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Governador Antonio Anastasia assina novos financiamentos com o Bird e o BID

Governador Antonio Anastasia assina novos financiamentos com o Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento

Fonte: PSDB-MG

Em viagem a Washington (EUA), governador garante empréstimos de US$ 598 milhões para investimentos em educação, saúde, infraestrutura e meio ambiente

O governador Antonio Anastasia assina, nos dias 8 e 9 de julho, contratos de financiamento de US$ 598 milhões, em Washington, nos Estados Unidos, com o Banco Mundial (Bird) e com o Banco de Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos serão aplicados especialmente em projetos do Governo de Minas nas áreas de educação, saúde, meio ambiente e infraestrutura.

No BID, a operação de crédito a ser contratada, no dia 8, é no valor de US$ 137 milhões e os recursos serão aplicados em infraestrutura de transporte e logística e no fortalecimento institucional do Estado de Minas Gerais.

Parte dos recursos será aplicada em infraestrutura, nos programas ProMG, Proacesso e Proseg. A recuperação e construção de novas rodovias têm propiciado a várias regiões de Minas Gerais a dinamização da economia, o aumento da competitividade econômica, além do conforto à população. O empréstimo foi aprovado pelo Senado no dia 28 de abril.

Por meio do Proacesso, já foram asfaltados 3.882 km de rodovias, beneficiando 151 municípios. Outros 68 trechos estão andamento. Os investimentos, desde o início do programa, somam R$ 2,4 bilhões. Ao todo, serão pavimentados pelo Proacesso 5.453 quilômetros de estradas, beneficiando diretamente mais de 1,5 milhão de pessoas. O financiamento assinado com o BID abrangerá obras de pavimentação de acessos municipais em mais 49 trechos, com a extensão de 1.546 km.

O ProMG promoveu a recuperação de mais de 12 mil quilômetros de rodovias, inovando o sistema de gerenciamento de rodovias estaduais, com a modalidade de contratação que garante a recuperação das rodovias e sua manutenção constante. O programa, iniciado em 2006, já recuperou 4 mil quilômetros de rodovias, com investimentos de R$ 523 milhões. Os recursos contratados junto ao BID serão utilizados na recuperação de mais 2,5 mil quilômetros.

Outro programa que será financiado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento é o ProSeg, que tem como objetivo melhorar as condições de operação do trânsito de veículos com foco na segurança viária. Serão financiadas 180 intervenções de baixo custo (sinalização, defesas, melhoria de curvas, acessos, implantação de pavimento diferenciado nas travessias urbanas, nas escolas ou nos centros comunitários, correção e melhoria de interseções).

Banco Mundial

No Bird, será firmado, no dia 9 de julho, contrato no valor de US$ 461 milhões, de um financiamento adicional ao Programa Parceria para o Desenvolvimento II que será desembolsado ainda este ano. Este novo programa ajudará o Estado a recuperar os efeitos da crise financeira na execução das metas acordadas para 2010, 2011 e 2012 e contemplará um novo componente de redução da pobreza rural. Com isso, o Estado assumiu metas mais desafiadoras para os próximos anos, reforçando o seu compromisso de reduzir os índices de pobreza no Estado, com ênfase nas regiões do Norte, Jequitinhonha e Mucuri.

Entre as ações previstas neste programa, estão o combate à pobreza, infraestrutura de transporte, melhoria da qualidade do ensino, ensino profissionalizante, saúde e profissionalização do serviço público, entre outros.

O empréstimo com o Bird foi aprovado pelo Senado Federal no dia 16 de junho. A operação já havia sido aprovada pela direção do banco e pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Não há contrapartida financeira por parte do Governo de Minas. Mais uma vez, o banco adota os resultados dos programas mineiros como contrapartida. A primeira parcela será liberada logo após a assinatura do contrato.

Minas e os financiamentos externos

O Governo de Minas Gerais retomou as negociações com os organismos internacionais de fomento em 2004, após dez anos sem conseguir aval da União para financiamentos.

Com o BID, desde 2006, o Governo de Minas firmou contratos que totalizam US$110 milhões, sendo o primeiro contrato no valor de US$ 50 milhões para financiar o Proacesso, US$ 10 milhões para o Programa de Eletrificação do Noroeste de Minas Gerais, US$ 10 milhões para o Programa de Apoio à Competitividade dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) e US$ 40 milhões para o Projeto de Fortalecimento Institucional para Modernização da Gestão Fiscal do Estado. Além desses contratos de financiamento, em 2008, o BID/FUMIN realizou uma doação no valor de US$2,75 milhões para a promoção do turismo de negócios em Belo Horizonte.

Com o Banco Mundial, o Governo de Minas firmou contratos totalizando 1,2 bilhão. Em 2006, foram US$ 35 milhões para o Programa de Combate à Pobreza Rural. Neste ano, também foi assinado o primeiro contrato com o BIRD sem contrapartida financeira, Programa Parceria para o Desenvolvimento de Minas Gerais, no valor de US$ 170 milhões para investimentos na modernização da gestão pública, saneamento fiscal e apoio a implementação das Parcerias Público-Privadas (PPP). Em 2008, foi assinado o Programa Parceria para o Desenvolvimento de Minas Gerais II, no valor de US$ 976 milhões, para financiar projetos estruturadores nas áreas de educação, saúde, modernização da administração pública e infra-estrutura.

Em abril de 2007, o modelo de gestão de Minas Gerais foi apresentado para dirigentes e técnicos do Bird de todo mundo, durante a Conferência de Gestão Econômica e Redução da Pobreza do Banco Mundial (World PREM Conference), em Washington.

Em expansão, economia mineira receberá R$ 2,4 bilhões em investimentos da Gerdau

Gerdau vai estrear em 2012 na produção de aços planos no país

Fonte: Valor Econômico

A Gerdau anunciou ontem a implantação do primeiro laminador de bobinas a quente do grupo no país, na usina siderúrgica de Ouro Branco (Açominas), com capacidade instalada de 820 mil toneladas por ano. O novo equipamento entrará em operação em 2012, junto com um laminador de chapas grossas que já havia sido anunciado em outubro do ano passado e, agora, teve o projeto ampliado de 1 milhão para 1,1 milhão de toneladas por ano.

Os dois laminadores permitirão a estreia da empresa na produção de aços planos no Brasil. Até agora, as operações no segmento limitam-se à usina Gallatin, no Estado americano do Kentucky. Em comunicado, a Gerdau informou que, “no futuro”, a capacidade combinada dos equipamentos poderá ser expandida para 3 milhões de toneladas por ano, ante volume inicial de 1,9 milhão de toneladas.

O investimento nos novos laminadores será de R$ 2,4 bilhões e está incluído no programa global do grupo de R$ 9,5 bilhões para o período 2010-2014, sendo 80% no Brasil. Conforme a Gerdau, o projeto para a Açominas conta com apoio do governo de Minas Gerais e 70% do montante será gasto com fornecedores nacionais. No ano passado, quando anunciou a implantação da linha de chapas grossas, a empresa disse que os aportes chegariam a R$ 1,75 bilhão.

“Estamos investindo para atender o mercado brasileiro e global, frente à expectativa de crescimento da demanda por aço nos próximos anos”, afirmou, em comunicado, o diretor-presidente da Gerdau, André Gerdau Johannpeter. As chapas grossas e as bobinas a quente são usadas pelas indústrias petrolífera, naval, da construção civil (no segmento de construção metálica) e de máquinas e implementos. A instalação dos novos equipamentos exigirá a contratação de 700 pessoas.

A empresa também reiterou ontem que a expansão do laminador de perfis estruturais em Ouro Branco, de 540 mil para 700 mil toneladas por ano, entrará em operação em 2011, com investimentos de R$ 100 milhões. Outros R$ 352 milhões estão sendo aplicados em Minas Gerais para ampliar a produção própria de minério de ferro, de 2,7 milhões para 6,6 milhões de toneladas até 2012.

Em maio, durante a apresentação dos resultados do primeiro trimestre, a Gerdau informou que, com a expansão programada até 2012, as minas de Várzea do Lopes e Miguel Burnier serão capazes de suprir 100% das necessidades de minério de ferro da Açominas, que responde por cerca de 85% de todo o consumo da matéria-prima do grupo. Capaz de produzir 4,5 milhões de toneladas de aço bruto (usado na fabricação de laminados) por ano, a siderúrgica representa ainda 18% de toda a capacidade instalada do conglomerado.

Aécio Neves critica intervenção no PRB e Anastasia rebate Hélio Costa dizendo que candidato do PMDB está desinformado sobre o estado

Fonte: Isabella Souto e Ezequiel Fagundes – Estado de Minas

Candidato do PSDB à reeleição ao governo do estado, Antonio Anastasia, responde a críticas do seu adversário, Hélio Costa (PMDB), a respeito de investimentos de Minas na área social

Aécio e Anastasia no Centro de BH: “Agora eles vão ver o que foi feito”

No segundo dia de campanha para o Palácio da Liberdade, o clima começou a esquentar. Durante caminhada no Centro de Belo Horizonte no início da tarde de ontem, o governador e candidato à reeleição Antonio Augusto Anastasia (PSDB) respondeu a críticas de seu principal adversário, o senador Hélio Costa (PMDB), para quem o governo não investe na área social. Para o tucano, os integrantes da chapa encabeçada pelo PMDB estariam desinformados sobre os dados do estado porque passaram parte dos últimos anos fora de Minas Gerais.

A afirmação refere-se ao fato de Hélio Costa e seu candidato a vice, Patrus Ananias (PT), terem ocupado cargos em Brasília – o primeiro assumiu o mandato de senador e depois o comando do Ministério das Comunicações, enquanto o segundo, desde o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. “Eles não estão conhecendo a realidade, mas agora vão fazer campanha e vão percorrer o estado certamente, e vão ver o que foi feito em Minas”, afirmou Anastasia.

O candidato à reeleição aproveitou para ironizar os aliados de seus adversários, que, segundo ele, já fizeram elogios à gestão de seu sucessor Aécio Neves (PSDB). “Agimos de forma republicana, ao contrário do governo federal, que nas últimas liberações só favoreceram alguns partidos. Nós não, agimos republicanamente em favor de todos”, argumentou. Ao lado do governador, o candidato ao Senado Aécio Neves (PSDB) disse lamentar que a campanha do PMDB esteja pautada em dois pilares: a intervenção em partidos aliados e o discurso de “inverdades” sobre a sua gestão e de Anastasia.

A crítica à intervenção diz respeito à imposição do PRB nacional para que a legenda em Minas Gerias esteja ao lado de Hélio Costa – ao contrário do que definiu a convenção estadual, quando foi aprovada aliança com o chapão encabeçado pelo PSDB. Aécio desafiou os adversários a buscarem no próprio governo federal dados que mostram o estado como um dos primeiros colocados no ranking do ensino fundamental e na geração de empregos. “O nosso adversário, o candidato do PMDB, optou por não disputar a eleição contra o governador Anastasia, mas disputar contra a realidade. E aí, vai ficar muito mais difícil.”

Durante todo o dia de ontem, a reportagem tentou fazer contato com o candidato Hélio Costa para ele rebater as farpas dos tucanos. Entretanto, o peemedebista não atendeu os pedidos de entrevista. Procurada, a assessoria de imprensa do candidato alegou que precisaria ter acesso às declarações dos adversários para repassar ao senador. Mesmo assim, até as 20h de ontem, Costa não havia se manifestado.

Ainda de acordo com sua assessoria, não foi possível repassar a demanda pois ele estava incomunicável no Congresso Nacional. Costa passou o dia em Brasília participando de votação em regime concentrado. Lá, ele defendeu uma melhor distribuição dos royalties da mineração e cobrou maior rigor a condenados por crimes hediondos. Hoje, Costa reassume o papel de candidato fazendo campanha em Curvelo, na Região Central, junto com deputados e aliados.

Agenda
Antonio Anastasia
Viagem a Washington (EUA) para assinar contratos de financiamento de US$ 598 milhões com o Banco Mundial (Bird) e com o Banco de Interamericano de Desenvolvimento (BID).