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Região Metropolitana de Belo Horizonte tem a menor taxa de desemprego em 14 anos

Taxa de desemprego na RMBH é a menor desde 1996

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais

A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) em julho ficou 8,3%, a menor desde 1996, ano em que teve início a série histórica da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED).  O levantamento mostrou também que a capital e municípios do seu entorno detém o menor contingente de desempregados entre as sete regiões metropolitanas pesquisadas. E os trabalhadores da RMBH estão entre os mais bem remunerados. Em junho, o rendimento médio real dos ocupados foi de R$ 1.342, maior que a média nacional (R$1.265) e até do que a média de São Paulo (R$1.320).

Em julho, com relação a junho, a taxa de desemprego na RMBH caiu 2,4%, passando de 8,5% para 8,3%, indicador só registrado em novembro de 2008. Este é o terceiro mês seguido que o percentual é o menor observado para o período em toda série histórica. Já na comparação com julho de 2009, quando o indicador era 11%, a queda chega a 24,5%. A PED foi divulgada na manhã de hoje (25/08) pela Fundação João Pinheiro (FJP), Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).

A pesquisa mostrou também que das sete regiões metropolitanas pesquisadas, Belo Horizonte foi a que apresentou a menor taxa de desemprego, à frente de Porto Alegre (8,9%), Fortaleza (10,2%), São Paulo (12,6%), Distrito Federal (13,7%), Salvador (16,9%) e Recife (17,2%). A taxa da RMBH está 4,1 pontos percentuais abaixo da média nacional que é de 12,4%.
Ainda de acordo com a pesquisa, a População Economicamente Ativa (PEA) na RMBH é formada por 2,471 milhões de pessoas. Deste total, 2,266 milhões de trabalhadores estavam ocupados e 205 mil estavam desempregados no mês de julho. No mesmo período do ano passado, o número de pessoas à procura de uma vaga na RMBH era de 274 mil.

A queda da taxa de desemprego foi verificada em todas as faixas etárias pesquisadas. No comparativo anual, a taxa de desemprego dos jovens com idade de 16 a 24 anos caiu 25,6%. Entre os trabalhadores com idade entre 25 e 39 anos, o recuo foi de 18,9%. Já entre os trabalhadores de 40 a 49 anos, a taxa de desemprego caiu 21,9%.

Mais emprego e maior renda
Os trabalhadores da RMBH só ganham menos do que os de Brasília (R$1.901). Na capital e no entorno, o rendimento médio em junho chegou a R$1.342, um aumento de 7,3% na comparação entre os meses de junho de 2010 e 2009. Na comparação com o mês de maio de 2010, o crescimento foi de 1,7%. Nas demais regiões pesquisadas os valores médios, em junho, foram: São Paulo (R$1.320), Porto Alegre (R$1.294), Salvador (R$1.084), Recife (R$ 862) e Fortaleza (R$ 830).

Por setor
Os setores da economia que mais criaram vagas foram o da construção civil e do comércio, em julho. Nos canteiros de obras, a expansão nos postos de trabalho foi de 3,8%, no comparativo com o mês de julho de 2009, e de 6,9%, na comparação com o mês anterior. Somente em julho, 11 mil trabalhadores foram colocados no mercado. Já a participação dos ocupados no setor de comércio cresceu 8,5%. Na comparação com o mês de junho 2010, o crescimento foi de 3,4%, com a abertura de 12 mil novas vagas.

Criação de vagas
Minas Gerais bateu a marca de 1 milhão de empregos gerados desde 2003, início do atual Governo. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, foram criadas um total de 245.926 vagas, o que representa um aumento de 7,02% na abertura de posto. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, o desempenho de Minas foi o segundo melhor de toda a série história para o período e superou a taxa de crescimento nacional, de 5,02%.
Em julho de 2010, ainda segundo os dados do Caged, foram gerados 13.354 empregos com carteira assinada, equivalentes a uma expansão de 0,36% em relação ao estoque de assalariados do mês anterior. A expansão é resultado do crescimento, principalmente, nos setores da construção civil (+5.727 postos), serviços (+5.147 postos), comércio (+3.453 empregos) e indústria de transformação (+1.160 postos)

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