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Comércio varejista mineiro cresce no primeiro trimestre de 2010

O volume de vendas do comércio varejista de Minas Gerais apresentou alta de 0,6% em março, comparativamente a fevereiro, com ajuste sazonal. No Brasil, a expansão das vendas em fevereiro foi de 1,6%, após alta revisada de 1,8% no mês de janeiro. No primeiro trimestre do ano, comparativamente ao mesmo período de 2009, o volume de vendas no comércio mineiro registrou alta de 11,8%, enquanto o nacional apresentou alta de 12,8%. As informações são do Boletim Mensal sobre Comércio Varejista, desenvolvido pelo Centro de Estatística e Informações (CEI) da Fundação João Pinheiro (FJP) e já estão disponíveis no site da instituição.

Em relação a março de 2009, o comércio varejista mineiro apresentou alta de 14,0%. No país, a alta foi de 15,7%. De acordo com a pesquisa, nos últimos 12 meses Minas Gerais registrou alta de 7,0% no volume de vendas no comércio varejista. No Brasil, o crescimento foi de 8,0%.

“Nos 18 meses anteriores à crise, o volume de vendas no comércio varejista nacional apresentou crescimento mais rápido que o mineiro. Passada a crise, que no agregado do comércio varejista teve efeitos muito modestos, este fenômeno voltou a ser observado”, explicou o coordenador da pesquisa, Pedro Henrique de Castro Silva.

Comércio varejista ampliado

Os dez segmentos do comércio varejista ampliado em Minas Gerais apresentaram resultado positivo em janeiro, com alta de 21,9%, na comparação com o mesmo mês de 2008. O destaque foi o setor de veículos, motocicletas, partes e peças, que contribuiu com 48,0% da taxa. “Esta alta pode ser atribuída ao fato de março ter sido o último mês de validade do corte de IPI no segmento, o que gerou uma corrida às concessionárias, e às facilidades encontradas para financiamentos”, observou Castro.

O segmento material de construção teve crescimento de 24,6%, o qual também pode ser atribuído, em parte, à redução do IPI. O segmento equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação apresentou taxa de crescimento de 59,0%. “Esse segmento já vem, há algum tempo, apresentando taxas elevadas de crescimento no volume de vendas devido à redução nos preços dos produtos que compõem a atividade e ao aumento do consumo das famílias para produtos de informática e comunicação”, completou.

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