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Governo Antonio Anastasia: Programa de apoio a Redes de Pesquisa da Fapemig terá continuidade

O Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), órgão do Governo Antonio Anastasia, decidiu nesta terça-feira (19), de forma unânime, pela continuidade do Programa de Apoio a Redes de Pesquisa da Fundação, que contempla oito redes de pesquisa em áreas estratégicas para o Estado, como agronegócio, nanotecnologia e biomoléculas. Quando foi criado, em 2005, o Programa previa duas avaliações: uma aos três anos de duração e outra aos cinco. Aos três anos, houve uma avaliação preliminar do Programa, feita administrativamente. Agora, aos cinco anos, a avaliação está sendo feita pelo Departamento de Avaliação da Fapemig e pelo Conselho Curador, que o criou e nesta terça, após análise, decidiu por sua manutenção.

A decisão foi acompanhada de algumas sugestões do Conselho, como a criação de uma página na internet para cada rede. Foi decidido, ainda, que será enviada uma carta aos reitores de Minas Gerais, a fim de que solicitem junto ao Ministério da Educação (MEC) a criação da carreira de técnico de laboratório. A inexistência da carreira foi uma das dificuldades apontadas por representantes das redes.

Avaliação

A Fapemig iniciou em junho deste ano o atual processo de avaliação das Redes, tendo como primeira etapa o I Seminário de Avaliação das Redes de Pesquisa. O evento reuniu coordenadores e pesquisadores integrantes das oito redes financiadas pela Fapemig, a fim de que apresentassem resultados, trocassem experiências e levantassem possíveis soluções para dificuldades encontradas. As informações levantadas foram levadas ao conhecimento do Conselho, a fim de subsidiar a avaliação dos Conselheiros.

Para o chefe do Departamento de Avaliação da Fapemig, Fabiano Valentim, a participação de todas as redes no Seminário, por meio de coordenadores e pesquisadores integrantes, foi muito positiva. “É uma forma da Fapemig interagir melhor com as redes e saber o que elas estão executando no dia a dia. Elas também puderam apresentar diversas sugestões, que serão estudadas, como, por exemplo, a criação de um conselho de coordenadores das redes. Além disso, o encontro serviu como introdução aos pesquisadores sobre a forma como a Fapemig irá avaliá-los e quais resultados a Fundação espera com o Programa”, diz.

A segunda etapa de avaliação das redes já está em andamento. Ela é composta por visitas técnicas às reuniões internas de cada uma. As visitas são realizadas por um consultor, acompanhado de um técnico da Fapemig. São dois tipos de avaliação. Uma, feita pelo consultor, refere-se ao desenvolvimento dos projetos de pesquisa de cada rede. Outra é a avaliação da infraestrutura, em que se verifica se os equipamentos estão instalados adequadamente, se os técnicos estão trabalhando e os bolsistas estão executando as atividades de pesquisa. De acordo com Valentim, há uma proposta que prevê um registro das atividades, que vai incluir informações como a composição da rede, o que ela realizou, os resultados dos projetos que desenvolveu e todas as suas atividades.

Conhecimento em rede

Em cinco anos de Programa, a Fapemig já destinou R$ 32 milhões às redes de pesquisa. Segundo o presidente da Fundação, Mario Neto Borges, são várias as razões para o investimento na pesquisa em rede. “É uma tendência nacional e mundial articular grupos e instituições de pesquisa. Isso otimiza investimentos: em vez de comprar o mesmo equipamento para três grupos diferentes, compra-se um para a rede. Articulam-se as instituições de tal forma que elas trabalhem em conjunto. Articulam-se pesquisadores, o que faz com que a ciência avance mais rápido, já que, trabalhando sozinho, um pesquisador pode ter dificuldades que outro consiga resolver. Além disso, a rede torna o estado qualificado naquela área, de forma a ser um foco de excelência”, enumera.

Para Borges, o Programa de Apoio às Redes Estaduais foi tão bem sucedido que a Fapemig ampliou o apoio às redes nacionais. Hoje a Fundação participa do grupo que apoia duas redes temáticas que atuam em áreas que interessam a um conjunto de estados. Elas são financiadas pelo Conselho Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde e algumas Fundações de Amparo à Pesquisa (Faps). A Fapemig já destinou, ao todo, R$ 2 milhões às redes nacionais. A Rede Nacional da Malária, com a participação de sete Faps, entre as quais a Fapemig, foi a primeira a ser criada e já tem projetos em andamento. A Rede Nacional da Dengue tem a participação de 20 Faps. “São quase todas, com exceção de apenas três, porque a dengue é um problema nacional”, observa o presidente.

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