• Agenda

    dezembro 2010
    S T Q Q S S D
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

Sucessor de Aécio Neves, Antonio Anastasia está entre os 4 governadores com melhor avaliação, mostra Datafolha

Governador de PE lidera ranking; lanterna é do DF

Fonte: Silvio Navarro – Folha de S. Paulo

Eduardo Campos (PSB) tem nota média 8,4, enquanto Rogério Rosso (PMDB) recebeu 4,9, segundo Datafolha

Yeda Crusius (PSDB), que não se reelegeu no RS, é a penúltima entre os nove governadores avaliados, com nota 5,1

Reeleito com o maior percentual de votos válidos (82,84%) nas eleições, o pernambucano Eduardo Campos (PSB) é o governador mais bem avaliado do país, aponta pesquisa Datafolha realizada em oito Estados e no Distrito Federal.

Segundo o instituto, a nota média atribuída a Campos foi 8,4. É a maior nota obtida por ele desde novembro de 2007. Na rodada anterior, em julho, ele marcou 7,7.

O pernambucano também alcançou a maior taxa de aprovação (ótimo e bom), com 80%. Em julho, esse índice era de 62%.

O ranking usa como critério a nota média do governador em escala de zero a dez. O critério de desempate é o índice de popularidade, que avalia percentuais de aprovação e reprovação.

Em segundo lugar na lista aparece outro governador reeleito, no primeiro turno, pelo PSB, o cearense Cid Gomes. Ele conquistou 61,27% dos votos nas eleições.

Gomes teve nota média de 7,6 e aprovação de 65%.

O terceiro colocado é o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), também reeleito. Ele teve nota 7,3 e aprovação de 60% dos baianos.

Sucessor de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais, o tucano Antonio Anastasia inicia novo mandato com nota 7,1 -era 6,2.

Sérgio Cabral (PMDB), no Rio de Janeiro, teve nota 6,8. Antes de iniciar a campanha para renovar o mandato, marcava 6,3.

A pesquisa foi feita de 17 a 19 de novembro, com 11.281 eleitores, em 421 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

DE SAÍDA
Outros quatro governadores que entregam o cargo no final do mês também foram avaliados. Todos eles tiveram oscilações positivas em suas notas.

A nota de Orlando Pessuti (PMDB), do Paraná, foi 6,4 -era 6,3 na anterior.

O PMDB deixará de administrar o Estado após oito anos da gestão de Roberto Requião, eleito senador.

Em seguida, aparece o tucano Alberto Goldman, com 5,8, com discreta melhora em relação à anterior -5,7.

Substituto de José Serra (PSDB), que perdeu a disputa à Presidência, Goldman negocia nos bastidores um cargo na futura gestão de Geraldo Alckmin (PSDB).

Em São Paulo e no Paraná, houve alto percentual de eleitores que disseram não saber avaliar as gestões: 29% e 28%, respectivamente.

A penúltima colocação ficou com a gaúcha Yeda Crusius (PSDB), nota 5,1, que teve o maior índice de rejeição da lista: 31%, superior, inclusive aos 29% de aprovação. Yeda não se reelegeu.

No rodapé do ranking está Rogério Rosso (PMDB), do Distrito Federal, que assumiu o cargo após turbulenta crise que derrubou o governo José Roberto Arruda (ex-DEM). A nota dele foi 4,9.

 

Infraestrutura, segurança e serviços ao cidadão: Governo Aécio Neves adotou PPPs e amplia investimentos

Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), assinou, nesta quinta-feira (23), com a empresa Minas Cidadão Centrais de Atendimento S.A., contrato de concessão administrativa pelo regime de parceria público-privada, para implantação de mais seis Unidades de Atendimento Integrado (UAI) no Estado, em 2011.

A assinatura do contrato feita pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e pelo subsecretário de Assuntos Internacionais da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e gerente do projeto estruturador Parceria Público-Privada, Luiz Antônio Athayde, pelo governo, e pelo empresário Plínio Ripari, ocorreu durante a solenidade de inauguração da UAI do Barro Preto, em Belo Horizonte.

No próximo ano, serão instaladas UAIs nas cidades de Betim, Governador Valadares, Juiz de Fora, Montes Claros, Uberlândia e Varginha, todas elas com operações de implantação, operação, manutenção e gestão pela empresa Minas Cidadão Centrais de Atendimento S/A.

O contrato tem validade de 20 anos e a empresa será remunerada pelo número de atendimentos efetuados e pela eficiência no serviço prestado aos cidadãos. Todo o gerenciamento dessas unidades, assim como já acontece com as 22 UAIs já em operação, será feito pela Diretoria Central de Gestão da UAI da Seplag.

Segundo a secretária Renata Vilhena, com as novas UAIs o Governo de Minas estará nas principais regiões estratégicas do Estado, com o objetivo de facilitar cada vez mais a vida dos cidadãos.

___________________________________________

Penitenciária e Mineirão entre os projetos

FonteRegina Alvarez e Fábio Fabrini – O Globo

Em caso de rebelião de presos, verba para empresa diminui

O governo de Minas toca vários projetos via PPP, entre eles a reforma do Mineirão para a Copa de 2014, orçada em R$ 654,5 milhões; a ampliação da capacidade da rodovia MG-050, com cobrança de pedágio; e até a construção de postos de atendimento ao cidadão no interior.

Um complexo penitenciário com 3.140 vagas também está em construção. Custará R$ 160 milhões ao empreendedor, que ficará responsável pela guarda interna e pela administração a partir da entrega. O estado, que indicará um diretor de segurança, cuidará das muralhas e da vigilância externa.

A concessão é por 27 anos. Para cada vaga, o governo pagará cerca de R$ 2,3 mil mensais, valor sujeito ao cumprimento de metas de qualidade. Em caso de rebelião, por exemplo, a verba encolhe.

– Temos de buscar mecanismos para o Estado ser mais eficiente, mesmo que não como operador, mas a custo menor e em melhor padrão – diz o coordenador da Unidade de PPPs mineira, Luiz Antônio Athayde.

Ele diz que as PPPs têm formato específico, previsto em lei. Outras formas de parceria são viáveis. O estado tem licitado obras bancadas pelo setor privado. Depois, dá desconto em ICMS à empresa pagante. Qualificação profissional, assistência social e psicológica, ala de gestantes e creches são alguns dos serviços oferecidos pelo parceiro privado, que terá os pagamentos vinculados ao cumprimento de metas, entre elas índice de fugas. A concessão neste caso é por 27 anos e o valor global do projeto, de R$ 2,6 bilhões.

– Não é uma escolha ideológica, é uma alternativa para os governos comprarem e oferecerem serviços de qualidade. Em alguns casos, pode fazer mais sentido arrumar parceiro privado, que vai atuar com mais eficiência e mais qualidade do que o setor público – diz Helcio Tokeshi, diretor da Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), associação de bancos públicos e privados que desenvolve projetos de PPPs para governos.

Continue lendo

Erros e divergências internas: PT de Minas não decola e fortalecimento de Aécio Neves é principal obstáculo, revela O Tempo

Em Minas Gerais, PT não decola

Fonte: Carla Freefft –  O Tempo

Erros. Partido sofre derrotas sucessivas ao tropeçar em divergências internas e nas próprias escolhas

Lideranças avaliam que problemas eleitorais iniciaram em 2002

Ao contrário do PT nacional que, pelo terceiro mandato consecutivo, consegue ocupar a Presidência da República, a ala mineira do partido permanece longe do Poder Executivo. Nunca um petista ou mesmo aliado do PT conquistou o governo de Minas. A cadeira do Senado também nunca foi experimentada por um petista mineiro.

As sucessivas derrotas no Estado não são explicadas pelas lideranças petistas como erros de estratégias, mas a história mostra que o PT mineiro tem dois grandes adversários. Um é conhecido, o PSDB de Aécio Neves. O outro só aparece em momentos eleitorais, mas parece ser implacável – a capacidade de fazer escolhas erradas.

Em 2002, a queda de popularidade do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso e o crescimento da chamada “onda vermelha” apontavam para a possibilidade de um bom desempenho do PT em Minas Gerais. Mas, o partido foi derrotado na disputa pelo governo do Estado enquanto o PT nacional conseguia levar Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República pela primeira vez.

Naquela eleição, o então deputado federal Nilmário Miranda foi o candidato ao governo de Minas, com Danuza Bias Fortes, filiada ao antigo PL, como candidata a vice. O PL era o partido de José Alencar, companheiro de Lula na chapa. Nilmário e Danuza obtiveram 30% dos votos e viram o então deputado federal Aécio Neves ganhar a eleição no primeiro turno, com 57,5% dos votos válidos. Eduardo Azeredo (PSDB) e Hélio Costa (PMDB) foram eleitos senadores e o petista Tilden Santiago ficou muito perto da vaga. Ele obteve 20,5% dos votos enquanto Costa, que estava fazendo campanha ao lado do PT, foi eleito com 22,2%.

Depois de perder a “onda vermelha”, o PT de Belo Horizonte conseguiu eleger prefeito Fernando Pimentel que, na época, já ocupava o cargo em função do afastamento, por motivo de doença, de Célio de Castro.

Em 2006, o partido resolveu fazer uma aliança com o PMDB, que tinha como nome mais forte naquele momento o ex-governador Newton Cardoso. A intenção era ganhar força para fazer o enfrentamento com a candidatura à reeleição do governador Aécio Neves. O tucano mineiro terminava, naquele momento, uma gestão bem avaliada e estava fortalecido.

A possibilidade de derrota do partido era grande e, nos bastidores, era admitido que ninguém queria ser cabeça de chapa. Mas, Nilmário Miranda assumiu a tarefa e teve como vice um peemedebista histórico, o ex-prefeito de Uberlândia Zaire Rezende. Newton Cardoso se candidatou ao Senado. A derrota anunciada foi concretizada – nenhum deles foi eleito. O partido ainda saiu da disputa dividido porque algumas de suas alas não concordaram com a aproximação com Newton Cardoso.

Já em 2008, a eleição para prefeito de Belo Horizonte não foi tão calma como a de 2004. Fernando Pimentel e Aécio Neves se uniram em torno da candidatura de um nome do PSB. O empresário Marcio Lacerda foi o escolhido para juntar os dois polos políticos da capital. As reações contrárias não foram poucas e, mais uma vez, o partido se dividiu. Uma das principais correntes, a comandada pelo então ministro de Combate à Fome, Patrus Ananias, se manteve fora da campanha.

Lacerda foi eleito ao lado de um vice-prefeito do PT, Roberto Carvalho, mas o racha sobreviveu. Alguns petistas avaliam que o partido está fora da prefeitura e outros consideram a aliança bem-sucedida.

Avaliação
Reconhecimento do problema
Na opinião do presidente do PT de Minas, deputado federal Reginaldo Lopes, dois fatores principais levaram às derrotas do PT de Minas.

Segundo Reginaldo, o fortalecimento político de Aécio Neves (PSDB) após a eleição de 2002 é uma das principais dificuldades do PT mineiro. Ele avalia que o momento mais propício para o partido chegar ao Palácio da Liberdade foi em 2002, quando Aécio ainda não era popular no Estado. “Era um bom momento, mas Patrus (Ananias, ex-ministro de Combate à Fome) não quis ser candidato. É um direito dele, que nós respeitamos. Mas, o PT perdeu”, disse o parlamentar.

Outro ponto apontado é a coincidência das bases do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-governador Aécio Neves. ”O que acontece é o que vimos aí: Lulécio, Pimentécio, Dilmasia. São movimentos muito difíceis de serem compreendidos”, avalia Reginaldo. Ele ainda afirma que Minas Gerais foi sacrificada pela aliança nacional entre PT e PMDB em 2010. “Erramos ao não termos duas candidaturas da base de Lula em Minas”, disse, referindo-se à união do PT e PMDB.

Sobre a aliança com o PSDB em 2008 em torno de Marcio Lacerda, Reginaldo avalia que não houve prejuízos para o partido.

Mas na avaliação do ex-vice-presidente do PT de Minas e prefeito de Coronel Fabriciano, Chico Simões, o partido tem errado muito desde 2002. “O PT perdeu o foco no adversário. O inimigo ficou muito amigo”.

Simões se referiu à aliança de 2008 entre PT e o PSDB, mas também reclamou do PT nacional. Como o PT de Minas perdeu identidade, agora ele é usado para selar acordos nacionais. Foi o que aconteceu na última eleição; o PT de Minas não conseguiu ter candidatura própria”, analisou. (CK)

Razões
Um pulo da ideologia ao pragmatismo

Para o cientista político e professor da PUC de Minas Malco Camargos, o PT de Minas correu de um extremo ao outro, o que levou a sucessivos erros eleitorais.

“O partido saiu de uma posição muito ideológica para adotar um postura extremamente pragmática. Foi o que aconteceu na união com o PSDB em 2008 e também na aliança com Newton Cardoso em 2006″, avalia o cientista.

Segundo Malco, o partido tem se preocupado mais com a escolha de nomes que possam conduzir uma vitória nas urnas do que com a construção de uma unidade interna que seja capaz de revigorá-lo.

“O PT tem escolhido nomes. Foi assim com Newton Cardoso (2006), com Marcio Lacerda (2008) e com Hélio Costa (2010). Foram três processos traumáticos. Três avaliações que não se confirmaram”, analisou.

Para o cientista político, o cálculo estratégico pragmático com objetivo somente no curto prazo não tem sido capaz de levar o partido a uma posição eleitoral confortável.

Entretanto, ele ressalta que essa avaliação vale apenas para a disputa dos governos estaduais e da prefeitura da capital. Segundo Malco, o PT tem conseguido vitórias em alguns municípios mineiros. Ele lembra que a participação do partidos nas câmaras tem crescido. (CK).

 

Ações de Aécio e Anastasia em favor da ciência e tecnologia são reconhecidas por institutos nacionais

Os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) homenagearam, nessa terça-feira (21), o secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes-MG), Evaldo Vilela, e o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Mário Neto Borges. Na oportunidade foi entregue uma placa em “reconhecimento pelo comprometimento, dedicação, entusiasmo e liderança em prol do avanço da ciência e da tecnologia em Minas Gerais, particularmente na criação dos INCTs”.

Com o investimento dos Governos Aécio e Anastasia, por meio da Fapemig e da Sectes, os INCTs mineiros receberam, ao todo, R$ 72 milhões. As áreas de conhecimento dos institutos abrangem setores estratégicos para o Estado, como o agronegócio e a tecnologia da informação. Os 13 INCTs temáticos em Minas Gerais são: medicina molecular, nanomateriais de carbono, nano-biofarmacêutica, café, combate à dengue, planta-praga, desenvolvimento de vacinas, pecuária, ciência animal, engenharia, web, energia elétrica e biodiversidade.

Segundo a coordenadora do INCT de Recursos Minerais, Água e Biodiversidade, Virgínia Ciminelli, que falou em nome dos representantes de todos os INCTs, os institutos foram criados em 2008 para ser um dos maiores programas de ciência e tecnologia e com metas bastante ambiciosas. “Minas Gerais foi o primeiro estado a ser procurado e não só deu uma resposta positiva, mas inclusive aumentou os recursos que foram originalmente solicitados. Essa adesão do Estado foi essencial para o sucesso do programa em nível nacional”, destacou.

A pesquisadora reforçou que a Fapemig inovou e os recursos são alocados com liberdade total de rubrica nos INCTs. “Essa, eu tenho que confessar, era uma muralha que eu considerava intransponível. O papel da Fapemig nos diversos programas de internacionalização realmente faz todos nós, pesquisadores mineiros, termos um grande orgulho. E celebramos os dois anos do programa. Como pesquisadora e cidadã, estou orgulhosa com a abrangência, dimensão e impacto dos resultados.” Para ela “é um prazer homenagear Evaldo Vilela e Mário Neto Borges, duas pessoas que tiveram papel essencial pelo seu empenho e dedicação na construção da liderança de Minas Gerais nesse processo e nas transformações que virão para que as grandes ambições desse programa sejam concretizadas.”

Segundo o presidente da Fapemig, Mário Neto Borges, “como presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa e não só como presidente da Fapemig, eu quero dizer que dos mais de R$ 600 milhões investidos nesse programa, o maior de investimento em pesquisa do Brasil hoje em toda a sua história, mais de um terço dos recursos foram advindos das fundações de amparo à pesquisa. R$ 215 milhões foram os recursos das Faps e a Fapemig é a segunda em aporte de recursos, com R$ 36 milhões. Isso não é resultado apenas de uma decisão, mas de um contexto cujo principal elemento é a decisão que o Governo do Estado teve em 2007 de cumprir o 1º constitucional da Fapemig. O INCT é uma nova concepção de ciência e tecnologia no Brasil. E Minas Gerais, como disse Virgínia, está sendo exemplar não só no aporte como na flexibilidade da sua execução”, disse.

Participaram do evento o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Duque Portugal, dirigentes da Fapemig, reitores e ex-reitores de universidades federais, estaduais e privadas, dirigentes de centros de pesquisas, departamentos de universidades, empresários e diversos pesquisadores mineiros.

INCTs

O Brasil conta com 122 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs). Lançado em dezembro de 2008, o programa INCTs conta com recursos de R$ 607 milhões das fundações de amparo à pesquisa estaduais e do governo federal, por meio de agências como o CNPq. São apoiadas propostas de pesquisa com objetivos ousados, com maior duração e maior número de pesquisadores participantes. Espalhados por todo o país, os INCTs funcionam de forma multicêntrica. É a primeira vez que o país lança um programa com estrutura em rede. É inovador e tem mudado os paradigmas de relações estruturantes e de articulação das instituições científicas no Brasil.