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Gestão Anastasia: Secretaria de Transportes e Obras Públicas apresenta planejamento para os próximos anos

BELO HORIZONTE (14/12/11) – Uma nova missão institucional, com valores renovados e objetivos focados em novos programas estruturadores, foi apresentada a todos os integrantes do Sistema de Transportes e Obras Públicas (Sistop), na reunião de revisão do planejamento estratégico realizada nessa terça-feira (13), no auditório JK, na Cidade Administrativa. As novidades são projetos estruturadores como o Caminhos de Minas e a Expansão da Mobilidade Urbana da região metropolitana, além do Processo Estratégico de Recuperação e Manutenção da malha viária em todo o Estado.

A revisão do planejamento estratégico do Sistop começou em agosto deste ano, quando o governador Antonio Anastasia anunciou a nova versão do Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), para o período de 2011 a 2030.  “A partir deste momento, cada secretaria passou a trabalhar especificamente no detalhamento das ações da sua pasta. No caso da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), foram gastos cerca de três meses em entrevistas e reuniões com a alta direção do sistema”, explicou Gustavo Horta Palhares, assessor chefe da Agei.

Na revisão do PMDI, Anastasia apresentou o Programa Minas Logística, que vai concentrar as ações do Governo de Minas direcionadas para a área de transportes e obras públicas, coordenadas pela Setop e executadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DER-MG) e pelo Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop-MG).

O secretário Carlos Melles destacou a importância dessas autarquias (DER e Deop). “Sem esses dois departamentos a Setop não teria condições de realizar uma série de metas propostas. O que cabe no momento é buscar a excelência na qualidade dos serviços, a execução das obras dentro dos prazos estabelecidos e com a eficiência destes dois órgãos, que atuam em harmonia com as políticas públicas definidas pelo governador Anastasia”, concluiu.

Revisão do planejamento estratégico 

Com a revisão do planejamento estratégico, a missão institucional da Setop é ser referência em soluções integradas de transporte e obras públicas, mantendo os cinco valores existentes: ética, transparência, sustentabilidade, comprometimento e efetividade; e acrescentando um: inovação. Já missão a missão do DER é ser referência em infraestrutura e gestão de transporte rodoviário, agregando a gestão para a cidadania e a inovação. Ao Deop caberá ser referência em soluções integradas de arquitetura e engenharia para a execução de obras públicas, acrescentando aos cinco valores o de cooperatividade.

“O Governo de Minas tem buscado uma execução bem feita dos seus programas e projetos, um exemplo disto é o programa Proacesso, que hoje é um sucesso, pois está com 97% da meta alcançada. São cerca de cinco mil quilômetros concluídos de novas rodovias e um investimento de R$ 3,5 bilhões, um resultado que dignifica toda a equipe envolvida, são 190 obras concluídas até outubro deste ano”, afirma Carlos Melles.

Além do Proacesso, as metas atingidas pelos outros programas também foram significativas. “No ProMG tivemos 5.368km de rodovias recuperadas e um investimento de R$ 1,1 bilhões. Na Potencialização da Infaestrutura Agroindustrial da Fronteira Agrícola foram pavimentados 294Km de rodovias e um investimento de R$ 240 milhões. Com o Proseg, a segurança viária nas rodovias estaduais tem ganhado um impulso nos últimos anos, com 196 radares instalados e em operação, além de 74 balanças”, contabiliza Gustavo Palhares.

“Através do Minas Avança, foram concluídas obras no aeroporto regional da Zona da Mata, Presidente Itamar Franco. Na RMBH, a expansão ordenada da infraestrutura logística acumula um total de R$ 900 milhões em obras como a Linha Verde, duplicação da avenida Antônio Carlos, Requalificação Ambiental do Arrudas, duplicação da MG-020, obras complementares na avenida Cristiano Machado e a recuperação funcional da MG-424”, conclui o assessor.

A reunião para apresentação da revisão do planejamento estratégico para o período 2012 a 2015 contou com a presença da direção do Sistop, além de diretores, superintendentes e funcionários da Setop, do DER-MG e do DEOP-MG.

Fonte: Agência Minas

Governador Antonio Anastasia anuncia avanços na Educação em Minas, medidos pelo Proalfa

BELO HORIZONTE (14/12/11) – O governador Antonio Anastasia e a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, anunciaram, nesta quarta-feira (14), os resultados do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) 2011. Nesta edição, 88,9% dos alunos avaliados da rede estadual atingiram o nível adequado de letramento (capacidade de ler e interpretar textos), um aumento de 2,7 pontos percentuais em relação a 2010, quando o índice foi de 86,2%. A avaliação contempla todas as crianças do 3º ano do ensino fundamental das escolas estaduais de Minas Gerais e cobre também as redes municipais.

Ao parabenizar a secretária Ana Lúcia Gazzola e a equipe da Secretaria de Educação, Anastasia classificou os dados positivos como resultado da política educacional implementada em Minas Gerais nos últimos anos. “Esses resultados refletem muito uma decisão tomada ainda em 2003, 2004, quando o Governo de Minas foi o primeiro Estado da Federação a incluir as crianças de seis anos de idade na escola, o que melhorou muito o nível de alfabetização. Na verdade, mais do que da alfabetização, da capacidade de compreensão das crianças, que significa um letramento melhor e um futuro jovem mais apto”, disse o governador.

Os resultados do Proalfa 2011 apontam também evolução no percentual de alunos que já atingiram o padrão recomendado de desempenho. Em 2006, primeiro ano em que a avaliação foi aplicada, este índice era de 49%. Comparativamente àquele ano, em 2011 registrou-se um crescimento de 81,4%, conforme o quadro a seguir:

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Ainda de acordo com o Proalfa 2011, o número de alunos com baixo desempenho caiu de 5,4%, em 2010, para 4,2%, em 2011, e no nível intermediário de 8,5% para 6,9%, no mesmo período.

Segundo a secretária Ana Lúcia Gazzola, os números confirmam a liderança de Minas Gerais no que se refere à qualidade da educação pública nos primeiros cinco anos do ensino fundamental no Brasil. “O mais importante é que os resultados alcançados em todos os indicadores apontam na mesma direção positiva. Todos os modelos de avaliação – Proalfa, Proeb, Prova Brasil – indicam que, de fato, a qualidade da educação na rede pública está evoluindo. E isso nos deixa muito feliz, porque ela é um instrumento de ascensão social e o maior instrumento de inclusão, de transformação da sociedade”, destacou a secretária.

Alto índice de participação

Realizado desde 2006 pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE), o Proalfa faz parte do Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave) e foi desenvolvido em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e o Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O programa identifica os níveis de aprendizagem em relação à leitura e à escrita dos alunos, sendo parte da estratégia da secretaria para alcançar a meta de que em Minas toda criança saiba ler e escrever até os oito anos de idade. Os testes são anuais e aplicados aos alunos das redes estadual e municipais nas escolas urbanas e rurais e identifica o nível de aprendizado de cada aluno. O intervalo entre a aplicação dos testes e o resultado possibilita ações de intervenção na aprendizagem.

Em Minas, os resultados das avaliações são utilizados pelos educadores e gestores na definição de estratégias para melhorar o desempenho dos alunos. Eles são apresentados às superintendências regionais de ensino, que se reúnem com professores, diretores e especialistas para analisá-los e elaborar o Plano de Intervenção Pedagógica (PIP), tendo como referência o desempenho dos alunos. As escolas se apropriam dos resultados e convidam também os pais e responsáveis para conhecer, discutir e participar das ações propostas no plano.

Ana Lúcia Gazzola afirmou que a meta do Governo é eliminar a presença de alunos com baixo desempenho e aumentar significativamente o número de alunos no intervalo de desempenho superior do exame – o recomendado. “Juntamente com as nossas equipes do PIP, as superintendências organizam discussões em cada escola, que convoca o seu colegiado para discutir os resultados e as intervenções que serão necessárias para atacar os problemas que, eventualmente, a escola tenha”, explicou a secretária.

A edição de 2011 do Proalfa avaliou 394.427 crianças na fase de alfabetização da rede estadual e das redes municipais de ensino de todo o Estado, sendo 143.326 da rede estadual e 251.101 das redes municipais. Este ano, o teste, aplicado na última semana de setembro, contou com a participação de 94,2% dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental da rede estadual – o mais alto índice registrado desde o início do programa, em 2006. Em comparação com o ano passado, a participação dos alunos aumentou quase quatro pontos percentuais.

Da mesma forma que na rede estadual, o conjunto das redes municipais de ensino também alcançou importantes avanços na distribuição de alunos por padrão de desempenho. Houve uma redução de 16,9% para 11,1% no baixo desempenho e de 16,9% para 13,2% no desempenho intermediário. O desempenho recomendado teve um acréscimo de 9,4%, passando de 66,3%, em 2010, para 75,7%, em 2011.

Proalfa

O Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) avalia a qualidade do ensino nas escolas públicas de Minas Gerais, municipais e estaduais, para os alunos do 3º ano do ensino fundamental, de forma universal. São avaliados também alunos do 2º e 4º anos do ensino fundamental, de forma amostral. A partir dos resultados dos exames, gestores e professores sabem exatamente onde há sucesso e onde se localizam as dificuldades dos alunos por rede, por município e por escola.

O teste tem uma escala de 1000 pontos. Os alunos do terceiro ano que alcançam até 450 pontos são classificados no nível baixo de desempenho. Entre 450 e 500 pontos estão os alunos no nível intermediário e acima de 500 pontos estão os alunos no nível recomendável. Neste estágio, os alunos conseguem ler frases e pequenos textos e começam a desenvolver habilidades de identificação do gênero, do assunto e da finalidade de textos.

No caso dos alunos da rede estadual, o Proalfa tem registrado, ano a ano, uma evolução da proficiência média, que atingiu 603,8 pontos no nível recomendado em 2011 (589,8, em 2010, e 494, em 2006). Os resultados também foram muito positivos nas redes municipais, que, de 2010 para 2011, apresentaram um crescimento de 26,6 pontos na proficiência média, atingindo um total 563,20 pontos. O gráfico abaixo ilustra a evolução das redes estadual e municipais:

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São analisados em separado os resultados de todos os alunos que tiveram baixo desempenho no Proalfa anterior. As avaliações também registraram avanços no desempenho dos alunos em todos os níveis e em todos os anos. A avaliação censitária é uma avaliação nominal, que identifica o nível em que se encontra cada aluno e possibilita intervir em sua aprendizagem de forma pontual e individualizada, se necessário.

O diretor da Escola Estadual Paschoal Comanducci, Ermelindo Martins Caetano, vê o Proalfa como um importante instrumento no desenvolvimento da educação. “O Proalfa é uma ferramenta que nos auxilia e nos mostra como estão os trabalhos realizados dentro das unidades escolares. Com esse instrumento, podemos ver e analisar como estão nossos alunos e, a partir daí, atuar mais diretamente melhorando na aprendizagem”, destacou.

Fonte: Agência Minas

PT no poder e a Lista de Furnas: “exemplo de honradez e moralidade no trato da coisa pública deve vir de cima”

Gestão petista, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, peculato,  falsidade ideológica 

Fonte: Artigo do Instituto Teotônio Vilela

Exemplo que não vem de cima

Este ano de 2011 foi marcado pela eclosão de seguidos casos de corrupção no governo federal. Trata-se de uma das mais malditas heranças da gestão Lula, que se notabilizou pela leniência com que os malfeitos perpetrados por seus subordinados eram tratados. Quando o exemplo não vem de cima, a situação tende a piorar. É o que pode acontecer com o mensalão.

Sabe-se agora que o mais grave caso de corrupção ocorrido na história política do país pode acabar sem nenhum acusado punido. As penas do esquema gigante de compra de apoio parlamentar e desvio de dinheiro público posto em marcha pelo governo Lula podem prescrever antes que o julgamento chegue ao fim, segundo a edição de hoje da Folha de S.Paulo.

O jornal se baseia em declaração dada por Ricardo Lewandowski. Ele é um dos 11 ministros responsáveis por julgar o caso no Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramita desde abril de 2006, quando foi oferecida denúncia pela Procuradoria Geral da República (PGE). Sua participação é destacada: será o responsável por revisar o voto do relator, Joaquim Barbosa.

O principal trecho da entrevista de Lewandowski à Folha é este: “Como há réus primários, corre-se então o risco de que as penas para muitos ali sejam prescritas? ‘Sem dúvida nenhuma. Com relação a alguns crimes não há dúvida nenhuma que poderá ocorrer a prescrição’.”

Formação de quadrilha, cuja pena varia de um a três anos de reclusão, é um dos crimes que podem ficar sem punição. “Como o caso está em curso, não é possível saber quais os crimes imputados que irão prescrever. É necessário primeiro saber se serão condenados e a extensão das penas”, completa o jornal.

Se a prescrição se concretizar, terá sido coroada de êxito a estratégia insistentemente perseguida pelo PT de varrer o escândalo para debaixo do tapete. O partido de Lula, Dilma Rousseff e José Dirceu vem, dia após dia, buscando transformar em cidadãos acima de qualquer suspeita os corruptos denunciados pela PGE pela prática de sete crimes.

A lista de falcatruas atribuídas a 40 acusados (um morreu, outro foi excluído do processo e hoje são apenas 38) pelo mensalão pelo então procurador-geral, Antonio Fernando de Souza, é extensa e bem fornida.

Os crimes são os seguintes: formação de quadrilha (22 suspeitos, incluindo José Dirceu, Marcos Valério, José Genoino e Delúbio Soares); corrupção ativa (11 suspeitos); corrupção passiva (13 suspeitos, incluindo João Paulo Cunha); lavagem de dinheiro (34 suspeitos, incluindo Duda Mendonça, Paulo Rocha e Professor Luizinho); evasão de divisas (12 suspeitos), peculato (11 suspeitos) e falsidade ideológica (Marcos Valério).

A denúncia chegou ao STF em agosto de 2007 e hoje aguarda parecer do relator para ser votada. São mais de 130 volumes e 600 páginas de depoimentos. “Quando eu receber o processo eu vou começar do zero. Tenho que ler volume por volume”, disse Lewandowski. Para completar, a corte deve perder dois integrantes no ano que vem, alongando o processo.

O PT também joga com o calendário eleitoral para empurrar a discussão ainda mais para frente e aumentar a chance de ninguém pagar pelos malfeitos: sustenta que as eleições municipais de 2012 poderiam “contaminar” o processo, que deveria, então, só ser deliberado no ano seguinte. O escândalo, recorde-se, surgiu em 2005.

Quando, naquela época, se viram acuados pelo mensalão, os petistas dobraram a aposta e investiram fundo no submundo do crime, como mostra a edição da revista Veja desta semana. Para tentar se contrapor às acusações, próceres do PT encomendaram a falsificação de um dossiê com supostas irregularidades cometidas por parlamentares do PSDB e do DEM. Tudo agora devidamente desmascarado pela Polícia Federal.

Não espanta que um partido cujo projeto de poder ancorou-se em esquema tão criminoso considere natural que assaltos ao dinheiro do contribuinte continuassem a acontecer diuturnamente, como foi sendo revelado, semana após semana, ao longo deste 2011. Ou que um caso de tráfico de influência explícito, como o do ministro Fernando Pimentel, seja considerado assunto “privado” pela presidente da República.

O exemplo de honradez e moralidade no trato da coisa pública deve vir de cima. Nestes nove anos de gestão petista, os sinais recebidos pela sociedade foram justamente o contrário do que se espera dos governantes. Se a previsão de Ricardo Lewandowski se realizar, o Brasil estará, indelevelmente, fadado a ser um país sem futuro. E com um passado de ficha suja.

Leia no Instituto Teotônio Vilela

Aécio Neves volta a protestar contra abuso de MPs pelo governo

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves volta a protestar contra abuso de MPs pelo governo

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) voltou a protestar em plenário, nesta terça-feira (13/12), contra a demora na tramitação na Câmara dos Deputados da PEC 11, que restringe o uso de Medidas Provisórias (MPs) pelo governo federal. A PEC foi aprovada em junho, por unanimidade, no Senado, mas, desde então, permanece paralisada na Câmara.

O senador lamentou que o governo federal mantenha o uso abusivo de MPs, descumprindo a Constituição. Aécio destacou que, prova disso, foi a iniciativa do próprio governo de barrar duas MPs que estavam sob a análise da Câmara (MPs 542 e 543) para evitar que elas fossem encaminhadas ao Senado, onde teriam preferência de votação em relação à DRU (Desvinculação das Receitas da União).

A iniciativa atesta que ambas as MPs não atendem aos critérios constitucionais de urgência e relevância, configurando a prática abusiva por parte do governo.

“A própria base de sustentação do governo obstrui e faz com que as Medidas Provisórias percam a eficácia. De forma que elas não venham para o Senado e tranquem a pauta, o que poderia atrasar a votação da DRU. Pergunto então: qual será a relevância e a urgência de uma MP que o próprio governo descarta?”, disse o senador.

Aécio Neves é autor de proposta que restringe o uso de MPs pelo governo federal.

PT age para ‘criminalizar inocentes e inocentar criminosos’, critica Reinaldo Azevedo

Farsa do PT, Fraudes do PT, estelionato do PT, PT de Minas, Corrupção do PT

Fonte: Renaldo Azevedo – Blog Veja online

Há petistas sempre ocupados em duas coisas: em castigar inocentes por crimes que não cometeram e em praticar os próprios crimes

O esforço organizado de petistas e seus asseclas e esbirros é um só: criminalizar inocentes e inocentar criminosos. Ainda agora, como sabem, a rede suja está organizada na Internet para dar curso a uma das maiores canalhices de que se tem notícia no submundo da política. Pois bem
Reportagem de capa da VEJA desta semana flagra petistas forjando recibos falsos para imputar a inocentes crimes que não cometeram. Padre Vieira, no Sermão do Bom Ladrão, criticava larápios que estavam sempre ocupados em duas coisas: em castigar crimes e em cometê-los. Não imaginava que surgiria um tipo novo: petistas. Muitos deles estão ocupados em duas coisas: em inventar crimes inexistentes para castigar inocentes e, claro!, em cometê-los. Leiam o que vai na VEJA Online:
PSDB e DEM pedem punição de petista por “Lista de Furnas”

Por Gabriel Castro:
PSDB e DEM pediram nesta terça-feira à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG). A edição desta semana de VEJA mosta como o parlamentar, em conluio com o colega Agostinho Valente (hoje sem mandato), encomendou a Lista de Furnas – um documento forjado em 2006 para ligar oposicionistas a um inexistente esquema de desvios na estatal no governo Fernando Henrique. O objetivo era fragilizar parlamentares oposicionistas durante a crise decorrente do escândalo do Mensalão e influenciar o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios.
“Quem tem maioria não pode tudo não. A minoria tem direitos, vai exercê-los e fatos ilegais serão coibidos por nós à altura”, diz o presidente do DEM, José Agripino Maia. O partido também deve entregar uma representação por quebra de decoro contra o deputado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Diálogos

VEJA teve acesso a conversas gravadas pela Polícia Federal (PF) com autorização judicial, no primeiro semestre de 2006. Elas evidenciam que o estelionatário Nilton Monteiro – preso em outubro deste ano por forjar notas promissórias – agiu sob os auspícios dos deputados Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT) com o objetivo de fabricar a lista. Há diálogos seguidos entre Monteiro e Simeão de Oliveira, braço direito de Rogério Correia.
Os dois discutem os padrões das assinaturas de figuras importantes da oposição naquele momento, como o líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM, e o então líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. Em troca das falsificações, Monteiro, além de receber pagamento diretos, exigia a liberação de recursos em bancos públicos. É o que demonstram as gravações.
A Lista de Furnas era uma espécie de planilha com valores supostamente repassados a campanhas eleitorais de parlamentares e governantes de oposição durante o pleito de 2002. O Caixa 2 seria comandado por Dimas Toledo, então comandante da estatal.

Por Reinaldo Azevedo

VEJA revelou como dois deputados do PT mineiro encomendaram o documento fraudulento para atingir oposicionistas durante a crise do Mensalão

Farsa do PT, Fraudes do PT, estelionato do PT, PT de Minas, Corrupção do PT

PSDB e DEM pedem punição de petista por Lista de Furnas

VEJA revelou como dois deputados do PT mineiro encomendaram o documento fraudulento para atingir oposicionistas durante a crise do Mensalão

Gabriel Castro

O senador José Agripino: "Quem tem maioria não pode tudo não"

O senador José Agripino: “Quem tem maioria não pode tudo não” (Geraldo Magela/Agência Senado)

PSDB e DEM pediram nesta terça-feira à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG). A edição desta semana de VEJA mosta como o parlamentar, em conluio com o colega Agostinho Valente (hoje sem mandato), encomendou a Lista de Furnas – um documento forjado em 2006 para ligar oposicionistas a um inexistente esquema de desvios na estatal no governo Fernando Henrique. O objetivo era fragilizar parlamentares oposicionistas durante a crise decorrente do escândalo do Mensalão e influenciar o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios.

“Quem tem maioria não pode tudo, não. A minoria tem direitos, vai exercê-los e fatos ilegais serão coibidos por nós à altura”, diz o presidente do DEM, José Agripino Maia. O partido também deve entregar uma representação por quebra de decoro contra o deputado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Diálogos – VEJA teve acesso a conversas gravadas pela Polícia Federal (PF) com autorização judicial, no primeiro semestre de 2006. Elas evidenciam que o estelionatário Nilton Monteiro – preso em outubro deste ano por forjar notas promissórias – agiu sob os auspícios dos deputados Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT) com o objetivo de fabricar a lista. Há diálogos seguidos entre Monteiro e Simeão de Oliveira, braço direito de Rogério Correia.

Os dois discutem os padrões das assinaturas de figuras importantes da oposição naquele momento, como o líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM, e o então líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. Em troca das falsificações, Monteiro, além de receber pagamento diretos, exigia a liberação de recursos em bancos públicos. É o que demonstram as gravações.

A Lista de Furnas era uma espécie de planilha com valores supostamente repassados a campanhas eleitorais de parlamentares e governantes de oposição durante o pleito de 2002. O Caixa 2 seria comandado por Dimas Toledo, então comandante da estatal.

Link da matéria: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/psdb-e-dem-pedem-punicao-de-petista-por-lista-de-furnas

Aécio Neves presta homenagem a Artur da Távola

Fonte: Asessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves participa de homenagem a Artur da Távola

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) participou, no final da tarde desta terça-feira (13/12), de homenagem a Artur da Távola, um dos fundadores do PSDB e que liderou o partido na Câmara e no Senado. O parlamentar, falecido em 2008, deu nome à nova sala de reuniões da liderança do PSDB na Câmara dos Deputados

A sala de reuniões contém fotografias de todos os deputados que foram líderes do PSDB na Casa, como é o caso de Aécio Neves. O senador liderou os deputados tucanos por quatro anos, de 1997 a 2000, fato até então inédito. Em 2001, deixaria a liderança do partido para ser eleito presidente da Câmara dos Deputados.

Artur da Távola

Carioca nascido em 1936, Artur da Távola foi o pseudônimo adotado por Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros quando retornou ao Brasil, após ser cassado e exilado pela ditadura militar. Jornalista e escritor, foi um dos fundadores do PSDB e liderou a bancada tucana na Câmara dos Deputado e no Senado.  Faleceu em maio de 2003.