• Agenda

    julho 2010
    S T Q Q S S D
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

Primeiro centro de bioinformática do país

Minas ganhou esta semana o seu Centro de Excelência em Bioinformática (CEBio), o primeiro do país. Ponto central de uma rede de núcleos de bioinformática em Minas, ele fornece às empresas e pesquisadores informações e computadores de alta performance em processamento e armazenamento de dados para a realização de análises computacionais de informação biológica. Atualmente, o centro atende 13 projetos em conjunto com instituições nacionais e internacionais e sua estrutura física funciona no Barro Preto. O CEBio é uma parceria entre a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), por meio do Arranjo Produtivo Local (APL) de Biotecnologia, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e o Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR/Fiocruz Minas).

Taxa de desemprego cai e se iguala à de janeiro

Em maio, a taxa de desemprego total na região metropolitana de Belo Horizonte passou de 9,9% para 9,6%. A taxa é a mesma de janeiro de 2010, quando foi registrado o menor percentual em 11 meses.

Entre abril e maio, o desemprego passou de 8% para 7,9%. O número de ocupados na região metropolitana diminuiu em relação ao mês anterior, sendo estimado em 2.248 mil trabalhadores. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada ontem pela Fundação João Pinheiro.

Na comparação com abril, o comércio gerou 5.000 postos de trabalho, enquanto a indústria apresentou retração de 11 mil ocupações.

Projeção. O diretor de política econômica do Banco Central, Carlos Hamilton, afirmou ontem, na divulgação do relatório de inflação do segundo trimestre, que a taxa de desemprego média de 2010 no país deve ficar em torno de 7%.

Fonte:  O Tempo
Link para assinantes: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1710&IdCanal=5&IdSubCanal=&IdNoticia=144940&IdTipoNoticia=1

Rendimento é recorde em BH

Média de salários paga na capital em abril é a maior da história e supera os vencimentos médios em São Paulo. Desemprego na região metropolitana em maio é o menor desde 1996

Paula Takahashi

Os trabalhadores da Grande BH nunca tiveram rendimentos tão altos, maiores inclusive do que os da Região Metropolitana de São Paulo, reconhecida por pagar um dos melhores salários do país. Em abril, o rendimento real médio dos ocupados foi estimado em R$ 1.319,00, recorde para a série histórica da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), iniciada em 1996 . O levantamento, organizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Fundação Seade, Fundação João Pinheiro (FJP) e governo de Minas Gerais, revela um aumento de 1,2% nos ganhos dos trabalhadores, alcançando valor que fica atrás somente de Brasília entre as oito regiões metropolitanas pesquisadas (veja quadro).

O destaque fica por conta da fatia da população mais rica, que conquistou os aumentos salariais mais expressivos entre os assalariados, enquanto a parcela mais pobre manteve os ganhos em relativa estabilidade. “Os 25% mais ricos tiveram uma majoração salarial de 3,8%, passando para ganhos de R$ 3.169. Entre eles, os 10% com melhores ganhos tiveram crescimento de 4,4% com uma remuneração estimada em R$ 4.979. Enquanto isso, a parcela que ganha menos apresentou até uma ligeira queda dos rendimentos, não muito expressiva”, avalia o coordenador da PED pelo Dieese, Mário Rodarte.
A justificativa para esse cenário está na carência de mão de obra qualificada que atinge diversos setores da economia mineira. “Isto está muito relacionado à concorrência do mercado por trabalhadores qualificados. E são esses postos que detêm os maiores rendimentos”, observa Rodarte.

Com carteira Outro recorde da pesquisa foi a taxa de desemprego de 9,6% em maio, a menor para o período desde 1996. “Este também é o melhor mês de maio em termos de formalização, já que 48,1% dos ocupados são assalariados com carteira assinada. Em 2009, eram 45,5%. Se somar essa resultado ao setor público, a formalização chega a 62,1%”, calcula Rodarte. Apesar dos índices positivos, a maioria dos setores extinguiu postos de trabalho no período.

A indústria liderou as demissões, com 11 mil vagas a menos, enquanto a construção civil, serviços e outros setores fecharam mil postos cada um. Somente o comércio abriu vagas, com 5 mil oportunidades em maio. A justificativa para a queda da taxa de desemprego fica por conta da saída de 18 mil trabalhadores da População Economicamente Ativa (PEA). “É uma nota de cautela, já que alguns ramos vêm experimentando desaquecimento, principalmente no setor industrial, puxado pelo metal-mecânico, vestuário, têxtil e alimentação”, explica Rodarte.

Sinais que poderão ser sentidos já nos próximos levantamentos de trabalhadores com carteira assinada do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho. “Como a PED é uma pesquisa domiciliar, os sinais são sentidos mais rápido”, avalia Rodarte.

Micro e pequenas Dados da Pesquisa Industrial Anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que as micro e pequenas empresas com até quatro funcionários representavam 46,8% do total de companhias na atividade industrial em 2008, mas respondiam por apenas 5,5% dos empregos nas fábricas. A pesquisa destaca a concentração no segmento industrial, no qual o grupo de empresas com cinco ou mais empregados respondia por 94,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do setor estimado em R$ 715 bilhões.

Fonte:  Estado de Minas – 01/07/2010
Link para assinantes: http://wwo.uai.com.br/EM/html/sessao_15/2010/07/01/interna_noticia,id_sessao=15&id_noticia=143860/interna_noticia.shtml

Governo defende mais recursos federais para MG

Empresas.
Minas atraiu R$ 50 bilhões no primeiro semestre

Petrobras teria destinado só 1% de seus investimentos para o Estado

ZU MOREIRA
Ao anunciar os investimentos de R$ 50 bilhões que o Estado atraiu no primeiro semestre, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Sérgio Barroso, fez duras críticas ao governo federal. “Todas as áreas do governo federal não têm interesse em investir no Estado”, disse, durante lançamento da parceria com a Ericsson do Brasil, que prevê R$ 16 milhões para a implantação de atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos (P&D).

Barroso citou, como exemplo, a Petrobras, que tem um plano de negócios de US$ 224 bilhões nos próximos cinco anos. “Para Minas estão previstos cerca de R$ 2 bilhões, ou 1% do total. Se representamos 10% da economia do país, o valor deveria ser de, no mínimo, R$ 24 bilhões”, disse. O governo estadual tem interesse em desenvolver parceria com a estatal em várias áreas. Um dos projetos é a implantação de uma fábrica de amônia, em Uberaba. Minas também depende da União para desenvolver sua malha ferroviária.

No Norte de Minas, por exemplo, há necessidade de construção de um ramal para escoar a produção de minério de ferro do projeto Sul América Metais, a ser implantado a partir de 2014, em Grão Mogol, mediante investimentos de R$ 3,2 bilhões. O projeto do grupo Votorantim inclui mina de ferro e uma planta de beneficiamento, com geração de 1.800 empregos diretos.

O problema é que a opção de escoar a produção via mineroduto não é bem vista pelo governo, já que necessitará de muita água para o bombeamento do minério, em uma região semiárida. “Não podemos obrigar a empresa a construir uma ferrovia, que é uma concessão federal. Então, teremos que conversar com o governo”, disse.

BHTec já está pequeno, diz secretário
O secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Evaldo Vilela, disse ontem que o conselho do Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BHTec) deve aprovar em breve as bases para o lançamento do edital para atrair empresas âncoras. “A expectativa é que o edital saia ainda neste ano”, disse.
De acordo com Vilela, o BHTec já ficou pequeno. Ele disse que o próximo governo vai ter que criar uma ramificação do BHTec: um parque industrial tecnológico. O projeto está em fase de estudos ambientais e será instalado próximo ao aeroporto de Confins. (ZM)

Investimentos
Empresas. Até o fim do ano, o Estado espera atrair um total de R$ 79 bilhões em investimentos da iniciativa privada. Segundo o governo, o volume de recursos é 50% maior que o atraído por São Paulo.

Flash
No ar. A Eurocopter, principal acionista da fabricante de helicópteros Helibras, tem interesse em instalar no Estado um inédito centro de design de helicópteros.
Desembolso. O presidente do BDMG, Paulo Paiva, apresentou ontem o último balanço dos desembolsos do banco de fomento no Estado. A instituição realizou empréstimos da ordem de R$ 691 milhões de janeiro a junho, 102% a mais que em igual período de 2009.

Investimento
Ericsson planeja centro de serviços no Estado
A Ericsson do Brasil e o governo estadual iniciaram as negociações para a instalação de um centro de prestação de serviços da empresa em Minas Gerais. Na próxima segunda-feira, o vice-presidente da Ericsson, Eduardo Ricotta, deve se encontrar com o governador Antonio Anastasia para discutir o assunto. “É um projeto embrionário. Não temos ainda os números, mas vamos conversar com o Estado”, disse. A ideia é construir um centro tecnológico para prestação de serviços aos clientes da multinacional, ou seja, as operadoras de telefonia.

Ontem, a empresa firmou parceria com o Estado para o início dos projetos de tecnologias para a televisão digital e a integração das telefonias fixa e móvel. Cada parte irá desembolsar cerca de R$ 8 milhões.

“A Ericsson tem mais de 20 centros de pesquisa no mundo, e todos estavam querendo esse projeto de IPTV e IMS”, ressaltou Ricotta. Ele prevê um “crescimento gigantesco” no setor de telecomunicações nos próximos anos. (ZM)

Fonte:  O Tempo
Link para assinantes: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1710&IdCanal=5&IdSubCanal=&IdNoticia=144935&IdTipoNoticia=1

Governo de Minas e Ericsson vão aplicar R$ 16 milhões em pesquisa e desenvolvimento

INOVAÇÃO

A Ericsson irá desenvolver atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos no setor de TI e Telecom em Minas Gerais com apoio do governo estadual. Ao todo, o investimento será de R$ 16 milhões, sendo R$ 8 milhões da Ericsson e R$ 8 milhões da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais e da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais. O acordo foi fechado ontem.

Fonte:  Brasil Econômico
Link para assinantes: http://www.brasileconomico.com.br/assinaturas/epapers.html