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Governo Anastasia leva plano de expansão do aeroporto em Confins até à Assembleia

O desenvolvimento de um hub logístico de passageiros e cargas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) foi tema da apresentação realizada, nesta quarta-feira (19), pelo subsecretário de Assuntos Internacionais da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Luiz Antônio Athayde, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Em sua palestra na Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas, ele abordou os aspectos estratégicos do master plan, elaborado pela Jurong Consultants, que prevê a expansão do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, até 2039, quando a capacidade final de transporte será de 37 milhões de passageiros/ano, passando então a ser um dos aeroportos de maior conectividade da América dos Sul.

Em sua primeira fase, a ampliação vai elevar a capacidade do AITN para o transporte de até 12 milhões de passageiros/ano, compreendendo 7 milhões de passageiros no terminal 1 (já reformado) e 5 milhões de passageiros na fase 1 do terminal 2.

Durante a audiência, o subsecretário explicou as perspectivas de crescimento com a elaboração do Plano Macroestrutural, com vistas à diversificação da economia mineira, impulsionando setores como telecomunicações, Tecnologia da Informação (TI), biotecnologia e aeronáutica e aeroespacial.

“Com a implantação de um corredor multimodal na RMBH, a área será transformada em um polo de excelência e de investimentos internacionais, garantindo o desenvolvimento sustentável, o atendimento às demandas da nova economia, além do aumento da qualidade de vida e a geração de empregos qualificados para os próximos 20 anos”, destaca Luiz Antônio Athayde. É o primeiro estudo em regiões metropolitanas no Brasil que é elaborado com ampla governança ambiental o que facilitará sobremaneira a atração de investimentos de empresas com alto conteúdo tecnológico.

Descentralização, preservação e conservação, integração regional e sociofacilitação são pilares da estratégia para fomentar os avanços e difundi-los por novos espaços. “Assim, projetamos desenvolver a área, preparando-a para operar no conceito funcional de cidade-aeroporto onde cada investimento é avaliado em função da sua proximidade do terminal aeroportuário e do seu sistema de pistas”, antecipa o subsecretário.

Também se insere nesse cenário de propulsão do desenvolvimento do Vetor Norte o Aeroporto Industrial (AI), em implantação no AITN, que será um local apropriado para empresas de alta tecnologia com sistema aduaneiro diferenciado tanto para exportação e importação de bens e componentes e que operam dentro das cadeias globais de suprimentos.

Governo Antonio Anastasias promove, ainda, outras importantes iniciativas para a implantação do novo centro de aperfeiçoamento da Força Aérea Brasileira em Lagoa Santa que vai definindo o perfil do Vetor Norte para os serviços avançados e as empresas de alta tecnologia.

Governo Antonio Anastasia garante R$ 78 milhões para investimentos em energia

secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, afirmou, nesta quarta-feira (19), durante assinatura de protocolo de intenções para construção de duas novas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), que o Governo Antonio Anastasia está incentivando a geração de energia como forma de dar sustentação à demanda gerada pelo grande desenvolvimento econômico e industrial do Estado.

“Precisamos produzir nossa própria energia, por isso, estamos apoiando projetos sustentáveis”, enfatizou o secretário, que em seguida explicou “investimento sustentável como aquele em que se trabalha em três áreas simultaneamente: ambiental, econômica e social”.

O protocolo de intenções, no valor de R$ 78 milhões, foi assinado entre o secretário Sergio Barroso e o vice-presidente da Renova Energia S.A, Renato do Amaral Figueiredo, e pelo gerente de Projetos, Marcelo José Fiorino de Castro. A empresa paulista irá construir duas PCHs nas regiões Sul e Leste do Estado: A Eixo B-3, em Passos e a de Figueirinha II, em Guanhães.

O projeto terá início este ano e término previsto para julho de 2012, quando deverá gerar 17 megawatts de energia. Durante as obras, deverão ser gerados 970 empregos diretos e indiretos. A previsão de faturamento é da ordem de R$ 10,6 milhões no primeiro ano, atingindo R$ 12,7 milhões, a partir de 2013.

A empresa

Fundada em 2000, a Renova Energia atua na geração de energia elétrica por meio de fontes alternativas renováveis, como pequenas centrais hidrelétricas e energia eólica e tem três PCHs em operação no Complexo Hidrelétrico Serra da Prata, na Bahia, com 41,8 MW e 14 parques eólicos também na Bahia que somam 270 MW, em fase de implantação.

A empresa, que já atua em Minas Gerais, tem portfólio de projetos de energia alternativa renovável distribuído também por Mato Grosso, Maranhão, Goiás, Tocantins e Paraná.

A Renova Energia adota uma abordagem diferenciada no setor de energia alternativa, integrando as atividades de prospecção e desenvolvimento de projetos ao seu modelo de negócios. Ainda, privilegia a escala e a concentração geográfica na concepção dos seus empreendimentos, o que assegura a obtenção de sinergias nas fases de construção e operação de ativos.

Créditos de carbono

Durante a assinatura do protocolo, os representantes da Renova deixaram claro que pretendem acessar ativamente o mercado de créditos de carbono. A geração de energia por PCHs e usinas eólicas é limpa, com menor emissão de gás carbônico, sendo possível emitir créditos de carbono, o que contribui para a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.

Para que sejam comercializados, os créditos devem ser emitidos e certificados em consonância com o Protocolo de Kyoto. Como parte de sua estratégia, a Renova pretende qualificar cada um de seus projetos para a certificação de créditos de carbono. A venda desses certificados poderá lhe conferir fonte de receita adicional. A geração de créditos de carbono poderá ser uma importante ferramenta para atrair grandes consumidores de energia com visão de sustentabilidade em seus negócios, e que queiram associar suas marcas à geração de energia limpa.

Para Sergio Barroso, são muito positivos os impactos da atividade da empresa para Minas Gerais. “Além da criação de emprego e geração de renda, bem como investimentos em infraestrutura e capacitação profissional de mão de obra local, o investimento cria uma boa receptividade para a atividade por parte das comunidades envolvidas e poder público nas suas áreas de atuação”, destacou.

O secretário lembrou, ainda, que o empreendimento possibilitará o desenvolvimento contínuo da gestão ambiental que busca reduzir o impacto sobre o meio ambiente, inclusive com prevenção de acidentes e melhoria nas suas relações com entidades fiscalizadoras, comunidades envolvidas e demais partes interessadas.

Minas PCH

Minas Gerais é o Estado com maior número de PCHs do Brasil. São 90 PCHs em operação com capacidade de geração de 589.205 KW de energia, o equivalente a 3,19% do total produzido (dado da Aneel). Treze estão em construção e existem 335 pontos potenciais para exploração de PCHs, o que poderá resultar num incremento de mais de três mil megawatts à disponibilidade de energia do Estado.

Consumidores da energia gerada pelas PCHs são beneficiados pela redução de sua tarifa e poderão, também, ser beneficiados por consumirem energia de fontes renováveis. Programa é voltado para o aproveitamento de quedas d’água, abundantes no Estado, via construção de PCHs.

Para equilibrar o crescimento da oferta e do consumo de energia elétrica, o Governo de Minas, por meio daCompanhia Energética de Minas Gerais (Cemig), criou o programa Minas PCH. Lançado em 2004, conta com parceria e recursos da Cemig e da iniciativa privada.

O programa tem como objetivo ampliar o parque gerador da Cemig através da implantação de pequenas centrais hidrelétricas no Estado. A primeira PCH a entrar em operação pelo Programa Minas PCH foi a de Cachoeirão, no rio Manhuaçu, no município de Pocrane, Leste do Estado. Com 20 MW de capacidade instalada, já está também em operação, a PCH de Pipoca, também no rio Manhuaçu, com investimentos de R$ 115 milhões, sendo R$ 56 milhões da Cemig.

Há quatro PCHs aprovadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todas no Leste do Estado, que estão em fase de contratação de obras civis e equipamentos eletromecânicos. O total da demanda estadual de energia renovável em Minas Gerais representa hoje 54,4% de sua matriz elétrica.

Governo Anastasia lança Ano do Design – Tempo de Design em Minas

Com a proposta de “Pensar Design”, o Centro Minas Design (CMD), coordenado pelo Governo Antonio Anastasia, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), lança, nesta quarta-feira (19), o Ano do Design – Tempo de Design em Minas. O evento, que acontece, às 19h30, no Teatro Oi Futuro Klaus Vianna, na avenida Afonso Pena, 4001, bairro Mangabeiras, contará com a presença do designer inglês Patrick Jordan, que vai falar sobre “O Papel do Designer no Século 21”.

Para preparar Minas Gerais para este nova ação, será apresentado aos participantes e à comunidade de design um selo que irá marcar todas as atividades, criando uma identidade forte em todas as esferas sociais, culturais e econômicas.  O conceito do selo foi baseado em questões agrícolas (período – tempo – estação – terra – preparação – plantio – colheita).

De acordo com a designer do CMD e organizadora do lançamento, Nádia Pontelo, o evento visa sensibilizar a sociedade sobre a importância do design e, principalmente, em mostrar que o Estado começa a ser mobilizado. Para ela, estão começando atividades “que podem fomentar o desenvolvimento social, econômico, ambiental e tecnológico”.

O designer e consultor Patrick Jordan vem pela primeira vez a Minas Gerais. Seu trabalho consiste em atender empresas sobre estratégia e inovação nas áreas de design, marketing, desenvolvimento de novos produtos e marcas. Jordan já atendeu empresas de grande porte no mundo inteiro e governos na formação política e questões de implementação, utilizando uma abordagem semelhante.

Além disso, o Ano do Design vai divulgar e mostrar a todos a agenda de eventos de 2010, em parceria com o Sebrae-MG, onde estão reunidos as várias instituições apoiadores da iniciativa. O lançamento principia as ações de preparação para Minas Gerais sediar a 4ª Bienal Brasileira de Design, em 2012.

A iniciativa tem o patrocínio da HD Brasil Impressão Digital, a gráfica Prima Cor e a Universidade Fumec. Além disso, tem o apoio das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Turismo (Setur), Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Madeirense, Oi Futuro,  das associação de Design de Produto (ADP), de Design Gráfico (ADG), Mineira de Decoradores de Nível Superior (Amide), Brasileira de Designers de Interiores (ABD) e Brasileira de Empresas de Design (ABEDesign), Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Universidade do Vale do Rio Doce (Univale), Centro Universitário UNA, Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), Câmara Italiana de Minas Gerais, Revista ABC Design, Café com Letras, Greenfield Business Promotion e Minas Casa.

Fapemig: Fapemig divulga resultado do Projeto Santos Dumont

Estimular o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços com inovação tecnológica e o espírito empreendedor de alunos da graduação. Este é o principal objetivo do Projeto Santos Dumont, cujo resultado foi divulgado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), órgão administrado pelo Governo Antonio Anastasia. Serão destinados mais de R$ 450 mil para os 23 projetos aprovados. Ao todo, foram recebidas 35 propostas de diferentes instituições mineiras. Futebol de robôs, protótipos automotivos, desenvolvimento de aeromodelos são temas de alguns dos projetos aprovados.

O projeto Santos Dumont foi apresentado à Fapemig em agosto de 2005 pelo engenheiro e consultor da área de Engenharia Elétrica Francisco Vasconcelos. A proposta era levar para dentro da universidade a pesquisa aplicada no desenvolvimento de produtos com inovação tecnológica. Vista como um potencial instrumento para o desenvolvimento tecnológico do país, a ideia foi aprovada pela fundação, que disponibilizou recursos para estudantes de Engenharia Elétrica e Eletrônica da PUC Minas, Cefet e UFMG.

Ao todo, foram destinados mais de R$ 220 mil de recursos, que já resultou em ideias criativas como uma impressora para muros, um carregador manual de celulares e um detector de furtos de energia elétrica. Diante do sucesso da iniciativa, a Fapemig decidiu criar o primeiro edital do projeto, assim, qualquer instituição de ciência e tecnologia poderia participar. O edital também irá financiar a participação de equipes discentes em competições tecnológicas de caráter educacional.

Goniômetro Digital

O goniômetro é um instrumento composto por duas pequenas réguas, utilizado por fisioterapeutas e profissionais de educação física em estudos do movimento para medir a amplitude articular. O objetivo deste projeto foi construir um goniômetro digital, que reduz os problemas relativos ao posicionamento, desgaste, não linearidade e baixa precisão inerentes aos goniômetros já existentes. O produto é de tecnologia moderna com custo economicamente viável, proporciona comunicação com o computador via USB, através do qual os ângulos poderão ser armazenados e analisados. A invenção, desenvolvida pelo Departamento de Engenharia da UFMG, é um dos exemplos de sucesso apoiados pelo Projeto Santos Dumont.

Governo Anastasia: Fapemig destina R$ 2,2 milhões para a aquisição de livros

Vinte e Cinco cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos por instituições mineiras ampliarão suas bibliotecas graças aos recursos do Edital de “Aquisição de Livros Técnicos e Científicos para Pós-Graduação”, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Apenas uma das propostas recebidas foi desclassificada. As 25 beneficiadas receberão, juntas, R$ 2,2 milhões.

O edital possibilita a compra de títulos adotados em cursos de pós-graduação regularmente oferecidos por instituições sediadas em Minas Gerais e recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com nota mínima igual a 3 na última avaliação. Com isso, busca fortalecer a pós-graduação no Estado.

O Edital beneficia propostas advindas de universidades de todo o Estado. Entre elas, estão a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). Para conhecer a lista completa, clique aqui.

Governo Anastasia recebe missão belga que pretende identificar novas oportunidades de negócios em Minas

Minas Gerais receberá, nesta quinta-feira (20), uma missão comercial e institucional organizada pelo Consulado Geral da Bélgica. Aproximadamente 60 empresários de diversos setores econômicos devem participar de rodadas de negócios com empresas mineiras. A programação inclui, ainda, reuniões de trabalho entre o comitê executivo da Copa 2014 e organizações belgas do ramo esportivo e de infraestrutura, além de um seminário sobre biotecnologia, com a participação de representantes mineiros e belgas ligados ao setor.

A decisão da comitiva de visitar Minas Gerais é um desdobramento do seminário “Quatro Motores para Europa”, realizado em fevereiro, quando delegações da Itália, França, Espanha e Alemanha participaram de um encontro com equipes técnicas do Governo Antonio Anastasia e de entidades representativas do empresariado.

Por meio da Superintendência de Relações Internacionais, da Subsecretaria de Assuntos Internacionais, aSecretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), junto à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), apoia a iniciativa com vistas a criar um ambiente propício ao aumento do fluxo de negócios entre Minas Gerais e a Bélgica. Também são objetivos do encontro promover o diálogo entre instituições de pesquisa do setor da biotecnologia e disseminar conhecimento dessa área para a comunidade.

Com a visita, a comitiva belga espera conhecer melhor os grandes projetos de infraestrutura em Minas Gerais a serem realizados para a promoção da Copa de 2014, destacando-se os setores esportivo, aeroportuário, ferroviário, entre outros. Além de compartilhar experiências e expertises, a ocasião permitirá que as empresas se apresentem e possam construir novas parcerias.

Oportunidades

Com o fortalecimento das relações comerciais com a Bélgica, estrategicamente posicionada, Minas Gerais pode ampliar o comércio exterior com a União Europeia tendo o país como porta de entrada.

Segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), em 2008, a Bélgica foi o 8° exportador de mercadorias e o 13° exportador de serviços comerciais. No mesmo ano, a participação da Bélgica no total mundial das exportações de mercadorias atingiu 3%. Com um índice de 2,9% em termos de importações mundiais de mercadorias, a Bélgica classificou-se como 9° importador mundial.

Participantes

Criado em 2005, pela Federação Belga para a Indústria da Tecnologia e o Comitê Olímpico Interfederal Belga (BOIC), o Belgian SportsTechnology Club (Clube Belga da Tecnologia do Esporte) constitui uma rede de empresas parceiras dos comitês de organização de eventos esportivos internacionais, como os Jogos Olímpicos em Atlanta, Sydney, Atenas, os campeonatos do mundo da FIFA na França, na Coréia do Sul/Japão e na Alemanha, entre outros. Atua nos segmentos de construção, tecnologia de mídia, material esportivo, soluções de hospedagem, controle de acesso e segurança.

Por sua vez, o Clube Infraestrutura Agoria é uma rede com mais de 40 organizações que fornecem soluções, produtos e serviços para projetos de construção e de infraestrutura, em especial nos setores de transporte, turismo e lazer e construção e alojamento.