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Gestão Anastasia: empresas anunciam investimentos de R$ 34,68 milhões e criação de 2.421 empregos em Minas

BELO HORIZONTE (02/12/11) – Novos investimentos em setores diversos, totalizando R$ 34,68 milhões, acabam de ser anunciados para Minas Gerais. Quatro empreendimentos serão responsáveis pela geração de 2.421 empregos diretos e indiretos, e pela ampliação das cadeias produtivas de setores como calçados, segurança e bicicletas.

O primeiro protocolo de intenção foi assinado pelo Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), com a Palmilhados Boots Indústria e Comércio Ltda.. A empresa irá investir R$ 20 milhões para expandir sua unidade industrial em Itanhandú, no Sul de Minas, bem como para instalar um centro de distribuição, destinado à comercialização de produtos de vestuários, com foco em fardamentos militares e equipamentos de proteção individual (EPI).

De olho no mercado externo e iniciando os contatos com a Central Exportaminas para expandir o mercado, a Palmilhados produz 600 mil pares de calçados militares com chips por ano, 200 mil unidades de equipamentos de proteção individual (luvas) e 150 mil peças de vestuário.

A empresa iniciou suas atividades comercializando coturnos militares para, em seguida, incentivada pela demanda, tornar-se também uma oficina de reparos. O sucesso da oficina trouxe inspiração para a criação do primeiro protótipo e esse, por sua vez, deu origem a uma linha de fabricação própria. Após o ano de 1983, investiram em tecnologia calçadista militar e se tornaram fornecedores de grandes clientes como Exército Brasileiro, Aeronáutica, Marinha e polícias de diversos estados.

Bicicletas

Com investimento de R$ 2,3 milhões, a Braciclo Bicicletas Ltda está construindo, em Lagoa da Prata, região Centro-Oeste de Minas, uma nova sede com área de aproximadamente 3.500 metros quadrados. O empreendimento visa reduzir custos, melhorar a logística e controlar a qualidade da produção dos 40 modelos de bicicletas e dos quadros zyon.

O protocolo de intenção assinado com o Governo de Minas prevê a geração de 114 empregos diretos e indiretos, a fabricação de mais de 35 mil bicicletas por ano e ainda de partes de bicicletas, a partir de 2012. Por outro lado, a Braciclo pretende também consolidar as marcas Braciclo e Zyon. Criada em 2002, a Braciclo tem mais de 100 fornecedores no mercado nacional e importa matéria prima da Ásia.

Já a empresa Emalto Estruturas Metálicas Ltda. está expandindo suas atividades, no município de Timóteo, no Vale do Aço. O grupo, que fabrica em Minas Gerais estruturas metálicas e equipamentos para empresas dos setores do aço, mineral, celulose, cimento, petróleo, automóveis e hidromecânicos, está ampliando a capacidade de produção de estruturas metálicas em 18 mil toneladas/ano. O projeto, com término previsto para este ano, está investindo R$ 10,88 milhões, que resultarão na geração de 447 empregos diretos.

Segurança

Com o objetivo de transferir a fábrica de máscaras respiratórias do município de Socorro (SP) para Bueno Brandão, no Sul de Minas Gerais, a Pro-safety Indústria e Comércio de Equipamentos de Proteção & Solda Ltda. também assinou protocolo de intenção com o Indi. Com investimento de R$ 1,5 milhão, a empresa pretende produzir ainda óculos de segurança, capacetes de proteção e máscaras de solda, hoje terceirizadas.

Além da transferência de 70 funcionários de São Paulo para garantir o processo produtivo, serão gerados 160 novos empregos diretos e indiretos. A partir de 2013, a produção da Pro-Safety deverá atingir a capacidade de 26 milhões de unidades de máscaras respiratórias, 400 mil óculos de proteção, 480 mil capacetes de segurança e 720 mil metros de correntes de sinalização.

A Pro-safety é uma indústria, distribuidora e importadora de equipamentos de proteção individual (EPI), acessórios para solda e sinalização. Fundada em 2006, a empresa iniciou suas atividades em um escritório comercial no bairro do Tatuapé, na cidade de São Paulo, e com uma pequena fábrica de máscaras descartáveis em Campinas.

Fonte: Agência Minas

Governo Anastasia: empresa instalada há quatro meses em Juiz de Fora espera triplicar negócios

JUIZ DE FORA (05/12/11) – A empresa AlmavivA do Brasil Telemarketing e Informática, instalada em Juiz de Fora em agosto deste ano e, desde então atuando com 900 funcionários, já começa a aumentar o número de vagas para contratação. Com expectativa de geração de 3 mil empregos até o final de 2012, a empresa não só vai cumprir a meta, como já tem planos de triplicar os negócios.

De acordo com o presidente da AlmavivA, Giulio Salomone, a localização da unidade é um diferencial nos negócios. “Temos atraído muitas empresas do interior de Minas Gerais e até do estado vizinho, o Rio de Janeiro, em busca de um serviço de contact center eficiente e acessível. A localização nos permite estar próximos de um conjunto de empresas de grande e médio portes estabelecidas em outros polos de desenvolvimento da região Sudeste”, relata.

Ele destaca também a mão de obra disponível no município. “Quando escolhemos a cidade para implantar mais uma unidade de nossa operação, sabíamos que iríamos encontrar uma população com grande número de jovens e universitários, com bons níveis educacionais. Ter colaboradores preparados é essencial para oferecermos um atendimento de alta qualidade aos nossos clientes”, enfatiza.

A atração de empresas e a consequente geração de empregos é um dos principais compromissos do Governo de Minas. Na Zona da Mata, esse trabalho já garantiu investimentos para a região no valor de R$ 13 bilhões, desde 2003, com a previsão de geração de 14.900 empregos.

O investimento para implantação da AlmavivA do Brasil na unidade de Juiz de Fora ultrapassou os R$ 14 milhões. O governador Antonio Anastasia participou da inauguração, quando destacou o esforço do governo para a atração de novas empresas, a geração de emprego e renda, e o desenvolvimento de todo o Estado, e elogiou a AlmavivA. “As agruras do dia a dia do governo são conhecidas de todos e o que nos recompensa é isso. É perceber que, em poucos meses, nós conseguimos implantar aqui uma empresa de grande renome que vai permitir a 3 mil pessoas, em um primeiro momento, reverterem a sua vida. Eu fico muito impressionado ao saber que seu diretor começou também no call center e é hoje um dos diretores importantes da Almaviva aqui no Brasil. Isso significa esperança. Isso significa fé. E é exatamente esse tipo de esforço que nos dá combustível e força, que nos desdobra, que nos dá ânimo para enfrentar todas as agruras e perceber que nós trabalhamos no caminho correto” afirmou.

Faturamento

Segundo Salomone, o faturamento da AlmavivA cresceu em torno de 25% em relação ao ano passado e, para os próximos três anos, as perspectivas são as melhores. “A nossa expectativa é triplicar de tamanho até 2014. Sem dúvida a unidade de Juiz de Fora deverá contribuir de forma acentuada para atingirmos esse percentual. Futuramente receberemos dois dos maiores eventos internacionais mundiais, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o que naturalmente faz com que as empresas brasileiras e estrangeiras que atuam no País incrementem suas atividades de produção de bens e o fornecimento de serviços e, consequentemente, haverá uma expansão dos serviços de apoio ao consumidor, os SACs”, avalia.

Além disso, o presidente da empresa no Brasil revela que, para 2012, a AlmavivA pretende intensificar a oferta de soluções de contact center. “Somos o único contact center 3.0 que opera integrado com a internet e as redes sociais. Seguindo essa perspectiva, temos soluções tecnológicas capazes de incrementar e tornar o atendimento de mais qualidade. Então, para 2012 pretendemos intensificar nossa oferta de soluções 3.0, a fim de contribuir com a qualidade do serviço de contact center no Brasil”, ressalta. A empresa também tem planos de inaugurar, no próximo ano, a Universidade Corporativa AlmavivA, com o objetivo de oferecer cursos de nível superior e reconhecidos pelo Ministério da Educação aos colaboradores da empresa.

Vagas

A AlmavivA do Brasil Telemarketing e Informática está com 200 vagas abertas. Com as novas contratações, a empresa deve fechar 2011 com 1.100 funcionários. As oportunidades oferecidas são para operadores de atendimento e suporte técnico, e não é necessário experiência.

Os interessados podem se inscrever pessoalmente na unidade de Juiz de Fora (Rua Bernardo Mascarenhas, 1.470, Bairro Fábrica). O candidato deve procurar o setor de Recrutamento e Seleção, das 9h às 18h. Outra opção é enviar o currículo por meio do site da empresa (www.almavivadobrasil.com.br).

Fonte: Agência Minas

Emendas de Aécio Neves ao Código Florestal estimulam investimento em saneamento básico

Gestão ambiental

Fonte: Assessoria de imprensa do senador Aécio Neves

Senador Aécio Neves apresentará três emendas ao texto do Código Florestal

O Senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentará em plenário três emendas ao texto do Código Florestal. As emendas buscam promover melhorias no novo Código, que regulamentará os limites de uso das propriedades rurais. A primeira delas incentiva investimentos em saneamento básico, assegurando ganhos na preservação do meio ambiente. A segunda emenda promove a utilização de mecanismos previstos pelo Protocolo de Kyoto para ampliação do plantio de florestas, enquanto a última defende a reorganização e ampliação do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), para assegurar a correta aplicação do novo Código.

Saneamento

A primeira emenda do senador Aécio Neves visa facilitar os investimentos em abastecimento público de água e tratamento de esgoto. Hoje, ao se instalar uma estação de tratamento, exige-se que a empresa de saneamento crie uma reserva legal ao lado de suas unidades. A emenda do senador determina que isso não será necessário.

Ao desobrigar a constituição de pequenas áreas de reserva legal ao lado das estações de tratamento, a emenda facilita a instalação de empreendimentos de saneamento, garantindo ao meio-ambiente e à saúde pública benefícios bem maiores do que as pequenas reservas.

O Atlas do Saneamento 2011, lançado recentemente pelo IBGE, mensura os problemas de saneamento no Brasil. Entre os municípios brasileiros, 44,8% não tinham rede coletora de esgoto em 2008, ano de realização do estudo. O fato de um município contar com esse serviço, no entanto, não significa que toda a sua população seja contemplada por ele. Mais grave é o grande déficit no tratamento do esgoto. Apenas 29% dos municípios brasileiros contavam com esse serviço.

Protocolo de Kyoto

Outra emenda do senador Aécio Neves determina que o poder público deve promover e estimular o uso dos Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto ou outros sistemas de comercialização de crédito de carbono para estimular que empresas industriais que utilizem matéria-prima florestal plantem ainda mais novas florestas.

Por meio do MDL, empresas de países que não possuem metas de redução de emissão de gases de efeito estufa, como o Brasil, podem desenvolver projetos de reflorestamento que reduzam suas emissões. Ao fazerem isso, essas empresas ganham créditos de carbono que podem ser comercializados com empresas de países desenvolvidos, para os quais o Protocolo de Kyoto estabeleceu metas de emissão de carbono.

Como a Política Nacional de Mudanças Climáticas aprovada pelo Congresso estabelece metas de redução de emissões para o setor siderúrgico, mediante uso de carvão vegetal de florestas plantadas, é importante assegurar a possibilidade de o setor se beneficiar do apoio do MDL, em favor do meio ambiente, evitando o uso de carvão mineral e carvão vegetal de florestas nativas.

Sisnama

Aécio Neves também estimula que governo, estados e municípios criem ou reformulem instituições florestais, no âmbito do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), para que o novo Código Florestal possa ser implementado de forma efetiva, contando com instituições devidamente aparelhadas para atender as novas demandas que estão sendo estabelecidas na Lei.

Uma delas é acompanhar o Cadastro Rural Ambiental (CAR) e o Programa de Recuperação Ambiental (PRA) que os proprietários devem fazer de suas propriedades rurais. O novo Código Florestal prevê que os proprietários rurais terão que fazer o CAR e o PRA dentro de um ano, prorrogável por igual período. Terão que passar por esse processo cerca de 6 milhões de propriedades rurais no Brasil.

Atualmente, o poder público não possui capacidade para atender essas exigências. Por isso, emenda do senador estabelece que as instituições competentes poderão credenciar, mediante edital de seleção pública, entidades e profissionais devidamente habilitados para apoiar a regularização ambiental das propriedades .

Além disso, o código define como atribuição do poder público apoiar as propriedades rurais ocupadas pela agricultura familiar, que significa novas demandas de assistência técnica, implantação de bancos de sementes de espécies nativas e infraestrutura de produção de mudas essenciais à restauração das Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal, além de inventários florestais, manejo florestal comunitário, prevenção, controle e combate a incêndios florestais.