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Crise nos Correios: ‘Protegido’ de Hélio Costa é mantido por Lula que quer evitar problema com PMDB

Correios enfrentam crise política

A imposição de realização de licitação para a contratação de franquias dos Correios é uma tentativa de moralização importante. Afinal, elas representam pouco mais de 10% da rede de lojas da estatal, mas têm peso de cerca de 30% em movimento e receita.

Já a crise dos Correios pode ser vista também como uma crise política. Depois que a eficiência da estatal foi posta em xeque com atrasos nas entregas de correspondências e encomendas e explosão de reclamações, o PMDB, que comanda a empresa, teve de tomar uma atitude para prestar contas ao presidente Lula. Padrinho de boa parte das indicações, o partido entregou no dia 16 a cabeça do diretor de Operações dos Correios, Marco Antonio Oliveira, conforme antecipou a Agência Estado. A proposta de demissão de Oliveira já vinha sendo discutida desde maio.

Apesar da insatisfação com a qualidade dos serviços, Lula tem evitado fazer uma mudança drástica, que atingiria o presidente da estatal, Carlos Henrique Custodio, para não criar problemas com o PMDB, aliado na campanha de Dilma Rousseff à Presidência.

Isso porque Custodio é protegido do senador Helio Costa (PMDB), ex-ministro das Comunicações e candidato da base aliada ao governo de Minas, e do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Nos Correios, foram também bancados pelo PMDB os diretores Decio Braga de Oliveira (Econômico-Financeira) e Pedro Magalhães Bifano (Gestão de Pessoas) – além do demitido Oliveira.

O estopim para a demissão de Oliveira foi uma reunião promovida por ele em São Paulo, uma semana anterior à sua demissão, com os diretores regionais, para apresentar um programa de recuperação dos Correios, que excluía a área dele da lista de problemas.

A demissão de Oliveira parece ter acalmado os ânimos do Planalto. Mas, pelo visto, o presidente Lula ainda não está satisfeito com os resultados da estatal. Tanto que convocou os ministros das Comunicações, Casa Civil e Planejamento para apresentarem um plano de reestruturação para a empresa.

A preocupação do governo é mais do que válida, já que os Correios prestam um serviço muito importante para a população. Durante anos, a estatal foi símbolo de eficiência e qualidade. Além disso, têm monopólio de um serviço essencial e representam um mercado bilionário. Se os Correios não tiverem mais condições de atender à finalidade para a qual foram criados, uma opção seria abrir o mercado à concorrência. E que vença o melhor.

Fonte: Karla Mendes – O Estado de S.Paulo

Correios enfrentam crise política

A imposição de realização de licitação para a contratação de franquias dos Correios é uma tentativa de moralização importante. Afinal, elas representam pouco mais de 10% da rede de lojas da estatal, mas têm peso de cerca de 30% em movimento e receita.

Já a crise dos Correios pode ser vista também como uma crise política. Depois que a eficiência da estatal foi posta em xeque com atrasos nas entregas de correspondências e encomendas e explosão de reclamações, o PMDB, que comanda a empresa, teve de tomar uma atitude para prestar contas ao presidente Lula. Padrinho de boa parte das indicações, o partido entregou no dia 16 a cabeça do diretor de Operações dos Correios, Marco Antonio Oliveira, conforme antecipou a Agência Estado. A proposta de demissão de Oliveira já vinha sendo discutida desde maio.

Apesar da insatisfação com a qualidade dos serviços, Lula tem evitado fazer uma mudança drástica, que atingiria o presidente da estatal, Carlos Henrique Custodio, para não criar problemas com o PMDB, aliado na campanha de Dilma Rousseff à Presidência.

Isso porque Custodio é protegido do senador Helio Costa (PMDB), ex-ministro das Comunicações e candidato da base aliada ao governo de Minas, e do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Nos Correios, foram também bancados pelo PMDB os diretores Decio Braga de Oliveira (Econômico-Financeira) e Pedro Magalhães Bifano (Gestão de Pessoas) – além do demitido Oliveira.

O estopim para a demissão de Oliveira foi uma reunião promovida por ele em São Paulo, uma semana anterior à sua demissão, com os diretores regionais, para apresentar um programa de recuperação dos Correios, que excluía a área dele da lista de problemas.

A demissão de Oliveira parece ter acalmado os ânimos do Planalto. Mas, pelo visto, o presidente Lula ainda não está satisfeito com os resultados da estatal. Tanto que convocou os ministros das Comunicações, Casa Civil e Planejamento para apresentarem um plano de reestruturação para a empresa.

A preocupação do governo é mais do que válida, já que os Correios prestam um serviço muito importante para a população. Durante anos, a estatal foi símbolo de eficiência e qualidade. Além disso, têm monopólio de um serviço essencial e representam um mercado bilionário. Se os Correios não tiverem mais condições de atender à finalidade para a qual foram criados, uma opção seria abrir o mercado à concorrência. E que vença o melhor.

Fonte: Karla Mendes – O Estado de S.Paulo

Gestão: Sistema eletrônico de compras públicas implementado por Aécio Neves e Anastasia é referência mundial

Prioridade para órgãos internacionais

NORMAS EM HARMONIA,

A implementação de sistemas eletrônicos de compras públicas é uma das prioridades dos bancos multilaterais para os países aos quais realizam empréstimos. Tanto é que o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Banco Mundial, o Banco de Desenvolvimento Africano e o Banco de Desenvolvimento Asiático discutem recorrentemente o assunto, juntos, no âmbito do Grupo de Trabalho sobre Compras Eletrônicas do Setor Público, formado pelas quatro instituições.

Um dos objetivos é estudar formas de como harmonizar as normas cujo cumprimento os bancos exigem dos países. Para tanto, um site desenvolvido pelo grupo (www.mdbegp.org) abriga uma espécie de banco de dados mundial a respeito do tema. Ali se encontram desde guias até pesquisas e relatos de casos de sucesso na implementação de sistemas eletrônicos de compras públicas.

No ano passado, a III Conferência Global sobre Aquisições Eletrônicas de Governo, organizada pelo grupo e sediada nos Estados Unidos, reuniu compradores de 95 países para debater o assunto. Entre os exemplos brasileiros apresentados na ocasião se destacaram os sistemas de compras públicas do governo federal e dos estados de Minas Gerais e São Paulo.

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Fonte: Brasil Econômico

Cemig inicia em Sete Lagoas experiência inovadora que monitora rede pela internet e pode deixar tarifa mais barata

Tecnologia permite a distribuidoras controlar o consumo em tempo real

Para o cliente, novas redes permitem tarifas menores e maior controle dos gastos

O objetivo das distribuidoras de energia em avaliar a mudança de suas redes para grades inteligentes está na melhoria de gestão. Com a rede elétrica conectada à internet, ela passa a coletar dados em tempo real de qualquer ocorrência na infraestrutura.

Com isso, pode entender melhor o comportamento do consumidor e receber atualizações constantes em relação a picos de uso e falhas. A companhia energética pode ainda tomar medidas ágeis para consertar defeitos, otimizar gastos com manutenção ou criar políticas de preços diferenciados, que estimulem o consumo mais eficiente.

Para o cliente, a rede inteligente pode resultar em tarifas menores e em um melhor entendimento das medidas que reduzem a conta de luz. No Brasil, entre as empresas que estudam o modelo está a Cemig, que começa projeto-piloto este ano em Sete Lagoas (MG).

Os projetos de implementação das novas redes não altera, a princípio, o modelo de negócios das distribuidoras. Essas empresa continuama vender energia para consumidores finais e empresas. A carteira de fornecedores delas, no entanto, será ampliada para além dos tradicionais fabricantes de cabos,medidores e torres.

Com a internet sendo integrada à rede, essas empresas passam a buscar fornecedoras de software de gestão dos dados de consumo energético, de equipamentos que direcionam o tráfego de internet e medidores digitais.

Além das empresas de tecnologia da informação e telecomunicações (as operadoras americanas AT&T e Verizon também entraram na disputa), fornecedores tradicionais do segmento, como GE, ABB e Honeywell, fizeram compras ou aportes em pequenas empresas especializadas em tecnologia para smart grids este ano.

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Fonte: Brasil Econômico


Retomada: Em pleno vapor economia mineira registra crescimento das exportações em junho

Exportações mineiras registram crescimento

Fonte: Jornal do Comércio

Estado acumula saldo positivo

As exportações mineiras atingiram US$ 2,522 bilhões em junho, enquanto que as importações do Estado no mês passado somaram US$ 866 milhões, gerando um saldo positivo de US$ 1,656 bilhão. A corrente comercial de junho, que representa a soma de embarques e desembarques, totalizou US$ 3,388 bilhões. As informações são do diretor da Central Exportaminas, Jorge Duarte de Oliveira. “Foi o melhor mês pós-crise para o comércio exterior de Minas Gerais”, destacou.

De acordo com os dados do órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), na comparação dos embarques do Estado de junho deste ano (US$ 2,522 bilhões) frente aos US$ 2,506 bilhões registrados no mês anterior, houve leve avanço de 0,6%. Minas respondeu por 14,7% das exportações brasileiras no intervalo.

As importações do Estado no sexto mês de 2010 somaram US$ 866 milhões contra US$ 834,045 milhões em junho do exercício passado, com crescimento de 3,8%. Os desembarques mineiros do período representaram uma participação de 5,8% do total nacional.

No acumulado do primeiro semestre de 2010, as exportações mineiras somaram US$ 12,309 bilhões, montante 36,7% maior do que o valor dos embarques mineiros no mesmo período do ano passado (US$ 9,004 bilhões). As vendas externas de Minas Gerais no intervalo responderam por 13,8% do total nacional.

As importações estaduais de janeiro a junho, conforme os dados da Central Exportaminas, totalizaram US$ 4,412 bilhões sobre US$ 3,137 bilhões no primeiro semestre de 2009, o que representa uma expansão de 40,6%. A participação dos desembarques mineiros no período foi de 5,4% do total do país.

Retomada – O saldo da balança comercial mineira dos seis primeiros meses do ano (US$ 7,897 bilhões) foi 0,1% superior ao brasileiro (US$ 7,887 bilhões), o que, na avaliação do diretor da Central Exportaminas, “mostra que a retomada da economia de Minas Gerais é mais veloz do que a recuperação nacional”. O saldo estadual do período foi 34,6% maior do que o do mesmo intervalo de 2009.

Conforme informações de Oliveira, a corrente comercial do Estado no primeiro semestre deste exercício somou US$ 16,721 bilhões, confirmando um crescimento de 37,7% em comparação com o montante registrado no mesmo intervalo do ano passado (US$ 12,143 bilhões).

Para o diretor, os números do comércio exterior de Minas Gerais dos seis primeiros meses de 2010 refletem a recuperação da demanda e do preço no mercado internacional das principaiscommodities da pauta exportadora do Estado, como minério de ferro, celulose e açúcar.

“Estamos próximos de alcançar os números registrados no período que antecedeu a crise financeira internacional, que acabou impactando o volume das exportações da principaiscommodities mineiras. A recuperação da demanda e dos preços destes produtos, como minério de ferro, açúcar e celulose, no mercado mundial gerou o avanço da participação de Minas nas exportações nacionais”, analisou.

Produção industrial em Minas cresce acima da média brasileira

Indústria mantém expansão

Fonte: Tetê Ribeiro – Estado de Minas

A produção industrial em Minas Gerais voltou a crescer em maio, em ritmo acelerado. Enquanto no Brasil o indicador avançou 14,8% na comparação com o mesmo mês de 2009, a curva positiva foi de 22,4% no estado. Considerando o acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, os números também são positivos: 17,3% no país frente aos 24,5% registrados no parque industrial mineiro. Ante abril, a indústria nacional apresentou estabilidade (0,0%) em maio, mas em Minas avançou 1,1% – a sexta alta seguida –, o que fez a região figurar entre as seis que mostraram crescimento nas 14 pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados do IBGE ainda mostram que a indústria mineira cresceu 4,6% nos últimos 12 meses, a maior taxa desde outubro de 2008 (6,5%). No país, a taxa ficou em 4,5%. “Os números mostram que a indústria mineira está se recuperando da crise, já que foi um dos estados mais afetados. Os dados mostram que o estado não se acomodou, como o Brasil, e continua crescendo”, afirma o economista da coordenação da Indústria do IBGE, Fernando Abritta.

“A crise ficou para trás. A expectativa é de que em Minas vamos crescer neste ano acima da média nacional”, afirma o gerente de economia e finanças das Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Guilherme Velloso. Segundo ele, dois fatores explicam a curva de crescimento de Minas acima da média do Brasil. O primeiro, que segue a análise do IBGE, é o fato de o estado ter sido um dos mais atingidos pela turbulência na economia global que começou em meados de 2008. No ano passado, a retração industrial no país foi de 7,4%, mas, em Minas, a queda chegou a 13,1% em relação a 2008. Portanto, é natural que a indústria mineira tenha uma performance mais robusta justamente por ter uma base de comparação fraca.

O segundo fator, segundo Veloso, é que setores fortes na estrutura do parque industrial mineiro apresentaram um crescimento acima da média nacional. A indústria extrativa, que tem um peso de 14% na produção industrial do estado, avançou 17,9% no Brasil nos cinco primeiros meses de 2010, mas em Minas a alta foi de 47,7%. No mesmo período, o setor de metalurgia básica, que representam 22,2% das atividades industriais no estado, cresceu 33,7% no país frente a 51,8% em território mineiro. A diferença na produção de máquinas e equipamentos foi mais expressiva: 42,5% na média nacional ante 108,9% em Minas. Outros setores como alimentos e veículos automotores também apontaram resultados positivos no desempenho da indústria mineira (veja quadro). A projeção da Fiemg é que a produção industrial no estado avance entre 12% e 13% em 2010.

Aécio Neves e Antonio Anastasia foram a Serra da Piedade e hoje fazem corpo a corpo na Praça Sete, em Belo Horizonte

Tucano pede benção na largada

PSDB: Primeiro evento de rua da campanha do PSDB está marcado para hoje no centro de Belo Horizonte

Antonio Anastasia faz corpo a corpo na praça Sete antes de viagem aos EUA

A Serra da Piedade, em Caeté, foi o local escolhido para o início oficial da campanha do governadorAntonio Anastasia (PSDB) para a reeleição ao governo de Minas e do ex-governador Aécio NevesAnastasia ainda vai fazer o primeiro corpo a corpo na capital mineira, hoje, ao meio dia, na praça Sete, antes de viajar para Washington, nos Estados Unidos, para a assinatura de convênio com o Banco Mundial (BID). (PSDB), candidato ao Senado.

Acompanhados do vice na chapa, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), Anastasia e Aécio receberam as bênçãos do padre Nédio Ladeira em uma missa realizada para os políticos, parentes e amigos dos candidatos. O governador, do altar da capela de Nossa Senhora da Piedade, padroeira do Estado de Minas Gerais, pediu força e proteção para ter uma caminhada tranquila, com ética e responsabilidade. “Eu acredito que não há ninguém que possa pretender exercer qualquer função pública que não pretende ter também a proteção de Deus”, afirmou o governador.

O ex-governador Aécio Neves afirmou que a partir de hoje começam as movimentações da coligação Sou mais Minas Gerais. Ele disse que a caminhada pelo centro da capital hoje será a “primeira grande aquecida” na campanha da chapa.

“Vamos amanhã (hoje) reunir a militância, no nosso primeiro evento de rua, e os partidos que nos apoiam para darmos a grande largada. E obviamente, depois do retorno do governador Anastasia (de Washington), teremos uma extensa agenda de viagens por todo o interior”, disse.

O Triângulo Mineiro, região onde o desempenho de Anastasia nas pesquisas é mais fraco, não terá uma atenção especial na campanha, de acordo com o governador. Para ele, todas as regiões de Minas terão tratamento igual na condução da sua candidatura, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento do plano de governo. “Minas é uma só. E vamos caminhar por todo o Estado, sem distinção”, afirmou.

Conciliação. Anastasia afirmou que o grande desafio é a conciliação das funções no cargo executivo com as agendas de campanha que serão intensificadas na próxima semana. “Nós vamos coincidir de maneira clara as duas funções, de candidato e governador, e apresentar aos mineiros propostas interessantes. E vamos debatê-las com Minas inteira, nos quatro cantos do Estado”, garantiu.

No próximo dia 16, pelo menos 300 prefeitos serão convidados a participar, na Cidade Administrativa, de um ato oficial em comemoração ao Dia de Minas.

Já no dia seguinte, de acordo com a coordenação da campanha tucana, cerca de 1.500 militantes e todos os candidatos da coligação “Sou mais Minas Gerais” participarão de uma caminhada pelo centro da capital.

Fonte: Flávia Martins Y Miguel – O Tempo

Aécio Neves destaca liderança de Minas no Ideb e ressalta seriedade das ações Educação

Aécio Neves destaca liderança de Minas Gerais em ranking nacional da educação

Dados do Ministério da Educação mostram que Minas Gerais atingiu todas as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)

O candidato ao Senado Aécio Neves (Coligação Somos Minas Gerais) destacou hoje o primeiro lugar de Minas Gerais no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC). O Ideb é o principal indicador de qualidade do ensino público no Brasil.

“Dados do Ministério da Educação mostram que Minas foi o Estado que mais avançou na educação fundamental, principalmente. Há algo sendo construído em Minas Gerais e que nós vamos, com ética, seriedade e com responsabilidade, lutar para que não seja interrompido; tenha continuidade”, disse Aécio Neves, em entrevista, no Santuário da Serra Piedade, no município de Caeté, onde ele o governador Antonio Anastasia deram início à campanha pela eleição ao Senado e ao Governo de Minas.

Em dois anos, o Ideb de Minas Gerais para a 4ª série aumento 0,9, levando o Estado da 5ª posição à liderança nacional. O Ideb foi criado em 2005, pelo Governo Federal, para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O índice utiliza escala de zero a dez pontos e é medido a cada dois anos.

Números

Os números do Ideb mostram que Minas Gerais atingiu as metas estabelecidas para todos os níveis de ensino. Para os anos iniciais do Ensino Fundamental, a meta era 5,1 pontos. Minas atingiu 5,6. Comparando apenas as escolas estaduais, o resultado foi ainda melhor: 5,8.

Para os anos finais, a meta de 2009 era de 3,9 pontos. Minas Gerais registrou 4,3. Já no Ensino Médio, onde o Estado ocupou o 3º lugar no ranking, Minas marcou 3,9 pontos, exatamente a meta prevista para 2009.

Também de acordo com os números do Ideb, das 15 cidades que mais subiram, nove estão emMinas. A melhor delas, Claraval (Sul de Minas), aumentou sua nota em 3,9, ficando com 8,2 pontos.

As escolas estaduais nessa etapa também se destacam: 77% alcançaram ou passaram a meta e 29% obtiveram nota igual ou maior que 6,0. Nenhuma outra rede estadual chegou aos 17% de colégios com mais de 6,0.

Resultados Minas Gerais

Minas Gerais atingiu a meta nacional e a estadual do Ideb em todos os níveis de ensino (anos iniciais, anos finais e ensino médio).

Anos Iniciais – 1º lugar

Minas Gerais foi um dos estados que apresentou o maior crescimento nos anos iniciais, cresceu 0,9 pontos.

IDEB – Anos Iniciais – Rede Estadual – Minas Gerais, na rede estadual, ficou em 1º lugar no IDEB com 5,8.

IDEB – Anos Iniciais – Todas as redes – Minas Gerais ficou 1º lugar, com 5,6, juntamente com Distrito Federal.

IDEB – Anos Iniciais

Região/ Rede IDEB IDEB IDEB Metas
Unidade da Federação 2005 2007 2009
(N x P) (N x P) (N x P) 2007 2009 2011
Brasil Estadual 3,9 4,3 4,9 4,0 4,3 4,7
Sudeste Estadual 4,5 4,7 5,4 4,6 4,9 5,3
Minas Gerais Estadual 4,9 4,9 5,8 5,0 5,3 5,7
Brasil Total 3,8 4,2 4,6 3,9 4,2 4,6
Sudeste Total 4,6 4,8 5,3 4,6 5,0 5,4
Minas Gerais Total 4,7 4,7 5,6 4,8 5,1 5,5
Fonte: Inep.

Anos Finais – 3º lugar

IDEB – Anos Finais – Rede Estadual – Minas Gerais ficou em 3º lugar no ranking nacional com IDEB igual a 4,1, superado pelos estados de São Paulo que ficou em 1º lugar com 4,3 e Santa Catarina  e  Mato Grosso, empatados na 2ª posição com 4,2.

IDEB – Anos Finais – Todas as redes – O estado de Minas Gerais ficou em 3º lugar no ranking nacional com IDEB igual a 4,3, superado apenas pelos estados de Santa Catarina e São Paulo, empatados na 1ª posição, com 4,5 e Distrito Federal, na 2ª posição com 4,4.

IDEB – Anos Finais

Região/ Rede IDEB IDEB IDEB Metas
Unidade da Federação 2005 2007 2009
(N x P) (N x P) (N x P) 2007 2009 2011
Brasil Estadual 3,3 3,6 3,8 3,3 3,5 3,8
Sudeste Estadual 3,6 3,8 4,1 3,7 3,8 4,1
Minas Gerais Estadual 3,6 3,7 4,1 3,6 3,8 4,0
Brasil Total 3,5 3,8 4,0 3,5 3,7 3,9
Sudeste Total 3,9 4,1 4,3 4,0 4,1 4,4
Minas Gerais Total 3,8 4,0 4,3 3,8 3,9 4,2

Fonte: Inep.

Ensino Médio – 3º lugar

IDEB – Ensino Médio – Rede Estadual

  • Minas Gerais está em 3º lugar, com 3,6, empatado com São Paulo e rio Grande do Sul. Atrás do Paraná (3,9) e Rondônia e Santa Catarina, empatados na segunda posição com 3,7.

IDEB – Ensino Médio – Todas as redes

  • Minas Gerais está em 3º lugar, com 3,9, empatado com o Rio Grande do Sul e São Paulo e atrás do Paraná (4,2) e Santa Catarina (4,1).

IDEB – Ensino Médio

Região/ Rede IDEB IDEB IDEB Metas
Unidade da Federação 2005 2007 2009
(N x P) (N x P) (N x P) 2007 2009 2011
Brasil Estadual 3,0 3,2 3,4 3,1 3,2 3,3
Sudeste Estadual 3,2 3,4 3,5 3,3 3,3 3,5
Minas Gerais Estadual 3,4 3,5 3,6 3,5 3,6 3,7
Brasil Total 3,4 3,5 3,6 3,4 3,5 3,7
Sudeste Total 3,6 3,7 3,8 3,6 3,7 3,9
Minas Gerais Total 3,8 3,8 3,9 3,8 3,9 4,1

Fonte: Inep.

Fonte: PSDB-MG