeto executivo do novo terminal do Aeroporto de Confins é de 19 meses

A Comissão Especial de Licitação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) anunciou, na tarde desta sexta-feira (2), o Consórcio Concremat/Themag como vencedor da licitação internacional para elaboração do projeto básico/executivo do Terminal 2 de Passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

 

A execução do projeto no valor de R$ 10.467.575,14 será acompanhada pelo Governo de Minas e pela Infraero. O consórcio vencedor deverá elaborar: os projetos de engenharia, tanto nas etapas de serviços quanto na fase de estudos preliminares; os planejamentos básicos e executivos; os serviços complementares para a construção do segundo terminal de passageiros; o sistema viário de acessos ao AITN; e as demais obras que se fizerem necessárias durante a execução do empreendimento.

O consórcio Concremat/Themag deverá iniciar o projeto nos próximos dias. O prazo de conclusão para o projeto executivo é de 19 meses, enquanto o projeto básico deverá estar pronto ainda este ano, o que já possibilitará a licitação das obras a cargo da Infraero. Os trabalhos deverão ser iniciados assim que for concluída a contratação do consórcio Concremat/Themag.

Concepção e Design

A concepção e design desse novo terminal foram desenvolvidos pela consultoria Changi International Airports Consultants, de Cingapura, e integra o masterplan elaborado em 2009 para os próximos 30 anos, já aprovado pela Infraero. Reconhecida como uma das mais experientes no desenvolvimento de complexos aeroportuários, a Changi foi responsável por projetos e gestão de aeroportos no Oriente Médio, na Itália, Rússia, China e vários outros países.

A licitação internacional é resultado de um acordo de cooperação técnica entre o Governo de Minas e a Infraero e não elimina a iniciativa de construção do terminal remoto, que irá suportar o expressivo aumento de demanda prevista para os próximos quatro anos.

Atualmente, o AITN é o segundo maior aeroporto do país, entre os dez maiores em crescimento. O terminal 1, com capacidade instalada para 5 milhões de passageiros/ano e projeto de expansão em curso, movimentou, em 2011, 9,5 milhões de passageiros. “Todo o esforço do governo estadual neste campo está voltado para transformar o AITN não no maior, mas no melhor aeroporto internacional do Brasil. Não temos porto, mas precisamos consolidar no Estado, por via aérea, o melhor portão de entrada para o exterior, com altíssima conectividade com as malhas aéreas nacional e regional. O futuro vai dizer do acerto dessa determinação e acreditamos que a população do Estado tem esta percepção”, afirma o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Sede, Luiz Antônio Athayde Vasconcelos.

Segundo ele, o Governo de Minas Gerais vem investindo em estudos e projetos de altíssima complexidade há mais de oito anos. “Todos sabemos que, se tivéssemos iniciado esses trabalhos ainda em 2009, não seria necessário terminal remoto e estaríamos muito à frente com os terminais 1 e 2 já integrados, mas não podemos perder um minuto sequer. As projeções indicam que deveremos atingir, daqui a oito anos, em 2020, um total de 20 milhões/ano e este já será o 4º maior do Brasil. Por ocasião da copa do mundo, o tráfego já terá atingido 13,2 milhões de passageiros/ano”, reitera.

O principal objetivo do Governo de Minas Gerais, segundo ele, é a criação maciça de empregos de qualidade e, para atingir essa meta, o AITN é considerado uma ferramenta fundamental para fomentar a diversificação da economia mineira. Além disso, o aeroporto marcará o cenário brasileiro como o primeiro a operar dentro do conceito funcional de aeroporto cidade, o que permitirá a implementação da primeira Aerotrópolis da América do Sul.

Este planejamento foi iniciado em 2005, com a transferência de voos do Aeroporto da Pampulha e já resultou na atração de diversos investimentos como a GOL, Embraer, o Centro de Tecnologia e Capacitação Aeroespacial (CTCA), a Cidade Administrativa, entre outros projetos que se delineiam no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte e entorno, e que vêm provocando uma nova dinâmica econômica em mais de uma dezena de municípios.

“O AITN será a grande alavanca para se gerar 400 mil novos empregos em território mineiro nas próximas duas décadas em setores presentes na nova economia, cuja dinâmica econômica se irradiará para mais 20 cidades-polo no interior do Estado. Não se pode perder o pulso no que, de fato, tem esse extraordinário efeito transformador”, conclui Athayde.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Daniela Mercury vai a programa de TV com peça produzida por detentos mineiros

Célia Santos/TV Bahia
Daniela Mercury usou um vestido roxo da marca Doisélles, produzida por detentos de Minas
Daniela Mercury usou um vestido roxo da marca Doisélles, produzida por detentos de Minas

A cantora Daniela Mercury apareceu mais uma vez vestindo peça produzida por detentos da Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires, de Juiz de Fora. A artista foi a um programa da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, usando um vestido roxo da marca Doisélles, que coordena a produção de peças com a parceria do presídio.

No dia 14 de fevereiro, Daniela já havia concedido entrevista coletiva sobre o Carnaval 2012 usando um outro modelo fabricado pelos detentos, um vestido vermelho, de crochê, que ajudou a compor figurino de Dona Flor, personagem do escritor Jorge Amado, que faria 100 anos em 2012 e foi homenageado pela cantora durante os dias de folia.

Além da artista, a apresentadora Angélica também já usou modelo produzido pelos detentos durante programa da TV Globo. A socialite Beth Szafir também adquiriu peças da marca, que mantém um showroom em São Paulo, está presente em 70 lojas multimarcas em todo o Brasil e participa, constantemente, de feiras em Paris e Tóquio.

Os modelos também já apareceram em campanhas publicitárias e todas as peças, sem exceção, trazem uma etiqueta que identifica o trabalho social realizado pela penitenciária estadual e a empresa Doisélles.

Ressocialização de detentos

Os detentos se dedicam oito horas por dia à produção da marca, criada pela empresária mineira Raquell Guimarães, que teve a ideia de buscar mão de obra na prisão, já que não conseguia no mercado. “Normalmente quem realiza esse tipo de trabalho são pessoas mais idosas, senhoras, que não conseguiam se dedicar como precisávamos. Então pensei nessa parceria, mas imaginei mulheres. Quem sugeriu que fossem os homens foi a diretora do presídio”, conta a empresária.

Ândria Valéria Andries Pinto é quem comanda a penitenciária e apostou nos detentos. “Falei com ela que em dez dias a gente ia conseguir provar que eles eram capazes. E deu tão certo que eles até já criaram um modelo”, revela. Os detentos realizam o trabalho desde 2009, quando foram capacitados e aprenderam o ofício.

Pelo trabalho, os presos recebem remição de pena – a cada três dias trabalhados, um a menos no cumprimento da sentença – e remuneração por peça produzida. O principal retorno, no entanto, não pode ser contabilizado: é a oportunidade de começar uma vida nova, ainda dentro dos presídios e penitenciárias.

fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: Governo de Minas inaugura complexo regulador e Samu da macrorregião Centro-Sul

Henrique Chendes
Secretário Antônio Jorge destaca parceria entre 50 municípios para implantação do complexo
Secretário Antônio Jorge destaca parceria entre 50 municípios para implantação do complexo

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), inaugurou nesta sexta-feira (2), em Barbacena, o Complexo Regulador da Rede Urgência e Emergência da Macrorregião Centro-Sul. Com investimentos iniciais do Tesouro Estadual na ordem de R$ 6,9 milhões, cerca de 730 mil habitantes de 50 municípios serão beneficiados. Vinte e duas ambulâncias do Samu serão distribuídas na macrorregião, sendo 18 unidades de Suporte Básico e quatro unidades de Suporte Avançado, e participam da rede 12 hospitais de Resposta às Urgências e Emergências.

De acordo com o secretário de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, a implantação demonstra o êxito dessa importante conquista em prol do cidadão. “Aqui se trata de uma união de 50 prefeitos, que se congregaram numa nova estrutura pública para fazer funcionar uma estrutura com ganho em escala, inovação em gestão, muitas inovações do ponto de vista tecnológico, mas, acima de tudo, uma nova página da saúde pública”.

Através da SES, o Governo tem despendido grandes esforços no intuito de constituir redes macrorregionais de atenção às urgências e emergências. Neste contexto, o Serviço de Atendimento Móvel de Saúde (Samu) 192 atua como ponto de atenção dessa rede e o Complexo Regulador atua como centro de comunicação da Rede de Atenção à Saúde, com a função de coordenação dos seus fluxos e contrafluxos.

Ainda segundo Antônio Jorge, o melhor conceito da Rede de Urgência e Emergência é que não trabalhamos mais de forma isolada. “Desde a Atenção Primária, a Classificação de Risco de Manchester, que é o princípio da organização da rede, com linguagem única, passando pelos hospitais, Unidades de Pronto-Atendimento e mobilização do Samu, a preocupação é obsessiva do tempo-resposta para salvar vidas, com o apoio tecnológico da Central de Regulação. Com tudo isso, nós estamos praticando aqui o melhor modelo que há no mundo, em termos de organização e de assistência da Rede de Urgência e Emergência”.

O presidente do Consórcio Intermunicipal da Rede de Urgência (CISRU), e prefeito de Prados, Gustavo Cardoso, que realiza a gestão do Samu Macro Centro-Sul, ressaltou que o impacto da implantação desse projeto é positivo para toda a região, pois possibilita a organização da rede de urgência e emergência, bem como um serviço móvel organizado para atender a demanda da população que precisa desse atendimento emergencial. “Tão importante quanto o Samu regionalizado é termos as portas de entrada dos hospitais organizadas e preparadas para atender os pacientes resgatados. A expectativa é de que tenhamos uma demanda muito grande com esse serviço na região, mesmo porque municípios como Prados, que tem 8.500 habitantes, jamais teriam condição de ter um Samu e, hoje, com esse grande projeto regionalizado, todos as cidades da nossa macrorregião passam a ter a possibilidade desse atendimento”.

Urgência e Emergência em Minas

A macrorregião Centro-Sul, com sede em Barbacena, é a segunda a ter o projeto implantado. O projeto piloto teve início na Macro Norte, com sede em Montes Claros, em 2008, e hoje se tornou modelo para todo o Brasil e até para outros países. A Rede de Urgência e Emergência é um projeto prioritário do Governo de Minas, que busca qualificar e humanizar a assistência à saúde e proporcionar à população atendimento hospitalar de qualidade. A base do projeto está na modelagem da rede ideal para atenção às urgências, seguindo a lógica da regionalização e adotando uma linguagem única nos pontos de atenção.

A proposta de organização da Rede UeE tem alguns pressupostos fundamentais: numa região, 90% da população deve ter acesso a um dos pontos de atenção da rede com o tempo máximo de 1 hora, seja esse ponto de atenção fixo ou móvel; as diretrizes clínicas da rede é que determinam a estruturação e a comunicação dos pontos de atenção à saúde, dos sistemas de apoio e dos sistemas logísticos; as fronteiras tradicionais se modificam na rede; e um novo modelo de governança e custeio, compartilhados por uma macrorregião, é vital para sua sustentabilidade.

De acordo com o coordenador Estadual de Urgência e Emergência, Rasível Reis, a inauguração da rede de Urgencia e Emergência, juntamente com o Complexo Regulador e a Central de Regulação Assistencial do Samu e Leitos é fundamental para facilitar o acesso qualificado da população aos atendimentos de urgência e emergência. “O principal objetivo é a redução das mortes e sequelas evitáveis. O novo modelo de governança vai atuar através do Comitê Gestor Macrorregional, Central de Regulação Única e a CIB Macrorregional”, falou.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Restaurante Universitário da Unimontes recebe 1.043 usuários em seus primeiros turnos de funcionamento

A cerimônia de inauguração do restaurante foi realizada na quarta-feira (29) e contou com a presença do governador Antonio Anastasia

Em destaque como uma das maiores conquistas da comunidade acadêmica, o Restaurante Universitário (RU) da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) iniciou o seu funcionamento regular nessa quinta-feira (1º). E nos primeiros três turnos de refeições – almoço e jantar na quinta (1º), e almoço nesta sexta-feira (2) –, foram atendidas 1.043 pessoas, entre alunos, professores e servidores da universidade. Segundo dados atuais da gerência, o RU conta com 1.958 usuários cadastrados.

A solenidade oficial de inauguração do RU foi realizada na noite de quarta-feira (29), com a presença do governador Antonio Anastasia. O restaurante ocupa uma área de 1,1 mil metros quadrados de construção, sendo 946 m² de área construída, na entrada norte do campus-sede. A unidade dispõe de uma cozinha industrial, com capacidade para o preparo de até 5 mil refeições balanceadas por dia. O salão comporta 280 pessoas sentadas ao mesmo tempo.

Luís Gustavo Nunes Silva, de 19 anos, é acadêmico do 1º período do curso de educação física e considera como bastante vantajosa a abertura do RU. “As aulas do meu curso acontecem em horário integral e com o restaurante aqui no campus a gente evita o deslocamento e economiza tempo”, disse o calouro, que até então andava cerca de dois quilômetros para almoçar.

Já Maria Luíza Andrade não encontrou dificuldades para utilizar o RU em seu primeiro dia de funcionamento. “A entrada foi rápida e não encontrei fila para me servir. Gostei do cardápio e espero estar aqui todos os dias”, comentou a acadêmica do 5º período de enfermagem. Segundo ela, o valor de R$ 2,50 está acessível. Em sua turma, 90% dos alunos se cadastraram para utilizar o restaurante. “As atividades do curso acontecem em dois turnos e nem sempre havia tempo para sair do campus e fazer as refeições. Muitas vezes, a gente tinha era de improvisar a alimentação”, comentou Maria, que antes do RU gastava, em média, R$ 5 por dia com refeições ou lanches.

“É uma grande vantagem almoçar no RU, além do que permite conciliar melhor os horários das atividades, como a preparação das aulas, reuniões ou mesmo as atividades de sala”, observou Otoni Caribé, professor do curso de Ciências Contábeis no campus-sede.

Economia

Servidor da Secretaria Geral, Maurício Mendes Rodrigues elogiou o atendimento encontrado no RU, aprovou o espaço e o ambiente. Como permanece no campus pela manhã e à tarde, acha importante fazer suas refeições próximo ao local de trabalho. Nas suas contas, com o valor cobrado para o almoço, terá uma economia de 50% no orçamento mensal. “Até então, era obrigado a encomendar marmitex todos os dias”. Mais adepto às comidas leves, sugeriu uma maior variedade nas saladas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas Gerais estabelece novos critérios para reposição florestal

Norma reforça proteção das matas nativas, ampliando o número de categorias obrigadas a prestar contas sobre seu consumo de matéria-prima florestal

Evandro Rodney
Parque Estadual do Brigadeiro possui matas nativas protegidas
Parque Estadual do Brigadeiro possui matas nativas protegidas

O Governo de Minas publicou, nesta sexta-feira (2), o Decreto 45.919 que regulamenta os mecanismos para reposição florestal no Estado. A norma reforça a proteção das matas nativas, ampliando o número de categorias que são obrigadas a prestar contas sobre seu consumo de matéria-prima florestal, além de estabelecer novos critérios para o cálculo da reposição.

As mudanças agora regulamentadas foram definidas pela Lei Estadual nº 18.365 que, em 2009, alterou a Lei Estadual nº 14.309, publicada em 2002. O decreto detalha os artigos 47 a 52 da Lei 14.309 e também os artigos 64 a 73 do decreto anterior, o 43.710, publicado em 2004. Todas dispõem sobre as Políticas Florestal e de Proteção à Biodiversidade no Estado de Minas Gerais.

A reposição florestal é o conjunto de ações desenvolvidas para estabelecer a continuidade do abastecimento de matéria-prima florestal dentro de um foco de gestão ambiental. Buscam a sustentabilidade, o equilíbrio dos interesses públicos, sociais, privados e econômicos de conservação da natureza e dos recursos naturais”.

Os diversos segmentos consumidores são obrigados a recompor o volume explorado, realizando o plantio de espécies florestais adequadas ao consumo, o que deve ser feito nos limites do Estado, fortalecendo a sustentação das cadeias produtivas que podem inserir o pequeno, o médio e o grande produtor.

Redução

Com a publicação do Decreto 45.919, o Governo de Minas cria as ferramentas que permitirão o cumprimento do cronograma de redução do consumo de produtos da vegetação nativa. A diminuição progressiva do uso de produtos procedentes dessas florestas foi estabelecida pela Lei Estadual nº 18.365, de 1 de setembro de 2009.

Pela lei, as indústrias devem utilizar, no máximo, 15% de produtos procedentes dessas florestas. De 2014 a 2017, o máximo permitido será de 10%. As novas empresas que se instalarem no Estado serão obrigadas a comprovar que seu consumo é de 95% de matéria-prima proveniente de florestas plantadas. Até 2018, o consumo de produtos e subprodutos florestais de matas nativas não deverá ser maior do que 5% do total utilizado.

O secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, observa que é o momento das empresas fazerem sua parte pela sustentabilidade. “Aquelas que ainda não estavam se preparando para a reposição florestal e o cumprimento da redução de consumo estabelecido pela Lei 18.365 não podem mais alegar a falta de regulamentação”, alerta.

Adriano Magalhães observa que a legislação federal e estadual em vigor autorizam a supressão de vegetação em matas nativas para uma série de empreendimentos. “Ao regulamentar e otimizar o procedimento de cobrança da reposição florestal, Minas cria mais ferramentas que auxiliam na conservação da vegetação nativa e, ao mesmo tempo, ajudam a dinamizar a economia do Estado, além de recuperar áreas antropizadas que dão baixo rendimento para a agricultura”, avalia.

Novidades

Dentre as outras mudanças implementadas, o diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Marcos Affonso Ortiz Gomes, destaca a eliminação de lacunas como a que permitia atividades que antes não necessitavam realizar a reposição florestal, além de restringir o consumo de origem nativa do Estado. “Faixas que antes não tinham a obrigatoriedade, agora precisarão fazer a recomposição”, afirma.

“Uma alteração significativa é estabelecer que os plantios devem ser realizados em áreas já alteradas pelo homem”, destaca Ortiz. “A medida reduzirá muito o percentual permitido de exploração de áreas nativas e, conseqüentemente, levará a redução do desmatamento no Estado”, finaliza.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: mais de 262 mil candidatos fazem provas do concurso da Educação neste domingo em Minas

Ao todo, são ofertadas 21 mil vagas. Confira detalhes do exame, que ocorre simultaneamente em 49 cidades mineiras

Divulgação/SEE
Os 262.989 mil inscritos no concurso da Secretaria de Estado de Educação (SEE) participam da primeira etapa do processo seletivo
Os 262.989 mil inscritos no concurso da Secretaria de Estado de Educação (SEE) participam da primeira etapa do processo seletivo

Neste domingo (4), os 262.989 mil inscritos no concurso da Secretaria de Estado de Educação (SEE) participam da primeira etapa do processo seletivo e realizam provas objetivas em todo o Estado. O exame ocorre simultaneamente em 49 cidades mineiras. A segunda etapa será a avaliação de títulos. As cidades nas quais as provas serão aplicadas são os municípios-sede das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs). A exceção fica por conta da SRE de Nova Era, que, além da cidade sede, também terá como locais de prova nos municípios de Itabira e João Monlevade. No caso das Regiões Metropolitanas A, B e C, e da Região Metropolitana de Belo Horizonte, as provas serão aplicadas na capital.

Composta por 60 questões de múltipla escolha, a prova terá duração de quatro horas, nos turnos manhã e tarde, que variam de acordo com as carreiras. O concurso oferece um total de 21.377 vagas. No turno da manhã, serão 305 locais de prova que terão acompanhamento de 9.328 fiscais. Já no período da tarde, são 9459 fiscais para 294 locais de aplicação. As provas acontecem em escolas estaduais, municipais e instituições de ensino técnico e superior. O concurso está sendo aplicado pela Fundação Carlos Chagas e coordenado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

Em média, o concurso terá 12,3 candidatos por vaga. O cargo que registrou o maior número de inscritos no concurso público foi o de Assistente Técnico de Educação Básica, que irá cumprir a função de apoio técnico nas escolas estaduais. Foram 60.279 candidatos inscritos para concorrer a uma das 4.401 vagas – uma média de 13,7 candidatos por vaga. A concorrência, contudo, é maior no cargo de Analista Educacional. Foram 29.181 para uma das 378 vagas, uma média de 77 candidatos por vagas.

Já o número de professores interessados no concurso público deste ano foi maior do que o registrado no último exame. Na ultima edição, realizada entre os anos de 2004 e 2005, a Secretaria de Estado de Educação ofereceu 16.989 vagas para o cargo e teve 79.541 candidatos interessados, uma média de 4,68 por vaga. Já neste ano, a relação entre o número total de inscritos e o número de vagas para o cargo de professor foi de 10,04 candidatos. Especificamente para o cargo de professor dos anos iniciais do ensino fundamental, a média sobe para 16,6 candidatos por vaga.

Horários e outras orientações sobre as provas

Para os candidatos que concorrem a uma vaga nas carreiras de cargos de Professor Educação Básica – Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Assistente Técnico Educacional e Assistente Técnico de Educação Básica a prova terá início às 8h30, mas os candidatos devem chegar ao local de prova, às 8h.

Já os candidatos a vagas nas carreiras de Professor Educação Básica (Arte/Artes, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Estrangeira Moderna -Espanhol, Língua Estrangeira Moderna -Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Química, Sociologia); Analista Educacional; Analista Educacional – Inspeção Escolar; Especialista em Educação Básica – Orientação Educacional; e Especialista em Educação Básica – Supervisão Pedagógica, as provas terão início às 14h30, mas os candidatos devem chegar às 14h.

De acordo com o edital do concurso, (http://www.concursosfcc.com.br/concursos/spgmg110/edital_see_12_07_imprensa.pdf)  o candidato deve comparecer ao local de prova munido do comprovante de inscrição, documento original de identidade, caneta esferográfica de tinta preta e de material transparente, lápis e borracha. Os candidatos deficientes visuais (cegos), que solicitaram prova especial em Braile, deverão levar no dia da aplicação do exame, reglete e punção, podendo, ainda, utilizar-se de soroban.

A prova é composta por 60 questões, sendo 20 de conhecimentos gerais e 40, por conhecimentos específicos. O tempo mínimo de permanência no local de realização do exame (período de sigilo) será de 60 minutos a partir do início das provas. Será considerado aprovado na primeira etapa o candidato que obtiver o mínimo de 50% de acertos nas questões de conhecimentos gerais e 50% nas questões de conhecimentos específicos.

O gabarito das provas será divulgado no endereço eletrônico http://www.concursosfcc.com.br, no primeiro dia útil após a aplicação da prova objetiva. O resultado final da prova objetiva, assim como a lista de classificação dos candidatos aprovados, será divulgado no Diário Oficial dos Poderes do Estado, após o julgamento de eventuais recursos interpostos contra as questões das provas e gabaritos preliminares. A segunda etapa do concurso é de caráter eliminatório e será destinada a avaliação de títulos.

Oportunidades profissionais diversas

No concurso são ofertadas vagas para professores que atuarão nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª à 5ª séries). Esse profissional atua em sala de aula com crianças na faixa etária de 6 a 10 anos. O trabalho de alfabetização, letramento e o ensino de operações simples da Matemática, como adição e subtração, por exemplo, estão entre suas atribuições. O educador deve ter licenciatura em Pedagogia ou Normal Superior.

Já os docentes, que vão atuar nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º) e no ensino médio, têm formação específica, de acordo com as disciplinas que integram os Conteúdos Básicos Comuns (CBCs) – Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Estrangeira Moderna/Inglês, Língua Estrangeira Moderna/Espanhol, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia.

Ainda no ambiente escolar, outra carreira que oferta vagas é a de Especialista em Educação Básica, nas funções de Orientação Educacional e Supervisão Pedagógica. Esses profissionais atuam no acompanhamento do professor e dos alunos, além de auxiliarem na elaboração e execução do plano pedagógico. “Aqui na escola, sou responsável por dar o suporte aos professores e por acompanhar o aprendizado dos alunos. Eu sugiro materiais aos professores, como textos, e participo de capacitações promovidas pela Superintendência, nos quais recebo sugestões para aplicar na escola. Também faço o atendimento de pais de alunos”, conta a Supervisora Pedagógica da Escola Estadual Dr. Luiz Pinto de Almeida, no município de Santa Rita do Sapucaí, Marita Graciano Lobato Bicalho Vítor.

Nas secretarias das escolas, o Assistente Técnico de Educação Básica, que cumpre a função de apoio técnico, é responsável por tarefas como efetuar matrículas, emitir histórico de alunos e atender e encaminhar o público que frequenta o ambiente escolar. Ele também pode auxiliar na organização, manutenção e atendimento em espaços como a biblioteca.

Outra carreira que oferta vaga no concurso é a de Assistente Técnico Educacional. As vagas disponíveis são para profissional que exercem a função de apoio técnico. Ele atua na sede da Secretaria de Estado de Educação (SEE) ou em uma das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs). Esse profissional tem entre suas funções a organização de arquivos e o protocolo de documentos, além da manutenção do sistema de informações legais e regulamentares de interesse da SEE. O analista educacional, também com atuação nas sedes ou nas regionais, cumpre atividades técnicas. Ele desempenha funções como a elaboração de ofícios e memorandos nos setores em que atua. Ele também organiza e produz dados e informações educacionais.

Já os profissionais que exercem a função de Analista Educacional/Inspeção Escolar, apesar de serem lotados nas superintendências regionais de ensino, têm a escola como campo de atuação. “Nosso trabalho consiste em visita às escolas para fazer o acompanhamento da área administrativa, mas também pedagógica. Entre as nossas tarefas estão: a verificação da pasta dos alunos, do quadro de pessoal para que possamos avaliar se a escola está com quadro de servidores necessários para a realização de seu trabalho. O levantamento do número de servidores a serem designados, quando necessário, também é feito pelo inspetor”, cita Solange Pereira da Paz. Ela é inspetora escolar na Superintendência Regional de Ensino de Sete Lagoas e está na carreira há 23 anos.

Fonte: Agência Minas