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No Correio Braziliense: “Nunca vi tanto amadorismo, provincianismo. Não tem 100 prefeitos que apoiam a candidatura do Hélio Costa”

Fonte:  Correio Braziliense – 01/09/2010

Cavalo paraguaio

A reunião de Patrus Ananias, vice de Hélio Costa (PMDB), com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, foi um desdobramento de um encontro ocorrido na segunda feira que serviu para lavar a roupa suja entre PT e PMDB. Segundo uma fonte da cúpula nacional petista, o clima da reunião foi bastante tenso, com acusações de ambos os lados sobre a responsabilidade do crescimento de Antonio Anastasia(PSDB) na corrida pelo Palácio da Liberdade. Segundo essa fonte, os petistas classificaram o desempenho de Costa como o de Um “cavalo paraguaio”. “Percebeu-se que nós vamos perder em primeiro turno e ninguém sabe o que fazer”, disse um petista.
O PT também reclamou da falta de mobilização dos peemedebistas na campanha.

“Nunca vi tanto amadorismo, provincianismo. Não tem 100 prefeitos que apoiam a candidatura do Hélio Costa”, afirmou essa fonte. Na lavação de roupa suja sobrou também para o marqueteiro Duda Mendonça, que foi responsabilizado pela incapacidade de o programa eleitoral ter contribuído para a diminuição da vantagem que Costa exibe nas pesquisas de intenção de votos para Anastasia.

A principal crítica é tentar mostrar ao eleitor que o vice Patrus será protagonista no próximo governo. “Ninguém vota no vice. Isso só mostra a fraqueza do titular”, afirmou um outro petista. O ex-ministro José Dirceu também entrou na negociação para tentar criar uma estratégia de contra-ataque. O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), que apoia Dilma e Anastasia, disse que vai ser inaugurado um comitê Dilmasia na capital em 8 de setembro, um dia antes da provável visita de Lula. Lupi fez campanha para o tucano e a petista na segunda feira e acabou enquadrado. Temer negou falta de sintonia entre PT e PMDB. “O Hélio ainda está na frente, vamos esperar 3 de outubro”, afirmou.

Candidato Hélio Costa condenado pelo TRE por usar de prédio público em campanha eleitoral

Hélio Costa condenado pela prática de conduta vedada

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Na sessão desta terça-feira (31/08), o TRE/MG condenou o candidato Hélio Calixto Costa em decorrência da utilização de prédio público em benefício de sua campanha eleitoral.

Em visita ao município de Vespasiano, no dia 12 de julho de 2010, o candidato utilizou o prédio e as dependências da Prefeitura Municipal, situada na Rua Prefeito Sebastião Fernandes nº 479, para realizar atos de propaganda eleitoral e, em especial, a concentração de eleitores, correligionários e apoiadores interessados em participar de passeata, prática proibida pela legislação em vigor.

Por ampla maioria – 5 votos contra 1 – os juízes da Corte Regional, com o parecer favorável do Ministério Público, acataram a argumentação da Coligação Somos Minas Gerais e aplicaram a Hélio Costa e Patrus Ananias multa no valor de R$ 5.306,00, em razão da configuração da conduta vedada pelo art. 73, inc. I, Lei nº 9.504/97 (“são proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: … ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis, pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Município”).

Presidente do PSDB-MG, Narcio Rodrigues aponta contradição de Hélio Costa em crítica ao Governo

Presidente do PSDB aponta contradição de candidato do PMDB em críticas a convênios entre Estado e municípios mineiros

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Narcio Rodrigues diz que Hélio Costa também deveria criticar Lula por manter inalterada, durante período eleitoral, assinatura de convênios com prefeituras e estados

O presidente estadual do PSDB e um dos coordenadores da coligação “Somos Minas Gerais”, deputado Narcio Rodrigues, classificou hoje (31/08) como artificiais e contraditórias as críticas feitas pelos candidatos do PMDB à assinatura de convênios entre o Governo de Minas e municípios do Estado. Segundo ele, as críticas servem apenas como ataques gratuitos ao governador Antonio Anastasia, que assumiu a liderança na disputa pela sucessão do Governo de Minas. Prova disso é que o Governo Federal mantém inalterada a rotina de assinatura de convênios com prefeituras e estados no País mesmo no período eleitoral.

“A campanha do candidato do PMDB continua insistindo em criar factóides políticos. Agora, no desespero de tentar reverter a perda de apoio à sua candidatura, decidiu adotar uma postura totalmente contraditória. Em Minas, atacam os convênios absolutamente regulares realizados pelo Governo do Estado e as prefeituras, mas escondem dos eleitores que o Governo Federal, do qual ele e seu vice foram ministros, continua assinando convênios com municípios em todo país. Ou eles assumiram uma postura falsa com o claro objetivo de confundir os eleitores mineiros ou devem dirigir as mesmas graves acusações que têm feito ao governador de Minas também ao presidente Lula”, disse o coordenador da coligação que apoia Anastasia.

Por determinação do governador Antonio Anastasia, as secretarias e órgãos estaduais suspenderam em 3 de julho a assinatura de quaisquer convênios com prefeituras mineiras, respeitando o prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral que veda a transferência de recursos públicos nos três meses que antecedem à data das eleições. Já o Governo Federal suspendeu o repasse dos recursos, mas continua firmando convênios entre a União, estados e municípios brasileiros.

“Em Minas os prazos e procedimentos determinados pela legislação eleitoral foram integralmente cumpridos por orientação expressa do governador. O amplo apoio à reeleição de Anastasia pelos prefeitos mineiros, inclusive do PT e do PMDB, não se deve à velha política do favorecimento. É exatamente o contrário. Os prefeitos apoiam Anastasia porque ele manteve, ao lado de Aécio Neves, uma prática transparente e correta, sem apadrinhados, em favor dos mineiros”, disse Narcio.

Convênio federais
A realização de novos convênios por parte do Governo Federal continuam ocorrendo normalmente em todo o País. No último dia 26, por meio do Ministério da Integração Nacional, a União repassou R$200 milhões ao Estado de Alagoas para obras de reconstrução de infraestrutura. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.

Já no dia 18, também no período eleitoral, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou empréstimo de R$3,7 bilhões do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para melhorar o perfil de endividamento da Companhia Energética de Goiás (Celg). A medida foi noticiada por diversos veículos de imprensa à época.

A Prefeitura de Registro, em São Paulo, também foi beneficiada por convênios com o Governo Federal durante o período eleitoral. No dia 20, foram liberados recursos para a construção de 380 casas pelo Programa “Mina Casa, Minha vida”.

Prazo limite
Assim como o Governo do Estado de Minas Gerais, o Governo Federal também cumpriu a Lei Eleitoral ao estabelecer o dia 3 de julho como limite para a liberação de recursos por meio de convênios. Nos dias 1º e 2 de julho, segundo apuração do jornal Correio Braziliense, os ministérios do Turismo. Cidades, Esporte e Saúde depositaram nas contas de prefeituras municipais R$166 milhões para obras de abastecimento de água, esgotamento sanitário, quadras esportivas, pavimentação de ruas. A base de dados foi baixada do Siafi (sistema informatizado que registra os gastos do governo) pela ONG Contas Abertas.

A Prefeitura de Ribeirão Preto também foi uma das últimas a ter convênios aprovados pelo Governo Federal antes do limite da Lei Eleitoral. No dia 30 de junho, o Ministério da Agricultura aprovou investimentos de R$2,4 milhões no Parque Permanente de Exposições da cidade.

Instituto Datafolha: Anastasia lidera pesquisa espontânea em BH e RMBH

Anastasia lidera intenção de voto em Belo Horizonte e Região Metropolitana em pesquisa espontânea do Datafolha

Fonte: Coligação Somos Minas Gerais”

Na capital, Anastasia tem mais que o dobro das intenções de voto que o principal adversário

O governador Antonio Anastasia lidera com folga as intenções de voto em Belo Horizonte e na Região Metropolitana em pesquisa espontânea do Instituto Datafolha. Pesquisa completa divulgada pelo instituto, nesta segunda-feira (30/08), mostra que o governador tem 31% das intenções de voto na capital, quando os eleitores declaram espontaneamente em quem irão votar no dia 3 de outubro. O principal adversário, Hélio Calixto Costa, do PMDB, foi citado por apenas 15% dos entrevistados, uma diferença de 16 pontos percentuais. O crescimento do governador Antonio Anastasia foi de nove pontos percentuais desde a última pesquisa, divulgada no dia 16.

Na Região Metropolitana, Antonio Anastasia cresceu seis pontos e foi citado por 24% dos eleitores pesquisados. O candidato do PMDB caiu um ponto e ficou com apenas 12%. Os números do Datafolha confirmam que Antonio Anastasia tem ampla preferência da população mineira nas regiões onde ele é mais conhecido. A liderança do governador Antonio Anastasia também é comprovada em todo o Estado. Ele tem 17% das intenções de voto em Minas Gerais, três pontos a mais que Hélio Calixto Costa. A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 23 e 24 de agosto.
A pesquisa Datafolha ouviu 1.261 pessoas, em 52 municípios de Minas Gerais. A margem de erro é de três pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 64.318/2010.

Preferência confirmada
Na pesquisa do Ibope divulgada no último sábado (28/08), o governador Antonio Anastasia já ultrapassou Hélio Calixto Costa.  Antonio Anastasia tem 35% das intenções de voto contra 33% do seu principal adversário, que caiu cinco pontos em menos de uma semana. Os novos números do Ibope mostraram ainda que, na soma dos votos válidos, o governador Antonio Anastasia tem 49% das intenções de voto e está apenas a um ponto e mais um voto de vencer as eleições em Minas no primeiro turno. No caso de um eventual segundo turno, Antonio Anastasia também seria eleito. Segundo o Ibope, ele tem 37% das intenções de voto contra 36% do outro candidato.

Pesquisa EM Data
A primeira rodada da pesquisa realizada pelo Instituto EM Data desde o início da disputa eleitoral também confirma a virada das eleições em Minas Gerais. Os números divulgados hoje (30/08) mostram que na pesquisa onde os eleitores declaram espontaneamente o voto ao candidato escolhido, Antonio Anastasia tem 21% da preferência dos eleitores e está a um ponto percentual de ultrapassar o seu principal adversário, Hélio Calixto Costa, do PMDB. A pesquisa mostra uma clara tendência de crescimento da candidatura de Antonio Anastasia, pois 55% dos mineiros querem a continuidade dos programas e ações do atual Governo de Minas. Os números também revelam que 52% dos entrevistados já aprovam a gestão do atual governador, no cargo há apenas cinco meses.

Dilma Roussef abandona o barco de Hélio Costa em MG: Não tenho pretensão nenhuma de resolver situação eleitoral em lugar algum, disse

Dilma, em relação aos aliados em Minas e São Paulo, diz que não tem pretensão de resolver situação eleitoral em lugar algum

Fonte: Gerson Camarotti – O Globo

BRASÍLIA. Sob pressão para tentar mudar o quadro, junto com o presidente Lula, das disputas em Minas e São Paulo, a candidata Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira que não tem pretensão de resolver a dificuldade de aliados nas disputas regionais. Em Minas, o senador Hélio Costa (PMDB) foi ultrapassado pelo governador tucano Antonio Anastasia no Ibope. Em São Paulo, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) está distante do ex-governador tucano Geraldo Alckmin. Dilma prometeu empenho, mas relativizou sua influência.

– Eu sou mais modesta. Não acho que eu resolvo o problema. Eleição é uma coisa que tem suas características. Cada estado tem a sua característica. Não tenho pretensão nenhuma de resolver situação eleitoral em lugar algum – disse a candidata. – Tenho a pretensão de fazer campanha e de ajudar aqueles que são meus parceiros. Sem achar que eu tenho esse poder, eu vou me empenhar tanto na eleição de São Paulo como na eleição de Minas. Mas não vou descuidar de outros estados.

A afirmação de Dilma foi interpretada como recado para os aliados diminuírem a cobrança. Na mesma linha, Lula mandou recado de que não vai aceitar pressão ou ser responsabilizado por eventuais derrotas de aliados. Mesmo sobre possíveis derrotas de candidaturas forçadas pelo PT e pelo Planalto, Lula não aceita cobrança. O presidente fará esforço pelos aliados nos estados no limite em que esse empenho não prejudique a candidatura de Dilma.

A coordenação nacional identificou que cresceu no eleitorado mineiro e até mesmo entre os prefeitos de Minas o voto “Dilmasia”, em Dilma e Anastasia. Diante disso, avalia-se que é preciso ter cuidado com a forma como Lula atuará em Minas. Segundo um ministro, o mesmo cuidado ocorrerá em outros estados. Em São Paulo, já foi identificado o “Dilmin”, voto em Dilma e Alckmin. A preocupação é encontrar o tom para não abandonar Mercadante, que só saiu candidato a pedido de Lula.

Itamar defende independência do Senado

Itamar Franco defende Senado independente

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Ex-presidente diz que Constituição estabelece que o senador deve julgar o presidente da República e que, para isso, não deve ser atrelado ao Poder Executivo

O candidato ao Senado pela coligação “Somos Minas Gerais”, Itamar Franco, defende a independência dos senadores em relação ao Poder Executivo. Ontem, em seu twitter, Itamar afirmou que a primeira atribuição constitucional de um senador é julgar o presidente da República.
“A primeira atribuição constitucional de um senador é julgar o presidente da República”. E perguntou: “Como pode um candidato anunciar-se senador do presidente?”

No entendimento de Itamar Franco, que já foi senador por 16 anos, em dois mandatos, o parlamentar deve preservar sua isenção, em vez de dizer que será um representante do presidente da República. Um dos motivos que teriam levado ao enfraquecimento do Poder Legislativo, segundo o ex-presidente da República, foi o atrelamento do Congresso ao Governo Federal. “Precisamos resgatar a independência dos Poderes”, afirma.

Ao longo dos dois mandatos como senador, Itamar sempre atuou no campo da oposição, eleito pelo antigo MDB. “Éramos minoria, mas sempre procuramos estudar e nos preparar, como recomendava o saudoso Franco Montoro”, afirma o ex-presidente da República.
Itamar acredita que o senador deve defender os interesses do seu Estado de origem na Câmara Alta. “Outra atribuição, além de julgar o presidente, é estudar o endividamento dos estados e municípios. Dessa forma, ele pode atuar em prol do Estado e dos prefeitos, que é o que Aécio e eu pretendemos fazer caso eleitos”, diz o ex-presidente.

Pacto Federativo
Uma das frentes de trabalho em que pretende atuar é a defesa do pacto federativo. Segundo ele, a União arrecada muito e transfere pouco para os outros entes federativos. “Precisamos efetivar uma distribuição mais justa dos recursos, de tal forma que as cidades que dependem do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) tenham como sobreviver”, disse o candidato. Itamar também pretende lutar pela elevação da alíquota da Cfem, o royaltie do minério, hoje da ordem de 1,6%. “É um absurdo que cidades como Congonhas e Conselheiro Lafaiete, por exemplo, tenham seu subsolo explorado à exaustão e, depois, não recebam uma compensação à altura”.

Itamar Franco disse ainda não compreender o questionamento que está se fazendo sobre as pesquisas divulgadas na última semana. Segundo o Ibope, o governador Antonio Anastasia ultrapassou seu adversário e lidera a disputa para o Governo de Minas. “A candidatura do adversário foi definida com base em pesquisas. Agora, querem desqualificar as mesmas pesquisas?”, perguntou. Segundo ele, pesquisa é um retrato do momento e deve ser relativizada. “Temos que arregaçar as mangas e trabalhar muito para sermos aprovados na verdadeira pesquisa, que é a das urnas”, diz.

Aécio: “Minas deve ser altiva, independente e forte”

“Minas deve ser altiva, independente e forte”, diz Aécio Neves

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Ex-governador afirma que mineiros vivem importantes avanços e não querem volta ao passado

O ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado Federal, defendeu hoje (31/08) a autonomia e a independência de Minas frente ao governo federal. Em campanha em Unaí, no Noroeste do Estado, ao lado do governador Antonio Anastasia e do ex-presidente Itamar Franco, Aécio classificou como ultrapassada a tentativa de intimidação feita pela chapa adversária, que defendeu o atrelamento do governador de Minas ao governo federal.

Aécio Neves afirmou que o governador de Minas deve representar os mineiros e exclusivamente a eles deve prestar contas, e não aceitar imposições ou intervenções nacionais, como ocorreu na escolha da chapa do PMDB-PT nessas eleições.

“Isso me faz lembrar aqueles que defendiam o discurso do regime autoritário, que diziam que o Governo do Estado tem de estar atrelado ao governo federal. O Governo do Estado não precisa estar atrelado ao governo federal. Minas deve ser altiva, independente e forte, por representar os interesses dos mineiros. Me surpreendeu muito a fala do candidato que busca com seu discurso fazer com que Minas retorne aos tempos da imposição, quando o governo federal indicava os nossos governantes. Os governantes de Minas são indicados pela população de Minas e apenas à população de Minas Gerais esse governante deve satisfação”, afirmou.

Indicadores mineiros são melhores no país
Aécio Neves lembrou que nem sempre os interesses do governo federal coincidem com os interesses do Estado. O ex-governador destacou, como exemplo, a atual concentração de recursos em poder da União que, contrariando os interesses dos estados brasileiros, dificulta que os recursos arrecadados sejam investidos diretamente em favor da população nos municípios.

“Muitas vezes temos de disputar uma distribuição maior de recursos para investimentos em nossas regiões, enquanto o governo federal vai no caminho da concentração dos recursos”, afirmou Aécio Neves.

O ex-governador afirmou que o salto de desenvolvimento ocorrido em Minas nos últimos anos é clara demonstração da autonomia e da capacidade do Estado. A economia mineira foi a que mais cresceu e gerou mais empregos no país. Na área social, o Estado antecipará em três anos a meta nacional de erradicação da pobreza e, segundo o próprio Ministério da Educação (MEC), as escolas públicas mineiras são as melhores do país.

“Minas hoje vai muito bem. Minas cresce mais do que o Brasil. Enquanto o Brasil cresceu 9% na sua economia no primeiro trimestre, Minas cresceu 12,2%. Dos empregos com carteira assinada criados no Brasil, 20% estão em Minas Gerais. Temos o melhor ensino fundamental do Brasil e nenhum outro estado atrai tantos novos investimentos quanto Minas Gerais. Queremos continuar avançando ou vamos retroceder a tempos dos quais não temos muitas boas lembranças?”, disse o ex-governador.

Governador Antonio Anastasia destaca profissionalização da gestão pública em debate com universitários

Antonio Anastasia destaca profissionalização da gestão pública em debate com universitários

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Governador participa de debate promovido por estudantes de Direito da Faculdade Milton Campos. Hélio Calixto Costa foi convidado, mas não compareceu ao debate

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, participou, na noite desta terça-feira (31/08), de debate com estudantes de Direito da Faculdade Milton Campos, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O debate foi realizado durante a Semana Eleitoral, promovida pelo Diretório Acadêmico da faculdade. Cerca de 300 estudantes assistiram ao debate.

Antonio Anastasia abriu o debate destacando a importância da profissionalização da gestão no poder público. O governador afirmou que Minas Gerais está dando um exemplo ao País de responsabilidade e bom uso dos recursos públicos.

“Todas as nações que evoluíram nos últimos anos apostaram na profissionalização da gestão pública. Nunca tivemos isso no Brasil. Não é só dinheiro que falta, mas mais grave que a escassez de recursos é a responsabilidade e a forma de alocar bem esses recursos. Essa gestão deixa um legado para todo o País que é a profissionalização da gestão pública. Somente com uma gestão eficiente, poderemos solucionar nossos maiores problemas, como a redução da pobreza e a diminuição das diferenças entre as regiões, que ainda existem e são abissais em todo o País”, afirmou o governador.

Formado em Direito, Antonio Anastasia dedica-se há 26 anos à administração pública, participando da vida política de Minas. Atuou em importantes momentos da história do Estado, como a Constituinte Mineira, entre 1988 e 1989, e, desde então, sua vida profissional é dedicada à administração e à defesa dos interesses de Minas.

Antonio Anastasia foi secretário de Estado de Planejamento e Gestão, no início do Governo Aécio Neves, e foi o responsável pela implantação do Choque de Gestão, conjunto de medidas administrativas que permitiram a recuperação das finanças do Estado e a retomada dos investimentos nas áreas social e de infraestrutura.

Mais empregos
Antonio Anastasia afirmou que a prioridade do seu governo será atrair mais empresas para todas as regiões do Estado, como forma de gerar empregos de qualidade à população. Anastasia também respondeu a perguntas dos universitários sobre diversos temas como desenvolvimento de Minas, programas voltados para a juventude, o Poupança Jovem e o Plug Minas; a melhoria salarial dos servidores, a revitalização do Rio São Francisco, entre outros.

Ao chegar à Faculdade Milton Campos, Antonio Anastasia destacou a importância da discussão de ideias e propostas de interesse da população e lamentou a ausência do principal adversário, o candidato Hélio Calixto Costa, que não compareceu ao debate.

“Acho muito importante o debate, sempre disse isso. Sempre que tiver condições, vou comparecer aos debates. Lamento a sua ausência, porque seria uma oportunidade para discutirmos assuntos relativos a Minas Gerais“, afirmou.

Em MG, Lula evita confronto com Aécio para favorecer Hélio Costa e abre crise no comitê do PMDB

Lula rejeita ideia de medir forças com Aécio por Hélio

Fonte: Josias de Souza – Folha de S. Paulo

A reação de Antonio Anastasia (PSDB), candidato de Aécio Neves ao governo de Minas, abriu uma crise no comitê de Hélio Costa (PMDB).

Ministro das Comunicações até abril, Hélio reivindica uma injeção de Lula em sua campanha.

O vice de sua chapa, Patrus Ananias (PT), ex-ministro do Bolsa Família, compartilha da mesma opinião. Para os dois, só Lula pode, a essa altura, estabelecer um contraponto à presença de Aécio na campanha rival.

Ouvido, Lula se dispôs a ajudar, mas rejeitou a idéia de travar com Aécio uma guerra de prestígio em Minas. Aécio não mede esforços. Chegou a gravar um pedido de voto que o comitê de Anastasia leva aos ouvidos do eleitorado mineiro pelo telefone.

O time de Hélio desejava que Lula fizesse o mesmo. O presidente torceu o nariz. Disse que a esse ponto não chegaria. Recordou que já havia gravado mensagem de apoio para a propaganda eletrônica de Hélio Costa. Desejava-se que fizesse nova gravação. Na peça, mais do que expressar apoio à chapa PMDB-PT, pregaria contra Anastasia e o PSDB de Aécio.

Lula, de novo, levou o pé atrás. Disse que prefere fazer campanha a favor, não contra. Por último, solicitou-se do presidente que participasse, junto com a presidenciável petista Dilma Rousseff, de uma série de atos de campanha em Minas.

Por ora, Lula topou participar apenas de mais um comício mineiro, provavelmente na quinta-feira (9) da semana que vem. Nesta terça (31), em meio ao curto-circuito que o crescimento de Anastasia provocou na campanha de Hélio, PMDB e PT reuniram-se em Brasília.

Hélio foi representado no encontro por Michel Temer, presidente do PMDB federal e candidato a vice na chapa de Dilma. Pelo PT, além de Patrus Ananias, o presidente da legenda, José Eduardo Dutra. Produziu-se na conversa mais diagnóstico do que receita.

Constatou-se o obvio: dá-se em Minas algo semelhante ao que se passa na cena nacional. O eleitor parece pender para a continuidade. A exemplo do governo Lula, a administração mineira de Aécio dispõe de alto índice de aprovação.

Em âmbito estadual, Aécio rivaliza com Lula em termos de popularidade. E converte o prestígio pessoal em votos para Anastasia. Assim como Lula faz com Dilma. Aécio diz que, no Estado, o discurso da continuidade que Lula esgrime no Brasil joga a seu favor. As pesquisas indicam que o tucano tem razão.

Do ponto de vista de Lula, o objetivo prioritário já foi alcançado em Minas: Dilma ultrapassou nas pesquisas do Estado o rival José Serra. Curiosamente, o presidente parece enxergar o caso de São Paulo de maneira diversa. Ali também Dilma já está à frente de Serra. Porém…

Porém, Lula decidiu tonificar sua presença na campanha estadual de Aloizio Mercadante, que mede forças com outro tucano, Geraldo Alckmin. Para o presidente, parece mais prioritário o esforço para dobrar a espinha do tucanato em São Paulo do que em Minas. Natural.

Alckmin é um tucano de bico mais duro que o de Aécio. Num eventual governo Dilma, tende a causar mais problemas. De resto, São Paulo é o berço do PT. E Alckmin foi o adversário de Lula na sucessão de 2006. Há na atmosfera um quê de revanche.

Artistas de Minas cantam em favor de Antonio Anastasia e Aécio