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Antonio Anastasia consegue mais de R$ 1 bilhão para infraestrutura de transporte e logística como o Proacesso

Antonio Anastasia traz US$ 598 milhões de investimentos de Washington para Minas

Fonte: PSDB-MG

Agenda oficial tem início, nesta tarde, em Washington, com assinatura de contrato de US$ 137 milhões com o BID para investimento na pavimentação de estradas

Minas Gerais ganha hoje mais US$ 598 milhões para investimentos nas áreas de educação, saúde, infraestrutura e meio ambiente. O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição pela coligação Somos Minas Gerais, assina nesta tarde, em Washington, nos Estados Unidos, contrato de empréstimo de US$ 137 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos serão aplicados em projetos de infraestrutura de transporte e logística como o Proacesso – maior programa de pavimentação de estradas do país – com 3.882 km de rodovias já asfaltadas ligando 152 municípios. Amanhã, Antonio Anastasia assinará outro contrato com o Banco Mundial (Bird) no valor de US$ 461 milhões. Ao todo serão contratados empréstimos no valor de US$ 598 milhões com os dois organismos de fomento.

Além do Proacesso, que ainda tem 68 obras em andamento de um total de 225 trechos a pavimentar, o empréstimo do BID atenderá o Programa de Recuperação e Manutenção Rodoviária do Estado de Minas Gerais (ProMG), que inovou o sistema de gerenciamento de rodovias estaduais, garantindo recuperação e manutenção constante das estradas. O ProMG já recuperou 12 mil km de rodovias em todas as regiões do Estado desde 2003. Os recursos do BID também serão destinados ao Proseg, programa que realiza intervenções para melhorar a operação do trânsito, com foco na segurança viária, como melhorias em sinalização e cruzamentos.

O governador será recebido nesta tarde, no BID, pelo vice-presidente de Países, Roberto Vellutini, e pela vice-presidente para América Latina e Caribe, Pamela Cox. No final da tarde, o governador se encontra, na Embaixada Brasileira, com o embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Mauro Vieira.

Na sexta-feira (09/07), Antonio Anastasia assinará contrato com o Banco Mundial (Bird) no valor de US$ 461 milhões. O recurso é um financiamento adicional ao Programa Parceria para o Desenvolvimento II que permitirá ao Estado acelerar sua recuperação dos efeitos da crise financeira e investir em iniciativas de redução da pobreza no Estado, com ênfase nas regiões do Norte, Jequitinhonha e Mucuri.  Entre as ações previstas, estão o combate à pobreza, obras de infraestrutura, melhoria da qualidade do ensino regular e profissionalizante, investimentos em saúde e profissionalização do serviço público, entre outras.

Governo Antonio Anastasia investe em rede de aeroportos para expandir economia e ampliar exportações

Minas planeja novos aeroportos

Fonte: Ana Paula Machado – Brasil Econômico

Programa estadual pretende estimular a aviação regional dentro do estado

Em 2011, 92% dos municípios mineiros estarão distantes até 100 quilômetros de um aeroporto. Essa é a meta do programa do Estado de Minas Gerais, Proaero, que desde 2006 promove melhorias e ações para atração de empresas do setor aeronáutico para o estado. Segundo o consultor e coordenador de atendimento para o exportador do Exportaminas, Paulo Márcio Silva Campos, 58% das cidades mineiras se enquadram no novo perfil traçado para o estado.

“Ao todo, Minas Gerais terá 160 aeroportos com operações diurnas e noturnas no próximo ano. Hoje, muitos terminais ainda tem infraestrutura inadequada para receber voos durante a noite. Não há equipamentos para operação por instrumentos, somente visual. Com as melhorias, essa situação será revertida”, diz Campos.

De 2006 a 2009, foram investidos no programa R$ 206,5 milhões em melhorias dos aeroportos. “Além de recursos do orçamento do estado, tivemos uma doação da USTDA, que é a agência de comércio e desenvolvimento dos Estados Unidos, para viabilizar todo o programa”, afirmou o coordenador. Para o próximo biênio, Campos ressaltou que os recursos ainda estão em definição. O estado de Minas Gerais aguarda as regras de investimento privado em aeroportos.

“Estamos esperando o novo marco regulatório do setor aeronáutico brasileiro.” Além de melhorias nos aeroportos, o Proaero, também tem por objetivo estimular os vôos regionais no estado. “Como aumento de operações em aeroportos menores, as companhias aéreas poderão realizar rotas para essas cidades. Isso vai democratizar ainda mais a aviação em Minas”, afirma.

A Gol Linhas Aéreas informou que aumentou a oferta de voos diários entre Belo Horizonte (via Confins) e Uberlândia. Hoje, a companhia opera duas frequências entre os destinos. “Por razões estratégicas, não podemos informar quais os novos voos, mas Minas é um mercado muito importante para a Gol”,diz o vice-presidente executivo, Leonardo Pereira.

AEROPORTO PRINCIPAL
Pista: 1.700 metros X 35 metros
Terminal de passageiros: 2.000 m2
Pousos e decolagens: 17.278
Carga: 565.980 quilos
Passageiros: 303.466 (embarques
e desembarques)

Aeroportos secundários

Araçatuba, Barretos, Lins,

Votuporanga e Penápolis

AEROPORTO PRINCIPAL
Pista: 1.400 metros X 30 metros
Terminal de passageiros: 400 m2
Pousos e decolagens: 76.764
Carga: 254.680 quilos;
Passageiros: 19.112 (embarques
e desembarques)

Aeroportos secundários
Araraquara, Franca e São carlos

AEROPORTO PRINCIPAL
Pista: 2.100 metros X 45 metros
Terminal de passageiros: 1.500 m2
Pousos e decolagens: 38.883
Carga: 490.418 quilos
Passageiros: 473.200 (embarques
e desembarques)

Aeroportos secundários
Amarais, Bragança Paulista,
Itanhaém, Piracicaba, Registro,
Sorocaba e Ubatuba

Com o Proaero, até o próximo ano 92% dos municípios mineiros estarão até 100 quilômetros distantes de um aeroporto

CONEXÃO

Confins

O aeroporto internacional é um dos principais centros de distribuição de vôos da Gol Linhas Aéreas.

CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO

Rotas

Por Confins, a Gol Linhas Aéreas realiza 60 operações diárias para 15 destinos da malha da companhia.

PROGRAMA

Carga

Além de passageiros, o Proaero deve aumentar também o volume de cargas transportadas entre os aeroportos mineiros.

Dossiê dos Aloprados do PT: Dados fiscais de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, foram acessados por servidores autorizados da Receita Federal

Dados saíram da Receita

Fonte: O Globo

Órgão admite que informações de dirigente tucano foram acessadas com
senha oficial

A Receita Federal informou ontem que os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, foram acessados unicamente por servidores autorizados do órgão. A Receita divulgou o resultado preliminar da investigação que foi aberta internamente para investigar o vazamento de informações das declarações do Imposto de Renda (IR) do dirigente tucano e, por meio de nota, revelou que não houve violação ou invasão de seu sistema informatizado. Isso significa que as únicas pessoas que tiveram acesso aos dados de Eduardo Jorge foram auditores que possuem senha pessoal e certificação digital da Receita.

Segundo informações publicadas pelo jornal “Folha de S.Paulo” no dia 13 de junho, dados fiscais e bancários de Eduardo Jorge foram incluídos num suposto dossiê contra o PSDB, que estaria sendo preparado por setores da campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Segundo o jornal paulista, a equipe da pré-campanha de Dilma conseguiu “documentos de uma série de três depósitos na conta de EJ no valor de R$ 3,9 milhões”.

A Receita identificou todos os acessos feitos às declarações do vice-presidente do PSDB relativas aos anos de 2008 e 2009, mas não forneceu os nomes dos servidores. A corregedoria da Receita diz que quer saber agora o motivo desses acessos, segundo a nota: “As investigações prosseguem, através da instauração de processo administrativo disciplinar, para apurar se os acessos foram motivados por razão de serviço. Caso contrário, o responsável pelo acesso imotivado estará sujeito a penalidade de advertência ou suspensão de até 90 dias”.

Eduardo Jorge: “É uma embromação”

Eduardo Jorge afirmou, porém, que não confia na investigação da Receita. Segundo ele, essa foi a terceira vez que seus dados foram violados, mas o Fisco nunca tomou providências: – Leva dois minutos para saber quem teve acesso, e mais dois minutos para saber se ele foi ou não justificado.

Mas já se passou mais de um mês e até agora nada aconteceu. Se fossem informações do presidente Lula, tudo já estaria concluído.

Eduardo Jorge disse que tem documentos que mostram que seus dados saíram diretamente da Receita Federal.

E se queixa que nunca foi chamado para ajudar nas investigações: – O que estão fazendo agora é uma embromação para encobrir o crime. Quem acessou o sistema não está protegido por sigilo. Por que a Receita não divulga quem foi? Acho que o assunto vai morrer.

Ele afirmou que possui cópia dos documentos que foram vazados e que são claramente da Receita. Além disso, lembrou Eduardo Jorge, o Tribunal Regional Federal (TRF) proibiu, em 2009, que a Receita repassasse seus dados ao Ministério Público Federal e determinou que, caso isso fosse feito, os procuradores não poderiam abrir os envelopes.

O MPF estava, à época, investigando Eduardo Jorge por suposta lavagem de dinheiro, mas, por determinação do TRF, a apuração dos procuradores foi suspensa.

A nota da Receita alega que ainda é preciso verificar se o vazamento saiu mesmo do Fisco: “Caso a investigação indique a ocorrência de vazamento de informações sigilosas e conclua pela quebra de sigilo
funcional, o autor estará sujeito à pena de demissão e o inquérito será encaminhado ao MPF”.

Relembre o caso

No fim de maio, a “Veja” publicou reportagem sobre a tentativa – de um grupo ligado a Luiz Lanzetta, sócio da Lanza Comunicação, contratada pela campanha de Dilma Rousseff – de montar na campanha do PT esquema de espionagem contra tucanos.

Dias depois, o delegado aposentado da PF Onézimo Sousa, em entrevista à “Veja” – e, no último dia 17, em depoimento no Congresso -, disse ter sido convidado para conversar, em abril, com o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, da campanha petista, que nega envolvimento.

Quem encontrou Onézimo foram Lanzetta e o jornalista Amaury Ribeiro Jr., além do sargento da reserva da Aeronáutica Idalberto Mathias (Dadá) e do empresário Benedito de Oliveira Neto (Bené). Eles teriam proposto elaborar suposto dossiê contra a filha de José Serra, o deputado e ex-delegado da PF Marcelo Itagiba (PSDB) e o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, cujos dados fiscais apresentados à Receita em 2009 acabaram sendo vazados.