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Aécio Neves critica PT: ” Minas não vem sendo priorizada”, disse senador ao criticar demora das obras nas BRs 040 e 381 e Anel:Rodoviário

Minas não é priorizada pelo governo federal, diz Aécio

Fonte: O Tempo

Repercussão. Tucano faz críticas à demora na realização de obras nas BRs 040 e 381 e no Anel Rodoviário

O atraso no início de obras rodoviárias em Minas Gerais, em especial no Anel Rodoviário de Belo Horizonte e nas BRs 381 e 040, foi criticada pela oposição ao governo federal, após reportagem publicada ontem por O TEMPO revelar que, apesar do “caráter de urgência” determinado pela presidente Dilma Rousseff, o processo não deverá ser mais ágil do que o normal.

O senador Aécio Neves (PSDB) atacou o Planalto. “O governo do PT tem uma noção muito particular do sentido de urgência. Há algum tempo, assistimos ao anúncio pelo governo federal de que as obras do Anel Rodoviário, da BR-381, da BR-040 estariam sendo tratadas com urgência. As notícias de hoje são de que essas obras serão iniciadas apenas no ano de 2013. Minas não vem sendo priorizada pelo governo “, afirmou.

“É mais do que hora de os aliados do governo federal em Minas fazerem valer sua força política para pressionar o governo a tratar Minas Gerais com o respeito que o Estado merece”, opinou.

Anastasia atribui atraso à crise no Ministério dos Transportes
O governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), também fez críticas ao andamento das obras federais no Estado.

“Eu tenho que superar gargalos históricos no Estado e que são de responsabilidade do governo federal, do Ministério dos Transportes”, afirmou o tucano, em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”.

Anastasia também fez menção à crise dos Transportes. “Os acontecimentos do Ministério atrapalham a realização dessas obras. Essa é a lástima maior. Quando vejo que essa situação traz prejuízos ao usuário das nossas estradas, só posso lamentar e torcer para que a situação se normalize”, afirmou. “Já liguei ao ministro dos Transportes (Paulo Passos) solicitando empenho para que sejam resolvidos esses temas”, concluiu. (Da Redação)

senador Aécio Neves está correto ao criticar diplomacia brasileira alinhada a torturadores e tiranos

PT apoia terror, PT e as ditaduras, 

O senador Aécio Neves está correto ao criticar a diplomacia brasileira: “Brasil atrapalha a luta por democracia na Síria’, diz opositor
O senador Aécio Neves, no artigo “Ética e Barbárie”, publicado na Folha de S. Paulo (05/12), está correto ao denunciar o alinhamento do governo brasileiro, comandado pelo PT, a ditadores e tiranetes que matam e torturam os seus compatriotas. Aliás, a postura do governo brasileiro em “administrar” o diálogo com tiranos sanguinários também é criticada mundo afora.
Nesta quinta-feira, reportagem do jornal O Estado de S. Paulo mostra que são os próprios opositores ao ditador da Síria Bashar Assad que criticam o comportamento do Brasil que insiste no diálogo com o tirano, responsável pela morte de milhares de opositores nos últimos meses, sendo centenas delas de crianças. Para os sírios, o governo do PT atrapalha a luta pela democracia em seu país e dá fôlego ao ditador para continuar a matar inocentes.
A diplomacia brasileira está “desinformada” sobre a repressão na Síria e cria “sérios obstáculos” ao insistir na necessidade de manter um canal de diálogo com o presidente da Síria, Bashar Assad, diz Burhan Ghalioun, presidente do Conselho Nacional de Transição da Síria – grupo que tenta reunir a oposição ao regime e começa a ser considerado o principal interlocutor de governos como o dos EUA ou da França.
Nesta semana, Ghalioun esteve reunido com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, em um encontro em Genebra. Acadêmico da Sorbonne, ele falou com exclusividade ao Estado após esse primeiro contato com Hillary e disse que a única solução que a oposição aceitaria seria agora a saída de Assad do poder. “Não aceitaremos nada menos que isso”, declarou.
Ghalioun ainda defendeu a decisão de armar a oposição e apontou para uma “longa guerra civil” que só teria fim quando Assad deixar o país.

Duplicação de trecho do Sistema MG-050/BR-265/BR-491 entra na fase final

A Concessionária Nascentes das Gerais, parceira do Governo de Minas na gestão do Sistema MG-050/BR-265/BR-491, caminha para os trabalhos finais na duplicação da BR-491, em São Sebastião do Paraíso.

Neste sábado (13), a partir das 7h, ocorrerá o remanejamento de parte das adutoras localizadas na rua Samuel Soares, no município. O trabalho exigirá a escavação da área para possibilitar a implantação dos novos tubos. Por conta da presença de máquinas e homens, será necessário interditar o desvio utilizado, atualmente, na avenida Washington Martoni. Durante o sábado, o tráfego da rodovia utilizará a avenida Florentino Resende. A previsão é que no domingo os veículos voltem a utilizar a avenida Washington Martoni.

O gestor de engenharia da Concessionária, Alex Melo, explica que os trabalhos entre os quilômetros 1,5 e 4,45 estão adiantados. Além da pista duplicada no trecho, a Nascentes das Gerais liberará em breve aos usuários, vias marginais, passagens superiores para pedestres e veículos e implantação de nova sinalização. Já foi inaugurada uma passarela e outra está em construção. “O local estará bem sinalizado para os motoristas. É a fase final dessa obra, que beneficiará cerca de oito mil motoristas diariamente”, afirma Melo.

Presidente nacional do PSDB defendeu “faxina” em todos os ministérios

Para Guerra, governo Dilma produzirá crise “o tempo todo”

Fonte: Agência Estado

Presidente nacional do PSDB defendeu “faxina” em todos os ministérios

O presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), disse que o governo federal, do jeito que foi montado, “vai produzir crise o tempo todo” e sugeriu, nesta quinta-feira,em Porto Alegre, que a presidente Dilma Rousseff mude sua equipe. “Ou ela enfrenta isso ou não vai fazer mais nada”, afirmou. “Essa forma de governo que está aí não vai se sustentar, nem as personalidades que foram indicadas sem critério nenhum, muitas vezes com passado não tão limpo assim, para governar áreas importantes do País”, avaliou.

Em breve entrevista coletiva, pouco antes de almoçar com tucanos gaúchos, Guerra enumerou algumas medidas que Dilma poderia tomar. Uma delas seria “limpar esse ministério e fazer um ministério que tenha espírito público, que não seja parcelamento de interesses”. O dirigente tucano também considera necessário que a presidente estabeleça os objetivos que tem para o País e discuta suas propostas inclusive com a oposição.

“Tem que limpar”, insistiu. “Se ela peitar mesmo (os aliados), se tiver capacidade de enfrentar isso, vai ter alguma reclamação mas esse pessoal não tem para onde ir, evidentemente a tendência é ficar por lá mesmo porque adora o governo”, prosseguiu. Para Guerra, desde o governo Lula, 90% das crises tiveram origem na base da própria presidência. “Um setor denuncia outro, um reclama do outro e aparecem práticas que todo o mundo conheceu”.

Guerra reiterou que a oposição quer que a limpeza não fique restrita a alguns aliados do governo. “Estamos atentos para que essa pretensa faxina não fique apenas em uma ação contra o PR, que se amplie para outras áreas e que não se estabeleçam regras de proteção aos mais poderosos”, afirmou. “Há denúncias por todo lado e o PT não bota a cara; o PT governa mais de 80% do Brasil e não tem nada sobre ele”, prosseguiu, tentando responsabilizar também o maior adversário político pelas crises nas áreas dos Transportes, Agricultura e Turismo. “Esse é um governo do PT, eles é que são responsáveis”.

Críticas a Dilma

Ao mesmo tempo em que dizia torcer para que Dilma supere as dificuldades que se imponham a ela e apoiar medidas que a presidente venha a tomar para punir culpados por má conduta administrativa, Guerra criticava a chefe do Executivo. O presidente do PSDB ressaltou que não acredita que Dilma consiga controlar as brigas da base e reestruturar a máquina pública. “Eu até acredito que ela tenha alguma vontade, mas força não tem demonstrado”, disparou.

Guerra também criticou as nomeações da equipe de Dilma afirmando que “é impossível errar tanto em tão pouco tempo” e cutucando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Acho que ela não nomeou, alguém nomeou por ela”. Provocado a comparar Lula e Dilma, Guerra citou algumas diferenças que vê entre os dois. “Ela não é como Lula, que levava tudo na conversa e na garganta, até porque ela me parece uma pessoa que não gosta de ser contrariada, que tem preocupação com o julgamento de sua atitude ética e política; o Lula planava acima do bem e do mal, ele achava que resolvia tudo com palavras que falava todo dia na imprensa, em todo lugar”.

Em sua passagem pela capital gaúcha, Guerra reuniu-se com diretores da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), para falar de economia, e com lideranças do PSDB, para tratar das eleições municipais de 2012. A meta é fazer o número de prefeituras administradas pela sigla crescer 50%.