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PT e PCdoB compartilharam irregularidades com ONGs – são R$ 26,5 milhões em 67 convênios sob suspeita

Fonte: Artigo do Instituto Teotônio Vilela

Sem prorrogação para o ministro

Mesmo com uma Copa do Mundo e uma Olimpíada na agenda, o Ministério do Esporte não mostrou, ao longo de toda a gestão petista, uma razão de existir. Nestes quase nove anos, a pasta esteve, na maior parte do tempo, envolvida em falcatruas. Este jogo não pode ter prorrogação.

Orlando Silva foi personagem desta jornada de irregularidades desde o início, seja na função de secretário-executivo de Agnelo Queiroz, seja como ministro, a partir do segundo mandato de Lula. O triste papel que ele desempenha está agora pelos 45 minutos do segundo tempo.

Há uma goleada de evidências de irregularidades que justificam a saída de Silva do Ministério do Esporte. Ali foi montada uma central de corrupção que desvia dinheiro para entidades de apaniguados e aliados partidários. Em favor da melhoria do desempenho esportivo do país, a pasta do ministro comunista pouco ou nada visível fez.

Por onde quer que se olhe só se veem malfeitos. No feudo do PCdoB, criado por Lula e mantido intacto por Dilma Rousseff, se drenou muito recurso público para bolsos privados. As entrevistas de João Dias Ferreira a O Estado de S.Paulo e à Folha de S.Paulo são reveladoras desta nefasta ocupação.

O policial militar revela que, em março de 2008, Orlando Silva o recebeu em seu gabinete para “fazer um acordo com o pessoal dele para eu não denunciar o esquema” de fraudes, como disse ao Estadão. “O Orlando disse para eu ficar tranquilo, que tudo seria resolvido, que não faria escândalo”. Ferreira diz que está tudo gravado.

À Folha, o policial deu nomes dos que participaram das tratativas: “Julio Filgueiras, que era o secretário nacional de esporte educacional”; “o atual secretário-executivo Valdemar”; “Milena, que era chefe de fiscalização”; “Adson, que era ‘subministro’”; “Fábio, que é atual secretário”; “Charles, que era chefe de gabinete do Adson”.

Ou seja, uma lista extensa de gente para ser ouvida no Congresso, tão logo o ministro passe por lá, em sessão prevista para hoje na Câmara e provavelmente para a quinta-feira no Senado.

Também devem ser investigadas a fundo as atividades das organizações não governamentais instrumentalizadas pelos aliados do PT no Ministério do Esporte. Lá, a sistemática de repasses foi alterada para facilitar a manipulação de verbas.

A gestão petista-comunista determinou que ONG passassem a ser as beneficiárias dos convênios do ministério, que antes contemplavam estados e municípios. Diferentemente destes, totalmente sujeitos à fiscalização de órgãos de controle, as ONG movimentam dinheiro com franca liberdade.

A própria presidente da República admite o problema. “Nós consideramos que, em muitos momentos no passado, houve convênios com ONGs mais frágeis. O que nós detectamos é que, em geral, elas são menos formais do que prefeituras e estados. Eles (prefeituras e estados) são acompanhados pelos tribunais, você tem que prestar contas”, disse ela ontem, na África do Sul.

“Em muitos momentos do passado” significa, em bom português, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, do qual Dilma Rousseff era a gerentona responsável por ditar as regras, a partir da Casa Civil. Portanto, o problema é tão dela quanto sempre foi. Há evidências de sobra de falcatruas.

A Controladoria-Geral da União aponta irregularidades em pelo menos 67 convênios, envolvendo R$ 26,5 milhões, informa a Folha de S.Paulo. O Tribunal de Contas da União viu “deficiência dos critérios para seleção dos parceiros” e problemas como falta de material esportivo, qualidade ruim da refeição oferecida às crianças e ausência de infraestrutura esportiva, segundo O Globo.

Uma das evidências mais flagrantes de que os programas do Ministério do Esporte, em especial o Segundo Tempo, eram usados de forma espúria é a proeminência da ONG criada por uma vereadora do PCdoB, a ex-jogadora de basquete Karina Rodrigues, nos repasses da pasta.

A Pra Frente Brasil (será saudade da ditadura militar?) ficou com quase metade dos R$ 30 milhões transferidos no ano passado. Envolvida em fraudes, foi impedida de firmar novos convênios, mas obteve aval do ministério para captar R$ 3 milhões por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, que aproveita benefícios fiscais, mostra o Estadão.

Orlando Silva caminha para ser o sexto ministro defenestrado do atual governo, o quinto a cair no rastro de denúncias de grossa corrupção na gestão Dilma. Surge daí uma chance de se pôr ordem na preparação do país para os eventos esportivos que virão. E, principalmente, uma oportunidade para restaurar alguma decência neste campeonato de imoralidade que marca a era petista.

Link do artigo:  http://www.itv.org.br/web/noticia.aspx?c=3677

Detentos do presídio de Araxá ganham unidade de atendimento e biblioteca

 O sonho de voltar a estudar e ter uma profissão está mais próximo para o detento Carlos José Teixeira, de 47 anos, do Presídio Regional de Araxá, região do Alto do Paranaíba. Nesta terça-feira (18), a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) inaugurou uma Unidade de Atendimento ao Preso no presídio em que ele cumpre pena. A estrutura conta com duas salas de aula para ensino regular e profissionalizante, com capacidade para 20 alunos em cada turno, podendo atender até 150 internos. No espaço há também uma mini fábrica de enxovais para gestantes que necessitam de ajuda e um hospital de brinquedos danificados, que serão doados aos filhos dos detentos e às crianças carentes do município.

A construção da unidade de atendimento foi uma iniciativa da direção do presídio e contou com apoio da comunidade, do Conselho de Segurança Pública (Consep) e empresários locais. A obra foi realizada pelos detentos. “Não importa onde você parou. O que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar. Se um passo pode desfigurar o seu destino, o passo seguinte poderá redefini-lo e oferecer um novo significado”, disse Carlos Teixeira.

Presente ao evento de inauguração, o secretário de Estado de Defesa Social, Lafayette Andrada, ressaltou que a ressocialização e a humanização do sistema prisional é a missão do Governo de Minas. “É nessa direção que estamos trabalhando e vamos continuar caminhando. A ajuda de parceiros, como a comunidade de Araxá, tem sido fundamental para que o Estado obtenha resultados positivos nessa área.”

O diretor geral do presídio, Marcelo Lima, também agradeceu o apoio de todos os que contribuíram na construção da unidade de atendimento. “A educação é a liga que une a cultura ao homem e, quando se constrói uma escola, um ponto de luz se levanta no mundo”.

Biblioteca

No novo espaço de atendimento ao preso também foi inaugurada uma biblioteca com capacidade para cerca de 8 mil livros e que recebeu o nome de Biblioteca Lafayette de Andrada.

Durante a solenidade, autoridades e empresários foram agraciados com um diploma de reconhecimento pela parceria. Alguns presos, entre eles Carlos José Teixeira, receberam certificado de conclusão dos cursos de empreendedorismo, plantio de mudas de eucalipto, oferecidos pela unidade em 2011.

Bombeiros ensinam cuidados básicos com o botijão de gás

Presente na maioria das residências, o botijão de gás pode provocar graves acidentes se não forem observados alguns cuidados na sua utilização. OCorpo de Bombeiros alerta que é preciso também bastante atenção na hora da compra, do manuseio e do acondicionamento do recipiente.

Todo botijão deve conter um lacre exclusivo e inviolável com a marca sobre a válvula. O consumidor deve conferir se a marca estampada em relevo no botijão é a mesma do lacre e da etiqueta. Se o botijão estiver sem o lacre ou com lacre sem marca, quebrado ou solto, deve ser recusado. A compra deve ser feita apenas em revendedores autorizados e nunca em pontos de venda informais ou clandestinos. Caso haja alguma suspeita, o consumidor pode fazer uma denúncia anônima pelo telefone 181.

O botijão deve ser guardado em locais ventilados e instalado longe de tomadas, interruptores e instalações elétricas. A distância ideal é de, no mínimo, 1,50m. Os bombeiros ainda chamam a atenção para que a instalação seja feita longe de ralos ou grelhas de escoamento de água. Por ser mais pesado que o ar, o gás pode se depositar nesses locais, provocando acidentes.

Depois de instalar o botijão, é indispensável fazer o teste de vazamento. Basta passar espuma de sabão ao redor da válvula.  Se surgirem bolhas, é preciso desconectar o regulador de pressão de gás e verificar se existe vazamento na válvula. Se o problema persistir, leve o botijão para um lugar ventilado, deixando o regulador de pressão de gás desconectado e chame um técnico. Outro cuidado importante é não passar a mangueira por trás do fogão. Se for necessário alterar a posição de entrada de gás, chame profissionais credenciados para executar o serviço.

Se o gás acabar, nunca vire ou deite o botijão, porque se ainda houver algum resíduo do produto, ele poderá escoar provocando graves acidentes. Antes de trocar o botijão, é preciso verificar se todos os queimadores do fogão estão desligados. Só então, o recipiente vazio deve ser desconectado e colocado o novo. Para esse serviço, o consumidor deve usar apenas as mãos, nunca ferramentas como martelo ou alicate. Este também é o momento ideal para examinar as condições da mangueira e do regulador de pressão de gás, verificando o prazo de validade e o estado de conservação.

Vazamentos

Se mesmo após todos esses cuidados, houver suspeita de algum vazamento, o consumidor deve fechar a alavanca do regulador de pressão de gás e, em seguida, levar o botijão para um local aberto e longe de fontes de ignição. Interruptores de eletricidade e equipamentos eletrônicos ou outros que possam produzir faísca devem ser mantidos desligados.

Atenção! A chave geral de eletricidade só deve ser desligada se estiver fora da residência. Fósforos, isqueiros ou cigarros nunca devem ser acesos neste momento e recomenda-se, ainda, abrir as portas e janelas e alertar as pessoas que estiverem próximas. Se notar a presença de fogo, feche o registro, desligue a chave geral e chame o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.