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Aécio Neves rebate as críticas de aliados da oposição que se declaram decepcionados com seu desempenho político

Fonte: Blog do Josias de Souza – Portal UOL

Aécio: ‘Eu não confundo adversário com inimigo’

‘Melhor uma articulação silenciosa do que um discurso acirrado’

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) rebateu as críticas de aliados da oposição que se declaram decepcionados com seu desempenho político. Apontado como acomodatício, declara: “Não confundo adversário com inimigo, nem tampouco governo com país.”

Aos que o acusam de negligenciar o papel de oposicionista, diz: “Não professo o ‘quanto pior melhor’ (máxima dos nossos adversários, quando ainda na oposição).”

Àqueles que consideram que foge das polêmicas que lhe renderiam uma visibilidade compatível com suas pretensões presidenciais, afirma: “A minha forma de atuação política confronta-se com ideia de que haveria, de minha parte, uma verdadeira obsessão pela Presidência. Jamais a tive.”

Acrescenta que, se fosse obcecado pelo Planalto, “provavelmente já teria vestido, por razões de estratégia, um figurino político que agradasse especialmente a determinados interlocutores. Estaria empenhado em jogar para a platéia.”

Considera mais importante “para o país uma articulação silenciosa do que um discurso acirrado”. Reafirma: “Há algum tempo, […] coloquei meu nome à disposição do partido como um dos pré-candidatos da nossa legenda para 2014.” Mas realça: “Deixei claro que o partido conta com outros nomes do gabarito de José Serra, Geraldo Alckmin, Marconi Perillo e Beto Richa, por exemplo.”

As críticas a Aécio foram veiculadas aqui no blog. A resposta do senador foi enviada ao repórter por escrito. No texto, Aécio anota que não está sendo no Senado senão Aécio: “Tenho dificuldade de entender as surpresas ou frustrações que alguém possa ter com o fato de eu continuar sendo o que sempre fui e a fazer o que sempre fiz na minha vida pública.”

Abaixo, a íntegra da manifestação do senador, recebida na noite desta segunda-feira (9):

Caro Josias, pelo respeito que tenho a você e aos seus leitores, tomo a liberdade de tecer alguns comentários sobre a análise publicada no seu blog acerca da minha atuação política no Senado.

Primeiro, faço questão de registrar que a recebo com absoluta naturalidade, assim como toda e qualquer crítica política. No lugar de combatê-las ou justificá-las, mesmo que muitas vezes não concorde com elas, tenho procurado, na medida do possível, aprender com cada uma delas.

Foi justamente com esse espírito que refleti sobre a análise e opinião, ainda que anônima, de aliados das oposições, sobre o exercício do meu mandato como senador por Minas Gerais.

Os que conviveram e ainda convivem comigo no curso de diferentes mandatos – como deputado federal, líder de partido, presidente da Câmara e governador de Minas – sabem que há pelo menos 25 anos faço política da mesma forma. E o faço não por conveniência, mas por convicção.

Neste sentido, repito: não confundo adversário com inimigo, nem tampouco governo com país. Não acredito em projetos que demonizam lideranças, destroem reputações pessoais, utilizam tragédias alheias para fazer demagogia e proselitismo, assim como não professo o “quanto pior melhor” (máxima dos nossos adversários, quando ainda na oposição), ou seja, a crítica pela crítica, sem ter a responsabilidade de dimensionar a complexidade dos problemas e dos desafios que o Brasil tem à frente e os caminhos possíveis.

Foram estes – e não outros – os valores que guiaram minha ação política, no sentido de denunciar, reiteradas vezes, o grave aparelhamento do Estado nacional e o compadrio como meio de manter e expandir uma incomparável base de apoio congressual, cuja contrapartida foi, e ainda é, o mando sobre extensas áreas da administração federal, em cujo cerne estão as inúmeras denúncias de desvios e quedas de ministros;  a perda de autonomia do Legislativo e o hiperpresidencialismo; a anemia do pacto federativo e a consequente subordinação dos entes federados diante da maior concentração de recursos no âmbito federal da história republicana. E ainda a vistosa coleção de distorções geradas pela má gestão – ausência de planejamento, imobilismo executivo, baixa qualidade do gasto público, entre tantos outros.

Tendo como base estas e outras teses, trabalhei uma nova proposta para o rito das MPs, aprovada por unanimidade no Senado; para contribuir com a busca de algum senso de justiça à distribuição nacional dos royalties do minério e do petróleo; para recompor os fundos de participação de Estados e municípios e proibir o inexplicável contingenciamento dos recursos em áreas essenciais como a segurança pública.

Apresentei proposta que nos possibilita abrir novos caminhos no desafio da educação e emenda à LDO para dar mais transparência e controle aos gastos públicos. E cobramos, intensamente, promessas não cumpridas, como a desoneração de áreas como saneamento e energia; estadualização de rodovias federais, entre outros muitos temas da agenda nacional.

Acredito que fiz o que era meu dever, ainda que não ignorasse a hegemonia do governismo sobre a dinâmica política do Congresso Nacional. Como você bem sabe, o governo aprova no Congresso o que quer, como quer e quando quer, assim como derrota com facilidade o que não lhe apetece e o que não lhe convém, o que restringe enormemente qualquer iniciativa da oposição.

Basta recorrer aos números do primeiro ano desta legislatura e se constatará o óbvio: não só o senador Aécio, mas toda a oposição não conseguiu superar o rolo compressor imposto pelo governo.  Se a atuação da oposição se limitar, portanto, ao confronto legislativo, o resultado da nossa ação já será sempre previamente conhecido.  Acredito, por responsabilidade, que temos o dever de atuar no sentido de garantir os avanços possíveis em cada frente.

Pode não ser melhor para uma manchete de jornal ou para a imagem pessoal, mas acredito que, muitas vezes, é melhor para o país uma articulação silenciosa do que um discurso acirrado.

Nesse sentido, não abro mão da minha responsabilidade propositiva, nem tampouco das inúmeras tentativas de produzir mínimos consensos em torno de matérias fundamentais ao país.

Tudo isso posto, confesso que, de maneira geral, tenho dificuldade de entender as surpresas ou frustrações que alguém possa ter com o fato de eu continuar sendo o que sempre fui e a fazer o que sempre fiz na minha vida pública.

Em outras palavras, compreendo que haja quem não concorde comigo, mas como se surpreender por eu continuar atuando politicamente como sempre atuei?

A minha forma de atuação política confronta-se, irremediavelmente, com ideia de que haveria, de minha parte, uma verdadeira obsessão pela Presidência. Jamais a tive. Se a tivesse, provavelmente já teria vestido, por razões de estratégia, um figurino político que agradasse especialmente a determinados interlocutores. Estaria empenhado em jogar para a platéia.

Nunca fiz e não farei política assim, justamente porque não defino minhas ações em função de posições e posturas que nada tem a ver com a política em que acredito e que acabam por reduzir e amesquinhar valores e princípios a meros instrumentos  de luta pelo poder.

Há algum tempo, atendendo a diversos companheiros, coloquei meu nome à disposição do partido como um dos pré-candidatos da nossa legenda para 2014. E quando o fiz, deixei claro que o partido conta com outros nomes do gabarito de José Serra, Geraldo Alckmin, Marconi Perillo e Beto Richa, por exemplo.

Temos perfis diferentes. Essa é a grande riqueza do PSDB. Dentre vários quadros, o partido certamente saberá escolher aquele que melhor encarne os anseios da nossa legenda e da grande parcela da população que representamos.

Digo isso porque acredito que a responsabilidade de construirmos os próximos caminhos da oposição no Brasil é uma responsabilidade partilhada por todos que fizemos essa opção, e não pode ser colocada, por conveniência ou interesse, sobre os ombros de uma só pessoa, independente de quem seja.

Desculpe-me se me alonguei. Se achar válido, leve ao conhecimento dos leitores do seu blog.

Com os meus cumprimentos,

Aécio.

– Em tempo: Esclareço que não votei no 1º turno de votação da DRU na tentativa de estimular o único entendimento possível por meio da emenda, por nós apresentada, que reduzia o prazo da proposta para dois anos. Prevaleceu a ampla maioria do governo. Participei do 2º e decisivo turno, votando contra.

Registro ainda que essa mesma maioria mantém engavetada na Câmara a mudança no rito das MPs, mesmo o substitutivo tendo alcançado a unanimidade no Senado.

Link do artigo: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/?s=A%C3%A9cio

senadores do PT lideram gastos e usam 60% a mais de recursos do que a maior bancada do Senado

Fonte: Portal da Transparência do Senado Federal

Senadores do PT lideraram gastos das verbas indenizatórias em 2011

O Portal da Transparência do Senado já colocou à disposição do cidadão os dados sobre os gastos dos senadores no uso das verbas indenizatórias em 2011.  Entre os 81 senadores, os do PT foram os que mais utilizaram os recursos para despesas para o exercício do mandato.  A bancada de 13 senadores gastou R$ 2.824.567,45, uma média de R$ 217 mil por parlamentar.  Este valor é 60% superior a média do PMDB que é de R$ 131 mil, que tem uma bancada com 17 parlamentares, a maior do Senado Federal.

Entre os senadores do PT, Paulo Paim (PT/RS) liderou o uso das verbas indenizatórias. O senador gastou R$ 313 mil e no ranking geral ocupa a quinta posição entre os que mais utilizaram os recursos do ‘Cotão’.  A amazonense Vanessa Grazziontin (PCdoB) gastou R$ 403 mil, a senadora foi a campeã no uso das verbas indenizatórias. A lista dos senadores do PT que mais gastaram conta ainda com Humberto Costa (PE),  Wellington Dias (PI) e Anibal Diniz (AC).

O senador Aécio Neves  (PSDB/MG) economizou, em 2011, R$ 113 mil da verba indenizatória a que teria direito.  Entre 2001 e 2002, como presidente da Câmara dos Deputados, Aécio Neves também economizou recursos  públicos. Foi a primeira vez em que a Câmara devolveu recursos ao Tesouro Nacional.

O ‘Cotão’ – como o benefício é mais conhecido – é utilizado para as despesas da atividade parlamentar dos senadores. O dinheiro pode ser utilizado para gastos com assessoria, passagens aéreas, hospedagem, alimentação, consultorias e divulgação da atividade parlamentar.

Link dos dados do Portal da Transparência: http://www.senado.gov.br/transparencia/default.asp

Governo Anastasia distribui 135 toneladas de alimentos aos municípios atingidos pelas chuvas

Gestão Eficiente, apoio humanitário 

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas distribui 135 toneladas de alimentos aos municípios atingidos pelas chuvas

Osvaldo Afonso/Imprensa MG

Mantimentos abastecem os depósitos avançados do Governo de Minas

Mantimentos abastecem os depósitos avançados do Governo

BELO HORIZONTE (09/01/12) – Cerca de 135 toneladas de alimentos foram distribuídos peloGoverno de Minas Gerais, em todas as regiões do Estado, para vítimas de acidentes causados pelas chuvas. No total, o Governo distribuiu, desde outubro de 2011 até esta segunda-feira (9), 8.540 cestas básicas para moradores de 116 municípios. Também foram enviados 8.340 colchões, cerca de 7.000 cobertores, além de água potável, lonas, roupas, telhas e kits higiênicos.

Apenas entre a última sexta-feira (6) e esta segunda (9), os mantimentos foram enviados paras as cidades de Brumadinho, Matipó, Itabirito, Belo Vale, Alpercata, Ubá, Governador Valadares, Betim, Barbacena e Muriaé. Tanto o deslocamento de ajuda humanitária, quanto a distribuição das doações são conduzidos pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG).

Todas as cidades atingidas pelas chuvas, independentemente de haver decreto de situação de emergência, estão sendo beneficiadas pelo envio de alimentos, colchões, cobertores, roupas e água potável. Além de serem distribuídos aos municípios, os mantimentos abastecem os 13 depósitos avançados do Governo – completamente estruturados para armazenar as doações – estrategicamente espalhados por todas as regiões de Minas. Outros dois estão sendo construídos, um em Montes Claros e outro em Ubá. O depósito avançado de Pouso Alegre, no Sul do Estado, será inaugurado nesta terça-feira (10).

Foco na prevenção

Desde o início do ano passado, o Governo de Minas vem realizando uma série de ações preparatórios para o enfrentamento ao período chuvoso, com foco nas medidas preventivas. As prefeituras mineiras recebem apoio permanente do Estado. Entre outras ações, nos últimos anos o Governo de Minas Gerais tem investido na estruturação dos municípios para atuação em casos de emergência. Em 2004, dos 853 municípios mineiros, apenas 374 possuíam Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (Comdecs). Desde então, este número quase dobrou. Atualmente, o Estado possui 696 Comdecs. O Estado oferece, ainda, cursos de treinamento e capacitação aos agentes municipais.

Desde setembro de 2011 – antes do início do período chuvoso –, o Governo de Minas promoveu a realização de reuniões técnicas quinzenais, envolvendo o Corpo de Bombeiros, as Polícias Militar e Civil, Cemig, Copasa, Feam, Igam, Emater e Ruralminas, além das Secretarias de Transportes e Obras Públicas, Saúde, Planejamento e Gestão, Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Desenvolvimento Social, e dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas. Durante estas reuniões, foram definidas as ações de preparação e resposta aos eventos adversos causados pelas chuvas, tanto para o atendimento emergencial quanto o apoio operacional durante as ocorrências.

Para coordenar o conjunto de ações realizadas em todo o Estado, o Governo de Minas lançou, em outubro do ano passado, o Plano de Emergências Pluviométricas (PEP) 2011/2012, que leva em conta o histórico dos períodos chuvosos de anos anteriores, contendo o detalhamento sobre os recursos humanos e logísticos da Cedec-MG e dos demais órgãos envolvidos no enfrentamento ao período chuvoso. As prefeituras de municípios afetados recebem do Estado, ainda, auxílio técnico para produzir a documentação necessária para a comunicação oficial de ocorrências em tempo hábil.

Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo/39050-governo-distribui-135-toneladas-de-alimentos-aos-municipios-atingidos-pelas-chuvas

Governador Antonio Anastasia determina deslocamento imediato de ajuda para Além Paraíba

BELO HORIZONTE (09/01/12) – O governador Antonio Anastasia determinou, nesta segunda-feira (9), a ida imediata de equipes da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) para Além Paraíba, na Zona da Mata mineira. A equipe saiu de Ubá, também na Zona da Mata, onde foi montado, nesta tarde, um escritório estratégico para apoio dos municípios da região atingidos pela chuva.

Uma aeronave da Polícia Militar decolou de Juiz de Fora e conseguiu chegar a tempo de resgatar pessoas que estavam ilhadas e com risco de serem levados pela enxurrada. Por volta das 18h30 a equipe da Defesa Civil conseguiu chegar à cidade e se reuniu com o prefeito do município. Mais equipes da Cedec estão em deslocamento. No final da tarde, o rio voltou ao seu leito normal, mas a população deve continuar em alerta máximo já que há previsões de fortes chuvas para as próximas horas.

As fortes chuvas que caíram na cidade elevaram o nível do rio em 2 metros e provocaram a morte de três pessoas, confirmadas no início da noite pela Cedec. Trata-se de uma mulher de 32 anos e uma criança de três anos, que foram levadas pela enxurrada. Um homem ainda não identificado também faleceu atingido por deslizamento de encosta. Uma mulher de 45 anos está desaparecida.

A BR-116 que passa por Além Paraíba está interditada em decorrência de um grande buraco que se abriu no asfalto. Números atualizados mostram que são 116 os municípios em situação de emergência no Estado. No total, 15 pessoas morreram e outras três estão desaparecidas. Já são 1.240 as pessoas desabrigadas e 12.875 as desalojadas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: prefeitos da região da Zona da Mata recebem orientação para obter recursos

UBÁ (09/01/12) – Os prefeitos de cidades em situação de emergência na Zona da Mata, uma das regiões mais atingidas pela chuva, receberam, nesta segunda-feira (9), orientações para auxiliá-los nas ações de resposta e de reconstrução dos municípios. Das 104 cidades mineiras que decretaram situação de emergência, 40 estão localizadas na Zona da Mata.

Cerca de 300 pessoas, incluindo 40 prefeitos e coordenadores municipais de defesa civil, participaram, nesta segunda-feira, na Câmara Municipal de Ubá, de reunião de trabalho organizada pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG). Técnicos do governo federal informaram como as prefeituras e pessoas físicas e jurídicas podem obter recursos para obras emergenciais e de reconstrução.

O coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Luis Carlos Dias Martins, disse que a orientação do governador Antonio Anastasia é para que a Defesa Civil priorize o restabelecimento da normalidade nos municípios (água, luz, telefonia e estradas), além de prestar assistência humanitária aos desalojados e desabrigados.

“É muito importante integrar as ações para que a resposta seja dada de maneira eficiente nos municípios atingidos”, disse. O coordenador da Cedec lembrou que, segundo a meteorologia, o volume de chuva que atingiu a Zona da Mata nos primeiros dias do ano alcançou 70% do previsto para o mês de janeiro.

“Por isso devemos ficar alerta. É importante que as prefeituras estruturem suas Comdecs, passem a dotá-las de pessoas interessadas e busquem mapear as suas áreas de risco”, conclui. O prefeito de Ubá, Vadinho Baião, agradeceu o apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para minimizar os danos causados pelas enchentes e inundações. “A população se sente amparada pelo trabalho desses militares, principalmente em Guidoval, onde a destruição foi maior”, afirmou.

Cartão de Pagamento

O analista de infraestrutura da Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, Ricardo Martins da Silva, orientou os prefeitos sobre a utilização do Cartão de Pagamento da Defesa Civil Nacional, distribuído às prefeituras para que possam normalizar a prestação dos serviços públicos essenciais. Segundo ele, os recursos só podem ser utilizados para obras emergenciais, como remoção de entulho e construção de aterros emergenciais. Para obter o cartão, a prefeitura deve ter um Comdec e CNPJ.

O médico David Oliveira de Souza, técnico do Força Nacional do SUS e representante do Ministério da Saúde, disse que o órgão está comprometido em financiar e equipar Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Além de prestar atendimento emergencial, com distribuição de medicamos, luvas e seringas, o Ministério da Saúde vai participar da reconstrução das cidades, garantiu Souza.

“Para que os recursos sejam disponibilizados com mais rapidez, vamos prestar assessoria técnica para a elaboração dos projetos de construção de novos postos de saúde, nas cidades que foram atingidas pela chuva. Em breve, vamos divulgar como esse processo será operacionalizado”, disse.

Caixa

O superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Luiz Guilherme de Campos, apresentou aos prefeitos uma carteira de programas e projetos financiados pelo banco, que poderão atender os municípios que decretaram situação de emergência. Vítimas que tiverem recurso no FGTS poderão sacar até o valor máximo de R$ 5.400.

A Caixa autorizou também a inclusão de municípios com menos de 50 mil habitantes no programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de casas ou compra de materiais com subsídios. Famílias com renda de até três salários mínimos terão acesso aos benefícios. Já para os moradores das comunidades rurais, o subsídio será de até R$ 25 mil.

Fonte: Agência Minas

 

Governo de Minas: Secretaria de Saúde orienta sobre doenças transmitidas por meio de água contaminada

BELO HORIZONTE (09/01/12) – A Secretaria de Estado de Saúde (SES) orienta sobre a limpeza dos imóveis inundados após as enchentes e os cuidados para evitar doenças transmitidas por meio das águas contaminadas. A enxurrada e a lama dos locais afetados pelas chuvas podem ter sido contaminadas pela urina de roedores, sobretudo ratos e camundongos que podem estar infectados pela bactéria leptospira.

“O risco aumenta quando a população retorna às casas para a limpeza, podendo entrar em contato com o material contaminado. Nesse momento, é fundamental o uso de luvas e botas de borracha ou sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés. Toda a água e a lama remanescentes devem ser removidas”, aponta a coordenadora Estadual de Vigilância Ambiental, Mariana Gontijo.

A limpeza das paredes e do piso deve ser feita com solução de água sanitária. A cada 20 litros de água deve-se adicionar um copo de 200ml de água sanitária. “A água contaminada não pode ser utilizada para beber, lavar a louça ou para a preparação de alimentos”, reforça a coordenadora.

Caso o fornecimento de água esteja comprometido, outras fontes podem ser utilizadas: a água deve ser fervida durante 1 a 2 minutos. Em seguida, “bata” a água passando de uma vasilha limpa para outra vasilha limpa; adicione duas gotas de hipoclorito de sódio 2,5% para cada litro de água e aguarde 30 minutos antes de consumi-la; ou consuma água engarrafada (água mineral).

Outros cuidados importantes são com o manejo adequado do lixo e o armazenamento correto de alimentos, que podem evitar o acesso e a presença de roedores, principal vetor da leptospirose.  As residências e arredores devem ser mantidos limpos, livres de entulho, lixo e de mato. Os buracos e frestas devem ser vedados. O apoio técnico nas medidas de desratização é fornecido pelas secretarias municipais de Saúde.

A limpeza das caixas d’água e o tratamento dos poços devem seguir as orientações dos agentes municipais de saúde. As unidades básicas de Saúde dos municípios que sofreram com as inundações devem ficar em alerta com a ocorrência de casos suspeitos de leptospirose, bem como o seu tratamento precoce, evitando, assim, o óbito.

Doenças

Além da leptospirose, as chuvas favorecem a transmissão da dengue no período de estiagem e os acidentes com animais peçonhentos. “Com relação à dengue, reforçamos as medidas de controle, com a eliminação de possíveis criadouros. Sobre animais peçonhentos, o que acontece é que as chuvas desalojam esses animais de seus abrigos e durante o momento da limpeza pode haver acidentes, sobretudo com escorpiões”.

Higiene é fundamental

Boas práticas de cozimento e ingestão de água potável são fundamentais para evitar as doenças diarreicas agudas (DDAs). “A doença diarreica aguda é causada por diferentes agentes etiológicos, como bactérias, vírus e parasitas. Entre os sintomas mais comuns está o aumento do número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouca consistência. Em alguns casos, há presença de muco e sangue. Podem ainda ser acompanhadas de náusea, vômito, febre e dor abdominal”, esclarece a referência técnica em Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis por Alimentos e Água, Renata Boldrini.

No geral, explica a técnica, as DDAs são autolimitadas, ou seja, encerram-se sozinhas, com o próprio sistema de defesa do organismo combatendo o agente infeccioso, fazendo com que a doença desapareça. Podem ter duração de um a 14 dias. “O que preocupa, nesses casos, é que ocorre muita desidratação, fazendo com que a pessoa possa ficar em choque e até chegar a óbito nos casos mais graves”.

Quando a pessoa tem sintomas de doença diarreica aguda, deve hidratar-se e procurar uma unidade de saúde o quanto antes. “O tratamento é feito com maior ingestão de líquidos, bem como os sais de reidratação que são distribuídos pelos serviços de saúde aos pacientes. A princípio, não há restrições à dieta dos pacientes”, salienta.

Renata destaca que em situações de enchentes e inundações ocorre maior risco de doenças transmitidas pela água contaminada, também, pela ingestão. “Tal fato pode levar à ocorrência de doenças como hepatite A e E, febre tifoide”. Nessas situações, até mesmo o tétano pode ocorrer, visto que as pessoas podem se ferir com cacos de vidro ou pedaços de metal.

Recomendações

Os sintomas dessas doenças são muito parecidos. Os mais frequentes são: febre alta, dor de cabeça, náuseas, dores musculares, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo ou não ocorrer icterícia (coloração amarela em mucosa e pele). No caso de aparecimento desses sinais, o paciente deve procurar imediatamente um serviço de saúde mais próximo de sua casa.

“É importante que seja relatado se houve, por exemplo, contato com lama e água de enchentes, para que o profissional de saúde possa ter mais informações para fazer um diagnóstico preciso”, ressalta Mariana Gontijo.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: olimpíadas do projeto SuperAÇÃO envolvem mais de 200 adolescentes

BELO HORIZONTE (09/01/12) – Começou, nesta segunda-feira (9), a 3ª olimpíada do Projeto SuperAÇÃO. Até o dia 27 de janeiro, cerca de 250 adolescentes de dez unidades socioeducativas de Minas Gerais irão disputar as modalidades de xadrez, tênis de mesa, peteca, vôlei, handebol e futsal, que contarão pontos para a classificação da unidade campeã. As Olimpíadas são organizadas pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), por meio da Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas (Suase), em parceria com a Organização Civil de Interesse Público (Oscip) “De Peito Aberto”.

A abertura do evento foi realizada no Centro Socioeducativo de Justinópolis (Cseju), em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além da presença de representantes de todas as delegações, houve apresentações de basquete de rua, promovida pela Central Única das Favelas (Cufa), e de hip hop, pelos adolescentes do Centro Socioeducativo Santa Helena e pelos jovens da oficina de música do Cseju.

A superintendente de Gestão das Medidas de Privação de Liberdade da Suase, Elaine Rocha Maciel, destacou a importância de sistematizar o trabalho esportivo dentro das unidades e de trabalhar, entre outros aspectos, a integração promovida pelo esporte.

Um adolescente de 18 anos do Cseju está participando das olimpíadas pela primeira vez e foi escolhido para fazer o juramento dos atletas. Ele conta que não imaginou que teria esse tipo de atividade dentro da unidade socioeducativa. “É a oportunidade de mostrar nosso desempenho. Acho que me viram como um adolescente exemplar, que tem comprometimento com a medida”, disse. O atleta irá jogar tênis de mesa e definiu qual é, para ele, a receita da vitória: “concentrar e dar o melhor de si”.

Oficinas

As olimpíadas são realizadas, anualmente, como uma forma de concluir as oficinas esportivas realizadas durante todo o ano anterior nas unidades socioeducativas. Esse trabalho é realizado pela Oscip “De Peito Aberto” desde 2009, quando foi firmado convênio com o Estado. Somente no ano passado, cerca de 450 adolescentes participaram das aulas de natação, handebol, vôlei, basquete e circuito de força (com aparelhos de musculação), além de futebol, judô e ginástica.

“O projeto SuperAÇÃO garante o direito às atividades esportivas, um eixo importante da medida socioeducativa, que está preconizado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em 2010, tivemos as primeiras olimpíadas, com foco no futsal. Em 2011, inserimos outras modalidades e agora, em 2012, houve um reforço muito grande no ensinamento da técnica de outros esportes. Além da técnica, queremos também o ensinamento das regras, a ganhar, a perder, a competir”, afirmou a diretora de Formação Educacional e Profissional da Suase, Érika Vinhal.

Fonte: Agência Minas

Governador recebe plano de ação do Banco do Brasil em apoio às cidades atingidas pelas enchentes

BELO HORIZONTE (09/01/12) – O governador Antonio Anastasia conheceu, nesta segunda-feira (9), as medidas emergenciais de apoio a regiões atingidas pelas enchentes em Minas Gerais desenvolvidas pelo Banco do Brasil. No plano de ação entregue ao governador pelo vice-presidente de Desenvolvimento Sustentável, Robson Rocha, o banco compromete-se a apoiar a reestruturação das comunidades e o retorno da atividade econômica e a promover parcerias para potencializar ações locais.

As medidas, a serem adotadas nas cidades onde for decretada situação de emergência, incluem liberação de crédito, adiamento de pagamentos, prioridade no pagamento de seguros, disponibilização das estruturas das Associações Atléticas do Banco do Brasil (AABBs) e a abertura de uma conta para recebimento de doações.

“É um conjunto de medidas extremamente pró-ativa e que eu, como governador de Minas, queria publicamente agradecer ao Banco do Brasil, que tem sido parceiro do Estado em todos os momentos, naqueles de desenvolvimento, de prosperidade, mas também nesse momento de dificuldades que estamos enfrentando”, disse o governador.

O Banco do Brasil abriu uma conta para que pessoas de todo o Brasil possam fazer doações às vítimas das chuvas em Minas Essas pessoas serão avisadas por anúncios nos terminais de autoatendimento e nos extratos bancários. O encaminhamento do dinheiro recebido será gerido pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), juntamente com a Defesa Civil Estadual. Os dados da conta para doação são: Banco do Brasil – Conta: 64529-X / Agência: 1229-7.

Como apoio à retomada da economia das cidades atingidas, o banco vai instituir carência de 60 dias para dívidas de micro e pequenas empresas, mesmo prazo da prorrogação para os pagamentos de cartões de crédito. Os produtores rurais também serão beneficiados com carência de suas dívidas, que serão analisadas caso a caso.

“O alongamento de prazos das principais linhas de crédito utilizadas por esses segmentos tem por objetivo apoiar os empresários e produtores, que tiveram seu fluxo de caixa impactado pelas enchentes, e visa contribuir para a reorganização da atividade produtiva”, explicou Robson Rocha.

Outra medida é a suspensão do envio de títulos para cartório. Ainda de acordo com o vice-presidente do Banco do Brasil, os pedidos de pagamento de seguros originários das cidades em situação de emergência terão atenção imediata das unidades de atendimento da seguradora do banco.

Para o município de Guidoval, na Zona da Mata, onde a agência do Banco do Brasil foi destruída pelas enchentes, foi direcionada uma Unidade Móvel de Atendimento, já em funcionamento, para prestar atendimento aos clientes, pagamentos de benefício INSS e recebimentos diversos.

Nas cidades que contam com sedes da AABB, a estrutura dos clubes será colocada à disposição da Cedec/MG, seja para servir de base das operações da defesa civil naquela região, seja para acolhimento de desabrigados.

Com foco no cidadão, o Banco do Brasil irá disponibilizar cópia de documentos pessoais constantes de seu cadastro, acionar os funcionários participantes do programa “Voluntários BB” para ações de arrecadação e distribuição de

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Secretaria de Saúde reforça guerra contra a dengue no bairro Heliópolis

BELO HORIZONTE (09/01/12) – A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH), realizou, no sábado (7), uma ação intensiva de mobilização no bairro Heliópolis, localizado na região Norte de Belo Horizonte. O evento, primeira parte do projeto “Meu bairro contra a dengue”, que se inicia neste período chuvoso, ocorreu no espaço BH Cidadania e contou com a participação de aproximadamente 600 moradores.

A SES-MG esteve presente com o Dengue Móvel – caminhão que realiza trocas de pneus, latas e pets por cadernos, borrachas e lápis – e com o Dengômetro – espaço de convivência e de acesso às informações sobre a dengue, onde o cidadão toma conhecimento da situação da doença em sua região e conhece os métodos de prevenção e mobilização. Ao final do evento, foram trocados 2702 garrafas pet; 3268 latas e 84 pneus.

O operário da construção civil Valdivino dos Santos conseguiu recolher um total de 100 garrafas e as trocou no Dengue Móvel. “Sei que a dengue é uma doença muito grave porque já tive parentes que a tiveram e passaram muito mal. Por isso tento colaborar do jeito que eu posso”, explicou.

Valdivino tomou conhecimento da ação de mobilização por meio de seu filho Rafael, que recebeu as instruções de prevenção à dengue em sua escola. Rafael aproveitou também para conferir o Dengueville, um aplicativo em forma de jogo para as redes sociais que ensina como combater o mosquito da dengue e evitar a doença de forma lúdica. “Achei muito legal porque você vai subindo de nível quando consegue ajudar a tirar a dengue das casas”, contou Rafael.

Além do Dengueville, outra atração que encantou as crianças foi a esquete teatral encenada pelo Grupo de Teatro do Mobiliza SUS, que sensibilizou a população para o cuidado diário e frequente no combate à doença. “Se não dobrarmos a atenção, o que vai dobrar é a dengue!”, alertou a personagem Dona Conceição, uma senhora, que pela intervenção do agente de saúde Taquinho, aprende a importância de se prevenir a dengue pela eliminação constante dos possíveis focos.

Para o superintendente da Regional de Saúde de Belo Horizonte, responsável por 39 municípios da região Central de Minas Gerais, Paulo de Tarso Machado Auais, o evento representa uma tríplice aliança. “A mobilização ocorre com a participação do Governo de Minas, da Prefeitura de Belo Horizonte e do cidadão. Somente somando forças na guerra contra dengue é que vamos vencê-la. Para isso, é preciso que o cidadão também faça sua parte não tendo pratos de plantas, cuidando das caixas d’água e não deixando água parada em pneus e garrafas pet, por exemplo”, afirmou.